O Procon de São Paulo explica como funcionará a lei que obriga as empresas de callcenter a atender os clientes em no máximo 1 minuto.
Ouça a entrevista do diretor-executivo do Procon-SP Roberto Pfeiffer:
O Procon de São Paulo explica como funcionará a lei que obriga as empresas de callcenter a atender os clientes em no máximo 1 minuto.
Ouça a entrevista do diretor-executivo do Procon-SP Roberto Pfeiffer:
No prédio construído irregularmente, na fiação que expõe a irresponsabilidade ou na árvore que foi assassinada e está pronta para despencar sobre o cidadão, a vida urbana está cercada de perigos. Desde a semana passada recebi alguns casos registrados em foto por ouvintes-internautas. Fiz uma seleção democrática ao escolher um problema de cada região da cidade. Ou seria zona ?
O prédio acima já está no quinto andar e pode ser visto por quem passa pela avenida Nova Radial, na zona leste de São Paulo. O ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias ficou impressionado com a engenharia desenvolvida pelo construtor em uma obra visivelmente irregular. Os especialistas chamam este processo de verticalização das favelas. Nós, de irresponsabilidade.
Não há outro nome, também, para estes fios que cruzam a viela da Vila Clara, na zona sul da capital, apesar de a turma de lá chamá-los apenas de gato. Foram encontrados pelo ouvinte-internauta Everaldo Gaspar na visita que fez a um amigo que mora na Vila. A propósito, o que eu chamo de viela, a prefeitura batizou de rua Emílio Frugoni.
Aqui, falta uma parte da grade no piso da calçada entre a Chucri Zaidan quase na avenida Morumbi, na zona sul. O ouvinte-internauta Fernando dos Santos Lima supõe que o buraco seja resultado de roubo cometido por pessoas que vendem este material para ferro-velho. O temor dele é que um pedestre desavisado ou atento aos riscos provocados pelo trânsito seja surpreendido e vítima de uma tragédia urbana.
Esta árvore é vizinha do ouvinte-internauta André Lacerda Lopes, no bairro do Jaçana, na zona norte. Pelas demais imagens que estão publicadas no álbum do CBN SP no Flickr , ela foi mal-tratada, teve sua raiz sufocada pelo cimento da calçada e agora ameaça cair. Foram feitas reclamações e alertas a Subprefeitura do Jaçanã/Tremembé, mas nenhuma resposta chegou aos moradores.
A eclética Ailin Aleixo traz boas novas aos paulistanos e turistas no “Época SP na CBN”:
Hitam
Em sânscrito, Hitam significa bem-estar. O nome não poderia ser mais propício. O lugar é uma delícia, intimista, decorado de maneira simples, porém charmosa. Para completar, há som de cítara ao vivo nas noites de sábado – espetáculo raro na cidade. O cardápio passeia pelos sabores asiáticos sem tirar os pés do Brasil. São receitas preparadas com parcimônia no uso da pimenta e outras com viés bem tupiniquim, como o badejo ao molho de moqueca. Ótimo começo é o trio de cestinhas crocantes, moldadas em massa filo e recheadas de camarão com abóbora, palmito pupunha e shiitake com alho-poró (a melhor delas). O camarão picante faz jus ao nome – e é muito gostoso. Os crustáceos foram servidos com ótimo ponto de cozimento, acompanhados de ervilhas-tortas tenras e tomatinhos. Outra boa pedida é o lombo agridoce com chutney de manga e legumes. Embora não anunciado no menu, os pratos chegam à mesa repletos de pimenta-biquinho. O chef de cozinha, Léo Bahiense, conta que é para enfeitar, mas fica o gosto meio azedinho da danada. De sobremesa, a compota de cuscuz marroquino com limão é, no mínimo, exótica. Experimente. Para encerrar, há uma pequena e instigante carta de chás nacionais e importados.
Rua Áurea, 333 – Vila Mariana, 5082-4589, não tem acessibilidade para cadeira de rodas
Lukullus
É um misto de panificadora e restaurante. Mas não espere algo nos moldes tradicionais. O salão térreo tem jeito de bar, com varanda aberta para a rua. O melhor fica no piso de cima, espaço superagradável com mesas ao ar livre e uma área coberta bem arrumadinha. A cozinha é alemã, mas foge da fórmula convencional dos joelhos e bistecas de porco. O chef Tassilo Henning Drosdek, nascido na região de Stuttgart, prefere mostrar o lado mais leve dessa culinária. Até o goulash, ensopado de carne com páprica e batatas, chegou à mesa ralinho. Típico da região da Suábia há ragu de lentilhas levemente azedo (a receita leva vinagre) com spätzle (massinha artesanal) e salsicha Viena. A trouxinha de acelga recheada de legumes com linguado à dorê, e a salada com batata rösti ao molho de dill, acompanhada de salmão defumado e raiz-forte, são boas opções para quem torce o nariz para os embutidos, comuns da especialidade. De sobremesa, o strudel de maçã chega à mesa com a fruta bem pedaçuda, acrescida de uva passa e amêndoas.
R. Alexandre Dumas, 1541 – Chácara Santo Antonio, 5181-169, não tem acessibilidade para cadeira de rodas
Leia e ouça o texto da ouvinte-internauta Sílvia Cobelo oferecido a Diva Araújo
Faço este poema por encomenda
de uma amiga que não se emenda
em gostar do meu poetar.
Escreva sobre nossa cidade!
Diz ela, com curiosidade.
E lá vou eu a passear por Sampa, pelo centro,
Aonde vemos a cidade por dentro
Sem-tetos secam seus andrajos
nas grades de ventilação do metrô.
A Praça da Sé coalhada de seus eternos habitantes,
Distantes.
Exilados do mundo que os circunda.
A perambular ao acordar sem querer despertar.
Mas então tiro os óculos escuros.
A cidade se ilumina e se colore.
Visito a igreja do Carmo. De mil seiscentos e trinta e dois…
Lá dentro me encanto.
A pequena nave reformando.
O altar cheio de flores, o teto pleno de anjos e santos.
Voltava para casa, quando os sinos da catedral soaram.
Sinos de verdade, ecoando alto.
Pois era meio-dia, e todos o souberam.
Horário de missa, mesmo na cidade de asfalto.
Não resisti e entrei com os fiéis. Tenho a verve.
Chego aos céus sob o som da calma,
É o velho e potente órgão que penetra pela epiderme,
Tecidos, músculos, até chegar à alma.
Um ser se destaca. Fixo meu olhar por um momento.
Negro, com aparência daqueles que moram ao relento,
Rezava em outra língua, fervoroso, em adoração,
Com seu terço de contas de plástico rosa na mão.
A celebração acaba. Ele não vai embora. Tento lhe falar.
Mas não quer dizer de onde vem fala um inglês creole
e me avisa que vai meditar.
Pensei melhor e fiz o mesmo.
Quando saí o sol brilhava, mas não coloquei os óculos escuros:
Esta cidade merece ser vista sem filtros. Ser percorrida a esmo.
Participe do Conte Sua História de São Paulo enviando seu texto para contesuahistoria@cbn.com.br
A crise que abala a economia internacional terá de ser resolvida pelas grandes nações, a começar pelos Estados Unidos. McCain e Obama surgem no debate eleitoral sem oferecer esperança aos poupadores de todo o mundo. Por isso, milhares de internautas estão usando um serviço especial para lançar sua candidatura própria à presidência americana. Zé Marmita, personagem criado pelo faz-tudo Marcos Pompeu, entrou no páreo e espera chegará lá. Veja a repercussão da campanha dele clicando aqui.
Convenhamos que um país que aceitou ser governador pela família Bush não tem do que reclamar.
O Blog Action Day será nesta quarta-feira e pretende envolver mais de 8 mil blogs em todo o mundo no tema pobreza. O Blog do Milton Jung quer participar, também, e além de artigos próprios vai abrir espaço para que você publique o seu material. Basta enviar o texto, imagem, vídeo ou áudio para o endereço eletrônico milton@cbn.com.br.
Mais informações sobre o Blog Action Day clique no banner acima.
Na entrevista com o vereador eleito Penna, do PV de São Paulo, que você ouve no link disponível em nota mais abaixo, ele declarou que entre os financiadores da campanha dele estava a Fiesp. A informação, inclusive, gerou uma “brincadeira” deste jornalista. Penna ao falar dos doadores comentou que havia feito campanha com dinheiro do partido e alguns abnegados, para em seguida citar o nome da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Lembrei que a Fiesp está longe de ser uma abnegada.
Hoje à tarde, recebi mensagem do jornalista Ricardo Viveiros, responsável pela comunicação corporativa da Fiesp, que nega qualquer tipo de doação para a campanha de Penna. Em respeito à instituição e para informar melhor o ouvinte-internauta da CBN – que tem o direito de saber quem financia as campanhas eleitorais – reproduzo a nota da Fiesp:
“Caro Milton.
Boa tarde!
Com respeito à entrevista que lhe concedeu o vereador eleito à Câmara Municipal de São Paulo, José Luiz da França Penna (PV), às 10:42 de hoje (13/10), na qual declarou que a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) estaria entre as entidades que fez doações à campanha dele, na qualidade de assessor de Comunicação Corporativa e porta-voz da referida instituição afirmo-lhe que a FIESP não faz doações de nenhuma espécie a candidatos e a partidos políticos, bem como, fiel à postura apartidária e apolítica que tem, não promove qualquer espécie de aproximação nesse sentido. O vereador eleito se equivocou.
Por favor, pedimos a sua especial atenção para informar aos seus ouvintes esta nossa importante e esclarecedora afirmação. Muito obrigado!
Um abraço do seu colega e admirador.
Ricardo”
A viagem começa em Belém do Pará após um encontro na festa mais popular da região, o Círio de Nazaré. Com o personagem principal, o cãozinho Toby, à frente, a escritora Giselle Pecchio promove mais uma aventura ambiental tendo a Floresta Amazónica como cenário. Desta vez, ela encontrou uma forma de homenagear seu orientador, o professor e cientista brasileiro Aziz Nacib AbSaber, incluindo a figura de Xeique, que ensina a turma tudo que é necessário para a preservação deste tesouro natural.
Não fosse o fato de traduzir o drama da Amazônia, Giselle Pecchio mais uma vez oferece ao público uma edição indepentende em tinta, braile e audiolivro:
Tão ruim como não ter dinheiro para comprar livros é ter o dinheiro e não encontrar livros no formato que se possa ler, diz a autora.
Xeique em carne e osso apareceu no lançamento de Uma Aventura na Amazônia Raycha, vol. 3 da Coleção Roby, em Osasco, neste fim de semana e emocionou a escritora Giselle Pecchio:
“Quem dera a maioria tivesse olhos para se espelhar em seus gestos de grandeza e amor pelo Brasil, pela Educação das nossas crianças, adolescentes e jovens, pelo nosso patrimônio histórico, geográfico, cultural e pela riqueza dos valores morais e éticos, com os quais e tão somente é possível construir o caráter do ser humano, que é a nossa missão primeira no planeta que nos foi dado habitar pelo Senhor do Tempo e dos Mundos”
Conheça mais de Gisele Pecchio acessando o blog da escritora.
O candidato do PMDB à prefeitura da cidade de Bauru, Rodrigo Agostinho, diz que o eleitor tem o direito de saber o nome dos doadores da campanha antes da eleição e, por isso, esta informação está disponível no gabinete dele. Por outro lado, Caio Coube, candidato do PSDB, diz ser contra esta divulgação.
Os dois foram entrevistados na série que o CBN SP realiza com os candidatos às sete prefeituras paulistas que terão eleição no 2º turno.
Ouça a opinião de Caio Coube, do PSDB:
Ouça a opinião de Rodrigo Agostinho, do PMDB:
Um dos novos vereadores eleitos na cidade de São Paulo é o presidente nacional do Partido Verde, José Luiz da França Penna. Ele conseguiu 25.820 votos em uma campanha que sofreu críticas de militantes do partido devido ao fato de ter monopolizado a campanha eleitoral no rádio e televisão.
Em entrevista ao CBN SP, Penna disse que a decisão de tê-lo no ar por mais tempo do que os demais candidatos do PV não foi dele, mas da direção nacional (da qual ele faz parte) que teve como objetivo defender as teses do partido.
Ouça a entrevista do vereador eleito Penna do PV: