Escolha um esporte para o Heródoto Barbeiro

Neste sábado e domingo, a cidade de São Paulo terá mais uma etapa da Virada Esportiva. Serão mais de 700 eventos espalhados em bairros, ruas e parques com a intenção de mobilizar o paulistano. O CBN São Paulo lança um desafio ao ouvinte-internauta: escolha uma atividade para a participação do Heródoto Barbeiro. Durante o programa de hoje chegaram propostas para competição de bambolê, aproveitando o jogo de cintura dele nas entrevistas; corrida de kombi, atrás, empurrando a kombi, lógico; houve até quem sugerisse a presença dele em uma competição de topete colorido. Mas isso não é esporte.

Enquanto você pensa em uma sugestão para o mestre Heródoto, ouça a entrevista de Magic Paula, a madrinha da Virada Paulista deste ano em São Paulo e diretora do Centro Olímpico:

Para conhecer a programação acesse o site da Virada Esportiva.

Canto da Cátia: Lapa, suja e esquecida

Os moradores da Lapa, na zona Oeste de São Paulo, reclamam da falta de limpeza nas ruas do bairro. A repórter Cátia Toffoletto voltou à região um mês após ter registrado os problemas das ruas e avenidas do bairro paulistano hoje dividido informalmente em Alto da Lapa e Lapa de Baixo.

Além do lixo, sem-teto e drogados passaram a ocupar viadutos o que teria aumentado a violência no bairro. Ouça a entrevista da Cátia:

A subprefeita da Lapa, Luiza Eluf, conversár com a repórter Cátia Toffoleto para responder às críticas feitas pelos moradores do bairro da Lapa.

Os melhores vegetarianos da cidade

Depois das coxinhas, Ailin Aleixo oferece um cardápio mais leve com pratos vegetarianos na cidade de São Paulo:

Moinho de Pedra

Se existe alta gastronomia no mundo vegetariano, aqui está um bom representante. A chef Tatiana Cardoso também não fez por menos. Partiu para Nova York, estudou na Gourmet Cookery School, estagiou em casas como o Greens (restaurante que segue a linha budista), em San Francisco, e trabalhou com o português Vítor Sobral, em Lisboa. Experiências hoje refletidas em pratos com sotaques de diversas culinárias do mundo: árabe, indiana, italiana. As receitas não se repetem. Há ótimas saladas e pratos quentes, como o feijão-preto com bardana, nirá e coco ralado de R$ 20 a R$ 25, o cozido de grão-de-bico com tahine e o risoto de arroz integral com quinoa orgânica e vegetais. É uma cozinha sem radicalismos nem bandeiras, com foco no que é saudável. Rechaça o uso de produtos químicos, como adoçantes, e oferece um prato vegan (para quem não come proteína animal) e outro sem glúten. Tudo muito bem-feito, com o apuro de quem entende do negócio e o acompanhamento de uma nutricionista. Em compasso com a qualidade da cozinha, o lugar esbanja charme com a decoração bem feminina, o salão em estilo provençal e a varanda rodeada de pés de romã. R. Francisco de Morais, 227, Chácara Santo Antônio, tel.: 5181-0581. Seg. a sáb., 12h/15h30.

Finalistas

Bio Alternativa
R. Maranhão, 812,Higienópolis, tel.: 3825-8499. Seg. a sex., 12h/15h; sáb. e dom., 12h/16h. Bufê: R$ 20 (seg. a sex.) e R$ 23 (fim de semana).

Gaia
R. Cônego Eugênio Leite, 1152, Pinheiros, tel.: 3031-0680. Seg. a sex., 12h/15h; sáb. e dom., 12h/16h. Menu executivo: R$ 19 (seg. a sex.) e R$ 22 (fim de semana).

Bairro de Eloá era castigo para motoristas desde os anos 1980


Américo Cavagloni, 63, lembra os tempos de cobrador na Viação Padroeira

Uma das coisas que provocam mais fascínio ao estudar a história dos transportes coletivos pela visão dos motoristas e cobradores é descobrir diversas realidades através do tempo. Se os profissionais, nos anos 20, relembram a epopéia do crescimento dos bairros; se os motoristas e cobradores dos anos 40, lembram dos desafios de encarar veículos com difícil dirigibilidade; os dos anos 60 e 70 viram o desenvolvimento da indústria automobilística. Para aqueles que trabalharam a partir dos anos 80 restou outro tipo de história a contar: a da violência urbana.

As lembranças do cobrador aposentado Américo Cavagloni, de 63 anos, que trabalhou de 1989 a 2003 na extinta Viação Padroeira do Brasil, mostram como as cidades passaram de românticas, onde pessoas se encontravam e até namoravam nos ônibus, a lugares perigosos. A Viação Padroeira do Brasil tinha linhas que ligavam Santo André a capital paulista por Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo. Hoje, são operadas pela Empresa Urbana. Além disso, a Padroeira mantinha linhas municipais que interligavam bairros de Santo André.

A mais temida da região era a B-47, Terminal Vila Luzita-Vila Palmares, antigamente, Jardim Santo André–Vila Palmares. Do lado da Vila Palmares, um cadeião; do lado do Jardim Santo André, núcleos habitacionais desprovidos de segurança, tráfico de drogas e muitos assaltos. O ponto final era  próximo dos prédios onde morava a adolescente Eloá, assassinada pelo namorado, recentemente, numa história que comoveu o País.

“Aquela região já era considerada perigosa. Ninguém da empresa gostava de trabalhar lá. Os assaltos são diários e se os motoristas e cobradores não colaborarem com traficantes e marginais, corriam o risco de serem mortos” – conta o cobrador, natural da cidade de Planalto, no interior Paulista.

A linha do Jardim Santo André, a B-47, tinha, na época da Padroeira, sua escala normal que ganhava o reforço dos funcionários que cometiam algum erro nas áreas nobres, como o Jardim Estela, Bairro Paraíso e Vila Assunção. “Era uma forma de castigo”.

Américo começou em 1989 na Viação Padroeira como cobrador reserva. Depois foi efetivado, passou um ano e meio na B-47. “Além do estresse normal da profissão, como trânsito, condições nem sempre favoráveis dos veículos, desentendimentos com passageiros por causa de atrasos e troco, trabalhar numa linha violenta desgasta até a saúde da gente” – diz o cobrador lembrando que teve de aprender a lidar com a marginalidade.

“Os assaltantes, traficantes chegavam prá gente dentro do ônibus ou no ponto final e falavam o seguinte: Você sabe como funciona o esquema aqui. Dá uma força pros mano (aviõzinhos – garotos entregadores de drogas), pros baladeiro, etc ,viajar de graça, que nada acontece. ‘Nois’ até te ajuda se precisar de algo”.

O cobrador respondia “na educação” que não havia problemas, mas que não precisaria de nenhum favor deles. “Cada um ficava na sua, mas a tensão, ver crimes das janelas do ônibus, moia a gente”.

Apesar do traquejo para se relacionar com criminosos, os incidentes, assaltos e mortes dentro dos ônibus eram inevitáveis. “No pouco tempo que fiquei nessa linha perigosa, fui assaltado duas vezes, em menos de doze dias, por dois adolescentes de cerca de 14 anos. Nos dois casos que ocorreram quase na seqüência, os assaltantes eram os mesmos garotos”.

A primeira vez com estes adolescentes foi em 16 de fevereiro de 2.000. Era Carnaval e a  primeira viagem do dia de Américo com o motorista Cirineu. O Carnaval de rua em Santo André era comemorado próximo ao trajeto dessa linha. Naquele horário, tinha levado mais de 100 passageiros. A maioria foliões, muitos embriagados ou sob o efeito de drogas. Apesar da alta demanda de passageiros, a féria foi pouca. Era um festival de gente pulando catraca ou chutando a porta para descer sem pagar. Mesmo assim, Américo percebeu que dois garotos ficavam olhando demais para o posto do cobrador. Eles também desceram sem pagar. O veículo foi até o fim da linha, na época, no bloco 10 dos prédios do Jardim Santo André. O motorista nem parou, virou o itinerário e fez o caminho de volta. Alguns pontos depois, um senhor deu o sinal e subitamente apareceram aqueles mesmos dois adolescentes. Eles falaram que viram que o ônibus havia faturado e que queriam todo o dinheiro.

“Os dois moleques eram um pouco maiores que a altura da caixa de dinheiro da catraca. Mas um deles estava armado. Não deu pra fazer nada. Foi meu primeiro assalto. Me traumatizou muito” Doze dias depois, outro assalto. Praticado pela mesma dupla. “Era primeira viagem, mesmo assim, não tinha quase dinheiro nenhum no ônibus, mas não teve jeito” – conta Américo.

Na época, uma das donas da empresa era Assunta Romano, Dona Nenê. Ela não exigia ressarcimento do dinheiro roubado, prática comum em algumas viações para evitar fraudes dos funcionários. “Dona Nenê conhecia a linha do Jardim Santo André”.


Nosso repórter Ádamo tietando seu Américo, em Santo André

Para o cobrador aposentado trabalhar em transporte público foi maravilhoso. O clima na garagem era muito bom, segundo ele. Muitas amizades foram feitas com colegas e passageiros. O estresse urbano e a violência, contudo, levam Américo a confessar que, se tivesse de recomeçar, não faria tudo aquilo novamente.

Na rua, em linhas violentas, a gente vê e sabe de cada coisa. Um caso que o marcou, no início dos anos 2.000 foi o assassinato de uma das primeiras motoristas de ônibus de Santo André, num assalto, perto de um terminal. Outra lembrança: a demissão de mais de 100 colegas de profissão ao longo do tempo, com empresas colocando microônibus ou micrões (ônibus convencionais com os chassis cortados) nas linhas. Nestes veículos, os motoristas assumem a função de motorista e cobrador.

Américo se aposentou na própria Viação Padroeira do Brasil. Mas foi premiado em terminar sua carreira na linha 106 (Jardim Bom Pastor–Utinga) e 151 (bairro Paraíso-Santo André/São Paulo – perto da Anchieta).

Os problemas de violência, é claro, não ocorrem só na B 47, nem só em Santo André e em São Paulo.

O relato de Américo demonstra que a principal linha que os ônibus fazem é a “linha do tempo”. As histórias de pioneirismo, de luta, de crescimento, dão cada vez mais lugar às histórias de medo de demissões e, o pior, da violência, invadindo os luxuosos carros importados, que são, forçosamente, blindados pelo medo de seus donos, assim como os corredores dos ônibus e as estações de trem.

O romantismo, as paixões de uma vida simples deram lugar ao medo. Medo até mesmo de trabalhar.

Ádamo Bazani é repórter da CBN e busólogo. Toda terça-feira nos convida a viajar pelas linhas de ônibus do Brasil com textos publicados aqui no blog

Mara Gabrilli explica projetos em ‘Adote um Vereador’

Ao ser informada de que a ouvinte-internauta Vera Helena havia aberto blog para acompanhar o trabalho dela na Câmara Municipal de São Paulo, como parte da campanha “Adote um Vereador”, Mara Gabrilli, reeleita para a próxima legislatura pelo PSDB, respondeu às críticas que recebeu e explicou projetos apresentados por ela:

“Prezada Vera Helena, tomei conhecimento do seu BLOG por meio do Milton Jung, em notícia na CBN. Obrigada por me ‘adotar’. Percebo na iniciativa do Milton a vontade sincera de estimular a participação cidadã, algo muito importante para a democracia. Espero que o BLOG estimule o diálogo franco, as críticas e, sobretudo, as sugestões para construirmos uma sociedade mais justa, igualitária e livre de preconceitos.

No blog, a senhora me convida a dar explicações sobre meus projetos, gentilmente oferecendo seu espaço. Pois é o que faço, abaixo. No entanto, aproveito para perguntar também: qual sua intenção ao adotar como nome do blog – EU SEI O QUE VOCÊ FEZ NO MANDATO PASSADO – uma alusão a um filme de terror, cujos personagens tentam esconder um crime? Não consegui ainda compreender a relação com o exercício da cidadania – que imagino ser o objetivo de seu blog. Por favor, me ajude a compreender.

Bem, aproveito também para contribuir com mais informações que não constam em seu BLOG. Em 2008, foco de sua pesquisa, foram aprovadas 2 Leis minhas: a Lei 14.671 de 14/01/08, em autoria conjunta com o vereador Donato (PT), que cria o Programa Municipal de Reabilitação da Pessoa com Deficiência Física e Auditiva, e a Lei 14.675 de 28/01/08, instituindo o programa emergencial de calçadas, que permite (antes não podia por causa de uma Lei do Jânio Quadros) e obriga a Prefeitura a reformar calçadas em vias estratégicas que concentram ofertas de serviços como hospitais, escolas, mercados, etc, e portanto pedestres, em sinergia com o transporte público.

Ambas foram protocoladas em 2007, entre 17 projetos de lei de minha autoria. Além destas, em 2007, também tornei Lei Municipal a criação da Central de intérpretes da Libras e guias-intérpretes para surdocegos (14.441 de 20/06/07).

Considero importante esclarecer que os PLs protocolados em 2007 ainda tramitam na Câmara Municipal e é importante acompanhá-los também. Além de me ajudar a fiscalizar o cumprimento das leis aprovadas que apresentei”

Para ler a explicação completa de Mara Gabrilli acesse o blog feito pela ouvinte-internauta Vera Helena que participa da campanha “Adote um Vereador”

Trabalhar no apartamento dá um trabalho !



Por Márcio Rachkorsky

Em tempos de trânsito caótico e violência urbana, trabalhar em casa significa viver com extrema qualidade. A cada dia, mais pessoas optam pelo home-office, sobretudo profissionais liberais.

Tal fenômeno está gerando uma discussão calorosa no mercado imobiliário, verdadeira queda de braço entre a natureza do empreendimento e a evolução do mercado de trabalho. De um lado, os que defendem a proibição do trabalho habitual em casa, em razão da natureza estritamente residencial dos condomínios edilícios residenciais. Do outro lado, os que defendem o uso irrestrito da unidade autônoma, inclusive para exercício profissional.

O tema parece simples, mas os excessos e abusos cometidos por muitos condôminos que trabalham em casa, acabam por desvirtuar a natureza residencial dos condomínios, além de onerar os demais vizinhos e comprometer a segurança do empreendimento. Trabalhar em casa não pode ser sinônimo de possuir uma verdadeira empresa funcionando no apartamento !

Para elucidar o tema, vale descrever quatro situações reais que acompanhei nos últimos meses, que muito bem demonstram a especificidade do assunto e suas interessantes nuances:

– Moradora de um condomínio popular, cozinheira de mão cheia, Dona Maria resolveu vender refeições, as famosas “quentinhas” para seus vizinhos. Após alguns meses e diante de seu tempero inigualável, estava vendendo mais de cinqüenta refeições por dia. Seu apartamento se transformou em verdadeira cozinha industrial. Além de alterar a natureza residencial do seu apartamento, Dona Maria passou a consumir enorme quantidade de água, onerando seus vizinhos. Alem do mais, no horário do almoço, o interfone do condomínio virou seu call-center. Acertadamente, o síndico notificou a moradora, determinando a imediata paralisação das atividades, sob pena das medidas judiciais cabíveis.

– Conceituado contador, Sr. Jorge fechou seu escritório e montou um confortável e equipado escritório no quarto de TV do seu apartamento. Atende seus clientes somente por telefone e por meio eletrônico. Quando precisa prestar algum atendimento pessoal, dirige-se ao seu cliente. Seu cartão de apresentação menciona telefone e e-mail, sem qualquer menção ao apartamento onde mora e trabalha. Não emite nota fiscal, mas sim recibo de autônomo. Esporadicamente recebe algum cliente em sua casa, oportunidade em que pré-avisa a portaria. Eis um exemplo maravilhoso de home-office, em que o profissional labora em casa, sem onerar ou atrapalhar seus vizinhos.

– Ronaldo, representante comercial, montou um escritório de representação em seu apartamento. Sabendo das restrições contidas na convenção de condomínio, não recebe clientes, não faz barulho excessivo com suas impressoras e não distribui cartões de vista com seu endereço. Recentemente, passou a representar comercialmente uma empresa de cosméticos e diariamente, recebe encomendas de grande porte no condomínio. Sua atividade passou a interferir na rotina do condomínio, pois passou a utilizar em demasia o elevador de serviço, precisando de ajuda dos funcionários, fragilizando inclusive a segurança do condomínio. Passou também a estocar grandes quantidades de material inflamável em seu apartamento. Diante dos fatos, não restou outra alternativa ao síndico, senão proibir o exercício da atividade comercial no condomínio. Para evitar litígio, o Sr. Ronaldo continuou trabalhando em casa, mas alugou uma pequena sala comercial no bairro, para receber e estocar os produtos.

– Consultor de Informática, Marcelo trabalha em casa e atende seus clientes “in company”, ou seja, se desloca aos clientes quando acionado via rádio. Não onera seus vizinhos, tampouco incomoda. Todavia, seus clientes exigem que ele tenha uma empresa constituída e emita nota fiscal. Marcelo então conseguiu constituir, no seu apartamento, uma pessoa jurídica, com domicílio fiscal, talão de notas, inscrição no CNPJ e na Prefeitura. Parte dos moradores não se incomoda com a situação, ao passo que alguns membros do corpo diretivo não admitem que no condomínio residencial funcione uma empresa, contrariando a finalidade estritamente residencial do empreendimento, mesmo não havendo qualquer ônus ou incômodo aos demais moradores. Provavelmente a questão acabará no Judiciário…

Da análise dos casos práticos, conclui-se que a situação fática e concreta é que vai definir se o trabalho exercido na unidade autônoma fere o disposto na convenção de condomínio, descaracterizando sua natureza residencial.

Márcio Rachkorsky é advogado e comentarista do quadro Condomínio Legal, da CBN, que vai ao ar quartas e sextas, logo após às 11 da manhã. Às segundas está aqui no blog com textos inéditos.

Procon considera abusiva taxa de cadastro de bancos

A cobrança de taxa de renovação de cadastro feita pelos bancos tem provocado reclamações dos clientes. Vários ouvintes-internautas enviaram mensagens ao CBN SP criticando a utilidade e o custo deste serviço. Levantamento da Febraban mostra que se há insituições que não cobram nada há aquelas que chegam aos R$ 150,00.

O Procon de São Paulo entende que a cobrança é irregular pois a renoção de cadastro não se caracterizaria como prestação de serviços. Ouça a entrevista da técnica de proteção e direito do consumidor Renata Reis:

Agora o outro lado

A Febraban alega que a cobrança é prevista pelo Banco Central e diz que o custo dos serviços bancários não aumentou para os correntistas. Ouça a entrevista do assessor técnico da Febraban Ademiro Vian:

Laura Finocchiaro lança CD Lauras, em São Paulo

São 26 anos de carreira e Laura Finocchiaro se orgulha em dizer que se mantém independente. E plural, como o nome do CD que será lançado logo mais à noite. Na entrevista que fiz com ela no CBN São Paulo esta gaúcha erradicada em São Paulo e vira-casaca (como ela própria anunciou) fala da apresentação no teatro da Faculdade Santa Marcelina, na Doutor Emílio Ribas, 89, às oito da noite:

Daniel Piza lança aforismos, em São Paulo

Colega de outras paradas, reencontrei Daniel Piza na CBN como comentarista de futebol, há dois anos. Inteligente e diverso, sabe tratar de cultura e política com a mesma categoria. No Estadão, todos os domingos, escreve no caderno de Cultura e encerra sua meia página com aforismos que, segundo ele, são feitos sem juízo. “São maus mas são meus”, explica aos leitores que o procuram para saber de onde tira aquelas frases curtas e contundentes.

Nesta segunda, lança o livro “Aforismos sem juízo”, editado pela Bertrand Brasil, na Livraria da Vila, na Alameda Lorena, 1.731, nos Jardins, às sete da noite. Na conversa que tivemos no blog de esporte do CBN São Paulo apresentou uma de suas frases na qual explica a diferença do jogador de futebol e do craque.

Ouça clicando no link abaixo: