De violência

 

Por Maria Lucia Solla

 

Violência

 

A violência, que hoje frequenta todo tipo de boca, continua atingindo a parte de dentro e a parte de fora de nossas casas. De todas as casas. Ela não tem só duas caras, tem uma coleção delas. Apresenta-se como preciso for, no momento do ataque. Nasce da covardia, do medo, da fraqueza, da impotência, do descontrole, da incapacidade de se adaptar; de se aceitar.

 

O violento é medroso, fraco, e ataca para enfraquecer o outro pelo grito, pelo susto, pelo assalto dentro e fora de casa, para que você desça ao nível dele (ou dela); onde moram a covardia e a sensação de poder.

 

Violência é constrangimento físico ou moral, dizem os dicionários, mas vamos concordar que violência é violência, e pronto. Quem a pratica é covarde e viciado em adrenalina. Sua ‘droga’ é ferir.

 

Violência é filha da ignorância, e ataca intelectual e emocionalmente. É falta de educação, de preparo para viver em sociedade. Falta de família e excesso de uma essência que não quer mudar.

 

O problema do povo brasileiro é, sempre foi e sempre será, o seu povo. Os macacos e as araras é que não são; certo? Somos uma mescla riquíssima de gente de todos os pontos do planeta, e patinamos, patinamos, mas não deslanchamos.

 

Não vou me aprofundar na questão, primeiro porque não domino o tema, e porque não me apetece essa pesquisa. De qualquer modo, todos estamos carecas de saber de tudo isso. Não é preciso pesquisar para saber que a violência está saindo pela tampa.

 

Passei só mesmo para lembrar-nos de contermos a violência nas palavras, no olhar, no gesto, no pensamento, sempre. Um sorriso, atenção extra e delicadeza sempre, ajudam a diminuir os efeitos malévolos da dita cuja.

 

Você sabia que cinco pessoas morrem, a cada volta que o ponteiro dá em volta do mostrador do relógio? Isso mesmo, cinco seres humanos morrem por hora, no Brasil, atingidos por arma de fogo.

 

Desarmamento de todos, inclusive dos bandidos…
E-du-ca-ção já!
Respeito pelo professor, pais, vizinhos, por todos os seres e pela Natureza, e pronto.

 

Paz

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Detox digital virou artigo de luxo em hotel

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Smartphone. WhatsApp. Facebook. Instagram. Twitter.

 

Estes são apenas alguns dos ícones do mundo digital que alcançam hoje pessoas de todas as idades ao redor do mundo. Algumas mais, outras menos digitais. Todas, porém, sofrendo forte pressão para se renderem às ferramentas online.

 

Pesquisa realizada pela ecomScore diz que o Brasil é líder no tempo gasto em redes sociais, em média 60% a mais do que o restante do mundo, tendo 45% de sua população online usando 650 horas em média por mês estas ferramentas, seja através de celulares ou computadores.

 

Seja por lazer, parcialmente por questões de trabalho ou negócios, a verdade é que não podemos negar que o uso de celulares e todos os aplicativos e facilidades que estes nos trazem se tornou um vício. Principalmente no Brasil, se nos atentarmos aos números da pesquisa acima. E apesar de usarmos muito e até sentirmos prazer com tanta tecnologia, se desconectar parece ser um sonho, um luxo muito longe de ser alcançado.

 

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Com o objetivo de incentivar os hóspedes a se desligarem do mundo virtual,a rede hoteleira Grand Velas Resorts lançou um programa de Digital Detox, onde os hóspedes podem optar por deixar seus aparelhos eletrônicos de lado para vivenciar melhor as experiências oferecidas pelo resort em suas unidades da Riviera Nayarit e Riviera Maya,ambas no México. Ao fazer o check in, o hóspede é informado sobre o programa especial e, caso realmente queira participar, será convidado a deixar todos seus equipamentos com a equipe do hotel. Além disso, a TV de tela plana da suíte escolhida será substituída por jogos de tabuleiro.

 

Férias sem celular. Sem iPad. Sem “selfie”. Sem WhatsApp. Sem Instagram.

 

Você toparia esse desafio de ficar alguns dias sem acesso ao seu celular e “desconectar-se” do mundo? Já pensou nisso?

 

Para o consumidor contemporâneo pode até parecer uma abstinência e, de fato, não deixará de sê-lo para os mais “plugados”, mas certamente possibilitará a eles o privilégio de refletir sobre sua própria vida, além, claro, de poder descansar, ler, e principalmente estar próximo (de verdade) das pessoas ao seu redor.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em “arketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

De pegadinha milionária

 

Olá,

 

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hoje é sábado, e faltam poucas horas para eu enviar meu texto para o Mílton postar aqui no blog.

 

Poderia começar dizendo que é difícil encontrar assunto e escrever semanalmente sem cansar o leitor com meu estilo, mas eu gosto tanto de escrever, de falar e de pensar, que não sei o que seria se mim, se não pudesse rabiscar meus sentimentos nesta página imaterial onde tenho escrito há tanto tempo.

 

Essa manhã, fui dar aulas num bairro bem distante do meu, e resolvi ir de carro. Tenho usado muito transporte público, mas tem vezes que me ofereço uma dirigida pela cidade. E essa “dirigida” saiu cara!

 

Logo depois que o prefeito atual desta cidade resolveu mexer na velocidade permitida nas ruas, por tudo o que é canto, e pintar e bordar, literalmente, sem um projeto de quem realmente sabe o que está fazendo – para isso vamos às Universidades e quebramos o pescoço de tanto estudar – e sem discussões públicas, coisas que eu imagino devam ser feitas quando se mexe no cotidiano e no hábito dos habitantes que pagamos o seu salário, diga-se de passagem. Tem placas de 30 até 70 Km/hora ziguezagueando por vias, ou pela mesmíssima via, e eu nem saberia descrever o caos que é dirigir hoje nesta cidade engessada. Virou a esquina? O radar te pegou, porque o limite de velocidade mudou! Há!

 

… mas nas duas primeiras vezes que usei o carro, logo depois da doideira instalada em cada via, a cada velocidade diferente – deve ser a diversidade que agora está na crista da onda – já levei duas multas.

 

Moro na Vila Andrade, e para chegar ao meu Hortifruti favorito, preciso pegar a Guilherme Dumont Villares. Desde que eu me mudei para este bairro, o limite de velocidade para veículos nessa avenida, assim como em tantas outras vias da mesma importância, era de sessenta quilômetros por hora.

 

Saí de casa toda faceira, com minhas sacolas floridas, e lá fui eu. Não ultrapassei os sessenta por hora, cuidadosa. Fui ao Hortifruti, passei momentos deliciosos comprando minhas frutas, legumes, boa carne e outras gostosuras que não dá para ficar sem, e na volta, na mesmíssima via pela qual tinha ido, voltei.

 

Pá! Na minha cara, no primeiro quarteirão, uma placa de limite de velocidade de 50 Km. Não! logo a seguir dois enormes radares gulosos, escandalosos e vergonhosos, miram e fotografam teu carro e a placa dele. E você recebe, logo a seguir, um aviso em casa, te informando de que foi pega pelo radar. Trouxa!.

 

Quer dizer que quem vai paga para ir e voltar? Nem uma plaquinha pequeninha para avisar quem vai, que a velocidade mudou? Num percurso de não mais de seis quilômetros a gente tem que ser assaltada assim, a vias armadas?

 

Valha-me Deus!

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Aproveite os benefícios e privilégios que os cartões de crédito cobram de você

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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As administradoras de cartão de crédito com foco no segmento de alta renda são conhecidas por suas taxas de anuidade elevadíssimas. O que muito cliente não conhece são os muitos benefícios oferecidos, e ao não usufruir deles torna o produto ainda mais caro. Sala Vip, concierge, programa de acúmulo de milhas, assistência e seguros de viagem costumam fazer parte dos serviços prestados por essas empresas, além disso cada bandeira tem sua particularidade que varia conforme a modalidade do cartão (e as taxas cobradas).

 

A Mastercard, por exemplo, tem o “Mastercard Surpreenda”: programa de pontos que não tem nenhuma relação com seus demais programas de milhagem. A cada compra efetuada com o cartão de crédito ou de débito, o cliente registra 1 ponto. Os pontos podem ser trocados por benefícios como ingressos de cinema, lojas de diversos segmentos, viagens para destinos selecionados em que o acompanhante não paga e restaurantes em que o prato principal do acompanhante é cortesia. Para os clientes Platinum e Black, há restaurantes renomados que participam do programa como A Figueira Rubaiyat, Folha de Uva, Arola Vintetres (Hotel Tivoli Mofarrej), Zucco, Eat,apenas para lembrar alguns nomes, em São Paulo. Clientes Mastercard Black contam ainda com o benefício de Garantia Estendida, onde itens comprados com o cartão recebem garantia de pelo menos 1 ano adicional além da oferecida pelo fabricante do produto. A parte que envolve viagens é uma das mais sofisticadas da bandeira, disponível aos clientes Black, que contam com uma agência exclusiva onde podem efetuar reservas de hotéis, aluguel de veículos, jatos privativos e outros.

 

A Visa também é forte nos benefícios que envolvem produtos de viagem aos clientes da modalidade de cartão Infinite. Seu programa Visa Luxury Collection reúne hotéis de luxo ao redor do mundo com benefícios que variam de café da manhã incluído nas tarifas, late check-out a voucher para o Spa do hotel, entre outros. Clientes Visa Infinite também possuem Garantia Estendida em até 1 ano (além da garantia do fabricante) para produtos comprados com o cartão. O cartão inclui, claro, os benefícios tradicionais como seguros e assistência em viagens, concierge que indica destinos de sua viagem de acordo com seu perfil e benefícios sazonais, como valet cortesia no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.

 

A American Express é conhecida como uma das mais sofisticadas. Mas, conforme já falamos anteriormente em artigos aqui no Blog do Mílton Jung, no Brasil, a bandeira vem decaindo em seus serviços desde 2006, ano em que passou a ser representada pelo Banco Bradesco. Seu cartão The Platinum Card é o mais sofisticado da bandeira por aqui, pois no exterior o Centurion Card, o “cartão black” da Amex é considerado o mais elitizado. No Brasil, associados ao The Platinum Card tem acesso a uma agência de viagens exclusiva – Platinum Travel Service – onde recebem benefícios em hotéis membros do Fine Hotels & Resorts, como café da manhã, check-in adiantado, massagem no Spa e outros. O cartão tem um diferencial: os pontos adquiridos em compras efetuadas com o The Platinum Card nunca expiram. Nas bandeiras Visa e Mastercard, varia conforme o banco emissor, mas em média os pontos expiram em até 36 meses. Por ser administrado pelo Bradesco, parte de seus benefícios inclui descontos nas salas Bradesco Prime no Cinemark e no Teatro Bradesco.

 

Com a correria do cotidiano, muitos consumidores não se atentam aos benefícios a que têm direito. Isso vale para cartões de crédito, seguros, bancos e outros. Hoje, porém, o consumidor contemporâneo tem de estar mais consciente e antenado com relação a produtos e serviços. Como sempre prestei muito atenção nestas questões, já houve casos em que eu sabia melhor os benefícios do produto do que o próprio funcionário da empresa – algo bem comum, especialmente, em bancos no Brasil.

 

E você, já leu o guia de benefícios de seu cartão?

 

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

 

A foto deste post é do álbum de Ken Teegardin no Flickr

De mundo colorido

 

Por Maria Lucia Solla

 

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Olá,

 

cada dia que passa eu acredito mais fortemente que estamos mirando o alvo errado, um objetivo que nos leva sempre para mais longe do centro da questão, da tomada de consciência do fato. Do erro.

 

Estamos centrados no macro: a cidade, o estado, o país, o mundo e os mundos à volta e as pessoas que se destacam por mandarem e desmandarem, deslavada e desavergonhadamente.

 

Agora põe a mão na consciência comigo; tudo e todos os que estão aí somos nós, gente como a gente, nascida no mesmo Planeta Terra, mas é gente que está apodrecida, desconjuntada, totalmente desatinada e desorientada. Num patamar impossível de curar.

 

Esses são cartas fora do baralho.
Sem chance, como diria minha amiga Neyd.

 

Onde focar, então? No micro, ora!. Na célula. Em você mesmo em primeiro lugar, para ser um recipiente digno da alma que recebeu, e que tem tudo para deitar a cabeça no travesseiro e adormecer com um sorriso e acordar com vontade de preencher cada dia com o seu melhor. Não é assim?

 

Pois assim deve ser.

 

Mas vale lembrar-se e lembrar a quem quiser ouvir, que delicadeza faz as flores crescerem mais bonitas; gentileza e consideração evitam furacões; atenção e compaixão previnem enchentes. E por aí vai. Cada centímetro que a gente melhora no convívio consigo mesmo e com o outro, seja ele quem for, a Natureza e tudo à nossa volta muda de colorido.

 

é o mundo que a inocência da criança pinta
ela sabe que é possível

 

Assim, só posso terminar este nosso papo sugerindo colorir o mundo, ensinando aos jovens e às crianças a libertarem, da folha branca de desenho, a beleza de um convívio sadio, começando dentro de casa, numa corrente infinita.

 

Também será preciso trazer de novo à moda os amigos Muito Obrigado, Desculpa, Com Licença, A Senhora Quer Se Sentar? Precisa De Uma Ajuda Aí? Com Licença, Professora! E por aí vai, passando a só usar a buzina numa situação de emergência (que é para isso que ela existe, sabia?), dando lugar para um motorista que está esperando há seis carros que alguém lhe permita entrar no fluxo – modo de dizer.

 

Tenho notado muito disso tudo à minha volta, dos dois tipos, dos dois lados da cerca. A maioria das coisas por perto me deixam muito bem, mas o inverso está duro de roer, não é?

 

Pensa nisso, ou não, e até a semana que vem.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Os brutos que me perdoem, mas gentileza é fundamental

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Quando falamos em produtos e serviços de luxo inegavelmente esperamos a perfeição. Ou, talvez, a expectativa de que esta exista. Na verdade essa perfeição é (ou deveria ser) intrínseca ao produto de luxo,pois, como já falamos em alguns artigos aqui no Blog do Mílton Jung, esta é requisito para um produto ter tal consideração. Sem falarmos, claro, da alta qualidade, prestígio da marca, sua história e a história de seu criador.

 

Não podemos deixar de lado os aspectos intangíveis. O que é intangível é uma das principais chaves do sucesso (ou não) das marcas desse segmento. No varejo de luxo, onde a marca, representada por seus funcionários, tem contato direto com o cliente, é mais comum de aparecerem pequenas e, às vezes, grandes falhas no atendimento. A falta de gentileza é uma delas.

 

Claro que é essencial que vendedores conheçam a história e valores da marca, entendam o universo em que esse cliente está inserido e outros quesitos racionais. Porém, ser gentil é fundamental. Abordagem qualificada, atenção ao cliente e tratamento exclusivo resultam em encantamento. Sem isto, em decepção. Decepcionado, o cliente não volta e a imagem da marca começa a se deteriorar.

 

A falta de atenção também merece destaque. Recentemente pude observar cena em um hospital de luxo, em São Paulo, bastante significativa. O cliente era atendido e esperava o registro de sua entrada para o exame, enquanto a funcionário, sem olhar para ele, repetia gesto comum hoje em dia: dedilhava o seu celular. E como pude perceber, interagia em seu próprio perfil do Facebook. Algo que pode parecer simples, mas para o cliente, na condição, aliás, de paciente, foi nítido que naquele momento era como se ele nem estivesse ali. Um típico caso em que se identifica a possível falta de treinamento comportamental, que deve essencialmente ser aliado ao treinamento de produto.

 

Convenhamos, isto já deveria ser mais do que sabido por todos: gentileza e educação são aspectos que profissionais de atendimento devem ter independentemente do segmento em que atuam. Afinal, quem não gosta de ser bem atendido, entendido e encantado?

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Boychoir: o talento do menino rebelde do coral

 

 

FILME DA SEMANA:
“Boychoir”
Um filme de François Girard
Gênero: Drama
País:EUA

 

Um menino rebelde vê sua vida desmoronar após recentes incidentes. O passado parece vir salvá-lo pois ele descobre que seu pai existe, mas, na verdade, o que o salva é seu inestimável talento para o canto que será desenvolvido em uma prestigiosa escola interna especializada em coral.

 

Por que ver:
É uma mistura de musical, drama e motivacional. Um filme emocionante no melhor estilo “Ao Mestre Com Carinho”, “Fame”…

 

O talento das crianças do filme é impagável. Todos os meninos são cantores e o principal, o Stet, é um ator que canta bem e estudou para fazer o filme…Uma graça!

 

Como ver:
Com a família, de preferência com os filhos. Todos irão se emocionar.

 

Quando não ver:
Com a galera do Jiu Jitsu… Será meio estranho ver aqueles grandalhões chorarem… Escolha algo tipo “Os Vingadores” ou “Transformers”

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?

De Kintsugi-Patchwork

 

Por Maria Lucia Solla

 

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Já me quebrei muitas vezes, na vida. Quebrei uma porção de ossos: dos pés, da testa, do nariz, do braço, até o cóccix eu quebrei, o que me levou a uma cirurgia de coluna. Sou capricorniana, ossos sujeitos a chuvas e tempestades, e faço uma porção de coisas de uma vez, pulverizo o tempo à minha disposição e me embaraço entre passado presente e futuro, de cada momento. Andam de mãos dadas, cada um dando uma pincelada na minha vida e no meu comportamento, o tempo todo; me arrastando na sua sanidade e na sua loucura, ao sabor dos mais variados e ritmados tiquetaques.

 

Também já fraturei meu orgulho, tive o coração despedaçado uns pares de vezes, já fiquei sem dinheiro, e já tive muito dele também. Privilégio. Não perdi tempo na vida. E lá vem de novo meu regente, Saturno, que é o Senhor do Tempo. Quando está de boa, me deixa passear pelo seu reino, escancara gavetas e arquivos, e eu me regalo. Me sirvo de seus guardados e me maravilho com suas revelações. Agora, quando resolve cruzar os braços, haja Deus!

 

Tenho muitas cicatrizes, como era de se esperar. E quem não as tem? A cicatriz na testa, esculpida quando eu tinha uns 6 anos, é a mais antiga e a mais aparente. Faz uma segunda sobrancelha, acima da original. Faz parte de mim. As outras, por mais escondidas que estejam, devem ser respeitadas, porque se fazem lembrar aqui e ali; cada uma a seu modo.

 

Cada fratura física, emocional, intelectual e outras das quais a gente ainda não faz nem ideia que têm nomes, fazem de mim o que sou hoje; e hoje, certamente sou melhor do que ontem. Me orgulho delas, e decidi que vou tratá-las, daqui para frente, como um recipiente japonês quebrado, recuperado e valorizado.

 

A peça quebrada e recuperada com cola e pó de ouro passa a ter um valor muito maior do que antes, quando ainda estava intacta. As rachaduras enriquecem a peça, na arte tradicional japonesa, o Kintsugi.

 

Acreditam, os japoneses que aquilo que é danificado tem uma história, que faz dele uma peça especial e mais rica. Em vez de tentar camuflar a rachadura, fazem um reparo que enriquece e enaltece os reveses.

 

Agora é só continuar agradecendo por ser o Kintsugi-Patchwork da hora.

 

Um VIVA à VIDA!

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Londres terá apartamentos de luxo com a assinatura Mercedes-Benz

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A montadora alemã Mercedes-Benz em parceria com a Fraser Hospitality Group anunciou o lançamento de apartamentos inspirados na marca que é uma das mais tradicionais e luxuosas do mercado de automóveis. O projeto “Mercedes-Benz Living, London” estará disponível já a partir do próximo mês, na capital inglesa. Algumas fontes calculam que a diária ficará em torno de R$ 2,4 mil.

 

Os ambientes são totalmente equipados e oferecem espaço ideal para empresários que vivem longe de casa por um longo período. Localizados na região de Kensington, área nobre de Londres, os apartamentos medem por volta de 100 metros quadrados e incluem área de estar e jantar com proporções generosas, cozinha super completa e dois quartos. Tudo concebido com design de ponta e assinatura da Mercedes-Benz. Para tornar o ambiente ainda mais agradável,a parte de áudio leva a assinatura da Burmester.

 

Os projetistas conseguiram transferir o conceito da Mercedes para luxuosos apartamentos – como é possível perceber nas imagens que ilustram este artigo.

 

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Não é a primeira vez que uma marca de automóveis de luxo se associa a empreendimentos de imóveis ou hospitalidade. A montadora inglesa Jaguar, por exemplo, tem suítes com sua assinatura no St Regis Hotel, em Nova York.

 

Com o mundo globalizado, pessoas vivem e trabalham em cidades desconhecidas onde estão a procura de uma “casa longe de casa”, que ofereça a sensação de segurança e acolhimento – luxo, também, sem dúvida. Esses parecem ser os principais diferenciais do empreendimento: o sensorial aliado ao luxo material. Design, boa localização, bom gosto, modernidade… tudo aliado ao bem estar de quem deseja qualidade de vida no seu cotidiano.

 

Depois de Londres, a Mercedes-Benz planeja levar seu novo empreendimento para Cingapura que, de acordo com pesquisa anual da revista britânica Monocle, especializada em estilo de vida, foi considerada uma das 25 melhores cidades do mundo para se viver.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em “arketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Danny Collings: Al Pacino é rock and roll

 

 

Por Biba Mello

 

FILME DA SEMANA:
“Danny Collings”
Um filme de Simon Curtis
Gênero: Comédia/Drama
País:EUA

 

Baseado em fatos reais, mais precisamente na vida de Steve Tilston.

 

Um rock star tiozão, vive uma vida sem regra,s drogas e, obviamente, mulheres mais jovens… Após receber carta de John Lennon, que ficou sem ser entregue por 40 anos, ele resolve mudar sua vida, recuperar laços familiares e viver um grande amor.

 

Por que ver:
É divertido, o ator principal é o Pacino, e é sobre família e Rock and Roll… Bom como se não bastasse é um filme baseado em fatos reais, o que deixa tudo mais bacana ainda!

 

Como ver:
Sem a criançada pois tem cenas de consumo de drogas, no mais, vale tudo… Menos…

 

Quando não ver:
Não é um filme romântico, portanto se sua intenção for pegar aquela gata/o não rola…

 

Prefira o filme “Ninfomaniac” , do Lars Von Trier, que eu já escrevi sobre ele neste blog, se a intenção for ir BEMMM mais além…Mas esteja no seu apê ou no dela/e ( você entenderá porquê…)

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?