Cidade-vegetariana para melhorar o meio ambiente

Imagem da cidade de Ghent, Bélgica

Os produtores, frigoríficos e açougues não gostarão da ideia, mas imagine uma cidade inteira sem comer carne uma vez por semana. O projeto começou na bela e medieval Ghent, na Bélgica, para combater a obesidade e reduzir a emissão de gases estufa. Toda quinta-feira, os restaurantes serão obrigados a servir um prato vegetariano e os moradores são convidados a deixar seu hábito carnívoro de lado.

O dia sem carne não é obrigatório e não haverá fiscais invadindo os restaurantes com “carnômetros” em punho para medir o hálito dos frequentadores e provar que eles não aderiram a proposta. Os primeiros a se comprometerem a atender a recomendação foram os integrantes do conselho da cidade, espécie de Câmara de Vereadores.

Cálculos da ONU mostram que a produção e consumo de carne são responsáveis por 18% das emissões globais de gases estufa. Se os moradores de Ghent aderirem e deixarem de comer carne toda quinta, em um ano o efeito no meio ambiente será semelhante ao da retirada de 500 mil carros das ruas.

Quanto a valia dos números acima, não tenho como garantir, mas que reduzir o consumo de carne dá uma bela força à nossa saúde, não tenho dúvida.

Fonte: Ambiente Brasil

Na sala de aula, crianças discutem leis

Reportagens publicadas em jornais, nos dias 19 e 20 de maio, se transformaram em tema de discussão na sala de aula entre alunos de 9 e 10 anos de escola da zona sul de São Paulo. Naqueles dias, havia expectativa sobre decisão do Governo paulista em relação a lei que proibia a venda nas cantinas escolares de produtos com gordura trans, de alto teor calórico e de poucos nutrientes. O projeto da deputada estadual Patrícia Lima (PR) foi vetado pelo governador José Serra (PSDB). Ao mesmo tempo, houve reportagens sobre o desrespeito à lei Cidade Limpa que estava para completar dois anos, na capital paulista. Passeio pelas ruas da cidade mostrava que ainda havia comerciantes insistindo em colocar painéis, cartazes e faixas irregulares.

A professora Graziela Dib Dutra, do Colégio Guilherme Dumont Villares, decidiu levar para dentro da sala de aula estes assuntos. Com jornais em mãos, provocou a leitura das reportagens e incentivou os alunos da quarta série do ensino fundamental a escreverem para a sessão “Carta dos Leitores”, desenvolvendo, além da escrita, o senso crítico.

Resultado, opiniões surpreendentes, assim como discordantes, o que demonstra a personalidade crítica de cada uma das crianças que não deixaram se levar apenas por aquilo que estava escrito nos jornais ou pela opinião das autoridades.

Para que o trabalho desses meninos e meninas ficasse completo, e a ideia de atuarem criticamente diante dos diferentes temas fosse incentivada, teriam de ter suas “cartas” publicadas, também. Em um dos jornais distribuídos na capital, o editor se negou a divulgá-las sob alegação de que não fazia parte do público-alvo. Como tive acesso às cartas, decidi postá-las por aqui como forma de estimular a abertura de espaço para que as crianças sejam ouvidas e novos projetos com o mesmo sentido em sala de aula.

Lembro que os textos que serão lidos abaixo são escritos por alunos de 9 e 10 anos e estão publicados sem intervenção deste “editor”.

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Da semana que passou

Por Maria Lucia Solla

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Olá,

Mais uma semana passa voando. Zunindo. Nisso concordamos. Todos.

O tempo passa mais depressa, a cada segundo. Será que a velocidade duplicou? Triplicou? Não sei; só sei que não dá tempo de sentar para calcular. Ele passa chispando, e pronto. Perdeu a chance? Dançou. Ao menos na situação que passou.

O danado voa. E voa porque a gente pisa fundo no acelerador. A pressa é hoje um dos males que mais matam. Aleija, derruba, deforma, corrompe, elege, impede o olhar de ver, subjuga e acorrenta a liberdade. Que ironia.

Imagine você, eu, todos nós pisando fundo no acelerador. Querendo passar uns aos outros; querendo chegar. Mas,que tal sairmos do lugar?

Corremos e não saímos dali, cavando buracos fundos e mal mantendo o nariz para fora, para poder respirar. Carregamos corpos empanturrados, que definham. Sabemos muito sobre vitaminas, mas nossos corpos são cada vez menos nutridos. Todos os corpos. Físico, emocional, mental, e espiritual, para mencionar alguns.

Nossos corpos engordam, mortos de inanição. Doido isso, não é?

Artistas de todas as artes, costureiras, mecânicos, poetas, atores, garis, executivos de multi-nacionais, gerentes de loja de bairro, secretárias, professores, filósofos, escritores, jornalistas, contadores, manicures, meditantes, cabeleireiros, economistas, juristas, políticos, atletas, pais, mães, filhos, estudantes, crianças, jovens, velhos, brancos, negros, amarelos, marrons, pretos, branquelos, bronzeados, vermelhos, doutores da alegria, precisamos de vocês mais do que nunca.

A Era de Aquário chegou. Tocou a campainha da porta há pelo menos quarenta anos, e a gente ainda nem lavou o rosto e penteou os cabelos para recebê-la com a pompa merecida por uma Era.

É agora ou nunca. It’s now or never!

Andamos densos demais. Preocupados com o próprio umbigo, não percebemos a curva fechada à esquerda. Puff.

Desde o parto não temos percebido a beleza e a riqueza do nascer. Continuamos estacionados na dor da expulsão. Em vez de celebrarmos, lamentamos o tempo todo. Viciamos no chorinho do bebê, que deu tanto ibope na época.

Vamos combinar que não dá mais para adiar, ou vamos acabar fragmentando nossas vidas, como se fragmenta tudo à nossa volta. Os partidos políticos estão aí, e não me deixam mentir.

Minha intenção era falar, prosaicamente, da semana que passou voando. Viu só o que aconteceu? Fui me meter de pato a ganso com o tempo, e perdi a hora.

E você, o que tem perdido?

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

Maria Lucia Solla é terapeuta e professora de língua estrangeira. Aos domingos escreve no Blog do Milton Jung sempre de olho no nosso tempo.

Conte Sua História de São Paulo: A lanterna

Por Antonio Quadrado

Ouça o texto “A lanterna” de Antonio Quadrado

Gira-fogo, gira-fogo… gira-mundo.

É junho, noite e frio!
Não fossem as lanternas, o duro breu da noite engoliria a todos.

Estamos chegando ao topo do morro, onde nos esperam; da arriscada aventura. Não foi fácil ao pequeno grupo cumprir a missão de afanar as batatas-doces, pinhões e, sobretudo, o quentão que as mães haviam preparado em fogueira montada na rua, frente as casas dos vizinhos – que sabiam se cotizar nos afazeres.

Não seria ali, sob os olhos dos adultos, que a turma iria passar o Santo Antônio; que abria o período das esperadas festas juninas.

Há pouco, de longe, já nos era possível avistar o giro das lanternas em nosso aguardo. Os rodopios circulares, verticais na lateral do corpo ou horizontais sobre as cabeças, só eram superados em destreza pelos movimentos em forma de oito-infinito, frontais ao corpo dos pequenos acrobatas.

O conjunto, dos sincronizados movimentos luz-calor, era de tal belezaque a visão turva, pós-quentão, certamente brotaria em lágrimas, mas que a fumaça das lanternas, faria desculpadas.

A sensação de liberdade que a companhia da turma,a distância dos adultos e a cobertura da noite propiciavam, precisava ser comemorada. Em nenhum outro período do ano seria possívelestar fora de casa depois da Ave-Maria. Não, ao menos, sem a surra de praxe.

Era junho, na periferia da provinciana e ingênua São Paulo, nos idos 60’s.Periferia, hoje quase centro, da principal megalópole do hemisfério sul.

Os garotos do pequeno grupo haviam cumprido a contento sua missão; por isso recebidos, quase como heróis.

As poucas canecas de alumínio, logo cheias do quentão pinga-gengibre-açucar,
eram repassadas entre todos, para dar à festa o clima que faltava.

Os cigarrinhos de machucho, cada um fazia o seu, mantidos acesos mais pelo fogo das lanternas do que pela destreza dos fumantes-recrutas.

Os pinhões eram facilmente divididos; não, as encarvoadas e escaldantes batatas-doces, que só as folhas dos jornais – dos balões-galinha – permitiam segurar para o corte das maiores, já que a grande quantidade de batatas surrupiadas, nunca era suficiente para atender toda a turma.

“Segura a lata, pô! Como cê qué que eu corte a abertura?”

A pedra martela a faca, há pouco subtraída aos olhos da mãe. A abertura de controle da ventilação vai sendo aberta na lata de óleo: uma lingüeta, furada do meio ao piso-dobradiça, na lateral mais larga da lata; de há muito guardada para a ocasião.

A parte superior, já tinha sido aberta. Por ela, e sobre as brasas emprestadas da fogueira, iriam sendo introduzidos os gravetos, sempre renovados, quando consumidos pelo calor do fogo,fonte da luz que permitia ao grupo se deslocar em segurança na noite em minguante.

Em seguida, com o auxílio do prego emprestado, seriam feitos os furos no topo superior das laterais mais estreitas da lata, por onde seria passado o arame de sustentação que permitiria, à mão, ficar longe do fogo e comandar as acrobacias pirotécnicas que, só funcionalmente, serviam para reavivar o fogo. De fato, a lúdica-estética era tudo o que contava.

Era essa imagem, da confecção da lanterna, que povoava a imaginação infantil, enquanto os olhos vislumbravam as, ainda visíveis, miríades de estrelas do céu paulistano daqueles, ainda-novos, tempos.

A imagem se completa: o efêmero vôo piro-fumegante do balão-galinha corta a cena. Uma folha de jornal, cujas pontas dobradas para baixo se juntam por delicada torção, é o que basta para que, ao ter as pontas incendiadas, leve ao céu preces e sonhos da molecada da Turma da Monteiros, da Vila Monumento.

Antonio Quadrado é ouvinte-internauta do CBN SP. Você pode participar do Conte Sua História de São Paulo enviando seu texto ou arquivo de áudio para contesuahistoria@cbn.com.br

Foto-ouvinte: Pintura na praça

Grafite na Praça das Artes

Passeando “pelo cinza do Anhangabaú”, o ouvinte-internauta Léo Pinheiro diz ter tido o prazer de se deparar com os tapumes que cercam a Praça das Artes, em frente ao prédio do Correio, transformados em painéis de pintura. A intervenção teria sido realizada pelo grupo de grafiteiros Liga da Justiça (Bárbara Gay, Mundano, Crânio, Scorre, entre outros). Léo espera que novos ‘quadros’ surjam na cidade.

São Paulo terá caminhada contra a fome

Imagem da WFP/ONUImagine uma caminhada de 24 horas em volta do Mundo. É o que a ONU propõe a você neste domingo 07.06 e o primeiro passo, aqui no Brasil, será no Parque da Aclimação, em São Paulo, às 10 da manhã. O desafio é arrecadar fundos para combater a fome no mundo e não chega a ser tão difícil assim.

O Programa Mundial de Alimentos promove o ‘End Hunger: Walk the World’, com o apoio da TNT, Unilever e DSM, e mobiliza pessoas em 200 países que irão realizar passeios cobrindo os 24 fusos horários do planeta. Assim você só precisa dar seus passos na capital paulista e deixa para que o restante do percurso seja completado pelo pessoal que mora nas demais regiões que participarão do evento.

Serão vendidos bonés e camisetas a R$ 15 o conjunto. Todo o dinheiro será repassado a WFP, sigla em inglês do programa da ONU. De acordo com material promocional, a agência mundial alimenta mais de 100 milhões de pessoas em 80 países.

Campanha da ficha limpa – perspectivas e mal-entendidos

Por  Chico Whitaker

Se há um tema que parece ter uma unanimidade nacional é o da necessidade de uma reforma política. Que faça com que nossos representantes políticos sejam pessoas comprometidas efetivamente com os anseios de seus representados. Mas pouco se consegue fazer, esvaziando-se sempre mil e uma tentativas de aperfeiçoar as regras do nosso sistema democrático.

O lugar em que essas tentativas encontram a resistência definitiva é exatamente o Congresso Nacional, a quem cabe decidir sobre o que mudar. Ora, pesquisas de opinião indicam recorrentemente que uma das instituições com menor credibilidade em nosso país é exatamente o Congresso, junto com os demais parlamentos, desde os municipais. A imagem que o povo tem dos legislativos é que neles está aninhado efetivamente um número demasiado grande de oportunistas defendendo seus próprios interesses. Ou, em outras palavras, de “picaretas”, como ousou dizer nosso Presidente Lula, nos memoráveis tempos em que lutava contra as mazelas de nosso sistema político. Antes de – para a desilusão de tantos que tinham esperança no bom uso do poder que lhe foi entregue – ter que ceder pragmaticamente ao “realismo político” para obter a chamada “governabilidade”.

Fecha-se com isso o circulo: para termos representantes políticos capazes de atender à necessidade da reforma política pela qual os cidadãos anseiam, precisamos do voto exatamente daqueles para os quais uma reforma política não convém. É como se lhes pedíssemos que dessem uma série de tiros nos próprios pés esperando que eles galhardamente o fizessem…

Como sair desse impasse? Uma lógica indutiva primária nos indicaria que para podermos realizar uma reforma política pra valer precisamos melhorar a qualidade dos nossos representantes no Congresso, diminuindo o numero dos oportunistas e aumentando o número dos que querem ser efetivamente “representantes” políticos. É quase uma condição “sine qua non”. Elementar, meu caro Watson, diria Sherlock Holmes, o famoso detetive inglês.

Uma tal melhora é absolutamente necessária, quando não urgente, também porque não se trata somente de tornar possível realizar a reforma política, mas de dispor de representantes capazes de votar com seriedade uma grande quantidade de matérias nas quais estão em jogo as condições de vida dos brasileiros, a justiça, o futuro do nosso país. Sabemos que o poder político está nas mãos do Poder Legislativo, encarregado de autorizar ou determinar tudo que o Poder Executivo queira ou deva fazer, alem de fiscalizá-lo permanentemente, em nome de toda a sociedade. Cabe também ao Legislativo fornecer ao Poder Judiciário as normas legais que este tem que fazer respeitar. Ou seja, a qualidade do Legislativo é a condição central para o bom funcionamento da democracia representativa que adotamos como regime político no Brasil.

Como no entanto melhorar a qualidade de nossos representantes, perguntaríamos ao detetive inglês?

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Ônibus e bicicleta podem dividir espaço

Campanha de convivência ônibus e bicicleta realizada na Nova Zelândia (Foto: Vitor L. Pinheiro)

Vitor Leal Pinheiro ainda sente dores no ombro direito. Sente mais ainda indignação pelo desrespeito do qual foi vítima, que por pouco não lhe tirou a vida. No dia 7 de maio, ele estava de bicicleta quando foi atingido por um ônibus, em uma rua do bairro da Aclimação. Na mensagem que escreveu ao CBN SP, ele descreve a maneira como o motorista se comportou até derrubar-lhe no chão. Assim como faz sugestões à Prefeitura para que recicle os transportadores de passageiros na capital e invista em obras como “as ciclovias da Faria Lima e da Marginal, e o plano cicloviário do Butantã”.

“Recentemente um colega fez um cálculo simples, avaliando a quantidade de viagens por bicicleta na cidade (300 mil) e dividindo pela capacidade dos ônibus (74 passageiros). Seriam necessários mais de 5 mil ônibus extras para levar toda essa gente. Cidades como Londres, Nova York, São Francisco e Paris investem pesado em melhoramentos cicloviários. E eles não se baseiam em ciclovias, mas em ciclofaixas – demarcações simples no chão que legitimam e protegem o ciclista”, escreveu.

André Pasqualini, cicloativista, em outra mensagem, informa que será responsável pelo curso “Motoristas convivendo com bicicletas”, para funcionários de empresas de ônibus na capital, domingo 07.06, no Parque do Ibirapuera. A ideia é mostrar como é possível uma convivência pacífica no trânsito e reduzir o número de acidentes. Interessante é que após a palestra que começa às nove da manhã todos os participantes – a maioria trabalhadores das empresas – serão convidados a pedalar em um passeio no entorno do Ibirapuera e sentir na pele aquilo que os ciclistas sentem diariamente pela cidade de São Paulo

Leia o texto completo de Vitor Leal Pinheiro publicado no Blog Quintal

Seja gari por um dia, em São Paulo

“Não importa que não venha a ganhar manchetes nos jornais nem aparecer na televisão. Seu gesto vai reproduzir em outras pessoas e tomar conta de São Paulo. Será um alerta educativo que produzirá mundças de comportamento”

Com o argumento acima, Devanir Amancio da ONG Educa São Paulo quer convencer o cidadão a aderir ao que ele chama de revolução comunitária, a Caminhada da Limpeza. Será hoje quando se realiza o Dia Mundial do Meio Ambiente. Todos estão convidados a serem gari por um dia e recolherem o lixo jogado na rua pelo próprio cidadão. A caminhada será no centro velho de São Paulo e dos muitos objetivos deste gesto cidadão está o de mostrar como ultrapassado é o modelo de varrição, coleta e destino do lixo, no Brasil. Para quem pretende aderir a Caminha da Limpeza tenha mais informações no telefone 3107-5470

Diga o que você pensa dos vereadores

Acompanhar o trabalho do vereador, fiscalizar as ações na Câmara e cobrar medidas que beneficiem a qualidade de vida são tarefas importantes e responsabilidade do cidadão. Esta proximidade que muitas vezes incomoda o parlamentar é saudável à democracia, pois além de forçar o legislador a estar mais aberto a opinião pública também tem caráter pedagógico, pois permite que o eleitor conheça o potencial e os limites do Legislativo.

Com este pensamento, se realizará seminário com o tema “A relação entre a sociedade civil e o Legislativo Municipal”, segunda-feira 08.06, a partir das 9h30, no auditório Prestes Maia, na sede da Câmara Municipal de São Paulo. Líderes partidários e representantes do Movimento Nossa São Paulo vão expor suas idéias sobre o papel do vereador na melhoria do ambiente urbano. Convidado para o encontro, eu também estarei lá e além de ouvir muito e aprender mais ainda, pretendo apresentar as premissas da campanha Adote um Vereadores.

No encontro, o cidadão terá espaço para dizer o que pensa sobre a Câmara e os vereadores, além de sugerir ações para valorizar o o trabalho do parlamentar. De acordo com o Movimento Nossa São Paulo, a motivação do seminário surgiu durante reunião com nove líderes partidários que participaram do diálogo sobre temas de interesse da cidade, como a Lei do Programa de Metas. Dos nove líderes que estiveram naquele encontro, seis aceitaram promover o seminário. São eles: Atílio Francisco (PRB), Carlos Bezerra (PSDB), Cláudio Fonseca (PPS), Eliseu Gabriel (PSB), Jamil Murad (PCdoB) e João Antonio (PT).