Alô ! Eu estou no metrô

Em três meses, você poderá aproveitar as viagens do metrô de São Paulo para colocar a conversa em dia ou resolver seus problemas profissionais. De acordo com informação publicada no blog da Veja São Paulo em algumas estações da linha 2- Azul e mesmo dentro dos trens, o contato será possível através de sistema ligado à rede de telefonia celular. Até agosto, deverá ser possível falar ao celular nas 40 estações da companhia do metrô de São Paulo.

A Vejinha lembra que a novidade chega na capital paulista antes mesmo de desembarcar no metrô de Nova Iorque.

De minha parte, aceito trocar nossa rede de telefonia celular pela rede de trem deles.

Conte Sua História: Do salsão dourado à família



Na Ataliba Leonel vivem e na Ataliba Leonel viveram. As andanças da família portuguesa do ouvinte-internauta João Nelson para chegar ao mesmo lugar estão descritas neste capítulo de São Paulo:

Você ouve o Conte Sua História de São Paulo todos os sábados, a partir das 10 da manhã, no CBN São Paulo, e todos os dias aqui no blog. Além disso, você pode ler outros capítulos da capital paulista relatados pelos ouvintes-internautas no livro Conte Sua História de São Paulo, lançado pela Editora Globo.

Condomínio Legal: Salto alto dá discórdia

A moça do andar de cima que não tirava o salto alto quando entrava no apartamento foi motivo de discórdia entre condôminos. O barulho incomodava o vizinho de baixo e ela não se convencia de que o pequeno salto pudesse causar tanta “dor de cabeça”.

O barulho no condomínio, o morador inconveniente e a presença de animais de estimação nos prédios foram assuntos para o comentarista Márcio Rachkorsky, de Condomínio Legal, programa que vai ao ar toda quarta-feira, às 11 da manhã, no CBN São Paulo:

O tema foi sugerido pela ouvinte-internauta Noemi. Se você quiser conversar com o Márcio, escreva para condominiolegal@cbn.com.br

Batalha dos Livros: CBN SP faz debate sobre bibliotecas

A informação de que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) determinou o fechamento de quatro bibliotecas em São Paulo tem causado polêmica nas comunidades que se sentem atingidas pela decisão. O secretário municipal de Cultura Carlos Augusto Calil, em tom indignado, afirmou ao CBN São Paulo que tudo não passa de um “mal-entendido” e “política”. A presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia Regina Celi de Souza ironizou ao dizer que o problema é falta de política para a cultura.

Os prédios das bibliotecas Cecília Meireles, Alto da Lapa, e Zalina Rolim, na Vila Mariana, serão transformados em centros de convivência. A biblioteca Arnaldo de Magalhães Giácomo, no Tatuapé, será usada pela EMEI Mary Buarque e a Chácara do Castelo, também na Vila Mariana, vai virar um Centro de Conservação de Acervo.

Ouça o debate e deixe a sua opinião:

Batalha do Livro: Biblioteca no metrô atrai público

A cidade de São Paulo discute o fechamento (que a prefeitura diz que não é fechamento) de quatro bibliotecas municipais, enquanto em estações do Metrô os espaços destinados ao empréstimo de livros tem se transformado em sucesso.

A coordenador do Instituto Brasil Leitor e responsável pelas bibliotecas “Embarque na Leitura” Graça Garcia falou ao CBN São Paulo como fazer atrativos ao público estes espaços:

Batalha do Livro: Material vai para ferro-velho

Livros do Centro de Formação de Professores Clarice Lispector, da
Prefeitura de Santo André, são vendidos para um ferro-velho que
destina o material para reciclagem. As publicações, que poderiam ser
doadas para bibliotecas, escolas, cursinhos comunitários e outras
entidades são vendidas a R$ 0,15 o quilo. A Prefeitura afirmou em nota
que não tinha conhecimento e que vai apurar o fato. A reportagem do jornal Grande ABC encontrou no local, aproximadamente, 500 kg de livros, o que corresponde a centenas de unidades.

No município existem 14 bibliotecas públicas. Na sede da Prefeitura e do Centro de Formação, atendentes disseram que “doações são bem aceitas” e as publicações são destinadas para “bibliotecas e outras entidades”.

Quem nos informa sobre este absurdo é o ouvinte-internauta Luciano Cavenagui.

Vídeo-poema: Porém, por Sérgio Vaz

O poeta Sérgio Vaz, fundador da Cooperifa, entidade que tem como bandeira a divulgação da arte entre jovens e crianças carentes, na zona Sul de São Paulo, explora recursos da Internet para divulgar sua poesia.

Veja e ouça “Porém”, poesia que está no livro “Colecionador de Pedras”, que faz parte da coleção Literarura Periférica da Global Editora.

Plano de metas vira lei, em São Paulo

Cinqüenta e quatro vereadores, personalidades da arte e esporte, além de simpatizantes do Movimento Nosso São Paulo dividiram os espaços na Câmara Municipal, nessa terça-feira. A mobilização surtiu resultado com a aprovação da lei orgânica que obriga os novos prefeitos a apresentarem projetos e propostas definidas por áreas em até 90 dias da posse. O administrador será obrigado a participar de prestação de contas públicas a cada seis meses.

Aproveito a oportunidade para reproduzir texto da ouvinte-internaura Silvana Silva sobre o tema:

“O Movimento Nossa São Paulo propôs mudanças na Lei Orgânica do Município e a Câmara aprovou projeto que obriga o prefeito eleito ou reeleito a apresentar um “plano de metas”, no prazo de 90 dias após a posse. Isso, em tese, acaba com aquilo que chamamos “plano de campanha, “plano de governo” e “realidade”.

O primeiro é um chamariz para eleitores incautos, que escolhem seus candidatos pela propaganda, pela aparência. Serve para atrair o “voto emocional”. Os planos e as idéias importam pouco. O segundo pode até ser anunciado na esteira do primeiro, talvez sem as mesmas cores. Se o antecessor for da oposição haverá sempre a possibilidade do eleito dizer que, antes, será necessário “arrumar a casa”, corrigir os erros, etc. A realidade vai se moldando ao longo do mandato de acordo, com a conjuntura, acordos políticos e até interesses pessoais.

Na iniciativa privada, o “Plano de Metas” defendido pelo Movimento Nossa São Paulo é adotado por empresas minimamente organizadas. Chama-se “planejamento”. Velha também é a fábula cuja moral reforça a importância da meta: “para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve”. O livro /filme de auto-ajuda “O Segredo”, detaque editorial em 2007 é todo baseado nisso. Na política, entretanto, as coisas não funcionam da mesma forma. O próprio orçamento amplamente discutido, divulgado, etc. não passa de uma “peça de ficção”.

É preciso ainda lembrar o papel da Câmara nesse processo. Sem uma perfeita “harmonia” entre executivo e legislativo, a máquina pública não se movimenta de forma eficiente, mas não percamos o otimismo.

Que a proposta vingue, o povo participe e São Paulo se desenvolva!”.

Foto-ouvinte 2: Não basta ter calçada

Um calçamento ambientalmente irresponsável foi feito em ruas da Vila Olímpia, em São Paulo, conforme registra o ouvinte-internauta Everton. As ruas Ramos Batista, Olimpíadas, Elvira Ferraz e outras da redondeza ganharam calçadas impermeáveis, sem árvores e desrespeitando as normas do bom-senso.

Everton diz que defendia a colocação de piso ecológico e de fácil acesso para os pedestres que poderia reter parte da água da chuva reduzindo o alagamento comum naquela região. Não levou. E, hoje, ainda tem de assistir ao cenário construído com o respaldo da prefeitura. “A cidade, algumas vezes, parece que anda para trás”.