Consumidores-autores, do Oiapoque ao Chuí

Por Carlos Magno Gibrail

Procura-se: Consum-AuthorsDe norte a sul, do Pará ao Rio Grande do Sul.

O sociólogo italiano Francesco Morace, do Future Concept Lab de Milão, que há uma semana apresentou sua tese e livro em São Paulo, certamente não se surpreendeu com fatos ocorridos em sequência.

Consumo Autoral é o titulo da pesquisa realizada por Francesco que, seguindo a linha dos que advertem que as marcas não mais pertencem às empresas e sim as pessoas que as consomem, decreta que vale a grife de quem compra, não de quem vende.

Nasce um novo consumidor – “Uma pessoa que não é passiva, que compreende as qualidades dos produtos, a estética, o design, e decide melhor por causa das tecnologias que permitem compartilhar conhecimento com outras pessoas”.

No dia seguinte ao evento do Consumo-Autoral, Sergio Abranches relatou que em Paragominas, Pará, presenciou uma cena inusitada. Autoridades locais e pecuaristas, tradicionais desmatadores, estavam tentando impedir a execução de uma licença legal para desmatamento, pois isto impediria a certificação da carne produzida na região. (ouça aqui). O autor da façanha era o cliente da carne que deixou de comprar até que se eliminasse o desmatamento.

Três dias depois, surge o movimento para mostrar a incidência dos impostos no país. Ou seja, se você paga imposto, pode ficar contente, pois hoje, quarta-feira, é o terceiro dia de trabalho do ano em que começa efetivamente a receber a sua remuneração. Até segunda-feira, 25.05, você trabalhou para os municípios, estado e federação. Sim, 40% do que você produz que equivale a 400 bilhões de reais considerando a renda da sociedade brasileira é para pagar impostos.

E o Dia da Liberdade de Impostos, idealizado e realizado por entidades representativas de contribuintes-autores, percorreu o Brasil. Ofertaram-se produtos que foram comprados sem os impostos, embora recolhidos.

O tão decantado tratamento ao consumidor, tipo agradar, encantar, surpreender, vai dar lugar efetivamente ao reinado do cliente. Não porque está sendo concedido pelas empresas ou pelo Estado, mas porque é o consumidor que está se apropriando das ofertas, dos produtos e serviços através da escolha pessoal. Ou autoral conforme preconiza o italiano Morace.

Às empresas é preciso preparação para esta nova classe de consumidores. A começar pelas livrarias. O “Consumo Autoral” que teve extensa reportagem na Folha de sábado passado, até hoje só é encontrado em uma loja de uma das cadeias de MEGA LIVRARIAS. Só o consumidor-autor focado em internet encontra para compra imediata. E, em nenhuma das 6 lojas visitadas havia vestígio da existência do livro e muito menos da reportagem de 66% de página no jornal de maior tiragem do país. Mais, numa das MEGAS ao perguntar para a segunda vendedora fui informado que não adiantava, pois toda a equipe estava no primeiro dia de trabalho.

Aos governos e políticos é necessária a visão do contribuinte-autor passando antes pela do eleitor-autor. Não dá para lidar com compradores-autores obrigados a comprar produtos sem saber o valor total dos impostos. Também não é possível aos eleitores-autores votar obrigatoriamente.  Afinal, estamos ou não numa democracia?

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e às quartas traz sempre uma visão contemporânea ao Blog do Milton Jung

41 comentários sobre “Consumidores-autores, do Oiapoque ao Chuí

  1. Olá Carlos,

    Muito legal este teu artigo.

    Como bom cervejeiro, eu e uns amigos passamos a consumir uma marca nova no mercado em que, além do preço atrativo, a qualidade é boa. Digo, foi boa até a empresa produtora de tal cerveja, ser relacionada ao nome de uma pessoa que, frequentou e sempre frequenta as páginas mais tristes de nossos jornais, “radio jornais” e telejornais. A relação deste ser com a empresa, foi passada e comentada em nosso grupo e, quando há um churrasco de confraternização, a recomendação é : se for levar cerveja, não compre tal marca.

    Voto facultativo: não devemos ter medo de experimentar novas marcas de cerveja, pois, ao saboreá-las e acompanhar na medida do possível seu processo, artimanhas de produção e o relacionamento da empresa no geral, saberemos se a mudança foi boa ou não. Beber é prazer, não obrigação.

    Tim Tim!

  2. Hoje como temos acesso ao mundo através da Internet, podemos ver que nós brasileiros estamos muito atrasados! Aquela história de que o pior produto fica aqui continua existindo! Quando a carne não é vendida para o exterior ela é vendida aqui e a um preço maior! Poucas são as pessoas que pensam antes de comprar! Eu por exemplo ao comprar um carro não comprei um Fiat, pois ela faz umas propagandas detonado a entidade maior, a familia, mas só eu fiz isso, os demais consumidores nem associaram uma coisa a outra! Os publicitários só querem vender, que se dane a moral e estabilidade da sociedade!

  3. Beto, o Martin Lindstrom, autor já citado em textos anteriores, já provou com a ajuda de neurologistas, que o consumidor quando escolhe a marca de cerveja não é pelas eventuais mulheres de aparência maravilhosa.
    O mesmo acontece com o fumante , que não é recado com fotos nos maços, que vai fazê-lo deixar de fumar.
    São consumidores cujo subliminar é forte .
    Vamos passar esta personalidade para os nossos papeis como contribuinte e eleitor também.

    Abraço

  4. Marcos de Luca Rothen, se a tipologia do sociólogo italiano Francesco se configurar, você pode confiar em melhoras futuras.
    A mudança está clara, não virá pelas empresas ou governos, ela acontecerá pelo consumidor.
    O Sergio Abranches hoje de manhã falou desgostoso sobre a Mata Atlântica, pois ainda há pessoas que não gostam de árvores ou que colocam o negócio a frente do meio ambiente.
    Vamos lutar para que os que amam a natureza se torne maioria.

    Abraço

  5. Certa vez como ouvinte em uma convenção de vendas, aguradando a minha hora de ministrar uma palestra tecnica, ouvi de um dos vendedores presente num dos momentos mais acirrados afirmando que o cliente não pertence a empresa e sim ao representante de vendas.
    Assim como os produtos não pertencem as empresas como foi dito acima e sim aos consumidores e clientes
    parabéns pelo artigo Carlos!
    Abraços
    Armando Italo

  6. Armando Italo, podemos então concluir que quanto mais informado,culto e errudito, o consumidor se aproxima da autoria da compra.
    É bom começarmos a ler, jornais,revistas,livros,internet e usufruir do prazer do conhecimento.

    Grande abraço comandante

  7. Pois é meu caro amigo e colega deste blog Carlos Gibrail
    Com a velocidade assustadora dos acontecimentos, fatos, dos avanços tecnológicos, quem não ler, não se informar pelos meios por você mencionados acima corre um grande risco de ficar para trás.
    E mesmo assim, sempre “escapa” alguma coisa.
    Abração
    Armando Italo

  8. Armando Italo, o caminho entretanto não é confortável.
    Há que enfrentar lobbies, oligopolios e até monopolios.
    Veja por exemplo o caso das empresas prestadoras de serviços de internet e canal a cabo.
    Não há muito o que fazer pois as estatisticas de reclamações estáo aí demonstrando que há muito que melhorar.
    O Milton já tocou no caso da NET e num artigo anterior entrevistei um assinante que quase foi à loucura com a mesma NET.

  9. Caros Carlos e Armando,

    Depoiis da ida do homem à lua pensei que, com tanta tenologia disponível e tantos gênios eletônicos e elétricos, além de uma “implacável reguladora como a nossa Anatel”, problemas com telefonia e internet não teríamos mais. Por incrível que lhes pareça, tive problemas com uma simples linha telefônica em que fiquei 15 dias tendo que me comunicar com o “ultrapassado celular”(risos). Dizem que, com a idade ficamos mais pacientes e compreensivos. Confesso que mesmo com meus mais de 40 anos, perdi a paciência e esmurrei a mesa de uma atendente da empresa telefônica. Pois, a necessidade de telefone, além de comercial era de saúde.

    Mas ora pois, se temos tanta tecnologia disponível e uma ficalização implacável, por quanto tempo iremos conviver com os xouvinistas comerciais? Por quanto tempo o consumidor será o ultimo que fala e o primeiro que paga?

    Bom, pelo menos este teu artigo adia minha ida ao psicalista, afim de resolver meu problema de consumidor chato cobrador de meus direitos. Pelo visto, não estou sozinho e esta turminha que cresce a cada dia, ja é digna de um livro que aborda o assunto.

    abraços

  10. Beto, para efetivarmos o consumidor-autor contra serviços oligopolizados teremos que usar um sobre esforço.
    No caso das prestadoras de serviços de TV a cabo e internet, a mudança foi drástica quando passaram dos 3 milhões e picos de assinantes.
    Que não se sabe se porque houve congestionamento ou se passaram a achar que não precisavam mais atender o cliente.
    Temos que não se conformar.
    Uso sempre alguns canais como a MARIA INES DOLCI e o PRO TESTE.
    E também, por que não este blog, que vem com o forte reforço da CBN ?
    Vamos agir.

    Abraço

  11. Não é brincadeira meus amigos o que as agruras que temos que passar com as concesionarias!
    Usam e abusam das nossa paciência e boa vontade!
    Acreditem o que aconteceu comigo quando minha mãe faleceu!
    Pedi a Telefonica o cancelamento da linha que era da minha mãe.
    Não queriam cancelar de jeito nehum!
    De tanto eu insistir, chegaram ao ponto de me pedirem o atestado de óbito para saber se era verdade o falecimento da minha mãe.
    TV acabo, internet nem me fale ai ai ai
    O negócio é ter TV a GATO. rs rs rs
    Bom dia a todos
    Armando Italo

  12. Armando,

    Dos momentos ruins, podemos tirar lições de vida e até mudar nossas atitudes como seres humanos.

    Na época que tive o problema com minha linha fixa, fiquei tão descontrolado que, corri para fazer um check-up. Minha maior tranquilidade no resultado, foi pelo fato de os aparelhos não necessitarem de Banda Larga.

    Abraço

  13. Que semana corrida, meu!

    Mestre, atrasado, más à póstos. Carlos hoje é o dia da reunião do Conseg. “Juntos chegaremos lá”. Ou não?

    Vou comentar uma coisa engraçada que aconteceu comigo dia desses.

    Liguei para a Telefonica para pesquisar preços da banda larga, qual meu espanto, a atendente não conseguia me passar os valores porque o speedy estava muito lento, lerdo, molenga, imprestável……..enfim comecei a achar graça da situação, pois eu estava ali para consumir um produto que seria indigesto.

    Eu aguardei o máximo que a educação com a moça me permitiu. Depois não aguentei e perguntei a ela:
    – Você tem banda larga aí?
    Coitada da moça esforçou-se ao máximo para me tranquilizar que o mundo não acabaria naquele momento.

    Eu disse a ela que tinha banda larga de outra empresa e que estava pesquisando os valores para saber se não tinha no mercado coisa idêntica, com preço menor porém com qualidade similar.

    Não preciso dizer que a conversa acabou ali, não é!
    Nos dias atuais o consumidor dita regras, sabe que é necessário medir os prós e os contras. Preço muito alto, não necessariamente traduz qualidade, más preço muito baixo geralmente é sinônimo de porcaria.

    Portanto, devemos fazer adequadamente a leitura das coisas.
    Também penso que o voto deva ser facultativo, visto que, o voto por ser imposto, revela consigo baixa qualidade de ponderação.

    Abraços em todos.

  14. Bom dia Beto!

    Na sua citação:
    “Dos momentos ruins, podemos tirar lições de vida e até mudar nossas atitudes como seres humanos. ”

    Esta sua citação é uma verdade!

    “Agora Filosofando um pouco”

    Muitas vezes quando nos deparamos com situações aflitivas, tribulações, “os chamados pelos exotericos inferno astral”
    São somente para nos ensinal alguma coisa.
    Eu também creio nesta afirmação.

    Então vamos aprendendo com as nossas concessionárias,
    Telefonica, NET, Sky, Virtua, TVA, Eletropaulo, SABESP, COMGAS,

    Paciência também é uma grande virtude, a ciência da paz.

    Haja paciência com as nossas concessionarias.

    Um amigo lá de Maringá está passando uma verdadeira provação com a Brasil Telecom depois de ter a infeliz ideia de solicitar a portabilidade.

    Abraços
    Armando Italo

  15. Carlos e Armando,

    Não só de concessionários vivem nossas agruras. Acabei de ter um entrevero com o “antendimento” de uma MEGA LIVRARIA, hahahahaha! “cobrança de livro que não devo”.

    La vou eu entrar em contato com a Cia do Cartão de Crédito.

  16. Ixi!
    Te prepara Beto para o famoso “menu”
    “Para falar com isso, digite um, para aquilo digite dois, para aquele outro digite tres, para…….digite 4 ai no final depois de meia hora digitando, vc finalmente consegue chegar ao “gentil atendente” e então…………………………………..”
    CAIU A LINHA MEU DEUS DO CÉU!!!!!!!!!
    Guenta coração!
    Vai um izordil ai?

  17. Beto,com.13
    Fazer check up para evitar enfarto é grave, embora menos grave do que aquele assinante que ligou para a NET e desesperado disse que se dentro de meia hora não resolvessem um grave e duradouro problema ele sairia a rua e mataria o primeiro funcionário da NET que encontrasse.
    Em 15 minutos veio a solução.

  18. Claudio Vieira,com.14
    Speedy, NET ou qualquer outro são partes de um mesmo sistema , oferecendo serviços duvidosos.
    A pressão tem que aumentar em cima dessas empresas, tal qual se faz com os serviços medicos e os bancos.
    Embora fiquem aquém do desejado é sempre alguma melhoria que se consegue.
    O Banco Central, por exemplo é muito rápido quando recebe alguma reclamação dos bancos.

    Quanto ao voto facultativo tenho esperança que uma forte campanha possa mexer com os politicos, que como vemos não estão nem aí para o mundo real.

    Abraço

  19. Armando Italo,com.15
    Das citadas, tenho há tempos boa experiência com a SABESP. Dela apenas um pouco de teimosia quando precisa trocar o relógio.
    As outras empresas citadas, a ELETROPAULO por exemplo, o grande problema é que ela terceiriza sua principal atividade que é o serviço técnico.
    A empresa que atende é terceirizada e algumas vezes os funcionários mentem que estiveram no local e o cliente fica sem luz e não há como reclamar.
    Não entendo como até hoje não chamaram a policia. A ELETROPAULO neste caso é mais um dos absurdos.
    Duvido que exista algum consumidor contemporâneo em São Paulo que ainda não teve graves situações com estes prestadores de serviço.

  20. Beto,com.16
    Neste caso das livrarias, não entendo como um gerente pelo menos das megas livrarias ignora lançamentos.
    Não entendo também como se troca toda uma equipe de forma a ter num departamento varios funcionários que simultaneamente não sabem de nada. E se deliciam com a ignorancia geral.

  21. Bom dia carissimo Claudio
    Reunião no Conseg é pior que assembléia de condominio
    Ja tentei participar de umas duas
    Não se “Conseg” quase nada.
    Não disse anteriormente?
    Tô fora!

  22. Carlos, com.21, Podemos imaginar que, as livrarias se tornaram meras vendedores de sucessos como: Códico da Vinci, O Segredo e etc. ? Estão seguindo o mesmo caminho das gravadoras de Long Play? (risos)

    abraços

  23. Armando Italo ,com.17 e 23
    O problema da demora e das intermináveis discagens já está sendo acompanhado pella Anatel. Esperamos que permaneçam atentos .
    O CONSEG na realidae é uma amostra de nos mesmos, ou seja, dos brasileiros de hoje, urbanos, etc.
    Uns estão ali para contribuir, outros nem tanto, uns tem preparo , outros nem tanto.
    Quem quiser contribuir precisa ter paciência.Além do que cada cabeça é uma sentença.

  24. Beto,muito bem lembrado.
    Na verdade não quis citar no texto esta sua feliz lembrança.
    Uma das melhores frases do Jó Soares foi quando entrevistando uma personagem disse que estávamos num momento curioso da literatura brasileira. Quem escrevia livros eram pessoas que não liam livros.
    Nesta rota a procura do CONSUMO AUTORAL o livro que mais chamava a atenção e tinha presença em todas as mega livrarias, era o da VERA FISHER.
    Até que o Codigo Da Vinci li e gostei.

  25. Claudio Vieira,com.22
    Quanto ao CONSEG no com. 25 já coloquei meu ponto de vista.
    Em relação ao sumiço, estive ontem o dia todo e estarei também hoje no seminário PERSPECTIVAS DE CRÉDITO E FINANCIAMENTO PARA O BRASIL, do Canal Executivo.
    É assunto crucial , tanto pela importância que o crédito tem no contexto economico , como pela vergonhosa posição que o Brasil ocupa na taxa de juros mundial. Enquanto estamos em privilegiadas classsificações na maioria dos rankings economicos, no crédito ficamos bem a desejar.
    Bom tema para um próximo comentário.

  26. Já estava esquecendo de mencionar, os funcionários da NET, também mentem, que estiveram em locais, a que foram chamados para resolver problemas.

    Passam pela porta da casa do assinante e ainda colocam detalhes daquilo que viram, quando supostamente apertaram a campainha. Para comprovar ao chefe deles.

    Bando de 171!

  27. Claudio Vieira,com.29
    O crédito que gostaria de analisar é aquele que poderá dar oportunidade ao cidadão sem capital de abrir algo próprio.
    É o que os Estados Unidos tem e que abre chance para se mudar de classe socio economica.
    É o capital emprestado a longo prazo e com carência.
    Vamos levantar esta bandeira.

  28. Claudio Vieira,com.30
    A solução é a câmera.
    Já resolvi alguns casos com ela. De compra pela internet que não foi entregue e de funcionários prestadores de serviço , fascínoras da mentira.
    Mais uma categoria de meliantes no mercado. Câmeras neles!

  29. Caro Carlos,
    Ao fazer pesquisas na internet deparei-me com a sua coluna. Venho através desta mensagem retribuir seu post a respeito do livro Consumo Autoral. Informo ainda que no dia 25 de agosto de 2012, das 10h às 13h, no auditório Padre Anchieta da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ,) Francesco Morace, escritor, jornalista, sociólogo e presidente do Future Concept Lab, um dos mais renomados institutos de pesquisas de tendências e consultoria estratégica a nível internacional – com sede em Milão e São Paulo- lançará a segunda edição do Livro Consumo Autoral (em português) seguida de uma palestra em que irá abordar sobre os consumidores e setores produtivos no mercado contemporâneo.
    O autor convida a todos a “encontrar” o conteúdo e as análises sobre os novos perfis de consumidores globais e como estes seguem diferentes lógicas – e oportunidades projetuais- em distintos setores produtivos e areas de serviços. A palestra será uma espécie de laboratório “real time” de como o Future Concept Lab realiza suas investigações e como é possível criar direcionamentos estratégicos e aplicar tendências em todas as áreas do consumo.
    Segue abaixo o link com informações detalhadas. Os inscritos na palestra a ganharão a segunda edição do livro Consumo Autoral no dia do evento. http://www.futureconceptlab.com/
    Um abraço,
    Laiza Martins.

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