São Paulo na Copa

 

Sucata em ritmo de Copa

Soube de gente atrapalhada com a decoração para a Copa do Mundo com medo da lei Cidade Limpa (deu no Estadão de domingo). Mesmo assim, repórteres e ouvintes-internautas da CBN tem registrado algumas expressões alusivas a seleção brasileira, como é o caso desta imagem feita no Atelier da Alegria, mantido pelo funileiro aposentado Paulo Marino Egílio, de 74 anos. Com material de sucata e outras coisas mais, seu Marino cria os mais curiosos objetos e sempre está disposto a receber visitas na Rua Norma Pieruccini Giannoti, 557, no bairro da Barra Funda. Chamou atenção do ouvinte-internauta Fábio Porlan que fotografou e nos enviou para publicarmos aqui no Blog.

Pauta #cbnsp: Buracos, Santos e remédios

 

Buraco na Oscar Freire

O buraco já estava em construção há algum tempo, provocado por vazamento em tubulação da Sabesp, mas apenas de ontem para hoje é que ele resolveu se mostrar ao público e causou transtorno para pedestres e motoristas que precisavam passar na esquina da Oscar Freire com a Rebouça. De tão grande, alguns preferiram chamá-lo de cratera. Ouça a reportagem de Cátia Toffoletto

O que o buraco da Oscar Freire não sabia é que a fama dele seria fugaz. A imprensa que desde cedo abria seus telejornais matinais com entradas ao vivo da Oscar Freire logo passou a chamar atenção para outro buraco que também atrapalhou o paulistano, no viaduto Jabaquara. A Cátia também esteve por lá.

Esquina do Esporte – A derrota para o Corinthians expôs problemas de relacionamento entre jogadores e técnico do Santos, no Campeonato Brasileiro. Deva Pascovicci e Marcelo Gomes concordaram que o time foi mal escalado por Dorival Junior. Ouça o que eles disseram do clássico.

Medicina (i)legal –
Quase metade dos médicos receita remédios sugeridos por laboratórios farmacêuticos e a imensa maioria aceita brindes da indústria, segundo pesquisa feita pelo Cremesp, Conselho Regional de Medicina de São Paulo. Acompanhe a entrevista com Reinaldo Ayer, do Cremesp, que fala sobre as implicância éticas nesta relação entre médico e laboratórios.

Cidade Limpa –
São Paulo será destaque nesta semana na Expo World de Xangai 2010 com um dia inteiro dedicado a atrações e discussões sobre a cidade que participa deste encontro com o projeto Cidade Limpa. A diretora da Emurb Regina Monteiro conversou com a gente sobre o assunto.

Foto-ouvinte: Paciência e passageiros

 

Estação Brás da CPTM

A plataforma da estação Brás da CPTM estava tomada de passageiros às seis e meia da tarde, quando o ouvinte-internauta Edgar Pereira cruzava de trem pelo local. Acostumado a usar o outro lado da linha apenas fora do horário de pico, foi embora pensando no tamanho da paciência que cada um daqueles passageiros tem de ter para enfrentar esta situação absurda.

Ônibus atrasado, passageiro no ponto

Não tão cheio quanto sua versão sobre trilho, mas também exigindo extrema paciência, neste ponto do Terminal Bandeira os passageiros aguardavam o ônibus da linha 6366-10, que estava atrasado, conforme constatou o ouvinte-internauta Airton Goes.

De resgate do feminino

 

Por Maria Lucia Solla

Ouça De resgate do feminino na voz e sonorizado pela autora

yin yang

Desde o final da década de 1990, o resgate e reequilíbrio da energia feminina na mulher é pano de fundo da minha vida; cenografia do palco onde vivo drama e comédia, romance e suspense.

Nos idos dos anos 1960 e 70, as mulheres se rebelaram para valer. Saíram às ruas, exigiram direitos iguais como cidadãs, queimaram seus soutiens em praça pública, fizeram muito barulho, falaram grosso e, na realidade de hoje, 40 anos depois, suas exigências parecem estar bastante satisfeitas.

Falo delas assim, na terceira pessoa do plural, porque nunca tive nada a ver com isso. Sempre estudei, trabalhei e fui profissional respeitada nas áreas onde atuei; portanto, esse era um problema que eu não sentia na pele.

Tenho dois filhos, passei pelo aperto de ser mulher separada e divorciada, nos anos 1980, e dei conta do recado com algum sacrifício e muita satisfação. Privilégio meu.

Entendo o movimento feminista, mas sempre abordo o assunto com muito cuidado porque defender direitos não dá à mulher o direito de abrir mão da sua porção mulher.

Sair para ganhar a vida, literalmente é coisa de homem. Calma, não tem aí nem uma pitada de machismo. É a pura realidade. Poucas mulheres conseguem se dedicar ao trabalho, alcançar o sucesso, mantê-lo, regá-lo e cultivá-lo, sem deixar de fazer uma comidinha para o seu homem e para os seus rebentos.

Só para registro, vivemos num planeta dual. Tudo contem o seu oposto e é contido por ele.

aí mora o segredo do equilíbrio
da harmonia
do bem-estar
do bem-viver
e é isso que não pode faltar.

Temos descoberto e desenvolvido nossas habilidades, desde o início dos tempos.

o homem executivo da época
que só conseguia manusear um porrete
para prover o sustento
arrastava para a caverna-doce-caverna
a mulher que desejava levar
e ela ia de bom-grado
na maioria das vezes
quero acreditar

Hoje lhe dá joia, manda e-mail apaixonado e acaricia os mesmos cabelos que quase lhe arrancava do couro.

Não há ainda, que eu saiba, aparelho para medir a proporção entre as energias feminina
e masculina em nós, mas todos as temos, homens e mulheres, feministas ou não.

Animus e anima.

Anima, o lado feminino no homem e animus, o lado masculino na mulher.

Faz tempo que redescobrimos que não somos tão diferentes assim e não chegamos ao extremo de virmos de Vênus, e eles de Marte. Na verdade, o que temos em comum supera com vantagem as diferenças.

Homem que é homem…, mulher que é mulher… são expressões que se ainda não foram, já passou da hora de serem substituídas por: gente que é gente…

gente que é gente respeita
gente que é gente não mata
não rouba não estupra
não tortura o físico nem o psicologico
gente que é gente não destrói outra gente
com palavra mortal
e crítica mirada no mal

Até aí eu diria que concordamos todos.

Mas, e sempre tem um mas em toda história, é preciso dar um zoom na vida do ser mulher. Era ela a arrastada para a caverna quando o homem a desejava.

hoje é ela
a mulher
que arrasta musculosa e poderosa
o homem que ela quer


Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung explorando suas múltiplas versões.

Moda pra não tirar o chapéu

 

Por Dora Estevam

Esta semana, a chapeleira Silvia Lucchi inaugurou exposição de chapéus, em São Paulo. Ela está de volta ao Brasil depois de morar uma boa temporada na Holanda. Por aqui, a estilista teve destaque na década de 1980 quando criou peças para as marcas Zoomp e Fiorucci. Depois, foi para o exterior, onde seguiu carreira profissional.

Silvia Lucchi

Quando se fala em chapéu vem logo a imagem de homens sóbrios dos anos 1900, conversando em rodinha nas ruas de Paris com seus novos ternos – sim, a casaca já havia caído. Era uma época em que homens e mulheres não saíam de casa sem ele. Mas o chapéu faz parte de várias gerações e os estilistas nacionais e, principalmente, internacionais amam trabalhar com este acessório tão encantador.

Chapéu e luvas faziam parte da toillette de toda mulher de 1930 a 1939. Por optarem por uma moda mais prática os pequenos e planos eram fáceis de serem presos ao penteado. Foi uma época fantástica para as criações. Elsa Schiaparelle Elsa Schiaparelle (foto ao lado), que desbancou Coco Chanel com seu estilo moderno e prático para a época, criou chapéus que eram obras de arte. Schiap, como era chamada pelos amigos, gostava de penas, não por acaso o chapéu mais famoso dela foi confeccionado com feltro vermelho e uma pena de galo. Logo virou uma marca da estilista italiana.

Foram muitas as criações: ficou célebre, também, o sapato que Schiap transformou em chapéu ao dobrá-lo para cima, com sola vermelha, sem nenhum pudor. O modelo foi usado por ela mesma e em poucas clientes ousadas. Amigo de Schiap, Salvador Dali apreciou muito a criatividade dela.

Se for pensar em loucuras de chapeleiros, logo vem à mente os mais modernos como Philip Treacy (foto a seguir) e Stephen Jones.

No Brasil, o uso do acessório não é tão frequente, a não ser em ocasiões muito especiais. Apesar disso, a moda sobrevive. No Rio de Janeiro, a chapelaria Alberto que funciona há mais de 100 anos e, em São Paulo, a chapelaria Maurice Plas com 40 anos, resistem bravamente às mudanças do tempo vendendo chapéus de todos os modelos.

O mais comum é ver o chapéu sendo usado no verão para se proteger do sol; no inverno alguns senhores com o boné inglês de lã – parece ser bem confortável. As mulheres resistem muito, com exceção de algumas que viajam para o exterior e acabam usando como opção de moda. Também por isso, o chapéu é uma peça que chama muito a atenção. Todo mundo comenta quando tem alguém usando.

Philip Treacy

Quem se diverte mesmo são as produtoras de moda e os estilistas. Eles procuram muito o acessório para as produções de fotos e desfiles. Mas é bem raro encontrar um na rua.

Que sabe a exposição “Na cabeça” de Silvia Lucchi renove e traga de volta o gosto pelo chapéu. Seria bem interessante. São mais de 200 modelos elaborados em materiais e estilos diversos. Tem até modelo que já foi vendido na famosa Barneys, de Nova York. A mostra vai até 26 de agosto, no Museu do Objeto Brasileiro, com entrada franca, em SP.


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábado, no Blog do Mílton Jung

A educação que todos e cada um querem

 

Por Fernanda Campagnucci
Observatório da Educação – Ação Educativa

Era uma quinta-feira à noite. O trânsito e o metrô lotados de sempre fizeram com que as pessoas fossem chegando aos poucos no auditório da Universidade São Judas, na Mooca.

À medida que chegavam, recebiam um crachá colorido, de acordo com o segmento da sociedade que representavam – profissionais da educação, mães ou pais, estudantes, jovens, fóruns e movimentos, gestores, iniciativa privada ou, simplesmente, cidadãos. Pela primeira vez, todos estavam reunidos ali para discutir propostas para a educação da região e da cidade.

A reunião na Mooca era uma das 31 plenárias que aconteceram em todas as subprefeituras durante o mês de maio para construir um plano de educação para a cidade de São Paulo. O processo, inédito, reuniu mais de 5.500 pessoas nessa etapa. Antes disso, as atividades já haviam se multiplicado por mais de 2 mil escolas municipais.

As 270 pessoas encheram o auditório. Num canto, uma professora traduzia, em libras, a leitura do regimento para os alunos surdos ali presentes. Reclamou – com razão – da falta do intérprete, que não chegara. Essa, aliás, foi uma das propostas defendidas pela professora: que todas as escolas, assim como todas as repartições públicas, tenham um intérprete de libras para atender às pessoas surdas.

Como nas outras plenárias, trinta pessoas podiam subir ao púlpito para ler e defender suas propostas. Os militantes da educação especial e inclusiva, assim como os profissionais de creches conveniadas, eram maioria. Mas houve também quem falasse na valorização dos professores; quem enfatizasse a necessidade de transparência nos conselhos e o acesso à informação; quem reclamasse pela melhoria da infra-estrutura nas escolas infantis e pelo aumento do financiamento da educação; pela implementação da lei que determina o ensino da história e cultura africanas…

Pessoas mais ou menos inflamadas em seus discursos eram mais ou menos aplaudidas. Uns com mais experiência para falar em público – já atuam em sindicatos – outros tímidos, como o estudante que subiu para dizer que a educação de jovens e adultos precisa de livros didáticos.

Tinham dois minutos cada para convencer as pessoas a votarem em suas propostas – que seriam, então, consideradas prioritárias na região e levadas à próxima etapa, a Conferência Municipal de Educação. Mesmo assim, todos – todos, mesmo – poderiam escrever propostas em um formulário, que serão consideradas para a Conferência também.

Uma professora perguntava à outra como deveria acontecer a votação. “É a primeira vez que participo de um negócio assim”, disse. “Eu não quero votar só em duas, acho todas importantes”, dizia uma outra em voz alta. “A contagem de votos está errada, tem que contar de novo”, gritava um outro, enquanto as pessoas ainda estavam com suas mãos levantadas. Aos poucos, foram sendo votadas e aplaudidas as propostas da Mooca.

No final da plenária, foram eleitos os delegados de cada segmento que, junto com 2.500 pessoas, construirão o documento final nos dias 18, 19 e 20, durante a Conferência. Mesmo que este último seja um dia de jogo do Brasil na Copa – que se votem as propostas até às 13 horas, então!

O desafio agora é da Comissão Organizadora do plano – sistematizar todas as propostas recebidas não só nas plenárias das subprefeituras, mas as plenárias livres e encontros temáticos puxados por grupos de toda sorte (sobre cultura e educação, avaliação, financiamento, educação inclusiva e mesmo uma plenária de crianças, etc etc etc).

E o processo, claro, não acaba por aí. Depois de finalizado o documento, a Secretaria Municipal de Educação deve encaminhá-lo à Câmara dos Vereadores. Ali, devem ocorrer audiências públicas em diversas comissões. Os cidadãos, que participaram ou não ativamente da construção do texto, têm a chance mais uma vez de monitorar e influenciar a ação de seus representantes na Câmara.

E que venha nosso primeiro plano de educação construído de forma participativa!

Foto-ouvinte: Nove de Julho desrespeitado

 

Túnel Nove de Julho

“O Túnel 9 de Julho pode ser considerado um patrimônio? Pois é, Lancei a questão no Google, e logo veio a resposta, no sítio da Prefeitura: ” Com 460 metros de extensão, foi o primeiro túnel da cidade e, durante muito tempo considerado em símbolo da modernidade da metrópole.”

Hoje, o que a gente pode ver por lá é muita sujeira, resto de alimentos, descaso, abandono, o chafariz permanece desligado, além do vazamento em um dos canos na parte interna, acumula lixo e, também, água da chuva, o que facilita a proliferação de insetos. Devido o abandono por parte dos órgãos responsáveis, moradores de rua estão utilizando o local como dormitório”.

O recado é do ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias que não consegue entender o descado da prefeitura com o patrimônio do município. Para ver a situação do túnel, clique na foto é veja uma série de imagens disponívels no álbum do CBN SP np Flickr.

Foto-ouvinte: Bicicleta na fotofaixa

 

Bicicleta na motofaixa

Imagens de bicicleta foram pintadas nas áreas que serão usadas por motocicletas na rua Vergueiro, em São Paulo. A imagem é do ouvinte-internauta e cicloativista André Pasqualini que ficou na dúvida sobre a intenção da prefeitura. (publicado às 9h30)

CET responde:

A CET esclarece que a sinalização de bicicletas na motofaixa do corredor Vergueiro/Liberdade é irregular e presta um desserviço aos ciclistas, uma vez que os induz a correr riscos aos circular em uma faixa que não foi planejada para receber bicicletas, nem oferece a segurança necessária. Dessa forma, para garantir a segurança dos usuários da via e evitar possíveis acidentes, essa sinalização será retirada pela CET nesta noite. (publicado às 11h30)

Blogueiro esclarece:

A pintura de uma bicicleta na motofaixa da rua Vergueiro, que ainda não está funcionando, foi feita por cilcistas com o claro objetivo de provocar o debate sobre o uso deste veículo, em São Paulo. A mesma atitude foi adotada na avenida Paulista quando imagens apareceram sobre o asfalto na pista de rolamento do lado da faixa de ônibus. Na CET, o pedido de esclarecimento, causou estranheza. Pois não existe nenhum plano para privilegiar as bicicletas naquele trecho da cidade, também. Antes de verem a foto aqui no blog, funcionários da Companhia chegaram a dizer que poderia ser um mal-entendido e a imagem talvez fosse de uma moto. Evidentemente que não. Em seguida, identificaram que seria mais um protesto de ciclistas da capital e, então, anunciaram que iriam apagar o sinal, conforme nota publicada acima.

Em diferentes blogs e mesmo neste que você lê foram publicados comentários elogiando a “iniciativa da CET”, antes que se esclarecesse a situação, em uma demonstração de que incentivar o uso de bicicletas tem o apoio de parte da população. Chamou atenção, aliás, o fato de que a CET entende que as faixas de rolamento na cidade não são apropriadas para o uso de bicicletas, conforme mensagem. Sugiro que você leia alguns dos comentários abaixo que são esclarecedores em relação as bicicletas e o direito de ir e vir do cidadão. (publicado em 14:53)

Pauta #cbnsp: Professor reprovado na sala de aula

 

O Governo de São Paulo voltou atrás e permitirá a presença na sala de aula de professores temporários que foram reprovados em exame realizado no ano passado. A dificuldade para preencher as vagas e atender toda a rede pública estadual levou a Secretaria de Educação a chamar estes professores. De acordo com o secretário Paulo Renato Souza estes somente serão convocados para substituir professores que precisaram de algum tipo de licença.

Ouça a entrevista do secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, ao CBN SP.

A Apeoesp, sindicato que reúne os professores do Estado, afirma que a decisão apenas ratifica o que a entidade já reclamara quando houve a decisão de impor o teste aos temporários. Maria Isabel Noronha, que dirige a Apeoesp, disse que faltam professores porque a função não é valorizada pelo Estado. Ela chama atenção, ainda, para a necessidade de se realizar concurso público que efetive estes profissionais, pois hoje São Paulo mantém cerca de 100 mil professores temporários, o que representa 40% do magistério estadual.

Acompanhe a entrevista da presidente da Apeoesp, Maria Isabel Noronha, no CBN SP

Outros destaques da pauta #cbnsp

Plano Diretor I – Vereadores terão 15 dias para discutir propostas de mudança no Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo, apresentada pelo relato vereador José Police Neto (PSDB). A reportagem é do Juliano Dip.

Plano Diretor II – O Movimento Defenda São Paulo diz que a Câmara Municipal faz Plano Diretor no escuro, pois não recebeu até agora os estudos que deveriam ter sido feitos pela prefeitura para avaliar a saturação que existe em algumas regiões e a infraestrutura disponível. Lucila Lacreta, arquiteta e urbanista, entende que alguns bairros que terão autorização para novas construções deveriam ser “congelados” para evitar um caos urbano. Ouça a entrevista de Lucila Lacreta do Defenda São Paulo.

Esquina do Esporte –
A seleção brasileira perde tempo ao viajar para Brasília antes de embarcar para a África do Sul. Deva Pascovicci e Marcelo Gomes falam também sobre as chances dos paulistas na rodada de hoje do Campeonato Brasileiro de futebol. Acompanhe o nosso bate-papo.

Época Sp na CBN – A noite de quarta-feira, na cidade de São Paulo, tem desde o hard rock do Forgotten Boys até o samba de Alcione. No comentário de hoje, uma dica de bom restaurante na cidade. Acompanhe.