Metrô de roupa nova, em São Paulo


Clique na foto e veja como eram os outros uniformes do metrô de São Paulo

Os funcionários do metrô começam a desfilar nas plataformas com novo visual, nesta semana. A mudança se dá muito mais pela funcionalidade dos uniformes do que pela necessidade de se adaptar a moda. Apesar disso, as mulheres influenciaram na escolha do desenho que, pela primeira vez, tem um corte feminino, também, “com camisas de cintura mais marcada e maior comprimento, para uso por fora da calça” – segundo explica a companhia.

Este é o terceiro modelo de uniforme usado pelos metroviários. O primeiro chegou com a inauguração da empresa, em 1974, e seguia a tendência que vestiu muita gente daquela época: calça com boca larga. Após 15 anos, entendeu-se que o poliéster usado no uniforme atrapalhava o conforto dos empregados, Sem contar que a moda da pantalona já era. O vinho e bege que faziam a composição das roupas deram lugar para o verde-claro e cinza. A calça ficou mais alinhada.

De acordo com o comunicado da companhia o conforto e o bom caimento são as características fundamentais dos novos uniformes, que contam com tecidos mais resistentes e termicamente confortáveis. Há, também, faixas reflexivas que privilegiam a segurança e visualização dos funcionários nos terminais. Algo cada vez mais útil com o “congestionamento” de passageiros nas plataformas.

Brasileiro não está nem aí para a educação

Por incrível que possa parecer, é o que o programa Educar para crescer descobriu após o Ibope ouvir 1.300 pessoas em nove regiões metropolitanas, incluindo São Paulo. Soube-se, por exemplo, que 68% dos entrevistados não tem a menor idéia do que sua prefeitura faz pelo ensino público e apenas 1% disse que leva em consideração na escolha de seu candidato seu projeto para a área de educação.

Ouça a entrevista com Cláudia Costin, vice-presidente da Fundação Victor Civita, responsável pelo programa Educar para crescer:

Clique em Educar para crescer e conheça outros dados da pesquisa divulgada nesta segunda-feira, em São Paulo.

Condomínio Legal: Perturbar o vizinho é crime !

Márcio Rachkorsky

O barulho, certamente, é o maior responsável por desentendimentos entre vizinhos nos condomínios. O assunto é delicado e polêmico, sobretudo porque os limites e preferências das pessoas são extremamente variáveis, o que torna ainda mais difícil impor regras claras acerca do que é barulho tolerável. Alguns regozijam-se com o cantar dos pássaros pela manhã, ao passo que outros ficam irritados com a cantoria. O latido do cachorro, ainda que durante o dia, é nefasto ao ouvido de alguns, ao passo que outros alegram-se com a manifestação do seu cãozinho. A mãe, orgulhosa ouve o ensaio de violino do filho. Verdadeira tortura ao vizinho, que adora ouvir rock … Sem falar dos gritos do casal empolgado no apartamento ao lado, em conflito com o constrangimento da família que, sentada na sala de casa, assiste à novela.

A verdade é que a poluição sonora constitui grave infração dos deveres de vizinhança, valendo a máxima de que “todos têm o direito de fazer, ou não fazer, em sua casa o que bem entender, desde que não cause nenhuma intranqüilidade ou dano ao seu vizinho”. Apelar para o bom-senso é sempre a melhor saída. Perturbar o sossego alheio (mediante gritaria, algazarra, abuso de instrumentos musicais, sinais acústicos, dentre outras situações) é crime, nos moldes do artigo 42 do Decreto-Lei Nº 3.688/41, passível de prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa. A lei retro mencionada almeja proteger a paz de espírito, a tranqüilidade e o sossego das pessoas.

Eis então mais uma árdua missão aos síndicos, administradores, advogados, zeladores e condôminos: DECIDIR QUANDO DETERMINADO BARULHO CONFIGURA DESRESPEITO AO SOSSEGO ALHEIO … Realmente a questão caminha sobre uma linha tênue e não raramente os casos concretos acabam na Delegacia ou no Fórum. Na grande maioria das situações, a letra fria da Lei ou da convenção de condomínio cede espaço às normas surgidas através do convívio social entre os vizinhos, de forma que cada comunidade acaba por definir seus próprios limites, levando em consideração a faixa etária dos moradores, os equipamentos e áreas de lazer, dentre outros aspectos.

Márcio Rachkorsky é comentarista do quadro Condomínio Legal que vai ao ar às quartas e sextas na CBN, logo após às 11 da manhã. Toda a segunda-feira está aqui no blog com novidades sobre o tema e aproveita para responder algumas das dúvidas deixadas na área reservada aos comentários.

Música, comida e espetáculo na mesa

Para começar a semana, Ailin Aleixo de “Época SP na CBN”, apresenta duas sugestões de restaurantes de comida contemporânea:

Brooklyn

Para quem curte musical, é diversão na certa. De vinte em vinte minutos, as luzes se apagam, um pianista dá o tom e os garçons viram estrelas, cantando trechos de musicais da Broadway. É bacana – para quem entra no espírito e não liga muito para o serviço. Afinal, para os artistas, cantar é muito mais importante que servir mesas e a comida pode demorar um pouco pra chegar. Sorte que as receitas inventivas do chef Junior Belém valem cada centavo e minuto de espera. A lula recheada com musse de salmão tem cozimento perfeito e vem acompanhada de um delicioso risoto em su tinta, com tomate concassê. Outra gostosura é o confit de pato ao molho de damasco turco com cuscuz de legumes, foie gras e ameixa seca. A casa cobra couvert artístico: R$ 15 (seg a qua.) e R$ 20 (Qui. a sáb.)

R. Baltazar Fernandes, 54 – Brooklin, 5533-4999

D.O.M.

Alex Atala não é apenas um chef simpaticíssimo e uma celebridade da gastronomia (e da tv) nacional. Alex Atala é um profissional apaixonado e dedicado– duas características que ficam evidentes em suas criações no DOM, o 40. melhor restaurante do mundo segundo a lista dos 50 melhores da renomada revista inglesa Restaurant. Ir ao DOM dói no bolso para a maioria dos mortais, mas é daquelas experiências sensoriais que serão lembradas por muito tempo. A casa trabalha em dois sistemas: à la carte e menu degustação(é possível escolher quatro pratos, queijo e uma sobremesa, ou ainda oito pratos, queijo e duas sobremesas). Entre as entradas, o foie gras com crocante de arroz selvagem e avelã, sorbet de pimenta cambuci e consome de Bonito apresenta contrastes harmônicos e completamentares de temperaturas e texturas. No menu principal também há destaque para os ingredientes brasileiros, caso do maciíssimo cupim cozido em baixa temperatura com purê de batata e pequi e do cremoso e crocante risoto de grãos e castanhas. Para finalizar, delicie-se com a cremosa pirâmide de chocolate ao creme de tamarindo.

Rua Barão de Capanema, 549 – Jardins, 3088-0761

Foto-ouvinte 2: Esqueceram de mim

Buraco sem obra
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Há 15 dias nenhum funcionário da prefeitura aparece para trabalhar nesta obra que atrapalha o trânsito na rua José Paulino, no bairro do Bom Retiro, região central de São Paulo. Quem informa são os motoristas de táxis do ponto que também está prejudicado devido a paralisação da reforma que estava sendo realizada.

Caso os funcionário da prefeitura tenham se perdido, os motoristas sugerem que anotem o endereço: José Paulino, 586.

Foto-ouvinte 1: Abrigo para sem-teto, em São Paulo

Abrigo de sem-teto 1
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Uma das paradas de ônibus do corredor Paissandu-Pirituba foi transformada em abrigo de sem-teto, conforme registrou o ouvinte-internauta Eduardo Ruiz. O pessoal fotografado está em um dos pontos do bairro do Bom Retiro na região central de São Paulo tomando o espaço que seria dos passageiros. Bem perto tem a Oficina Boracéia que recebe moradores de rua, no entanto estes aí consideraram mais confortável se estabelecer na parada de ônibus. Ali não tem regras a serem cumpridas.