‘Touro’ protesta contra Cow Parade

 

Touro_Bandido_Paulista

As vaquinhas coloridas do Cow Parade foram surpreendidas nesta madrugada com a “ inseminação artística” que teve o Touro Bandido como protagonista. A manifestação é de autoria do artista Eduardo Srur que não curte as vacas espalhadas pela cidade: “Não vejo nenhuma relação entre uma vaca, um símbolo de outro país, e a nossa cidade e sua história. Eu queria resgatar o imaginário brasileiro com o Touro Bandido, um animal que nunca foi domado em rodeios, foi personagem de novela e virou lenda nacional.”, explica Srur. Para ver mais imagens e explicações do Eduardo Srur visite o site do artista: www.eduardosrur.com.br

Seleção brasileira de ativos

 

Por Frederico Mesnik

Quando perguntaram a Albert Einstein qual era a força mais poderosa do universo, ele respondeu: “os juros compostos!”. A alocação inteligente de ativos traz a oportunidade de ver nossos investimentos crescendo com a mágica dos juros sobre os juros.

Durante anos, grandes fortunas foram perdidas porque gestores ignoraram os preceitos básicos de uma boa alocação de ativos: diversificação, rebalanceamento e análise de riscos. No longo prazo é preciso dar atenção a cada uma destas variáveis.

Na sua base, alocação de ativos é buscar aplicações que não só podem se valorizar como também se comportar de uma maneira diferente das outras aplicações na carteira. Quando um ativo está perdendo seu valor por algum evento econômico-financeiro, é bom ter outro na carteira que sobe de valor no mesmo cenário. Chamamos isto de não-correlação. No fundo, a essência da diversificação é a busca pela não-correlação. A boa diversificação é aquela que envolve várias classes de ativos que têm resultados diferentes nos diversos cenários de mercado.

Vamos pensar em uma seleção de futebol: para vencer no mundo dos investimentos precisamos de um time forte e balanceado. Precisamos de bons atacantes quando o tempo está favorável e de bons defensores que protegem o nosso campo quando as coisas não vão bem. Do mesmo jeito que um time precisa ter um goleador, nossa carteira precisa de ativos que entregam resultados constantes acima da média, independentemente das condições de mercado.

Um técnico monta sua equipe avaliando cada jogador. Seus pontos fortes e fracos, histórico de desempenho e acima de tudo sua integração com a equipe. O técnico precisa saber o que cada jogador pode e não pode fazer, quais são os seus limites e sua posição ideal. Construir uma carteira é a mesma coisa. A combinação de ativos precisa ter harmonia e integração para atacar no momento propício e defender em momentos de turbulência. Desta maneira, teremos um retorno consistente com os nossos objetivos e sem surpresas.

De tempos em tempos devemos olhar nossa carteira para realizar os lucros daqueles investimentos que subiram acima da média e comprar aqueles que estão abaixo. O rebalanceamento faz com que a carteira mantenha suas alocações originais. O famoso mantra “Compre na Baixa e Venda na Alta” é alcançado com esta atividade. Conforme os ativos vão se valorizando e ocupando uma porção grande da carteira, a boa alocação manda vender e reinvestir em ativos que não estão indo bem, e assim por diante, pois o cenário é dinâmico.

Um bom técnico está sempre atento ao jogo pensando em coisas que podem dar errado, e é assim que devemos pensar. Analisar o risco não é nada mais do que avaliar o quanto estamos dispostos a perder. Devemos sempre estar atentos aos tipos de risco que estamos correndo e como eles podem afetar nosso portfólio para tomar medidas e reduzí-los ou até anulá-los.

Não há muito segredo para se ter sucesso na alocação de ativos. O processo exige muita arte, paciência, perspicácia, curiosidade e inteligência profissional. Como um terno feito sob medida: em alocação de ativos todos temos o mesmo tecido, mas cada um tem seu gosto e seu corte. Para os bons ternos busquemos um bom alfaiate para nossa carteira, um bom gestor!

Obrigado leitor pela atenção.

Frederico Mesnik é gestor de recursos, mestre em Administração de Empresas pela London Business School, tem especialização em Finanças pela Universidade de Chigago, GSB, e escreve no Blog do Mílton Jung

De armadilha do mundo moderno


Por Maria Lucia Solla

Ouça “De Armadilha do mundo moderno” na voz da autora

De armadilha do mundo moderno

armadilha do mundo moderno

o que é o que é
o tal do mundo moderno
armadilha sei o que é
e dela corro
se preciso o caminho de volta percorro

armadilha prende
de um jeito que a gente não entende
pega você distraído
olhando para fora e bobeou
acaba destruído

me pergunto daqui pergunto de lá
ansiosa para entender
fui com francisco falar

do saber dele
do que ele sabe eu sei um cisco

mas não me intimido e com meu parco cisco
papeio horas sem fim
com o amigo francisco

disse eu a ele sobre a vida moderna
no seu conceito ainda me enredo
o que era moderno um dia
é antigo velho e bolorento cada dia mais cedo
e isso me põe medo

a modernidade você percebe
tem prazo curto de validade
mas mesmo assim
transforma em velho e inútil
tudo aquilo que a antecede

vem vestida de criação
mas o que faz na verdade
é pura destruição sim senhor
aniquila sem dó nem piedade
a modernidade anterior

nada sutil se insinua
arrebanha você e eu
e a gente se rende, sorrindo contente
se sentindo então mais gente

e enfim no pensa daqui pensa de lá
sabe onde é que fomos chegar
direto e sem pestanejar
no moderno celular

foi a conclusão a que chegamos
um vilão da vida moderna
que encontramos

faz-se dele
Deus portátil
o investimos de divino
divino de drive-through
volátil

da nossa ansiedade por controlar
e controlar
por ele alheios nos deixamos dominar

digo ainda para você
e digo também para mim
que se não dermos um basta
triste será o fim

então incito homem mulher e criança
joguemos pois no lago
a certeza levando o celular do lado
e riremos todos o riso da leveza da bonança

deixemos a pressa ir
e com ela o que a vida moderna
tenta à força definir

então você e eu
flutuando na paz do silêncio do celular
vamos cantar abraçar e beijar
que tal

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, recebe mensagens, não no celular, mas aqui no Blog do Mílton Jung

Mulher trabalhadora, homem ciumento

 

Por Dora Estevam
Tais e Marcos, Viver a Vida

É impressionante como ainda tem muito homem que não deixa a mulher trabalhar fora. As promessas são sempre as mesmas: fique em casa e eu te darei tudo.

A mulher que fica em casa se dedica aos filhos, casa e marido.Esquece que dentro dela tem um potencial que aos poucos se esconde, perde espaço. Sem trabalhar, sem pensar, sem se motivar; no mínimo o cérebro atrofia Depois de alguns anos – quando a vida a dois já está desgastada pela rotina – a mulher tenta se recolocar no mercado. O resultado você pode imaginar, enormes e várias dificuldades.

A menina, 22 anos, engravidou aos 17, resolveu quebrar a rotina, enfrentar o marido e procurar emprego. Encontrou: um mês depois, incomodado com as saídas da esposa, o marido exige que ela deixe o emprego. Sim, para ela trabalhar tem todo um ritual de beleza e arrumação que incomoda o sujeito.

A outra pula de casa em casa. De 40 em 40 dias está numa casa diferente porque o marido é quem sempre decide, a palavra é sempre dele: saia para cuidar das suas filhas.

Na Paraisópolis, comunidade popular de São Paulo, no Dia Internacional da Mulher, a porta da floricultura estava cheia de homens. A florista ficou na expectativa de boas vendas, mas, nada aconteceu. Eram somente maridos falando mal das mulheres, relata uma moradora.

São empregadas domésticas, babás, faxineiras, vendedoras….

Todos estes casos são de pessoas, de mulheres que moram na Paraisópolis e segunda-feira passada não tiveram o que comemorar.

Do outro lado do universo – o lado fantasioso – também existe um machista que não aceita a condição da mulher exercer a profissão dela. Eu falo do personagem Marcos, que tem José Mayer como protagonista, da novela “Viver a Vida”, da Rede Globo. Helena, a modelo, esposa, [mega-über] famosa fica entre o casamento e a profissão.

O empresário Marcos é o tipo que dá tudo pra mulher, do luxo ao glamour. Mas impede a moça de exibir a liberdade que conquistou há anos, com muita luta.

O que explica este comportamento? Que machismo é esse que acontece em todas as camadas sociais?

Sabemos que com a revolução sexual a mulher deixou de ser Amélia e conquistou o mercado de trabalho. Há mulheres com altos cargos nas empresas, mulheres que ganham uma fortuna, que dirigem grandes corporações. Há um mercado todo voltado para elas. Sem dúvida, enfrentaram e enfrentam um longo caminho para a conquista da dignidade pessoal, social e profissional.

A mulher é capaz de dar conta do recado, sim, cuida da casa, dos filhos, do marido, do trabalho, e ainda sobra tempo para se cuidar, se tratar – esteticamente falando. Sem contar as muitas que estudam sem parar, mestrado, doutorado, o que exige muito tempo de leitura.

Nada contra as que preferem ficar em casa, nada contra as que optaram por exercer as tarefas domésticas. Sei que esta opção exige muito trabalho delas, além da conta, muitas vezes.

Falo é dos homens ciumentos que impedem o crescimento profissional e intelectual da mulher, que exigem que ela fique em casa por puro machismo.

O Dia Internacional da Mulher foi criado para lembrar a morte de mulheres que, em frente a uma fábrica em Nova York, lutaram pela redução da carga de trabalho para dez horas, equiparação de salários com os homens e tratamento digno no ambiente de trabalho.

Foi-se o tempo em que as mulheres eram criadas para procriar e embelezar o marido. No século 19, as mulheres eram consideradas probleminha para a sociedade; hoje, o probleminha pode ser você, homem ciumento.

Dora Estevam é jornalista e escreve no Blog do Mílton Jung aos sábados sobre moda e estilo de vida

Pauta do dia no #cbnsp

 

Greve dos professores, no Masp Foto Marcos Paulo Dias, ouvinte-internauta

A morte do cartunista Glauco e a greve dos professores no Estado de São Paulo foram destaques na edição desta sexta-feira do CBN SP.

Violência – Glauco e o filho foram assassinados de madrugada na cidade de Osasco, na Grande de São Paulo. A família diz que eles foram vítimas em um assalto na casa em que moram, enquanto o Boletim de Ocorrência fala em execução. Polícia já tem foto e nome do suspeito pelo crime. Atualize aqui as informações sobre a morte do cartunista e o filho dele.

Greve dos professores
– Haverá assembleia e passeata dos professores estaduais em greve desde a semana passada, em São Paulo. A dificuldade de acordo ficou evidente nas entrevistas que realizamos com a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, e com o secretário adjunto da Educação do Estado de São Paulo Guilherme Bueno.

Lixo – A Ecourbis, uma das concessionárias que trabalham na coleta do lixo na cidade de São Paulo, anuncia que tem prejuízo de R$ 3,5 mi por mês, em média, e terá dificuldade para continuar prestando serviço na capital. A entrevista foi com o presidente da empresa Ricardo Acar.

Meio Ambiente – Os jovens dizem que o nível de informação sobre as questões ambientais é bom na escola e dão nota 7, segundo estudo da Unicef em comunidades de São Paulo. Por outro lado, os líderes comunitários identificam que os moradores ainda não cuidam do meio ambiente como deveriam e dão nota 3. Para analisar esta relação das pessoas com o ambiente urbano entrevistamos Tida Cavalcante, agente ambiental da zona leste e da Associação de Amigos da Pedro Nunes.

Confissões no banheiro

 

Por Rosana Jatobá

Depois de Madonna ter assumido que faz porque “gosta de senti-lo escorrer entre as pernas” ficou mais fácil lançar a ideia em rede nacional.

A delicada tarefa coube à competente repórter Monalisa Perrone, que, sem perder a elegância, anunciou a campanha da ONG S.O.S Mata Atlântica:

“Faça xixi no banho”.

Monalisa explicava que, ao ignorar o vaso, o telespectador poderia economizar muitos litros de água:

“Pra descargas com caixa acoplada são pelo menos 12. E nos  vasos com válvulas, muito mais:  60 litros por vez. ”

A ONG calcula que, evitando apenas uma descarga por dia, o consumidor poderia economizar até 4.380 litros de água por ano. Somente em São Paulo seriam poupados mais de 1.500 litros de água por segundo.

O apelo ambiental e econômico não foi suficiente para evitar discussões calorosas na redação. Um editor disparou:

– “Uma matéria como esta só ensina o povo a ser ainda mais mal-educado. Isso é um desserviço! Se a moda pega, a luta pra ensinar as pessoas a não fazer xixi nas piscinas, por exemplo, vai por água a baixo!”

De volta à emissora, Monalisa foi recebida com um banho de água fria:

– “Imagina se eu vou deixar meu banheiro com resto de urina pelos cantos! Ou você pensa que eu vou levar uma vassoura e um desinfetante pro box?”

– “Mas o xixi é limpinho” – repete Monalisa. “Eu disse na reportagem que 95% são água e o restante, uréia e sal” 

Não houve consenso.

Em casa, experimentei a façanha. Nos primeiros dias, com estranheza. Afinal, um contato tão direto assim com o xixi, por mais limpo que pareça, é sempre um contato com um dejeto; e, dependendo do dia em que se ingere pouca água  ou se toma um remédio, o tal resíduo pode exalar um cheiro forte e exibir uma coloração mais intensa, comprometendo sua imagem de pessoa asseada diante do próximo usuário do chuveiro.

Pensamento inócuo.

Depois de uma semana já havia me acostumado com a tal sensação propagada pela pop star.

Em visita a uma amiga que mora em Paris, me surpreendi quando ela disse que este é um hábito por lá. E de quebra, muita gente otimiza a capacidade de armazenamento do  vaso sanitário. O fatídico xixi que antecede o sono, fica lá a madrugada toda à espera do primeiro jato do dia. Assim, vão os dois xixis pelo cano de manhã.  Outra descarga poupada!

Minha empregada diz que aderiu à campanha, coisa que confesso não ter apurado. 

O fato é que essas pequenas iniciativas têm mesmo o poder de contagiar. Talvez por aliviar a culpa pela sobrecarga que impomos ao planeta, talvez pela probabilidade apavorante de passar sede.

Um estudo do Credit Suisse Research Institute, datado de novembro de 2009, revela que em 2020,  37% da população global, ou seja, 2,8 bilhões de pessoas, vão lidar com a falta d´água. Situação que pode piorar se as previsões do IPCC, com relação às mudanças climáticas, se confirmarem.
Mas o que temos a ver com isso, se o Brasil detém 13% da água doce do planeta? 

Primeiro, porque há uma percepção errada de que temos água em abundância. Nossos recursos hídricos estão mal distribuídos pelo país. Há excesso no Norte e escassez em grandes centros urbanos e nas áreas de climatologia desfavorável, como no semi-árido nordestino. A poluição dos recursos hídricos pelo lançamento de esgotos domésticos e efluentes industriais também a ajuda a acentuar os problemas de escassez.

Segundo, porque as pressões decorrentes deste déficit hídrico mundial poderão representar uma enorme ameça para países que têm grandes estoques de água, como o Brasil, diz a pesquisa.

Para mim, o hábito de evitar o desperdício vem de berço. Mas agora levo ainda mais a sério o desafio da higiene, usando o mínimo de água possível.  A máxima “menos é mais” lava a alma.

O problema é o risco de radicalizar. Convivo com uma voz, vinda do além, que me manda todos os dias  fazer uma varredura pela casa, em busca de chuveiros e pias pingando. É um tal de torcer com tanta força os registros, vedando a passagem da água, que a simples tarefa de abrir a torneira precisa do esforço concentrado de pelo menos duas pessoas.

Confesso que também não resisto a provocar o maridão, que tem um encontro sagrado e demorado com o banho.

Outro dia fui até questionada pela minha sogra:

– “Você não acha que este é um dos poucos prazeres que meu filho pode ter, depois de um dia extenuante de trabalho?”

– “Tudo bem. Tem razão” – disse à nora, resignada.
Não vou impedi-lo de curtir a forte relação com a água quente jorrando do chuveiro. Ao contrário, vou ajudá-lo a descobrir outros prazeres de um banho relaxante… sem deixar rastros no banheiro, claro!

Que vivam as Madonas!!! 

Rosana Jatobá é jornalista da TV Globo, advogada e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da USP. Toda sexta, conversa com os leitores do Blog do Mílton Jung sobre sustentabilidade e outras necessidades.

Homens fazem ‘ajoelhaço’ pelo perdão das mulheres

 

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Centenas de homens ajoelhados pedindo perdão. A cena se repetiu pelo quarto ano no Sarau da Cooperifa em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Sérgio Vaz explica que o “ajoelhaço” é uma forma de os homens se desculparem por anos de injustiça e preconceito.

No Blog Colecionador de Pedras escreve que não basta o ato simbólico, é preciso mudança de comportamento. Acredita que os frequentadores da Cooperifa tem um perfil menos machista e se ajoelham porque sabem o quanto a mulher é humilhada em seu cotidiano. “Respeito não é apenas uma palavra, é um sentimento”.

Pauta do dia no #cbnsp

 

CBN SP A violência no trânsito de São Paulo apontada em estudo da Fundação Seade foi um dos destaques do CBN SP desta quinta-feira. Mas foi o projeto de lei que impõe pagamento de 20% de gorjeta em bares e restaurantes, após às 11 da noite, que mais provocou discussão entre ouvintes-internautas.

Acompanhe algumas das pautas do dia:

Consumidor – A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou projeto de lei em caráter terminativo – vai direto para a Câmara – que prevê a cobrança de 20% de gorjeta. O texto também determina que este valor faça parte do cálculo para férias, incluindo o adicional de 1/3, bem como do 13º salário, do FGTS e de outros direitos legais. O presidente da Associação Comercial de São Paulo Alencar Burti disse que a proposta é populista e prejudica o setor. Ouça a entrevista completa que foi ao ar no Jornal da CBN.

Trânsito – Sinalização, educação e punição são três dos caminhos que a cidade deve adotar para reduzir o número de pessoas que morrem no trânsito de São Paulo. A avaliação é do doutor em planejamento de transportes e logística pela Universidade de Illinois Paulo Resende que comentou estudo da Fundação Seade sobre a violência na capital. Em 20 anos, 150 mil pessoas morreram vítimas do trânsito. Morrem, em média, 20 pessoas por dia. Ouça a entrevista de Paulo Resende

Sinal de descasoTrânsito – A falta de sinalização ou a sinalização precária foram assuntos em reportagem de Cátia Toffoletto que esteve vistando pontos da cidade onde o problema ocorre há algum tempo. A falta de faixas horizontais nas pistas prejudica o tráfego e pode provocar acidentes de trânsito. Cátia chamou atenção, também, para bueiros que estão sem tampa e podem causar prejuízos aos motoristas. Ouça a reportagem da Cátia

Pauta do dia no #CBNSP

 

CBN SPA partir desta semana você terá aqui no blog acesso às entrevistas realizadas pelo CBN São Paulo. É só clicar, ouvir, opiniar e replicar:

Fórmula Indy – A cidade de São Paulo investiu R$ 12 milhões para a realiação da Fórmula Indy no próximo fim-de-semana. O presidente da SPTuris Caio Luiz de Carvalho explicou que a prova não ocorre no autódromo de Interlagos porque o contrato com a Fórmula Um impede.

Cidadania – A webcidadania é um dos temas em discussões na Conferência Internacional das Redes Sociais que se realiza em Curitiba, de 11 a 13 de março. O integrante do Movimento Voto Consciente Henrique Parra Parra explicou na conversa com o CBN SP sobre a importância do uso da internet na mobilização da sociedade.

Educação – Projeto social prepara os adolescentes para usar a comunicação como insturumento de mobilização comunitária. O CBN SP entrevistou Rafael Lira, educomunicador e coordenador de Participação Juvenil da ONG Viração


Mais entrevistas e reportagens que foram ao ar no CBN SP, clique aqui