Que tal um sorvete?

 

Por Dora Estevam

 

O Dia das Crianças, que abriu o feriado estendido até segunda-feira quando se comemora o Dia dos Professores, me inspirou a falar sobre sorvete. Quem não gosta? E nesta época eles estão em evidência (se bem que eu gosto em qualquer época do ano).

 

Apesar das inúmeras opções que existem no mercado pensei na hipótese de você preparar uma receita de sorvete em casa com os familiares ou amigos. A primeira dica vem da chef Leonor de Souza Bastos, especialista em doces e que tem um blog desde 2008 – uma pioneiro em receitas na rede. O Gelato de Doce de Leite (quem gosta?), pode ser feito sem ajuda de máquinas especiais.

 

Anote os ingredientes:

 

198 g de leite condensado cozido (1/2 lata) (receita de doce de leite)
250 g de natas com 35% de M.G.
1 clara
40 g de chocolate 70 % (opcional)*

 

Agora, veja como se prepara:

 

Bater as natas até que fiquem firmes.
Bater a clara em castelo.
Bater o leite condensado até estar cremoso, juntar 1/3 das natas e misturar até que esteja um preparado homogéneo.
Juntar as natas restantes, aos poucos, envolvendo delicadamente.
Juntar a clara batida com movimentos suaves.
Adicionar o chocolate, cortado em pequenos pedaços.
Verter a mistura numa forma com 20x11x7 cm e congelar durante a noite ou até que esteja completamente firme.
Desenformar, mergulhando a forma durante uns segundos em água quente ou servir em bolas, diretamente da forma.

 

Gostaram? A Leonor fez a receita sem os tabletes de chocolate, você pode tentar assim também, o que acha?

 

 

Imagino que neste feriado você vai levar suas crianças ao shopping, então vamos às dicas incríveis de gelato facilmente encontradas, aqui em São Paulo. A começar pelo Shopping Cidade Jardim: as minhas escolhas ficaram com os sorvetes da marca Dileto (vários sabores) e da Mil Folhas, que aliás tem um sorvete de doce de leite delicioso e irresistível.

 

Caminhando pelo Market Place a ideia é a sorveteria Vipitteno. Que vitrine fantástica ! O destaque fica com o sorvete de algodão doce, maravilhoso. Os sorvetes são cremosos, leves e levam uma das melhores receitas italianas. Uma gelateria com sabores diferenciados e trabalhos artesanais. Sem contar os docinhos que compõem a vitrine para os pais tomarem com café expresso. Veja este vídeo que encontrei no site da marca, conta bem a história e fala sobre o produto, uma delícia.

 

 

Estas marcas são conhecidas e fáceis de serem encontradas em todos os shoppings, não apenas de São Paulo.

 

Outra situação gostosa também é comprar vários potes nos supermercados e formar bola, coloridas ou não. A ideia é se refrescar e se divertir. Você pode reunir as amigas e os familiares, tenho certeza que todos vão amar e passar horas incríveis se deliciando com os gelados.

 

Para quem faz dieta e não pode comer doces a dica são os sorvetes de yogurte, facilmente encontrados em shoppings e lanchonetes. Não engordam e são super gostosos.

 

 

Na moda, o sorvete também está com tudo. Muitas marcas desenvolveram parte de suas coleções inspiradas nas cores dos sorvetes: o rosa algodão doce, o limão, entre muitas outras cores que remetem aos sabores dos deliciosos. E os modelos vão desde os sapatos, passando especialmente nas calças e cintos, até as blusas.

 

 

Quem vai resistir?

 

Escolha a sua tigela ou a sua taça e boa farra!

 


Dora Estevam
é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: como ser um líder educador

 

“É muito comum ver gestor administrando o passado, o líder educador pega o erro e alinha para o futuro”. No programa Mundo Corporativo na CBN, o consultor de empresas Marcelo Galvão fala como este novo líder pode combinar desempenho de pessoas e resultados das organizações, sem espantar sua equipe. Marcelo lançou o livro “Gestão de Desempenho – o Poder do Líder Educador” (Navegar Editora) no qual fornece informações para os profissionais que precisam desenvolver seus subordinados, formar sucessores e alinhar comportamentos na empresa. Na entrevista, ele apresenta uma série de erros que devem ser evitados pelos profissionais que estão no comando de equipes de trabalho tais como não dar feedback, bloquear a criatividade da equipe e se colocar no papel de vítima.

 


O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site CBN.com.br, sendo reproduzido, aos sábados, no Jornal da CBN.

Avalanche Tricolor: uma jogada que conta uma história

 

Sport 1 x 3 Grêmio
Brasileiro – Ilha do Retiro/Recife

 

 

Estava estatelado no chão, parecia abatido, sem força para reação. Foi humilde para se levantar sem lamentar, não esboçou qualquer reação nos olhos, parecia estar apenas cumprindo sua missão. Teve personalidade para erguer a cabeça, acreditar na sua capacidade, apostar em seu talento e enxergar no horizonte um espaço para brilhar. O lance que resultou no primeiro gol do Grêmio na importante vitória desta noite é praticamente a transcrição da história de Anderson Pico, nosso ala esquerdo que depois de todas as adversidades impostas por ele próprio encontrou no Olímpico, sua primeira casa, o ambiente que necessitava para rever sua carreira. Pediu para ficar, prometeu melhorar, entrou em campo e nunca mais deixou o time. Hoje, fez um gol segundos após escorregar no gramado da Ilha do Retiro e cair. Parecia perdido. Parecia, mas não estava. Ficou em pé, dominou a bola e viu, entre os zagueiros e o goleiro adversários, o espaço para dar inicio a mais uma conquista neste Campeonato Brasileiro. Não me refiro aos três pontos – estes buscamos todos os jogos -, mas a vice-liderança, uma posição que estamos galdando a cada rodada, para a qual nos preparamos para assumir na hora certa, sem precipitação. Faltam dez pontos para superar o líder e ficarmos com o título. A maior parte não acredita que sejamos capazes, considera o resultado final favas contadas. Muitos gremistas devem pensar da mesma maneira, principalmente quando viram que o time enfrantaria esta batalha contra os desesperados da Ilha com um elenco de reservas, pelas ausências de Gilberto Silva, Fernando, Zé Roberto, Elano e Marcelo Moreno. Devem ter preferido assistir às agruras de Max e o bem tramado enredo da novela Avenida Brasil. Azar deles todos, incrédulos. Perderam Anderson Pico, Naldo, Léo Gago, Marquinhos, Marco Antônio e o serelepe Leandro. Um dia serão todos, assim como eu, fiéis à Imortalidade.

Lembranças de Pedro Carneiro Pereira – II

 

Por Milton Ferretti Jung

 

 

Promessa é dívida. Na última quinta-feira, ao encerrar o texto que postei no blog do Mílton, no qual, para início de conversa, lembrei dos dois jogos da minha longa carreira de narrador que, por motivos diferentes, não pude relatar, embora com tal propósito tenha ido aos estádios onde se realizaram. Em um, para quem não leu o que escrevi na semana passada, a RADIONAL, empresa responsável pela cedência da linha telefônica, me deixou falando em vão, isto é, a transmissão não foi ao ar. No outro, em Vitória, saí do estádio às pressas, junto com meus colegas de trabalho, porque, no Autódromo de Tarumã, Pedro Carneiro Pereira, competindo pelo Campeonato Gaúcho da Divisão Turismo, envolvera-se em acidente que lhe custou a vida.

 

Foi sobre a estreia dele no automobilismo de competição e os passos seguintes da sua carreira em pistas de ruas – 12 Horas de Porto Alegre, por exemplo – em estradas e no Autódromo no qual morreu, que prometi escrever. Pedro, digo de passagem, foi, como Presidente do Automóvel Clube do Rio Grande do Sul e até antes disso, um dos que mais batalharam para que a pista de Viamão se tornasse realidade. Narramos, ainda quando trabalhávamos na Rádio Canoas, corridas realizadas no circuito da Pedra Redonda, em Porto Alegre. Já na Rádio Guaíba, Pedrinho foi a São Paulo para cobrir a famosa Mil Milhas e foi à África, com Armindo Antônio Ranzolin, para narrar uma prova de Fórmula 1.

 

Pedro Pereira sonhava, entretanto, em participar de competições automobilísticas. Sua primeira prova foi um “quilômetro de arrancada”. Seu pai era dono de um Buick, carro com câmbio automático. Sem que o velho soubesse, Pedrinho increveu-se para a prova, disputada na Avenida Praia de Belas, em Porto Alegre, mas o Buick, pesadão como ele só, não permitiu que projeto de piloto se desse bem. Foi então que Pedrinho comprou – ou ganhou do pai – um fusca. O Aldo Costa, experiente piloto, era dono de uma oficina de automóveis. Nela, o fusquinha foi preparado para a prova “Antoninho Burlamachi”, que começava em Gravataí e terminava nas areias de Capão da Canoa. O “preparo” não passava de uma regulagem do carburador. O Volks ficou sem freios muito ligeiro e isso acabou com qualquer chance de bom resultado. Recordo-me que, meu pai e eu, nos postamos à beira da estrada, esperando em vão pela passagem do Pedrinho, no seu fusca.

 

A “Antoninho Burlamachi” era disputada todos os anos. Em uma delas, Pedro pilotou um Gordini 1093. Nessa, sofreu o seu primeiro acidente. Atropelou um porco, saiu da estrada e o carro se chocou contra uma árvore. Pedrinho quebrou o braço direito. Por pouco não foi à Copa do Mundo de 1966. Chegou à Inglaterra com a competição já em andamento. Como o Brasil caiu nas oitavas de final, o narrador Pedro Carneio Pereira fez um discurso inflamado, no qual criticou os erros cometidos na preparação da Seleção Brasileira.

 

Pedrinho teve participações bem interessantes nas “12 Horas de Porto Alegre”. Numa de suas edições, os técnicos de áudio da Guaíba, instalaram um rádio-transmissor no Gordini. Esperava-se que o Pedro corresse e narrasse o que fazia. Se não me engano, durante algum tempo da longa prova no circuito da Cavalhada, ele conseguiu dirigir e transmitir. De repente, porém, o rádio-transmissor parou de funcionar. Se bem me lembro, nessa época, Pedro estava na presidência do ACRGS e, após cada competição, eram julgadas irregularidades cometidas por pilotos. Este seu criado fazia parte da Comissão Julgadora por ser secretário do Automóvel Clube. Numa das “12 Horas” foram tantos os desclassificados, que o Pedro por pouco não ficou em 1º lugar. Não pensem, por favor, que a Comissão Julgadora não era séria.

 

O Pedrinho era uma pessoa cheia de compromissos. Comandava o esporte da Guaíba, era o principal narrador, advogado e publicitário (foi diretor da Standard Propaganda) e ainda achava tempo para se dedicar ao automobilismo de competição. Quando ainda corria de Volks e Gordini, pedia-me que “amaciasse” os carrinhos. Lembro-me como se fosse hoje que, uma noite, véspera de uma “Antoninho Burlamachi”, fui com o Volks dele, prontinho para a corrida, de Porto Alegre a Tramandaí. Era noite e meu pai, temendo que eu fosse pisar fundo no acelerador, fez questão de me fazer companhia. Outra vez, ao amaciar o motor do Gordini para uma edição das “12 Horas”, como o carro possuía iluminação extra, uma vez que a largada da competição era à meia-noite, no meu rodar amaciante, pessoas me faziam sinal para parar. Pensavam que se tratasse de um táxi.

 

Pedro Carneiro Pereira teve, entre seus carros de competição, um JK (FNM), uma baratinha Fórmula Ford e, finalmente, o Opala 22, envenenadíssimo, com o qual sofreu o acidente fatal, no dia 21 de outubro.

 

*Na foto, o Opala de Pedrinho liderando o pelotão na curva 2 de Tarumã

 

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Idosos e poderosos

 


Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Idosos poderosos são o que podemos chamar de boa notícia a todos, pois o envelhecimento, temido por muita gente boa traz como um de seus eventuais males a questão da aposentadoria. Afinal ela pode significar falta de trabalho, de dinheiro e de poder.

 

Dados estatísticos e análises comportamentais começam a desmentir este panorama. Segundo o IBGE 11% dos brasileiros com 60 anos em diante que estão na ativa, possuem 20% do poder de compra do país. Além de 70% dos 19 milhões que compõem o total da população de idosos, possuírem independência financeira.

 

Ao mesmo tempo a pesquisa do GEM Global Entrepreneurship Monitor indica que dos 27 milhões de empreendedores brasileiros, que nos dá o terceiro lugar mundial, 3,3milhões tem mais de 55 anos. Estudos de comportamento indicam que as características básicas do empreendedor ocorrem em dois momentos distintos. Entre 18 e 24 anos, o jovem solteiro, estudante universitário com muita informação, sem experiência, sem muita responsabilidade familiar e financeira, mas com espírito criativo, representam a primeira fase. E, na terceira idade, com longa experiência acumulada, energia temperada e amplo conhecimento específico e genérico, os idosos estão se mostrando empreendedores em potencial. Pois, é quando há determinação suficiente para encarar a necessidade de continuar trabalhando.

 

Tudo indica que o idoso brasileiro, conectando o espírito empreendedor nacional à necessidade de confrontar as condições inóspitas do meio ambiente empresarial e estatal, começa a buscar alternativas no mercado. Consultorias, franquias, pequenos negócios dentro da experiência acumulada ou de sonhos armazenados, estão na pauta.

 

O Brasil, que ora usufrui do bônus demográfico passa a ter uma possível saída quando acabar esta fase, dependendo do sucesso desta geração de idosos empreendedores.

 

É o que desejamos, pois enquanto vemos homens experientes e de sucesso saírem do trabalho aos 60 anos em empresas privadas, ou ministros do STF com 70 anos, o premio Nobel de Medicina foi dado a John Gurdon, de 79 anos, professor em atividade da Universidade de Cambridge e responsável também pelo Instituto John Gurdon de Cambridge que pesquisa sobre câncer e biologia do desenvolvimento.

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

A Violência do Mundo

 

Por Julio Tannus

 

 

Escrevi aqui, há pouco tempo, sobre a questão da segurança em nossa cidade. Volto ao tema, mas com um foco ampliado e direcionado para a violência no nosso planeta. Após sobrevoo em alguns autores, suas reflexões apontam para uma realidade nada confortadora. Tomo como exemplo o filósofo francês Jean Baudrillard, que tem visão bastante pessimista de nosso coletivo humano. Para ele, “se os progressos científicos, técnicos, médicos e sociais são admiráveis, não se deve subestimar o terrível poder destrutivo e manipulador da ciência e da técnica. Pela primeira vez na história do homem, graças à ciência e à técnica, pode-se aniquilar irremediavelmente toda a humanidade. A biosfera também está ameaçada de degradação: os perigos são o fruto de nosso progresso. O desenvolvimento, cujo modelo é ocidental, ignora que ele comporta também grandes inconvenientes. Seu bem-estar gera mal-estar, seu individualismo comporta egocentrismo e solidão, seus desenvolvimentos urbanos geram estresse e danos, e suas forças irreprimíveis conduzem à morte nuclear. O que isso quer dizer? Não se deve continuar nessa estrada nem indicar o caminho que percorremos: é preciso mudar de estrada”.

 

E tem uma visão pessimista de nosso coletivo. Para ele, o coletivo humano acumula tensões com o passar do tempo. Essas tensões só são aliviadas com guerras, distúrbios sociais, e outras violências. Faz uma associação com nossa atmosfera: as nuvens vão acumulando tensões que só são dissipadas a partir de descargas atmosféricas.

 

Segundo relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência mata mais de 1,6 milhão de pessoas no mundo a cada ano. Afirma também que outros milhões de pessoas são mutiladas por ataques. A violência é hoje a principal causa das mortes de pessoas com idades entre 15 e 44 anos. Ao divulgar o relatório, a OMS pediu aos governos em todo o mundo que adotem medidas urgentes para diminuir índices de assassinatos, violência doméstica e conflitos armados. 

Ainda segundo o relatório, a violência responde por 14% das mortes de homens e 7% das mortes de mulheres. Isso quer dizer que uma pessoa morre em algum lugar do mundo a cada minuto. Outras estatísticas publicadas dizem que uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos e 35 pessoas morrem a cada hora em conflitos envolvendo armas. Metade das mulheres mortas em crimes violentos é assassinada pelo marido, ex-marido ou namorado. Em alguns países, o índice sobe para 70%. Uma em cada quatro mulheres no planeta vai sofrer violência sexual por parte do parceiro. A violência contra os idosos também é um problema crescente com 6% de idosos tendo se declarado vítimas de abuso.



 

E aqui uma esperança, onde uma frase de Heidegger ganha toda a sua dimensão (“a origem não está atrás de nós, mas sim diante de nós”). O diretor da OMS, Gro Harlem Brundtland, disse que o relatório representa um desafio. “Ele nos força a ir além das noções do que é aceitável e confortável, a questionar a crença de que a violência é uma questão de privacidade da família, escolha individual ou um fato inevitável da vida.” 

O diretor do departamento de prevenção de ferimentos e violência da OMS, Etienne Krug, disse que as mortes podem ser evitadas com uma mudança de atitude. “No mundo inteiro, há evidências de que a violência pode ser evitada por uma série de medidas envolvendo indivíduos, famílias e comunidades.” O relatório reivindica programas educacionais para crianças nas escolas, treinamento para os pais e esquemas para diminuir o uso de armas de fogo, além de melhor suporte para as vítimas da violência.

 

Esperemos que isso aconteça!

 


Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier) e escreve às terças-feiras no Blog do Mílton Jung

Adote um Vereador recebe adesões de todo o país

 

As primeiras adesões e sugestões em torno da nova etapa da Rede Adote um Vereador começaram a chegar nessa segunda-feira. A primeira delas foi apresentada pelo ouvinte-internauta Henrique Bourquim que se comprometeu a acompanhar a candidatura de Ari Friedenbach (PPS) que conseguiu mais de 22 mil votos e se elegeu pela primeira à Câmara Municipal de São Paulo. Henrique não perdeu tempo e o blog “Adotei Ari” já está no ar a espera da colaboração de outros paulistanos.

 

Do Espírito Santo, recebi a mensagem a seguir de Tatiana da Costa Corrêa Leite:

 

Sou advogada em SP e acompanho um grupo de cidadania de um pequeno município do Espírito Santo no Facebook (Piúma laboratório de cidadania) e venho fomentando a criação do Adote um Vereador naquela cidade por meio de diversas postagens. Pois bem, eles acreditaram na ideia e estão se estruturando para colocar este projeto em prática na próxima legislatura. Assim, gostaria que vocês soubessem que este projeto encontrou cidadãos comprometidos com a cidade em que vivem e em breve sairá “do papel”. Sucesso para todos nós!

 

De Pernambuco, a iniciativa é do professor Carlos Eduardo de Oliveira com o #Adote-Um-Vereador-GUS:

 

Conheci este projeto em 2010, quando fiquei muito empolgado para fazer adoção de um dos políticos de disputavam o pleito para os cargos de deputado estadual e federal. Ainda fiz alguns acompanhamentos mas sem divulgação. Desta vez, quero encarar o projeto com seriedade, encabeçando uma proposta em nível municipal para adoção dos vereadores eleitos na câmara municipal de Garanhuns (PE), para o período de 2013 à 2016. Como sou professor pretendo começar com a divulgação da proposta entre meus alunos, tanto do Ens. Médio, quanto do Ens. Superior que leciono. Pretendo criar uma página guarda-chuva para que outras páginas possam ser vinculadas a ela. Pretendo criar links para vários documentos que vcs já produziram e publicaram. Posso fazer isso? Tens alguma sugestão para começar?

 

O Carlos Araújo não disse de onde escreve mas deixou claro seu entusiasmo em interesse em levar a frente o Adote um Vereado:

 

Quero fazer em minha cidade um site sobre o Adote um Vereador. Pelo que pude ler em seu site, cada um tem autonomia para fazer como puder, criando um site ou um blog, e buscando informações e cobrando do seu candidato. É isso? E você mantém alguma rede nacional para divulgar ou mostrar s várias redes pelo país sobre o Adote um Vereador?

 

Como o Adote um Vereador surgiu em São Paulo é por aqui que se concentra parte do trabalho de divulgação. O ideal é que cada cidade tenha uma página própria como acontece com o site Adote um Vereador SP, mas os dados também podem ser publicados no wikisite do movimento que foi o primeiro espaço público aberto para compartilhamento de informações sobre a rede que se dedica a acompanhar, monitorar, fiscalizar e espalhar o trabalho dos vereadores.