"Comunicar para Liderar" – Campinas/SP from Gustavo Frison on Vimeo.
MÍLTON JUNG
#ComunicarParaLiderar: sessão de autógrafo vira sessão de fotógrafo
O fenômeno dos smartphones, esses equipamentos capazes de nos oferecer acesso a Deus e todo mundo, tornou a fotografia algo corriqueiro, pois basta apontar a lente do celular e tocar a tela para o registro digital ser armazenado. Poucos segundos depois, a cena já está à disposição para compartilhar com os amigos – e os nem tanto – nas redes sociais. Nesse último mês, em que dediquei parte do meu tempo para lançamento do livro “Comunicar para liderar” (Editora Contexto), escrito em parceria com a colega e fonoaudióloga Leny Kyrillos, ficou evidente que as sessões de autógrafos de antigamente já não são mais as mesmas. Poderiam quase que serem substituídas por sessões de fotógrafos, pois não há um leitor que se satisfaça com a dedicatória à caneta. A assinatura vem sempre seguida do pedido de autorização para um ‘selfie’, mesmo que o ‘selfie’ não seja propriamente ‘selfie’, pois, na maioria das vezes, o celular é entregue a alguém mais próximo que se propõe a tirar a foto. E, ainda bem, sempre aparece alguém disposto a colaborar, até porque depois será a vez dele fazer o mesmo pedido.
No sábado, estivemos em Campinas, onde recebemos uma quantidade enorme de leitores e ouvintes, na Cultura, do Shopping Iguatemi, e realizamos um ‘talk-show’ para, em seguida, atendermos ao público que se dignou a permanecer por algumas horas em uma inalcançável e, pela paciência dos presentes, também, incansável fila, que se iniciou no piso térreo da livraria, subiu dois lances de escada para terminar diante da mesa na qual Leny e eu recebíamos os convidados. O roteiro era muito parecido, graças ao carinho de cada pessoa que nos deu o privilégio da presença: um gesto de gentileza, a troca de palavras sobre o trabalho e a vida, a dedicatória personalizada, o autógrafo e, claro, a fotografia. Tira foto de um lado, ajeita o cabelo do outro, levanta para sair melhor na imagem, senta para dar espaço a todos da família, às vezes é preciso repetir a cena porque a luz não ficou boa ou o ‘fotógrafo’ de plantão se atrapalhou nos botões. No fim e ao cabo sempre tem alguém que comenta, como que criando uma cumplicidade:, “vocês devem estar cansados de tanto autógrafo e foto, não?”.
Digo a todos e reforço neste texto: não! Com certeza, nada daquilo que temos de fazer para receber os leitores é capaz de nos cansar. Tudo gera prazer, nos oferece alegria e satisfação. É maravilhoso ouvir a história de cada um, a forma como as pessoas entendem as mensagens que transmitimos e o desejo de compartilhar estas sensações. Como aconteceu nesse sábado, há momentos de muita emoção e outros em que a vontade é de levantar e abraçar a todos que estão por lá. Ouve-se algumas coisas incríveis como o menino que, apesar de muito novo, curte estar sintonizado na rádio, o senhor que quer me conhecer porque admira o trabalho de meu pai, a moça que reconhece a inteligência da minha colega de livro pelos trabalhos científicos publicados, sem contar a enorme turma que nos tem como companheiros de viagem todas as manhãs. Houve amigos, como o Cláudio Vieira, que vieram de São Paulo para nos prestigiar, e outros que não nos conheciam pessoalmente mas que fizeram questão de se apresentar como gremistas que são, caso do Danier, que seguidamente deixa seus recados neste Blog.
Tenho um certo pudor em me apresentar como escritor, apesar deste ser o terceiro livro que escrevo, sem contar as participações em outros trabalhos, pois creio que haja pessoas muito mais bem preparadas para ocupar esta função, mas a relação com o leitor durante essas sessões é estimuladora. Tem-se vontade de estar lá no dia seguinte para encontrar a todos novamente ou correr até a próxima cidade para um novo lançamento, mais um tempo dedicado ao bate-papo, à dedicatória, ao autógrafo e, claro, à fotografia, porque esta é sagrada.
Até o próximo lançamento ou até o próximo “selfie”!
Comunicar para liderar: dicas para que a sua mensagem inspire e transforme as pessoas
A importância da comunicação e algumas dicas para desenvolver esta habilidade estão neste vídeo no qual a fonoaudióloga Leny Kyrillos e eu apresentamos o livro “Comunicar para liderar” (Contexto). Lembrando que, neste sábado, nós estaremos, ao vivo, no auditório da Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, na cidade de Campinas, a partir das 17 horas, quando teremos um talk-show seguido de sessão de autógrafos.
“Comunicar para liderar” será lançado, nesse sábado, em Campinas
Nesse sábado, Leny Kyrillos e eu estaremos em Campinas, interior de São Paulo, onde lançaremos o livro “Comunicar para liderar” (Contexto), na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi. Às 17 horas, participaremos de um bate-papo com leitores e, a partir das 18 horas, teremos a sessão de autógrafos.
O ganhador do livro Comunicar para liderar é …
Muita gente bacana e criativa participou do concurso que promovemos no Twitter sobre o livro “Comunicar para liderar” que escrevi com a fonoaudióloga Leny Kyrillos. A ideia foi incentivar as pessoas a publicarem uma frase relacionada ao tema principal do livro que mostra como a comunicação é essencial para quem pretende liderar uma empresa, um grupo de trabalho ou a sua própria carreira.
O vencedor do concurso foi Rodolfo Silveira (@RudSilveira), que vai receber em casa um exemplar de “Comunicar para liderar”, graças a seguinte frase:
Recebemos durante esse período mais de 30 frases bem interessantes e houve alguns que nos deram uma baita força compartilhando nossa campanha através de seu perfil no Twitter. Todos esses ganham um cupom de 25% de desconto para a compra do livro no site da Editora Contexto. A palavra-chave vai por mensagem direta no Twitter. Caso você tenha mandado sua frase ou retuitado nossa promoção e não recebeu o cupom, é só me avisar por aqui ou pelo próprio Twitter.
Valeu!
Use sua criatividade no Twitter e ganhe o livro #ComunicarParaLiderar
Nesta semana, você está convidado a escrever uma frase pelo Twitter com o tema central do livro “Comunicar para liderar” que Leny Kyrillos e eu lançamos recentemente. Como a boa comunicação tem de ser simples, direta e objetiva, o desafio é conseguir resumir em menos de 140 caracteres aquilo que você pensa sobre a importância da comunicação para quem precisa liderar uma empresa, um grupo de trabalho ou a sua própria carreira.
Publique sua frase até a sexta-feira, dia 21 de agosto, com a hashtag #ComunicarParaLiderar. Todas as frases que vierem com esta hashtag eu vou retuitar, a melhor delas receberá de presente o livro com a nossa dedicatória. E todas as demais receberão um cupom de desconto de 25% para comprar o livro diretamente no site da Editora Contexto.
Aproveito para lembrar que no dia 29 de agosto, sábado, Leny e eu estaremos na Livraria Cultura, do Shopping Iguatemi, de Campinas, para um talkshow, a partir das cinco horas da tarde, e sessão de autógrafos em seguida.
Conheça o Museu do Rádio, em Porto Alegre
Visitei o Museu do Rádio, mantido por Daltro D’Arisbo, em um apartamento em Porto Alegre. São 210 aparelhos das mais diversas épocas que foram recuperados e, hoje, “falam” como antigamente. Aproveitei a passagem por lá para entrevistá-lo em transmissão ao vivo feita pelo Periscope e reproduzida no meu Twitter @miltonjung no próprio sábado, dia 1º de agosto. O resultado da longa e interessante conversa está no vídeo acima.
A história de como conheci o Museu e o que me levou até lá no último fim de semana, você encontra no texto escrito pelo meu irmão, Christian Jung, em seu blog MacFuca que você pode ler aqui.
Concorra a um exemplar do livro #ComunicarParaLiderar
Leny Kyrillos e eu lançamos recentemente o livro Comunicar para liderar, pela editora Contexto, no qual mostramos que a comunicação é essencial para quem pretende liderar uma empresa, um grupo de pessoas ou a sua própria carreira. Você pode conhecer mais sobre nosso trabalho, aqui.
Imaginamos que você também deve ter tido experiências interessantes nas quais a comunicação lhe ajudou. Aproveite esta história e conte para nós em vídeo de até 30 segundos, gravado e publicado no Twitter, com a hashtag #comunicarparaliderar. Todos os vídeos ganharão um RT da minha conta @miltonjung e a melhor história receberá, em casa, de graça, um exemplar do nosso livro.
Obrigado por suas palavras!
Uma conhecida muito próxima tinha o hábito, ao menos até há alguns anos, de anunciar o seu aniversário uma semana antes aos colegas de trabalho, amigos e parentes. Estratégia usada porque não era capaz de pensar na possibilidade de o dia chegar e não haver ninguém para lhe dar um abraço. Diante de tanta correria na vida, temia que os outros a esquecessem logo na data mais importante do ano (para ela, lógico). Cortaria os pulsos de desgosto. A medida preventiva dava resultado, pois era festejada como poucas no escritório e o telefone em casa não parava um minuto sequer, tantos os parabéns enviados. A preocupação dela, exageros à parte, convenhamos, fazia sentido, pois nenhum de nós, por mais comedidos que sejamos, gostaríamos de ser esquecido no aniversário. Até escondemos a idade, mas não o dia do nascimento.
Nestes tempos de Facebook, ninguém mais precisa contar nada para ninguém. Com os dados devidamente preenchidos no cadastro, deixamos a data despretensiosamente registrada e disponível a todos os nossos amigos e seguidores. Assim que o dia chega, todos são notificados e recebemos enxurrada de mensagens carinhosas. No meu caso, em particular, ainda conto com a indiscrição dos colegas de rádio, alguns com acesso ao microfone, que, sem pudor, lembram do aniversário da gente. Isso gera outra enxurrada, agora de e-mails. E foi com alertas na tela do celular e mensagens na caixa de correio que me embebeci nesse primeiro de agosto quando completei 52 anos de vida.
Na lista de nomes que consegui acompanhar havia amigos bem próximos, outros conhecidos daqui e de lá, gente de todos os rincões e muitos, mas muitos ouvintes mesmo. Havia, também, pessoas que nunca ouvi falar ou conheci, mas que me deram o privilégio de dedicar alguns minutos de seu dia para escrever palavras animadoras. Coisas que me deixaram muito feliz. É em nome dessas sensações percebidas que estou aqui registrando em post meu enorme agradecimento a cada um de vocês.
Claro que ao fazer questão de compartilhar esta relação incrível que tive com tantas pessoas nesses dias, antes e depois de meu aniversário, há uma ponta de vaidade se revelando. Mas, principalmente, o faço porque seria incapaz de responder a cada uma das gentilezas enviadas. E cada um que as enviou merece o meu abraço de agradecimento por ter tornado este meu aniversário ainda mais legal.
Muito obrigado por tudo que você fez!
Mesmo morto, imagem de Cecil resiste e se transforma em símbolo de campanha contra a caça de leões
Temos de matar um leão por dia é o que dizemos com frequência em analogia a tarefa árdua que enfrentamos para sobreviver na selva urbana. A forte concorrência, a disputa pelo cliente e as negociações complexas – todas essas dificuldades no cenário corporativo que conhecemos muito bem – se somam a necessidade de mantermos relações humanas saudáveis e preservamos a qualidade de vida, nossa e dos mais próximos. Os últimos acontecimento, porém, sinalizam que talvez esteja na hora de mudarmos a expressão, também, pois, ultimamente, matar leões tem se transformado em um risco à reputação de muita gente.
A vítima mais recente – e me refiro a reputação – foi o dentista americano Walter Palmer que tem na caça um dos seus hobbies (consta que atacar mulheres, também, estava entre suas preferências). No Zimbábue, ele e um grupo de adeptos da modalidade seduziram um leão a abandonar a área de proteção para em seguida atingi-lo com uma flecha e deixá-lo agonizando até a morte, em ação que teria se estendido por 40 horas. Antes de decapitá-lo e esfoliá-lo, tiveram o cuidado de arrancar o GPS implantado no animal na tentativa de expor o troféu sem revelar o crime.
A estratégia não funcionou. O leão morto não era um leão qualquer: era Cecil, considerado símbolo no Zimbábue e reconhecido pela forma dócil com a qual dividia o santuário dos animais com turistas e fotógrafos. Em pouco tempo, a notícia se espalhou no país, ganhou o continente e chegou a todas as partes do mundo, provocando uma onda de protestos.
Palmer, como se não tivesse consciência do crime que realizou, já pediu desculpas em gesto que, tenho impressão, não convenceu ninguém. Se os erros cometidos por ele anteriormente – já havia sido pego em caça ilegal e denunciando por assédio sexual – não tinham sido suficientes para atingir sua imagem, desta vez a reputação dele foi fatalmente ferida e vai agonizar da mesma maneira que Cecil.
Com sua flechada, o dentista americano (ou seria ex-dentista?) atingiu o coração de muitas pessoas, algumas que, talvez, jamais tenham refletido sobre a forma brutal como a caça é realizada. Hoje, por exemplo, já se mobiliza autoridades nos Estados Unidos e na Europa com o objetivo de que se aprove leis que proíbam a importação desses animais que, mortos, têm suas cabeças transformadas em troféus. O alvo da medida são as centenas de caçadores americanos e europeus que viajam especialmente para países na África e pagam fortunas para se divertirem com a morte de leões e outros animais exóticos. E aqui vale ressaltar essa diferença básica: não se caça por sobrevivência como no passado nem para se alimentar populações; a caça é uma diversão para essas famílias.
Quero acreditar que Cecil, até então um desconhecido para a maioria de nós, tenha tido sua vida sacrificada para se eternizar no nosso imaginário como o animal que teve força e carisma capazes de transformar o olhar da humanidade em relação a caça.
Acesse e assine a petição que tenta proteger os leões e animais exóticos dos caçadores







