Emurb diz que árvores atrasaram obra na Câmara

 

Praça da Câmara Municipal de São Paulo

Árvores frutíferas que exigiram cuidados especiais foram a justificativa da Emurb para o atraso nas obras de “requalificação paisagística no entorno da Câmara Municipal”. O gerente de obras da Emurb Norbeto Duran não foi capaz de explicar, porém, o motivo de o projeto de compensação ambiental não ter sido estudado antes da assinatura de contrato para execução da obra. Na entrevista ao CBN SP, ele disse que a responsabilidade pelo trabalho de compensação é da Subprefeitura da Sé que não teria feito a parte dela.

A denúncia sobre a falta de manutenção do local e da paralisação da obra de mais de R$ 800 mil foi feita pelo colaborador do Blog do Milton Jung, Marcos Paulo Dias, em post publicado nessa terça-feira. Apesar do dinheiro que está sendo investido pela prefeitura, a praça poderá sofrer novas modificações assim que o projeto de renovação do prédio da Câmara Municipal for autorizado.

Ouça as explicações de Norberto Duran, da Emurb

5 comentários sobre “Emurb diz que árvores atrasaram obra na Câmara

  1. É lamentável constatar o descaso e a falta de compromisso com o trabalho e com o dinheiro público gasto á revelia.
    A entrevista com o gerente de obras da EMURB foi um exercício de paciência, e até de boa educação, com as respostas evasivas do entrevistado. A propósito, ele imagina que a população e a imprensa são idiotas? Que as pessoas não têm senso crítico e não acompanham o que ele fala nos meios de comunicação? Fiquei impaciente enquanto aguardava-o procurar palavras para formar frases vazias e "responder" às suas perguntas e comentários. Estamos nos referindo a um serviço da cidade de SP, uma referência importante na América Latina e até no mundo…

  2. Ouvi a entrevista e não entendo como ainda fico decepcionado com a Prefeitura.
    Planejamento zero e as respostas evasivas, também zero.
    Ainda bem que vc interrompeu a entrevista. Não agüentava mais.
    Sem dúvida, daqui a pouco vão destruir tudo e refazer com outros custos.
    Fico me perguntando. Se fosse com dinheiro próprio isto aconteceria?

  3. Milton, quando será que dirão:

    “Desculpem, erramos.”

    Mas que coisa mais vexatória!
    Mesmo pegos em flagrante, insiste a desfaçatez de tentar esconder o “inescondível”.
    O tapete está alto demais. A sujeira, literalmente ela, já não cabe mais lá embaixo, foi sobrar bem no quintal de quem deveria fiscalizar a desordem na cidade.
    E nem adianta culpar a população mal educada, a educação também é dever do poder público.
    Srs. vereadores, façam a tarefa de casa.

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