Menos blablablá e mais www

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Em mercados em crise, o habitual blablablá fortalece o infortúnio. Afinal, a expectativa é um dos fatores que influencia a economia. Se for negativa, tanto pior. Entretanto, a dificuldade pressiona rupturas e inovações. E, por incrível que pareça, o momento é de extrema potencialidade para novos serviços e produtos. Só no meio virtual é imenso o universo a ser explorado. O mundo físico será levado por bem ou por mal à web ou às nuvens.

 

Aqui mesmo no BLOG, sexta feira, o Ricardo Ojeda abordou o uso das mídias sociais no mercado do luxo, citando benefícios e riscos, que, aliás, acho que os riscos são administráveis. Precisamos apenas nos adaptar à amplitude e à velocidade da web, pois é muito maior daquilo com que nos acostumamos no mundo físico.

 

Ainda no âmbito da moda o Pedro Diniz na FOLHA de segunda informa de Paris, que a semana de Moda foi dominada pela disputa de “likes” pelos estilistas, com destaque para Balmain, que mergulhou de alma na web.

 

Na área de serviço começam a aparecer soluções para as mais elementares necessidades de controle e gestão das documentações. Visitando uma startup da área, a PaperOff, ouvi do jovem empreendedor que reduziu significativamente as reclamações trabalhistas e também deixou de perdê-las numa folha de 120 mil funcionários. Recebeu até parabéns de Juiz pela correção dos documentos.

 

Entretanto, não basta estar em WWW para se tranquilizar.

 

Roberto Shinyashiki na entrevista com Milton Jung lembrou que o disquete deu lugar ao cd, que deu lugar para o pendrive que deu lugar para a nuvem, como que dizendo que a incerteza é a única certeza.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, as quartas-feiras

 

O título deste post reproduz mensagem do Banco Original aos seus clientes

 

A foto deste post é do álbum de Arrano no Flickr

Um comentário sobre “Menos blablablá e mais www

  1. Querido Carlos Magno,
    Excelente artigo!!! Perfeito!!!
    E apesar dessa tendência, fico perplexo de ver que algumas empresa insistem em (ainda) acreditar que é possível andar sem estar na internet. Na verdade, atender o cliente da forma que ele prefere ao invés da forma que a empresa quer atender. Já citei casos aqui mesmo no Blog do Milton Jung, como Bradesco Prime, que investe milhões em suas campanhas publicitárias com a ideia de “tudo na palma da mão”, sendo que na prática já vi casos como clientes terem que ir pessoalmente ao banco para cancelar produtos. Isso em pleno 2015!!!
    Aproveito para agradecer a citação ao meu artigo sobre as redes sociais.
    Um forte abraço!

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