Muito além do paletó e gravata

 

Por Dora Estevam

A questão não é só o nó da gravata.

Têm homens que amam gravatas, de todas as cores e padrões. Quando viajam compram centenas delas de várias marcas ou sem-marca, o importante é gostar e achar que aquela vai fazer a diferença.
 
Bom, com verão ou sem verão quem usa gravata obrigatoriamente e não pode evitá-las, acaba sempre encontrando um jeitinho de produzir o visual de maneira que a gravata não pese e, sim, que ela fique charmosa e irresistível aos olhares femininos.
 
Separei alguns modelos para vocês se inspirarem:

  
 
Mas também tem a turma dos sem-gravata. Eles não suportam as compridinhas, quando tem um casamento que pede o uso delas ficam numa frescura só, usam, mas logo fazem aquele charme de tirar na festa. Enfim, tem gosto pra tudo e para todos.
 
Como toda produção, sem gravata também é possível ficar charmoso e elegante com muita classe. Até que passa um ar de conquistador e despojado. Também separei alguns modelos para você ter ideia do que estão usando pelo mundo.

Ah, não pense que são modelos para revistas, são pessoas clicadas na rua. São os fotógrafos de streetstyle que adoram saber o que as pessoas normais usam no dia-a-dia.


  
Ah tá ! Ai você me diz, mas eu não gosto de gravata muito menos de paletó. O seu estilo é muito mais esportivo e descontraído. Sem problema. Também vale e muito, ainda mais no Brasil onde temos clima favorável para exibir corpos saudáveis e roupas coloridas.
 
Inspire-se:


 
Então, gostaram? Use a química do seu bom gosto com bom senso e a sua simpatia e arrase nestas festas.
 
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

4 comentários sobre “Muito além do paletó e gravata

  1. Ola Dora
    Como ja comentei em artigos anteriores, não visto terno nem por decreto!
    Não me sinto bem com nada me apertando o pescoço.
    Por exemplo gravatas.
    E pelo fato de ter residido em cidades praianas por uns bons anos.
    Por vezes tenho que ir para os lados da Paulista F Lima e quando retorno para casa na hora do almoço reparo os executivos sob um sol de estalar mamonas com paletos nas mãos transpirando, reclamando.
    Eu heim!
    To fora!
    Abraços bom final de semana.
    Aarmando Italo

  2. Entendo que em primeiro lugar o que vale é o estilo de vida.
    E, se há harmonia entre a profissão e o lifestyle, a felicidade certamente encontrada é um potencial caso de acerto na maneira de vestir.
    De qualquer forma o conhecimento e a informação de moda sempre irá beneficiar.
    A não ser que o estilo de vida escolhido seja o de não ter estilo . Aí os caminhos são outros.

  3. Oi Ítalo: coincidência, estava conversando com uma amiga sobre o estilo das pessoas se vestirem, hoje. O brasileiro mudou muito na maneira de se vestir, e não tanto tempo assim. Num jantar mais formal, por exemplo, você não via nenhuma mulher sem tailher e nenhum homem com camiseta. Hoje, você vai a um em restaurante mais sofisticado ou tradicional, e encontra as pessoas vestidas com roupas casuais nem por isso menso chics. Neste caso, tanto o terno ou costume, tailher ou terninho, se tornaram roupas de trabalho. Salvo alguns eventos, é claro.
    É isso,
    bacana te ver por aqui.
    Abraço.
    Dora

  4. O Carlos Magno é um bom exemplo disso; quando o conheci ( 1986 ) ele só usava terno. Hoje, ele só usa em ocasiões formais de trabalho (quando pede) e em casamentos. Para o cotidiano ele vai de casual. Interessante é que a mudança foi gradativa. E estas coisas vão acontecendo aos poucos que você nem percebe.

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