
A irônica imagem feita na rua Santa Ifigênia foi enviada ao CBN São Paulo e este desastrado blogueiro perdeu o nome de seu autor. Portanto, deixo-a como homenagem ao ouvinte-internauta desconhecido, mas muito perspicaz.

A irônica imagem feita na rua Santa Ifigênia foi enviada ao CBN São Paulo e este desastrado blogueiro perdeu o nome de seu autor. Portanto, deixo-a como homenagem ao ouvinte-internauta desconhecido, mas muito perspicaz.
Mafalda, Pituca, Letícia e Vovó. São todos personagens da história contada pelo ouvinte-internauta César Cruz que se passa em uma pequena, mas importante rua desta cidade para aqueles garotos que se encontravam no passado. Uma história marcada no paralelepípedo:
Tem Conte Sua História de São Paulo aos sábados no programa CBN São Paulo, todos os dias aqui no blog e na sua estante com o livro lançado pela Editora Globo, que reúne 11O capítulos da capital paulista
O promotor de justiça de Habitação e Urbanismo José Carlos de Freitas vai conversar com os vereadores de São Paulo sobre o projeto de lei que prevê a concessão de autorização provisória para funcionamento de cerca de 1 milhão de empresas que estão sediadas em imóveis irregulares na cidade. Ele falou ao CBN São Paulo sobre os riscos desta anistia e os motivos que o levam à Câmara Municipal:
Neste blog você ouve entrevistas com o urbanista Cândido Malta e a Associação Comercial de São Paulo, sobre o mesmo tema, postadas no dia 29/02.
O vereador Arselino Tatto, líder do PT na Câmara Municipal de São Paulo, considerou inteligente a medida do prefeito Gilberto Kassab de não interferir na decisão do Legislativo de criar 28 cargos de confiança no Tribunal de Contas do Município. O líder do governo, vereador José Police Neto, do PSDB, falou que o prefeito respeitou a independência dos poderes.
Os dois vereadores, contudo, se dizem contra o projeto de lei aprovado na Câmara que aumentará os custos do TCM em R$ 12 milhões e abre espaço para a volta dos supersalários no tribunal.
Ouça o debate promovido pelo CBN São Paulo:

O desperdício de água na Vila Talarico, na zona leste de São Paulo, foi registrado pela Cátia Toffoletto que prepara reportagem especial sobre o tema. Na semana passada, Cátia alertou para o cidadão que limpa a calçada com mangueira, mas hoje a perda se dá pelo descuido da própria Sabesp que faz campanha publicitária para a redução do consumo de água. Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.
Agora o outro lado
“Em resposta aos comentários publicados no CBN Blog – Mílton Jung, hoje (3/3), sobre o desperdício de água por vazamentos na Vila Talarico, zona leste de São Paulo, informamos que uma equipe da Sabesp esteve no local, hoje mesmo, e realizou os serviços de manutenção necessários, sanando os vazamentos nas ruas Apadana, 39 e Ana Concheta Talarico, 230.
Quanto a suspeita de vazamento de água na rua Professor Edgar Santos, a equipe constatou que não se trata de água da Sabesp e sim de uma mina. A Prefeitura já foi comunicada por meio de ofício sobre essa situação para as providências necessárias.
Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação”

Esmagado, esturricado, humilhado. É assim que se sente o passageiro de ônibus na cidade de São Paulo. Para o ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias, autor desta imagem, a maneira de desabafar é a fotografia. Está cada vez mais difícil embarcar nos coletivos na Parada Getúlio Vargas, corredor da Avenida Nove de Julho, linhas que seguem sentido Praça da Bandeira, Terminal Bandeira, Santana, Estação da Luz, escreveu. A cena que você vê se repete a partir das seis da tarde, todos os dias.


“O nome é sugestivo, mas a cidade é pequena e a mais poluída do Mediterrâneo, foi o que nos escreveu a colunista dominical deste blog Maria Lucia Solla ao cruzar por Megalópolis. Em viagem pela Grécia que você acompanha nos textos das últimas semanas, Maria Lucia registrou a imagem desta cidade metida a besta, haja vista seu nome, que fornece energia elétrica produzida a partir do petróleo, para o Peloponeso inteiro.
Kassab lava as mãos com R$ 12 mi
O Tribunal de Contas do Município é parte integrante do Legislativo e, por isso, a criação de mais 28 cargos de confiança que custará R$ 12 milhões para a cidade pelos vereadores, é questão interna da Câmara Municipal. Esta foi a desculpa do prefeito Gilberto Kassab (DEM), de São Paulo, que se omitiu no debate sobre o aumento de custos do TCM. Lavou as mãos ao devolver o projeto de lei ao Legislativo sem aprová-lo ou rejeitá-lo. Caberá agora ao presidente da Câmara Antônio Carlos Rodrigues a tarefa de sancionar a lei, o que certamente não lhe provocará nenhum constrangimento.
Desde a semana passada, o TCM se nega a dar declarações sobre o assunto. Transparência nunca foi o seu negócio, mesmo. Os conselheiros que se travestem de ministros (informação da ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina) alegaram, por meio da assessoria de comunicação, que essa é uma questão do Executivo (leia-se prefeito) e do Legislativo (entenda-se por vereadores) os parentêses são meus. Portanto, como Kassab pode dizer que este é um assunto de consumo interno se o próprio Tribunal alega o contrário ? Ou quer enganar o cidadão paulistano e não tem coragem de enfrentar os vereadores ou está mal assessorado e mal informado.
Alegar que o projeto não altera os custos do Legislativo no Orçamento é ingenuidade que não cabe ao prefeito Gilberto Kassab. É não levar em consideração que a partir de agora mais 28 pessoas serão contratadas pelo Tribunal com salário de R$ 8.500,00. Poderão embolsar gratificações, mesmo que seus vencimentos superem o do prefeito (R$ 9.639,00). Ou seja, mais cedo ou mais tarde, este custo sera repassado para nós e teremos de pagar por mais esta mordomia em uma casa que já tem 638 funcionários.
Difícil de entender como o prefeito Gilberto Kassab que teve coragem de enfrentar setor econômico influente na Câmara dos Vereadores ao aprovar a lei Cidade Limpa e provocar demissão e fechamento de empresas na área de publicidade externa, não o teve agora no momento de encarar os vereadores e cortar as benesses oferecidas aos conselheiros do Tribunal de Contas do Município.
No mundo moderno, dejetos produzidos pelo homem se transformam em biogás. No mundo em construção, e moramos nele, fezes e urina, além de desperdiçados, acabam trazendo uma série de problemas nas comunidades mais pobres. Cerca de 90 milhões de brasileiros não têm coleta do esgoto sanitário e a maioria destes é obrigada a conviver com doenças, imundice e mau cheiro.
O jornalista Leandro Becker, da Rádio Diário AM de Carazinho, no Rio Grande do Sul, tratou deste tema em reportagem realizada na cidade que, atualmente, tem cerca de 58,5 mil moradores. Carazinho fica na região das Missões a uma distância de pouco mais de 290 quilômetros da capital gaúcha, Porto Alegre.
O relato dos moradores das áreas mais pobres se assemelha muito com aqueles que vivem nas favelas de São Paulo e Rio de Janeiro, como você poderá constatar ao ouvir esta reportagem:
Leandro Becker é jornalista, fuçador de notícia e gremista posso lhe garantir que este último predicado foi o que menos me influenciou na decisão de publicar o trabalho dele neste blog.
João Buzone
Ouvinte-internauta do CBN São Paulo
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
– Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa !
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
– Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
– Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa ! Upa ! Isso, devagar!
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai…
Fantástico! Corre, corre mais! Upa ! Upa ! Upa !!!
Você venceu, Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
– Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa… ‘Vamos matar o porco!’
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor???