SP Zoneamento: fio de esperança ou desconfiança?

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

cidade

 

As 40 entidades que representam as ZERs foram surpreendidas segunda-feira pela reportagem da Folha que informava alteração na lei de zoneamento, ao restringir restaurantes, bares e bufês apenas aos Jardins, Pacaembu e Lapa.

 

Este era um dos pleitos de todas, de forma que a matéria intitulada como lobby de poucas entidades e endossada pelo vereador Andrea Matarazzo-PSDB, requeria esclarecimentos.

 

Pelo “lobby” e pelo vereador.

 

Matarazzo sempre se mostrou atento às solicitações que preconizavam a manutenção das ZERs indistintamente. Diante disso, vários representantes das Sociedades de Moradores em ZERs foram ao relator Paulo Frange-PTB para apresentar a estranheza sobre a discriminação pretendida pelo Prefeito e a inconformidade à argumentação ao atribuir diferenças entre as ZERs.

 

A justificativa apresentada pela maior distância do centro da cidade entre as ZERs centrais e as demais, é impertinente, pois o conceito de zonas exclusivamente residenciais,não tem nada a ver com distâncias.

 

Esses 4% de área da cidade em que as ZERs estão localizadas, são habitados por moradores que não desejam comércio na porta de casa. Independentemente se vivem no
Jardim da Saúde ou no Jardim América. Se assim desejassem, estariam morando nos 96% restantes.

 

O Prefeito, que tem mostrado inflexibilidade nos sistemas implantados na cidade, fazendo faixas de ônibus iguais sem respeitar as diferenças regionais, assim como ciclo faixas uniformemente espalhadas, de repente apresenta flexibilidade surpreendente.

 

Será que esta maleabilidade pode ser um fio de esperança às demais ZERs que não foram beneficiadas, e terão as benesses de um sistema inteligente mantendo o conceito básico, mas se adaptando às peculiaridades de cada região?

 

Andrea Matarazzo respondendo minha indagação sobre o material publicado pela Folha afirmou que não foi consultado, e não postulou medidas exclusivas àquelas regiões. E, vê uma possível ponta de esperança a favor de todas as ZERs, como sempre postulou. É a primeira vitória.

 

Haddad pode estar se modernizando guardando sua implicância apenas aos carros. É o que esperamos.

 

A luta continua.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

Como impedir que os vereadores controlem as subprefeituras?

 

IMG_4823

 

Gente nova sempre é bem-vinda. No mínimo, é a prova da nossa existência e de que ainda conseguimos ser a esperança de mudança para alguém.

 

Gente nova também é importante porque renova o ambiente. No caso da Eliana Lucania, renova com o entusiasmo de quem acredita no poder do cidadão.

 

Ela chegou no meio do nosso bate-papo, no café do Pateo do Collegio, centro de São Paulo, onde todo o segundo sábado do mês, os incentivadores do Adote um Vereador se reúnem informalmente.

 

Eliana estava acompanhada do marido, Fabiano Alves. Um casal entusiasmado. Eles vieram da Aclimação. Dispostos a entender o que fazíamos ali. Talvez tenham ido embora sem entender bem como funcionamos, mas deixaram na conversa informações que nos serão muito úteis no controle da coisa pública.

 

A influência dos vereadores nas subprefeituras foi um dos temas que tratamos no encontro desse sábado.Independentemente das estratégias usadas pelo prefeito de plantão, a impressão que se tem é que o poder dos vereadores sempre se manteve. Seja apadrinhando o próprio subprefeito, que se transforma em um estafeta do parlamentar, seja indicando funcionários para cargos estratégicos.

 

No momento em que o vereador assume o comando de uma subprefeitura, mesmo que de forma indireta, está usurpando a função legislativa. Como legislador tem o papel de criar e discutir leis; e, também, obrigação de fiscalizar o executivo, ou seja, o prefeito, os secretários e o funcionamento de todos os órgãos ligados ao município, inclusive às subprefeituras.

 

Como fiscalizar, se a subprefeitura é dele? Como cobrar, se está se beneficiando do poder concedido pelo prefeito? (cartas para redação, como diriam meus colegas jornalistas de antigamente)

 

É aí que entramos. Nós, cidadãos. Precisamos descobrir formas de identificar esta ligação promíscua e deletéria entre prefeito e vereadores, que permite a aprovação de toda e qualquer barbárie na Câmara desde que interesse aos grupos que atuam em conluio.

 

Um recurso de controle das subprefeituras é o conselho participativo, que acaba de ser empossado, em novo mandato. A posse não é garantia de funcionamento. Por falta de interesse ou inépcia, prefeitura e subprefeituras não oferecem estrutura ou conhecimento para que estes conselhos se organizem e tenham capacidade de fiscalizar. Muitos dos seus participantes não sabem sequer por onde começar.

 

No nosso grupo, temos a Rute e a Gabi, que são da Vila Formosa. A primeira está nos conselhos desde a primeira eleição; a segunda é novata na função. As duas, porém, estão bem informadas e são muito esforçadas no desejo de fazerem diferença no trabalho que realizam. Vão precisar bem mais do que isso para mexerem nessas estruturas arcaicas e coronelistas mantidas há tantos anos em São Paulo. Ambas aceitam a sua sugestão. E gostaram de algumas ideias que surgiram na conversa desse sábado.

 

O Saul também esteve conosco. É do Bom Retiro. E acabara de sair de um encontro de integrantes de Conselhos de Segurança. Há um movimento com o objetivo de unir e fortalecer estas entidades. Poderiam trazer sua experiência para outros setores além da segurança pública.

 

Estiveram conosco também o Alecir da Cachoeirinha, a Lúcia e a Silma da Santa Cecília, o Vítor e a Aline de São Miguel, a Sílvia e o Fabiano da Aclimação, o Moty da Consolação e o Bruno da Móoca. Cada um vem de um canto e senta ao nosso lado disposto a palpitar, ajudar e fazer da cidade um lugar de todos nós e não apenas daqueles grupos que controlam os órgãos públicos (e as subprefeituras).

Joy, o nome do sucesso: depressivo

 

Por Biba Mello

 

 

FILME DA SEMANA:
“Joy O Nome do Sucesso”
Um filme de David O Russel
Gênero: Drama
País:USA

 

A história real de uma empreendedora de sucesso americana chamada Joy Mangano, mãe solteira que carrega o mundo em seus ombros e divide sua jornada de frustrações diárias com o sonho de ser uma mulher de sucesso e muitas invenções.

 

Por que ver:
Gente, me desculpem mas devo confessar que não gostei do filme. Apesar da interpretação da Jennifer Lawrence, achei o filme depressivo. Pois é…Foi esta sensação que me deu ao assistir…Fiquei angustiada, com um peso que não sei explicar…

 

Para quem gosta de crítica cinematográfica e é influenciado por ela, vai gostar do filme que recebeu muitas avaliações positivas.

 

Talvez tenha sido a mão pesada do diretor ao costurar o filme em uma aura pesada e pouco inspiracional. Pronto falei!

Como ver:
No cinema, ainda não tem em videolocadoras e TV on demand. Ou melhor, não perca seu tempo e dinheiro…Espere sair na TV.

 

Quando não ver:
Depressivo…porque se você estiver a beira de um abismo emocional, este filme será o empurrão derradeiro…

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?

Quintanares: a vozinha garoa vai contando

 

 

De Mário Quintana
Publicada em A Rua dos Cataventos
Narração de Milton Ferretti Jung

 

Avozinha Garoa vai contando
Suas lindas histórias, à lareira.
“Era uma vez… Um dia… Eis senão quando…”
Até parece que a cidade inteira

 

Sob a garoa adormeceu sonhando…
Nisto, um rumor de rodas em carreira…
Clarins, ao longe… (É o Rei que anda buscando
O pezinho da Gata Borralheira!)

 

Cerro os olhos, a tarde cai, macia…
Aberto em meio, o livro inda não lido
Inutilmente sobre os joelhos pousa…

 

E a chuva um′outra história principia,
Para embalar meu coração dolorido
Que está pensando, sempre, em outra cousa…

Conte Sua História de SP: nossas mudanças, e as do Carnaval, também

 

Por Elmira Pasquini

 

 

Em 1937, quando nos mudamos de Itaquera, que era um lugar muito agradável com suas chácaras, sem luz elétrica, sem calçamento e sem água encanada, muito diferente da Itaquera de hoje,fomos morar na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, número 146.

 

Era uma casa pequena, de sala, dois dormitórios e banheiro, cujas cozinha e área da lavanderia ficavam no alto, com vistas para um matagal que mais tarde veio a tornar-se a Avenida 23 de Maio.

 

Estávamos felizes, perto do centro da cidade, a 140 metros do largo São Francisco, bem perto da já famosa Faculdade de Direito 11 de Agosto.

 

Após quase dois anos, recebemos um convite para desocuparmos essa residência pois acabava de ser aprovada a construção de um viaduto que iria passar por cima da Avenida 23 de Maio, ainda a ser construída, ligando a Rua Cristovão Colombo, que sai do Largo São Francisco, com a Avenida Brigadeiro Luiz Antonio.

 

Hoje ambos são partes importantes no centro da cidade de São Paulo.

 

Logo conseguimos um belo sobrado na própria Avenida Brigadeiro Luiz Antonio número 254, onde, na parte de baixo, havia a loja da companhia  Gessy. Lá nos acomodamos com muita facilidade e conforto, morando quase em frente ao Restaurante e Pizzaria Giordano, apenas a cem metros do Cine Teatro Paramount. Quanto conforto, quanta facilidade. Tínhamos diversas linhas de bonde para diversos lados da cidade.

 

No Carnaval, assistíamos ao desfile de blocos em carros conversíveis. Um carnaval bem diferente dos dias de hoje. Eram grupos de jovens uniformizados como marinheiros, havaianos, soldados romanos, damas antigas, clubes esportivos … que passavam cantando as gostosas marchinhas de carnaval: “o Jardineira porque estás tão tristes”… “Mamãe eu quero”,  Eu fui a touradas de Madrid…” e outras mais. De vez em quando paravam, desciam de seus carros e formavam alegres blocos, atirando serpentina, lança perfume e confetes.

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar aos sábados, no CBN SP, logo após às 10h30 da manhã. A sonorização é do Cláudio Antonio.

Mundo Corporativo: Artur Bezerra, do Berlitz, ensina que para aprender línguas é preciso entender o contexto

 

 

“( …) antigamente o conteúdo era rei. Hoje, se diz que se o conteúdo é rei, o contexto é Deus. Você tem de entender o contexto onde o aluno está inserido, a corporação está inserida. Então, ele precisa do inglês porque é um executivo? Qual a área funcional dele – a área comercial? Como é que ele vai executar as funções do dia a dia? Negociar com quais culturas?”

 

A afirmação é de Artur Bezerra, presidente do Berlitz Brasil, ao defender a ideia de que para falar outras línguas, não basta conhecer o idioma. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN, Bezerra tratou das estratégias na preparação de executivos e lideranças, além de apontar as principais barreiras para o aprendizado de línguas estrangeiras.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site cbn.com.br. Os ouvintes-internautas participam com perguntas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. Colaboraram com este quadro Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Avalanche Tricolor: agora é Libertadores!

 

Grêmio 0x2 São José
Gaúcho – Arena Grêmio

 

24690164130_42eea540ac_z

Luan é um dos destaques do elenco OTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA, no Flickr

 

Malas prontas. Bilhete na mão. Passaporte no bolso.

 

Nesse sábado, o Grêmio embarca para o México, primeira parada desta longa jornada até o topo da América. Caminhada das mais difíceis que já enfrentamos em todos estes últimos anos.

 

De um lado, adversários nas alturas e competitivos. Desde o ano passado, leio que fazemos parte do Grupo da Morte, o que deve ser motivo de preocupação e muita atenção, sem dúvida. Sem jamais esquecer, porém, de que consagrados como Imortal somente nós.

 

De outro, temos um grupo de jogadores jovens, alguns despontando como craques e outros com talento em formação. Muitos em busca da consagração. E todos sob a batuta de uma das maiores revelações do comando técnico do futebol brasileiro: Roger.

 

Como se não bastasse a manutenção do grupo que surpreendeu os adversários e críticos brasileiros no ano passado, ainda ganhamos adesões importantes, nesta temporada: Henrique Almeida, que estreou hoje, e Miller (ex-Bolaños), que começará em breve – o mais breve possível. Ambos chegam não apenas para reforçar o ataque. Vestirão a camisa tricolor para fortalecer a artilharia.

 

Se sentimos falta de alguma coisa nesta ascensão que se iniciou com a chegada de Roger, é daquele jogador que gostamos de chamar de matador, daquele tipo que está predestinado ao chute fatal, mesmo que a bola desvie no zagueiro, esbarre no travessão ou esteja diante de um goleiro considerado intransponível.

 

A partida do início da noite desta sexta-feira nos mostrou isso com clareza. Tivemos velocidade no passe e pressão sobre o adversário em parte do jogo. Boas oportunidades apareceram, especialmente no primeiro tempo. Chegamos muitas vezes na cara do gol. Faltou-nos, no entanto, o cara capaz de superar-se, mesmo quando os fatos em campo não conspiram a nosso favor.

 

Na Libertadores, não nos faltará.

 

Os matadores chegaram. O time está mais maduro do que na temporada passada. E Roger saberá como poucos tirar proveito da derrota desta noite para chamar a atenção da equipe de que se pretendemos conquistar a América temos de ser resilientes diante da adversidade e perseverantes na superação de nossos próprios limites.

 

Que venha a Libertadores!

O Carnaval se foi, que comece logo o ano!

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

salgueirojpg1_610x340

 

Ao ler este meu artigo, aqui no Blog do Mílton Jung, os leitores pensarão que sou contra o feriado que o brasileiro mais ama – talvez mais do que o próprio Réveillon.

 

Não, não tenho nada contra o Carnaval, mas confesso que chega a ser patético e preocupante ver como o brasileiro se empenha na causa. Paga o preço que for por uma viagem, por um abada, por um show… muitos até pagam sem ter condições de realizar este sonho.

 

Quisera toda essa força fosse usada para lutar por educação, um país melhor ou o fim da corrupção.

 

A verdade é que fomos (mal) educados assim. Se tem pão e circo, estamos felizes. Mas acredito que cada vez haja mais circo e menos pão.

 

Este fenômeno já aparece nas páginas de publicações renomadas como a revista The Economist, que escreveu sobre o fato de o país festejar o Carnaval enquanto caminha ao fundo do poço. Sem contar que os escândalos de corrupção em nosso governo também ganham cada vez mais destaque internacional.

 

Miséria, corrupção, desemprego, falta de segurança. Vivemos um caos que tende a piorar, mas que poucos enxergam a situação com um olhar real.

 

Bilhões de dólares são roubados de cofres públicos, enquanto a presidente Dilma Roussef pede apoio do Congresso para a volta da CPMF, com o intuito de retomar o crescimento econômico do país.

 

É muito fácil para um governo resolver suas questões financeiras arrochando o trabalhador com impostos e taxas, criados para sustentar a esbórnia financeira da máquina pública. Dinheiro que vai do nosso bolso e não volta na forma de serviços bem prestados.

 

Agora que já pulamos o Carnaval, que tal se empenhar em ler um livro? Que tal se inteirar da situação do País ? Que tal lutar por um Brasil com mais e melhor educação?

 

Com a educação que temos hoje, certamente as próximas gerações serão ainda mais alienadas.

 

Vamos  nos divertir, por que não? Mas se não pensarmos – e agirmos – por um país melhor, no futuro nem o Carnaval irá nos restar.

 

Feliz Ano Novo, Brasil!

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Adote um Vereador: “Se você não participa, os outros decidem por você”

 

 

“Se você não participa, os outros decidem por você”, diz Bruno Kim em conversa com os integrantes do Adote Um Vereador. Ele defende a ideia de que o cidadão acompanhe de perto o trabalho do vereador e interfira nas decisões que ele toma na Câmara Municipal.

 

Saiba mais sobre o Adote um Vereador aqui

 

O Adote um Vereador se encontra no segundo sábado do mês, no café do Pateo do Collegio, centro de São Paulo, das 14h às 16h.

E ainda querem que eu pague CPMF

 

Por Julio Tannus
Consultor em estudos e pesquisa aplicada

 

“Mesmo que não pense continuarei existindo,
mas então não valerá a pena existir”
Rui Rodrigues

 

Ah! Se fossemos todos assim.

 

Os desmandos, a falta de ética, o compromisso dos homens públicos e mulheres públicas voltados para esferas próprias e privadas, tornaram nossas vidas um verdadeiro suplício, algo que outrora não imaginávamos.

 

Os cargos públicos preenchidos não por competência técnica, mas sim por conchavos políticos, muitas vezes decorrente da estrutura política vigente no país, onde para governar é preciso fazer acordos espúrios. Vide os casos do PSDB se alinhando com o DEM, e o PT com o PP.

 

As decisões econômicas mal orientadas ou tomadas em benefício de poucos. Pautadas não por interesses nacionais, mas por arbítrio. Uma das consequências: em 2015, o Itaú/Unibanco teve um lucro de R$ 23,5 bilhões, 15,4% maior do que em 2014. E o Bradesco, lucro de R$ 17,19 bilhões, 14% maior.

 

Um sem-número de casos… E aqui vai mais um:
Os parlamentares brasileiros são os mais caros do mundo. Estudo da Organização Transparência Brasil concluiu que 1 minuto trabalhado aqui custa a nós contribuintes R$ 11.545,00. Por ano, cada senador não sai por menos de R$ 33 milhões e o custo anual de um deputado é de R$ 6,6 milhões.

 

Os valores apresentados acima causam mais espanto quando comparados a vários países ricos. A média dos custos anuais de “nossos” deputados e senadores é de R$ 10,2 milhões por parlamentar. Na Itália, R$ 3,9 milhões. Na França, R$ 2,8 milhões. Na Espanha, R$ 850 mil. E na vizinha Argentina, por mais incrível que pareça, o custo anual de cada parlamentar é de R$ 1,3 milhão.

 

O pior é que esses elevados custos se repetem nas assembleias legislativas. Em Brasília, cada um dos 24 deputados distritais custa por ano quase R$ 10 milhões.

 

E se repete também nas Câmaras de Vereadores: no Rio de Janeiro e em São Paulo, cada vereador custa pelo menos R$ 5 milhões, anualmente.

 

Com tudo isso, ainda o governo quer reeditar a CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira para cobrir custos. E a Receita Federal quer entrar em nossas contas bancárias para cobrar mais impostos e assim aumentar a renda do governo.

 

Tudo isso com o objetivo de cobrir o rombo dos cofres públicos, de cuja responsabilidade é do próprio governo.

 

Por que não é factível reduzir os custos elevadíssimos dos cargos públicos? Por que não “enxugar” a máquina do Estado?

 

Haja coração e cérebro!!!