Mundo Corporativo: Vania Ferrari fala de bizarrices corporativas

 

 

“As pessoas não se metem na área das outras, mas deveriam”. Essa é uma das sugestões da consultora Vania Ferrari para que o ambiente de trabalho seja mais produtivo. Para ela, é preciso que se gere a cultura da colaboração dentro das empresas e haja menos regras impedindo a criatividade. Vania foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN, quando falou de experiências que viveu dentro de grandes corporações e dos projetos de treinamento que realiza há dez anos. Recentemente, ela lançou seu segundo livro: “Crônicas do bizarro mundinho corporativo”(Editora Texto&Textura).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. O quadro tem a colaboração de Alessandra Dias, Douglas Matos e Debora Gonçalves.

Polo Ralph Lauren volta a investir no Brasil

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Para os apaixonados por Polo Ralph Lauren, uma notícia excelente: a grife americana do designer Ralph Lauren volta ao Brasil e em grande estilo.

 

Inaugurada esta semana no Shooping Iguatemi São Paulo, a marca americana que tem o icônico cavalinho como símbolo oferece na nova loja brasileira sua coleção masculina da linha Polo, que inclui também acessórios, sapatos e ítens em couro. Seus luxuosos e muito bem decorados 260 metros quadrados mostram o extremo bom gosto de Lauren em suas lojas ao redor do mundo.

 

Ralph Lauren teve lojas próprias no Brasil durante anos e, desde 2001, todas foram fechadas, uma vez que a operação da marca por aqui era comandada por um grupo argentino e, com a crise na Argentina e as restrições para circulação de dólares, a empresa não pôde dar continuidade em sua gestão.

 

No ano passado, a grife comemorou sua volta ao país com a abertura de uma loja no Shopping Cidade Jardim, porém com suas coleções mais exclusivas e de edição limitada.

 

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Ralph Lifshitz, nome de batismo de Ralph Lauren, iniciou sua carreira comercializando gravatas e hoje é dono de uma das marcas mais importantes do mercado do luxo, famoso por suas pólos, tendo o pônei como principal símbolo.

 

Ao retornar ao Brasil agora com a Polo Ralph Lauren, escolheu como espaço o tradicional Shopping Iguatemi, primeiro shopping de luxo da capital paulista, tendo como vizinha ilustre a joalheira Tiffany & Co.

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Empreendedorismo: micros têm mais agilidade e independência para driblar a crise

 

 

Falamos em vídeo anterior sobre a informalidade e os riscos que provoca no seu negócio. Uma das opções que tornaram a regularização da sua prestação de serviço acessível foi a criação da figura jurídica do microempreendedor individual, o MEI, que trouxe para dentro do sistema legal cerca de 6 milhões de pessoas, desde que foi criado há seis anos.

 

No Papo de Professor, promovido pelo Sebrae, conversei com os participantes sobre como incentivar o microempreendedor individual a encarar este momento de crise econômica no Brasil. A resposta você assiste no vídeo acima.

 

Aproveito para lembrar que ainda nesta semana, o Sebrae, abriu inscrições gratuitas, para quem pretende sair da informalidade e ter acesso a diversos benefícios, inclusive direitos trabalhistas. O curso à distância “MEI – Microempreendedor Individual” pode ajudá-lo nesta tarefa.

Avalanche Tricolor: já dizia o Tio Ernesto

 

Juventude 2×0 Grêmio
Gaúcho – Alfredo Jaconi/Caxias do Sul

 

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Domingo tem a volta, gente! – foto de Lucas Lebel/Grêmio FBPA

 

Paga-se um preço por construir equipe competitiva e disposta a vencer tudo que está no seu caminho. Chega-se a uma decisão aqui e outra acolá. Tem jogo difícil na terça, na quinta e, como já se sabe, nos próximos dias, também. Por mais que o time seja preparado, treinado, descansado … chega uma hora que não se consegue driblar o calendário nem o adversário.

 

Não bastasse tudo isso ainda tinha uma caxumba no meio do caminho que, nesta quinta-feira, tirou nosso melhor zagueiro de campo. E (com todo respeito aos demais envolvidos) como fez falta Geromel.

 

Hoje pagamos mais caro do que precisávamos. Mesmo com parte do time titular assistindo ao jogo no banco, tínhamos potencial para muito mais. A impressão que fiquei, porém, é que a própria escolha por uma equipe mista tenha feito com que alguns jogadores tenham entendido errado o recado e, em lugar da intensidade que sempre nos marcou, se buscou cadenciar a partida.

 

E como dizia Tio Ernesto: “não da pra bobear contra os gringos”.

 

Não pense, também, que nesta Avalanche vai alguma desculpa para o resultado negativo desta noite de quinta-feira. Até porque este jogo só termina no domingo, lá na Arena, quando teremos excelente teste para conhecermos melhor a capacidade de recuperação deste time.

 

E como, também, dizia Tio Ernesto: “não tá morto quem peleia”.

Empreendedorismo: desenvolva a consciência empreendedora nos estudantes

 

 

Nesta quarta-feira, tive oportunidade de entrevistar no Mundo Corporativo, Wilson Risolia, líder da Falconi Educação, que se dedica a desenvolver projetos de gestão em instituições de ensino, públicas e privadas. A conversa vai ao ar em breve, no Jornal da CBN, mas quem teve oportunidade de assistir ao vivo pela internet, seja no site da CBN ou na transmissão pelo Facebook, deve lembrar que uma das últimas questões foi relacionada ao currículo escolar.

 

Risolia, que foi secretário estadual de Educação no Rio de Janeiro por quatro anos, lembrou-me que um dos grandes desafios dos gestores de educação é incluir as 12 matérias obrigatórias em uma grade com apenas 4 horas de aula por dia, ou seja, 20 horas semanais. Por isso, sempre que alguém sugere impor algum novo tema aos alunos, devemos pensar como incluir o assunto sem sobrecarregar ainda mais a grade escolar.

 

A resposta de Risolia foi ao encontro do que eu havia falado durante o Papo de Professor, do projeto Pronatec Empreendedor, realizado pelo Sebrae. Em uma das perguntas que tive de responder, o tema proposto era a possibilidade de as escolas, com o apoio de instituições financeiras, privadas e públicas, inserirem a cultura empreendedora para que os alunos se transformassem em protagonistas de sua história.

 

Minha resposta completa você assiste no vídeo acima. Se quiser acompanhar outras questões tratadas no Papo de Professor, clique aqui.

Empreendedorismo: informalidade afasta parceiros e negócios

 

 

São mais de 10 milhões de desempregados, segundo a Pnad Contínua, pesquisa divulgada nessa quarta-feira, 19/04, pelo IBGE. Efeito de uma crise que atinge empresas, negócios e a sua família, direta ou indiretamente. Desses que tiveram suas carreiras interrompidas, muitos decidem partir para negócios próprios, abrem pequenos comércios, investem o dinheiro da indenização na compra de alguma franquia ou aproveitam para se unir a outro parceiro e tentam se reinventar em outras áreas.

 

As dificuldades burocráticas e o desconhecimento legal levam muitos à informalidade tornando sua situação ainda mais frágil.

 

Um dos temas propostos pelos participantes do Papo de Professor, projeto do Pronatec Empreendedor, foi como incentivar os novos empreendedores a atuarem dentro das regras do jogo, por mais que isto gere custos e dificulte a implantação de suas ideias. Minha resposta está no vídeo acima.

 

Assista a outros vídeos sobre empreendedorismo no meu canal no You Tube

Empreendedorismo: não evite notícia ruim, use-a a seu favor

 

 

Na rádio ou no jornal; na TV ou na internet. As notícias ruins estão por aí. Muitas vezes, nos assustam. Tem gente que se esconde delas. Outros, apagam o rádio, não leem e não veem, temendo ser contaminados pelo pessimismo.

 

Uma das questões apresentadas durante o Papo de Professor, promovido pelo Sebrae Pronatec, foi como os empreendedores deveriam se proteger das notícias ruins. Minha ideia é muito clara: informação é essencial para planejarmos e nos preparamos. Portanto, não evite as notícias ruins, use-as para estar pronto para encarar o próximo desafio.

 

Assista a outros vídeos com perguntas e respostas sobre empreendedorismo.

Lições de Monte Carlo, Brasília e Osasco

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Na tarde de domingo, na final do ATP de Monte Carlo, onde Nadal ao vencer o francês Monfils se igualava a Djokovic em número de conquistas de torneio deste nível, com a 28ª vitória, Dácio Campos ao cobrir o evento pelo SPORTV criou um meme explosivo.

 

Diante de imagens dos camarotes onde a realeza de Mônaco era destaque, Dácio enalteceu os ricos, afirmando que através deles o pobre pode ficar menos pobre, ingressando na classe média através dos investimentos nas áreas produtivas realizados pelos ricos.

 

Os memes apareceram e o UOL Esporte foi confirmar, e Campos, que já tinha comparado Nadal a Moro, não fugiu à responsabilidade, reiterando a opinião.

 

Em Brasília, o evento político da votação na Câmara pelo impedimento da Presidenta, superou a tradicional espetacularização devido ao esdrúxulo desempenho dos deputados. Um desastre oral, funcional e léxico.

 

À The Economist, como a mídia geral, ficou claro que a ocultação das contas do governo pela Presidenta, tema do impedimento, não foi citado, enquanto os interesses pessoais foram a tônica dos votos. A revista, que há poucos dias publicou matéria defendendo o impedimento, ao mesmo tempo em que lembrou a necessidade de eleições gerais, teve a prova de que estava certa.

 

Se a cara da política brasileira era escancarada ao Mundo, no início da noite em Osasco, o nosso velho e saudoso futebol incorporou no time do Audax. A goleada sobre o SPFC teve 462 passes certos contra 215 e 33 errados para ambos. Um show, com alegria, talento individual e sintonia coletiva.

 

Se Dácio Campos pode externar sua opinião, se o Audax pode incorporar o verdadeiro futebol brasileiro, não há dúvida; o que é inadmissível é a exorbitância do êxtase a que fomos submetidos no espetáculo de Brasília.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Avalanche Tricolor: fizemos por merecer

 

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Libertadores – Arena Grêmio

 

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O gigante Ramiro marca o gol aos 15min na foto de Lucas Lebel/GrêmioFBPA

 

A sensação de assistir à partida pela Libertadores sem a tensão da busca pelo resultado é incomum. Verdade que esta tranquilidade só pode ser conquistada porque muito esforço, suor e talento foram despendidos até aqui. Sofremos na primeira, na segunda e em todas as demais rodadas desta competição porque assim é a Libertadores. Superamos todos os desafios impostos por adversários considerados pelos críticos, assim que os grupos foram sorteados, como os mais difíceis a serem vencidos. E nos demos ao luxo de chegar a esta última partida da fase classificados, sem riscos e ainda jogando diante da torcida.

 

A tranquilidade desta noite se construiu, também, quando a bola começou a rolar, pois fomos capazes de impor o futebol que tem sido nossa marca desde que Roger assumiu o comando da equipe: marcação intensa, sem espaço para o adversário, toque de bola veloz, muita aproximação e deslocamento.

 

Tenho chamado atenção também para outro fator que se repete jogo após jogo, ao menos a seis jogos seguidos: gols marcados nos primeiros 15 minutos. Hoje, após alguns chutes sem muita pretensão, quando o relógio já se aproximava do primeiro quarto de hora, diante de forte marcação do adversário, e depois uma série de troca de passes com presença de quase toda a equipe, Luan e Ramiro protagonizaram belíssima jogada feita de categoria e atitude.

 

Luan, como sempre, com a bola dominada no pé e a cabeça erguida, deu um passe magistral, foi talentoso e preciso. Ramiro, redescoberto lateral, se agigantou entre os zagueiros. Antes de disparar para dentro da área acenou para seu companheiro de equipe e surpreendeu a todos. Um golaço para tornar a noite ainda mais tranquila.

 

Uma noite tão tranquila que consegui, pela primeira vez neste ano, escrever esta Avalanche durante o segundo tempo da partida. Eu merecia. Nós fizemos por merecer.

 

Mas, como diria Tio Ernesto, é bom não acostumar, porque daqui pra frente só tem decisão.

Empreendedorismo: errar faz parte do negócio

 

 

Oportunidade oferecida por alunos da Fea Júnior, me fez mediar debate sobre empreendedorismo, nessa segunda-feira. Gente interessante no palco e interessada na plateia, facilitam o trabalho do mediador. E foi o que aconteceu nesse encontro.

 

Trago esta experiência para cá, pois ouvi de Heygler de Paula, responsável por parcerias e alianças do programa StartUp Brasil, o comentário de que o erro é parte do processo de construção das startups. Ele chamou atenção para a necessidade de aceitarmos a cultura do erro, pois somente assim conseguiremos aperfeiçoar nosso produto ou serviço.

 

Esta conversa com Heygler e outros parceiros de palco serviu para ratificar o pensamento que desenvolvi com o objetivo de responder a uma das perguntas feitas no “Papo de Professor” do Sebrae Pronatec, que compartilho com você neste post.