Devassa na cerveja e nos bons costumes

 

Por Carlos Magno Gibrail

“Não precisa explicar. Eu só queria entender”

Planeta dos Homens e o macaco Sócrates

A Schincariol após cumprir a notificação de sustação liminar pelo CONAR Conselho de Auto-regulamentação Publicitária, que proibiu a exibição do comercial com Paris Hilton, só podia mesmo é se refugiar no humor.
Em 1977, a TV Globo relançava o programa “Planeta dos Homens”, que tinha sido apresentado um ano antes em substituição ao americano “Planeta dos Macacos”. De abordagem nos costumes, passou a cunho político, aproveitando os sinais de censura mais branda que parecia substituir à draconiana.

Inventaram o “Grêmio Recreativo Escola de Samba Aprendizes da Democracia”, que ensaiava exaustivamente, mas ainda não conseguira se apresentar.

Criação de Max Nunes e Haroldo Barbosa, o macaco inteligente, Sócrates, não assimilava as contradições dos humanos e perguntava: “Não precisa explicar. Eu só quero entender”.

É a questão que surge à decisão do CONAR ao acatar as solicitações através de vários processos que recebeu para tirar a campanha Schincariol do ar.

O primeiro, do próprio CONAR, pois não considera ético realizar ações como as veiculadas no site do produto, que estimulem o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

Consumidores, alegando que a abordagem desrespeitosa e apelativa caracterizava a campanha de propaganda da Devassa, denunciaram-na ao CONAR.

Um terceiro processo foi aberto, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. O órgão, que tem status de ministério no governo federal, alegou que o site da Devassa tem conteúdo sexista e desrespeitoso à mulher.

Em 2010, ainda vale a indagação do Sócrates de Max Nunes, pois embora não haja mais ditadura militar, aparece uma censura contraditória, pois existem propagandas aos montes muito mais “sexistas”, “desrespeitosas à mulher”, “apelativas”, etc.

As campanhas recentes das marcas Arezzo, Calvin Klein, Ellus, com apelos sexuais, expostas em sites, revistas, e nas ruas em painéis, não foram censuradas.

Calvin klein, anuncio

Não quero entender. Eu preciso de alguma explicação…

Fala-se que o pessoal da Propaganda está com medo de perder o segmento das bebidas, depois das baixas do fumo, e das ameaças nos segmentos dos remédios, das crianças, das campanhas políticas, etc. Também se escuta que é obra da própria Schincariol, pois suas vendas devem crescer com mais um caso de proibição. O comercial no “You Tube” está em aproximadamente 700 mil acessos. Ao mesmo tempo se desconfia da AmBev, que até agora não se manifestou.

Fofocas de bebedores de cerveja.

A Schincariol, como que para reafirmar a atualização dos personagens do Jô, ainda traz a figura do estrangeiro que é enganado pelo brasileiro, quando pergunta o significado das palavras. E, sutilmente troca “dirty girl” por “sexy girl” na explicação dada à Paris Hilton, segundo a repórter da coluna de Monica Bergamo. Como se devassa e sexy tivessem o mesmo sentido.

Ao macaco Sócrates talvez o melhor mesmo seja procurar na “Risadaria”, show de humor político e de costumes (de 19 a 21-Bienal do Ibirapuera SP) patrocinado pela Devassa, a explicação para tanto desentendimento. E, atenção para a advertência das leis da Economia, que recomenda cuidado com os cartéis.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda, escreve no Blog do Mílton Jung e gosta de beber cerveja com liberdade.

31 comentários sobre “Devassa na cerveja e nos bons costumes

  1. Carlos, bom dia.
    Eu penso que estas campanhas visam exatamente serem proibidas. Criarem polemica e assim atingir um numero maior de espectadores. Se são retiradas de um lugar mas não saem de outro, o investimento esta’ garantido a celeuma gera curiosidade e as pessoas procuram pra tirar a teima! A propaganda cumpre assim o seu papel e o produto ganha notoriedade.
    Esta, já poderia transformar-se em técnica de marketing você não acha?
    Bem, eficaz seria a punição no único lugar que o mercado e’ sensível. No bolso!
    Falta entretanto, definir o que e’ censura. Em geral mesmo, Carlos. Ha’ limite pra liberdade de expressão? Quando e’ que alguém pode manipular conteúdo? Quem pode? Um publicitário?Entidades de classe? Governo, editores, a Justiça ou o consumidor final? A quem caberia o papel de filtrar? Como e’ hoje eu entendo que o filtro e’ mesmo o povão. A celeuma na minha opinião pode virar técnica de marketing, jornalismo e campanha política, O que você acha? Desculpe-me tantas dúvidas.
    Abraços Carlos.

  2. Bom era no tempo que o Mussum fumava e bebia em pleno horário nobre! Erámos mais inocentes!

    Agora se vê chifre em cabeça de todo cavalo!

    Moçada, unicórnio não existe!

  3. Bom dia,

    Sou consumidora da cerveja há mais de 2 anos e me espanta esse “bafafá” por parte das mulheres brasileiras a respeito do comercial.
    Pelo que entendo, o produto Cerveja DEVASSA foi criada em cima de uma idéia de dar “poder” de decisão às mulheres na hora de escolher sua cerveja. Na verdade, essa cerveja foi criada para o público feminino, obviamente com o foco de seduzir o homem a acompanhá-la nessa escolha.
    Nunca encarei esse produto ou seus meios de divulagação (site, comercial, etc.) como ofensivo à feminilidade ou aos valores femininos, afinal de contas, adoramos ( assim como no comercial da Paris Hilton ) sermos observadas e desejadas, não é mesmo, meninas?

  4. Carlos Magno: Bom dia!
    Muito esquisito mesmo a retirada da veiculação do anúncio. Faço minhas as dúvidas do Sergio Mendes e até concordo com a posível “estratégia” do falem bem ou mal mas falem….Não estamos aqui comentando a Devassa ? E por falar nisso: a cerveja é boa ? Ou só a propaganda da loira?
    Abraço

  5. Esses anuncios de hoje, a exemplo da Skin estrelado pela “atriz Paris Hilton” diga-se cervejas e afins, só tem, sacanagem, promiscuidade, verdadeira apologia ao alcoolismo, sexo, entre outras coisas, de forma desenfreada.
    Aos alcoolatras, bebuns, viciados, fracos, sem personalidade, que se deixam levar por este tipo de propaganda, é um prato cheio!
    Bom proveito.
    Encham a cara, batam suas armaduras,(autromoveis), matem inocentes, se matem, fiquem aleijados então.

  6. Essa história da Devassa, não consegui ver nada de mais no comercial. Comum até demais. Não entendo patavinas de publicidade, mas acho que tá faltando criatividade para as propágandas de cerveja. A fórmula é a mesma. Mulheres bonitas, corpo escultural e com pouco roupa. Não sei o motivo dessa associação de cerveja com essas mulheres “gostosonas”, quando a realidade é outra. Onde tem cerveja tem um bando de homem reunido chorando as pitangas, contando vantagens que pegou todas as gatinhas da empresa, quando na verdade não pegou ninguém. Um bando de cara chato discutindo sobre futebol. Um bando de cara chorando as mágoas porque foi traído pela amada ou porque a amada foi embora e por ai vai. Ou seja, uma chatice. É raro vc encontrar num bar um cara bebendo cerveja com um bando de “gostosonas”. A única propagando de cerveja que usou de criatividade acho que foi da Skol onde tinha aqueles “Sirizinhos” tirando um barato na praia. Sou contra a Censura. Mas no Brasil tudo tem que virar polêmica. Acho que a melhor Censura é a do cidadão. Se a propaganda é ofensiva, muda de canal, desliga a Tv ou simplesmente deixa de consumir a tal cerveja. Mesmo porque se para o cidadão A a propaganda é ofensiva, para o cidadão B a propaganda pode ser tudo de bom. Veja que loucura: Um turista Italiano foi preso porque estava na piscina do hotel com a família e de repente deu um selinho na filha menor de idade. Um hóspede viu e chamou a polícia. O pai foi preso. Nessa semana a atriz Cristina Mortágua fez um ensaio sensual com o filho de 15 anos, onde ela estava com os seios de fora e deu selinho no filho e até agora ela só foi acionada pelo Juizado de Menor do RJ. Ou seja, é o mesmo fato, só que com interpretações diferentes. E na Censura tbém é assim, um juiz pode achar legal e um outro ilegal. E quem tá com a razão?

  7. Mas bha Armando aí tu chutou o pau da barraca, tá até parecendo que agora cerveja é sinônimo de pecado.
    Da uma espiada nas propagandas da cerveja Polar pelo youtube e me diz que apologia tem ali. É uma cerveja aqui do sul, que utilizam a brincadeira que ela é “no export” porque a produção atende o nosso estado. Além disso brinca com o modo como se fala aqui na capital Porto Algre e também com a relação competitiva do Grêmio e do Inter. A meu ver é uma forma muito agradável de se fazer publicidade sem gastar horrores com personalidades. Bom gosto e mau gosto tem pra tudo. E é bom uma cerveja gelaaaaaaaaaaaaada!
    Se for Polar então mas ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

  8. Não chutei o pau da barraca não Christian!
    Basta vc ficar de plantão uma noite somente num PS, principalmente nos finais de semana, para ver e constatar o que chega de acidentados, na grande maioria alcoolizados.
    Não sou contra beber cerveja nem qualquer outra bebida alcoolica.
    De vez em quando, tb gosto de apreciar uma cerveja, dentro dos limites obviamente.
    O que me refiro é a apelação existente nos anuncios de bebidas.
    Nunca vi alguem bebendo cerveja e por isso, conseguir ganhar uma gata, gostosona como as que aparecem nos anuncios, ter ficado mais rico, entre outras fantasias criadas por tais anuncios.
    Muito pelo contrário
    []s
    Armando Italo

  9. A propaganda vende o cerveja como vende os carros velozes também, agora o que cada um bebe é de sua própria responsabilidade assim como os que correm de carro também. Vender sonhos faz parte da vida e acabar com eles no dia seguinte depende de nós. Nunca imaginei que bebendo ficaria com uma gostosona e nem rico mas bebado sim se exagerar, aliás é a única coisa que realmente temos certeza. Ainda sim apreciamos a danada da cerveja.
    E como diz o versinho ” Bendito seja, bendito seja, o alemão que inventou a cerveja!”

  10. A publicidade deve existir, caso contrario, as dificuldades e as barreiras para se vender um determinado produto seriam imensas.
    Assim como você, Cristhian, eu e muitos outros, não somos influenciados por determinados anuncios, somos comedidos, cautelosos, porém, existem muitos influenciáveis que não raciocinam da mesma forma.
    E é aí que mora o perigo!
    Muitos madurões cabeças ôcas, principalmente os adolescentes, não que estes últimos sejam cabeças ôcas, pois um adolescente ainda está em formação sobre vários aspectos, se deixam influenciar.
    Ai vem o excesso de consumo, exageros, sonham acordados e por ai vai.
    Quanto aos madurões de cabeça ôca, vazios, estes precisam é de psiquiatra, psicólogos.
    Então, creio, que determinados anuncios devem ser revistos antes de ir para o ar a exemplo da famigerada publicidade da mencionada marca de cerveja que teve as sua veiculação cancelada.
    Eu acho sim apelação assim como muitas que assistimos diariamente, em horarios totalmente inadequados.
    Publicidade de bebidas alcoolicas deveriam ser veiculadas depois das 22 horas.
    Quando crianças e pré adolscentes já estão dormindo para poderem acordar no dia seguinte para irem a escola.
    Porém, vale dizer que, cada um tem a sua forma e metodo de criar e educar a sua prole.
    Recentemente ajudei a socorrer um senhor com idade por volta dos cincoenta e poucos anos, notoriamente bem de vida, totalmente bebado as 20 horas, num baita de um carrão importado, numa avenida de São Paulo, passando mal dentro do automovel.
    Chamei o SAMU para socorrer o dito cujo e durante o atendimento um dos medicos do SAMU foi categórico em afirmar que tal tipo de socorro nada mais que rotina, e quem mais bebe atualmente são os jovens, apartir da adolescência.
    Na conversa o senhor afirmou que é alcoolatra.
    Porquê razão esta vitima do alcool bebe tanto?
    O que o levou ao alcolismo?
    Prejulgamentos a parte!

    []s
    Armando Italo

  11. Não vi nada de especial na propaganda, nem deu vontade de experimentar a cerveja. As mulheres brasileiras deviam é protestar por importarem mão-de-obra estrangeira. Ou então por associarem o nome da cerveja ao comentado comportamento da modelo.
    Pra dizer a verdade achei a propaganda fraquinha, podiam ter gasto melhor os dólares pagos pra ela.

  12. Penso que o alcoolismo surgiu antes das propagandas, porém junto com o mundo moderno outras doenças surgiram com mais força. O apelo ao consumo é muitas vezes desgastante em uma sociedade que não atinge os seus objetivos tão sonhados e acaba tentado achar formas de fugir da realidade.

    Por que razão esta vitima do álcool bebe tanto?
    O que o levou ao alcoolismo?
    Pré-julgamentos à parte!

    Vai ver que em casa ele até procura mas não encontra a “Juliana Paes”.

    É, Italo, acho que precisamos tomar uma cerveja socialmente e falar mais a respeito da vida.
    Tô gostando do papo, abração!

    E vida longa ao Carlos Magno !

  13. Carlos,

    Como sou meio doidão, penso o seguinte:

    Quem ganhou:
    – O CONAR com a impressão de que estão atentos
    – A cervejaria que com a polêmica, conseguiu mais atenção à marca
    – Os profissionais de publicidade envolvidos no projeto, direta e indiretamente.
    – As Agências de Publicidade que possuem contas das marcas concorrentes
    – O mercado e o consumidor com o aumento da concorrência

    Quem Perdeu:
    – Cartéis e monopólios que perderam -por um tempo- uma lasca da suas fatias de mercado. Logo tudo volta a paz, porque o sabor da cerveja do brasileiro já está consolidado. Nem cego muda de opinião!

    Não acredito que a Ambev tenha sido ingênua em entrar com processo no CONAR e, no lugar deles não me manifestaria tb. Criar mais polêmica, seria desatino.

  14. Ola Christian

    Particularmente não aprecio este tipo de publicidade, de cerveja.
    Ao meu ver, agressiva e apelativa.
    Talvez pelo fato de eu ter nascido nos tempos da brilhantina.
    E os formatos “dos reclames” eram outrom,
    “mais inocente.”
    Porém os tempos mudam e “as coisas e fatos” evoluem
    Ou involuem?
    Pouco assisto TV aberta.
    E razões não me faltam.
    Prefiro, anos luz, ouvir rádio do que assistir TV, navegar na internet.
    O que seria do verde se todos gostassem do amarelo?
    O que leva uma pessoa a tornar-se alcoolatra entre outros vícios?
    Esses “mais sensíveis” devem tomar muito cuidado, serem cautelosos ao assistirem determinados anuncios,
    Principalmente em se tratando de crianças e adolescentes.
    Esse é um tema muito interessante e que deveria ser debatido junto a especialistas da área da saúde mental.
    De certo que, quem não aprecia este tipo de publicidade, que mude então de canal.
    Tipo:
    Eu por exemplo.
    Grande abraço
    E “vamu” sim tomar uma cervejinha qq hora dessas
    Armando italo

  15. Ops
    Correção:
    Onde está escrito:

    “Prefiro, anos luz, ouvir rádio do que assistir TV, navegar na internet.”

    Corrigir para:

    “Prefiro, anos luz, ouvir rádio, navegar na internet, do que assistir TV”,

    acrescentando
    Estou me referindo a TV aberta.

  16. Sergio Mendes, inicialmente uma declaração de posição totalmente contra à censura.
    Evidente que há excessões em relação aos limites que sempre existirão. Usos e costumes vigentes.
    Por exemplo , a propaganda dirigida á crianças menores de 6 a 8 anos, quando instigam consumo de produtos não tão saudáveis .
    Neste caso da DEVASSA, não dá para supor com certeza as hipóteses levantadas. De qualquer forma a medida provávelmente estimulou mais consumo.
    De acordo com recentes pesquisas, inclusive já abordadas em artigo anterior, neurologistas já demonstraram que os consumidores não se influenciam por loiras ou afins, quando se trata de cerveja, ou mesmo de cigarros quanto aos apelos de doenças fatais ou até mesmo da morte.
    Ninguém é tão idiota para comprar cerveja por causa da beleza da modelo.
    Para maiores detalhes é só entrar no site de Martin Lindstrom ouconsultar Buy Ology .

  17. Marcelo Alves Moreira, a compra da Devassa , cervejaria carioca de sucesso comprovado em seu nicho de mercado, certamente foi uma decisão acertada da Schincariol.
    E, nem contavam provávelmente com a extensão significativa da polêmica criada pelo CONAR.
    A cerveja tem seu charme conseguido pela diferenciação planejada e executada com categoria.
    Quanto ao sabor vou de PSDB, depende do gosto de quem consome.

  18. Armando Italo, se considerarmos as pesquisas de Martin Lindestrom do Buy Ology e de Steven Levitt e Stephen Dubner do Freakconomics, as pessoas não são fácilmente influenciadas.Os amigos , é que influenciam, no caso dos jovens. Nos adultos é a cabeça de cada um.

  19. Christian, acredito também que quanto menos censura melhor.
    Precisamos educar e cuidar das companhias dos filhos.
    Quanto aos adultos , que se cuidem.
    Cuidados com os Ibsens e os Apolinários.
    Aliás, muito me admira um gaúcho meter a mão no Rio dessa forma.
    Tenho a impressão que se fizessem isso com Porto Alegre já estariam invadino Brasília.
    Quanto ao barulho do silêncio orquestrado por Apolinário é inenarrável por palavras. Talvez um grande estrondo possa explicar.

  20. Boa noite Carlos.
    Mas sem a menor sombra de dúvida Carlos, me alegro que essa seja a nossa realidade. Não precisamos de censura e sem dúvida com ela não estaríamos melhor. O que me preocupa é a dualidade liberdade e responsabilidade. A liberdade, por exemplo, de produzir um comercial sem responsabilidade com a forma ou o produto justamente por haver, liberdade.
    Te confesso que gostaria de saber mais sobre o tema, vou procurar a leitura que você me indicou.
    Abraço.

  21. Sr, Sergio Mendes,

    Desculpe me meter no assunto: Como tenho antepassados publicitários, -tornaram publico os dez mandamentos-, lhe digo: Empresas de publicidade são empresas de comunicação e, comunicação é expressão. Portanto, não existe expressão sem liberdade. Quem se sentir ofendido, tem que procurar os caminhos da justiça. Limitar expressão é regime de exceção, ta ligado?

    O Sr. É um dos brilhantes protagonistas da adoção, cobrança, expressão e divulgação dos rumos políticos municipais. Moralismo não combina com suas excepcionais atitudes!

  22. Sr Tatemoto,

    Tudo é uma questão de perfil:
    Mulheres com perfil de Madona e Paris Hilton são bem recebidas em qualquer ambiente como DEVASSAS. Qualquer celebridade brasileira que protagonizasse este anuncio, seria taxada de VAGABUNDA! Queimaria a sua imagem e a do produto.

    Mano, a junção de libertinagem e comércio/produto, é algo delicado que exige estudo, inteligência e criatividade.

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