
Imagem da campanha do Idec
Desde as primeiras horas do acidente com o avião da TAM, ouvintes-internautas têm enviado mensagens sugerindo boicote ao aeroporto de Congonhas. Por telefone, houve quem defendesse o fim das operações em sinal de respeito as cerca de 200 pessoas mortas, na terça-feira à noite.
Laiz Dietschi, por exemplo, entende que o boicote “seria o melhor recado da sociedade para que as autoridades pensem sobre a minimização dos riscos de uso do aeroporto”. Cátia Soares escreveu lembrando que “sem ação da sociedade o governo se manterá paralisado”, enquanto o ouvinte-internauta Christian BuenaVista propôs “um abraço da sociedade no aeroporto de Congonhas” para sinalizar o bloqueio as operações de vôo.
As reações já ocorrem publicamente em diferentes segmentos. Na edição da noite de ontem (quinta-feira), o Jornal da Record apresentou editorial, lido pelo apresentador Celso Freitas, em que anuncia o boicote oficial a Congonhas até que a situação de segurança seja modificada. Nenhum funcionário da empresa poderá voar em aviões que operem em Congonhas.
O Instituto de Defesa do Consumidor lançou oficialmente o boicote contra Congonhas. Quem pretende apoiar a iniciativa do Idec pode acessar a página http://www.idec.org.br onde está à disposição abaixo-assinado pedindo o fechamento do aeroporto. O documento será enviado ao presidente Luis Inácio Lula da silva.


