Secretário Estadual do Emprego, Guilherme Afif Domingos, em brincadeira sobre a visão consumista que tomou conta do Natal, durante o programa de Ronie Von, na noite desta quinta-feira.
Secretário Estadual do Emprego, Guilherme Afif Domingos, em brincadeira sobre a visão consumista que tomou conta do Natal, durante o programa de Ronie Von, na noite desta quinta-feira.
Osvaldo Stella
Diretor de Bali/Indonésia
A história se repete. Durante a Cop 11, em Montreal, as vésperas de seu encerramento, as negociações estavam emperradas e já se cogitava o seu fracasso. Naquele momento o ex – presidente dos Estados Unidos Bill Clinton fez um discurso memorável para um plenário lotado e estasiado . Aquele discurso contribuiu de forma determinante para o avanço das negociações e o sucesso do encontro.
Ontem, o récem-laureado prêmio Nobel Albert Arnold Gore Jr., mais conhecido como Al Gore, surgiu em um momento complicado das negociações e injetou ânimo extra nos negociadores que tentavam derrubar os obstáculos impostos pela delegação americana.
Em seu pronunciamento, que atraiu para o auditório principal todos os participantes do evento e deixou a Convenção em clima de fim de Copa do Mundo (lembrei-me das ruas desertas do Brasil em dias de jogos decisivos) o ex-futuro-presidente ou ex-vice-presidente ou, simplesmente, Al Gore disse publicamente o que todos queriam ouvir, e a maioria já sabia.
Al Gore disse que “eu sei, por experiência, que o desenrolar das negociações em geral ocorre nas últimas 48 horas. Eu espero que neste período ocorra a mudança de postura de alguns países, principalmente, para mim, a dos EUA”. Ele se refere a posição americana de bloquear o andamento das negociações tentando impedir a construção do “Mapa do Caminho”, principal objetivo deste encontro. Este “mapa” é que definirá as diretrizes fundamentais para construir o segundo período de compromisso do protocolo a partir de 2012.
Os EUA tem tentado construir um sistema paralelo a convenção do clima e ao mesmo tempo que tenta criar um novo caminho faz o possível para esvaziar a convenção. Nesse caminho próprio, esculpido através do chamdo MEM ( Major Economies Metting), o objetivo é adaptar a realidade das negociações do clima estritamente aos anceios americanos, o que tem sido cada vez mais difícil dentro da convenção do clima.
Os EUA ainda são o fiel da balança da questão climática mas estão perdendo a liderança antes muito sólida, a União Européria, nesta convenção presidida pela notável delegação portuguesa tem cumprido com louvor a sua parte. Ontem este movimento ganhou um importante aliado, o americano Al Gore.
O vento da esperança volta a soprar em Bali. Esperança que a reunião da convenção, em 2012, não seja realizada em Atlântida.
O alto número de cesarianas nas maternidades particulares é um dos sinais de que a gestão privada da saúde, no Brasil, está cada vez mais parecida com a pública e seus criticados métodos. Por outro lado, a redução na mortalidade infantil demonstra que há avanços no serviço de saúde, apesar da série de problemas financeiros, administrativos e políticos. É o que diz o pediatra Fernando de Andrade Guimarães, chefe do berçário da Maternidade Amparo Maternal, de São Paulo, nesta entrevista ao CBN SP.
Durante esta semana, uma série sobre a qualidade do serviço público de saúde está sendo realizada no programa e você pode acompanhar aqui no blog:
A primeira surgiu da própria imprensa que se atrapalhou ao anunciar quem foi o autor do veto da lei que proíbe o detector de metal na entrada dos bancos: Pitta, Serra ou Kassab ? Na prefeitura de São Paulo, fonte oficial, a informação era de que Celso Pitta havia vetado a lei há dez anos. Informação errada. A própria prefeitura corrigiu a notícia: o veto foi de Serra, em 2005.
Mas tinha mais confusão pela frente: afinal falou-se muito da proibição da porta giratória, quando o problema não é a tal porta, mas o detector de metais que impede a entrada de qualquer pessoa que esteja carregando algum metal. Seja uma prótese, seja uma metralhadora.
As dificuldades para saber o que vai acontecer, não pararam por aí: bancos, bancários e vigilantes vão à luta para derrubar a lei na justiça. E, me cobrem mais tarde, vão ganhar e você vai continuar sendo barrado na porta do banco, principalmente ser não estiver bem vestido e for negro.
A crítica de que o serviço público de saúde passa por processo de privatização com a presença das Organizações Sociais gerando hospitais e outros equipamentos não tem o apoio do médico Carlos Alberto Suslik. Coordenador do MBA em Gestão de Saúde, parceria do Hospital Israelita Albert Einstein com o IBMEC de São Paulo, ele participou da série de entrevistas promovida pelo CBN SP sobre a saúde pública:
Osvaldo Stella
De Bali/Indonésia
“Na véspera do encerramento da 13ª Convenção do Clima ainda restam muitas dúvidas de como ficará o texto final do mapa do caminho (Road Map) que vai determinar o andamento das negociações para o futuro da convenção do clima.
O que fica cada vez mais claro é que o tamanho da questão climática é maior que o da Convenção do Clima. Na medida em que se avança na busca de soluções para a
mudança climática, se ampliam as alternativas, e as estruturas disponíveis dentro do Protocolo de Quioto se mostram pouco dinmicas para atender as novas
demandas.
Questões como preservação das florestas e metas para países em desenvolvimento, que até pouco tempo soavam como heresias, hoje são assuntos correntes nas negociações.
Já não se fala mais apenas em mitigação; adaptação e vulnerabilidade já ocupam um espaço maior no diálogo.
Talvez a grande contribuição da convenção do clima e do protocolo de quioto tenha sido de incorporar a questão da mudanças climática na realidade individual das pessoas em todo o mundo.
A solução para a questão do aquecimento global necessita de mudanças estruturais na sociedade moderna e isto só é possível com mudanças individuais de todos. Quioto é um processo que atua de cima para baixo. Cabe a nós cidadãos fazermos nossa parte, de baixo para cima, revendo nossos padrões de consumo, pressionando nossos representantes, cobrando das empresas e indústrias posturas mais afinadas com esta nova realidade.
Hasta la victoria siempre.”

Agora é o Clube Esperia que apresenta sua árvore de Natal construída com material reciclável. As 3 mil garrafas PETs recolhidas e entregues pelos sócios, além das que foram compradas em uma cooperativa de catadores, resultou nesta árvore de 10 metros de altura que ganha um visual especial durante o dia, devido a incidência da luz do sol.
O presente vem em seguida: motivados pela campanha, o clube passará a recolher material reciclado e entregá-lo à cooperativa.
Paulistano perde R$ 2,5 bi no congestionamento
O motorista de carro em São Paulo já paga pedágio urbano e não sabe. Por ficar parado no trânsito e ter de andar cada vez mais devagar devido aos constantes congestionamentos, a cidade perde cerca de R$ 2,5 bi por ano, segundo cálculos do professor de Engenharia de Transportes Públicos, da Escola Politécnica de USP, Jaime Waisman. Apenas no conestionamento de segunda-feira provocado pela reintegração de posse de área ao lado da Marginal Pinheiros se foram R$ 50 mi.
Jaime, que conversou com o CBN SP, esclarece, porém, que cobrar uma taxa para circular na cidade não seria a melhor solução:
Por Osvaldo Stella
Direto de Bali
Hoje, na 13ª edição da Convenção do Clima, em Bali, na Indonésia, todos os envolvidos buscam fechar as, cada vez mais complexas, negociações. Durante o evento organizado pelo Brasil para apresentar a proposta brasileira para combater o desmatamento na Amazônia, o diretor da UNEP (United Nations Environmental Program) disse que : “existem duas conferências, a dos colchetes e a das ações”. Ele se refere aos famigerados colchetes que povoam os textos e impedem que os mesmos sejam fechados.
Na mesma linha o chanceler brasileiro Celso Amorim disse que “a postura dos negociadores depende muito da pressão da opinião pública”.
Kioto adquiriu um tamanho e uma importância que lhe tiraram agilidade e dinâmica. O protocolo já não responde na velocidade e na medida que a questão climática exige. Curiosamente, sem ele não teríamos este nível de consciência.
O programa “Noite Paulistana” que vai ao ar toda sexta-feira no CBN São Paulo, apresentado pela Janaína Barros, ganhou o prémio rádio na categoria “cultura” da APCA, a Associação Paulista dos Críticos de Arte. Foi premiado, também, o Fim de Expediente, apresentado por Dan Stulbach e companhia, toda sexta, às sete da noite, na categoria “variedades”.
Na mídia rádio os demais vencedores foram:
Grande Prêmio da Crítica: Rádio Eldorado AM – Ingresso no setor esportivo em parceria com a ESPN Brasil
Musical: Sala de Professores/Eldorado FM
Internet: Podcast Muqueca de Siri
Humor: Energia na Véia/Radio Energia 97
Programa: Plug Eldorado/Eldorado AM
A entrega do prêmio será dia 25 de março.