Ouvintes escrevem sobre os 90 anos do rádio no Brasil

 

A série de reportagem produzida pela CBN sobre os 90 anos do rádio, que serão comemorados no dia 7 de setembro, sexta-feira, têm provocado muitas lembranças e comentários de ouvintes-internautas. Um dos que se entusiasmaram foi o jornalista Paulo Brum, gaúcho erradicado em Brasília. Reproduzo a seguir o texto enviado por ele, antes deixo o link para o trabalho da repórter Nathalia Toledo que apresenta arquivos históricos do rádio brasileiro:

 


Acesse aqui a série de reportagens sobre o 90 anos de rádio, da CBN

 

 


Por Paulo Brum

 

Mais uma vez volto a escrever-lhe, dessa vez para falar do rádio. Hoje pela manhã escutei toda a discussão sobre a breve história do rádio no Brasil, Rádio Nacional, Mairink Veiga, Paulo Gracindo, Emilinha Borba, Mario Lago, e outros tantos imortais!
 

 

Há alguns anos fui entrevistado pela BBC sobre a importância do rádio, sobre a escuta da BBC em ondas curtas, etc. Essa entrevista resultaria anos depois na emissão de notícias da BBC para o Brasil, como a que hoje transmite a CBN.

 

Bem, digo isso para registrar minha devoção ao rádio, desde a infância, no interior do Rio Grande do Sul, único meio de comunicação com o Brasil e o mundo.

 

O rádio servia para enviar recados de parentes e pessoas que estavam na cidade para quem estava no interior, no campo. Eram recados de alguém que estava enfermo, de algum falecimento ou nascimento, de alguém que estava viajando e desceria em tal ou qual encruzilhada, ou de alguma encomenda, um medicamento, que viria pelo ônibus.

 

As notícias da capital, Porto Alegre, eram escutadas pela manhã, geralmente tomando um mate. As rádios Farroupilha e Gaúcha eram, e ainda são, as mais escutadas.

 

A novela Direito de Nascer está na minha memória, ainda garoto. Minha mãe, irmã, tias, juntavam-se próximas ao rádio para escutá-la. Choradeira geral, muitas vezes. Lembro-me também do Morro dos Ventos Uivantes. Morria de medo, não ia dormir enquanto o pessoal também não fosse. O vento e o uivo do cão eram aterrorizantes, então.

 

As emissões das Copas do Mundo, não havia televisão, eram emocionantes. O som parecia ir e vir, dava realmente a impressão de distância continental.

 

Também eram escutadas rádios do Uruguai, da Argentina. Lembro-me das emissões da Rádio El Mundo, do programa “Montevideo de Noche”, da voz rouca e absolutamente sensual de uma locutora, que embalava a imagens de adolescência com músicas que não chegavam ao interior do Rio Grande do Sul, Zitarrosa, Mercedes Sosa, tangos, jazz, etc

 

Quando os Tupamaros sequestraram o Embaixador do Brasil no Uruguai, Dias Gomide, juntamente com o agente da CIA, Dan Mitrione, no frio do inverno, juntávamo-nos todos ao redor do rádio para acompanhar. Pelotas estava ao lado da fronteira, meu pai era trabalhista e ia seguidamente conversar com o Brizola em Montevidéu. A preocupação era grande. Se a ditadura aqui também apertasse, para onde ir?

 

Durante a ditadura a única forma de saber o que realmente acontecia no Brasil era pelas ondas curtas, pela BBC, Rádio França Internacional, Central de Moscou e até pela Voz da América. Escutei discursos intermináveis de Fidel Castro pela Rádio Havana, Território Livre da América (sic).

 

Campanhas em defesa dos presos políticos no Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Nicarágua, África do Sul, Mandela e outros países e pessoas que naqueles momentos da Guerra Fria sofriam com ditaduras sanguinárias.

 

A guerra do Vietname também nos atingia, mesmo no hemisfério sul, no Rio Grande. Escutar os Beatles pela BBC era o máximo, sensacional!

 

Também eram tempos em que a utopia ainda fazia parte do nosso imaginário de um futuro igualitário, humano, justo, fraterno. Esse encantamento daria lugar a outra realidade anos depois, já na democracia, fim da guerra fria, queda das colônias portuguesas, Revolução dos Cravos, queda do Franquismo, Perestróika, Bin Laden, Torres Gêmeas de Nova Iorque, invasão do Iraque, Afeganistão…

 

Ainda hoje mantenho esse costume de escutar rádio, pela manhã, em casa, no carro, em qualquer lugar onde esteja. Já há algum tempo deixei de escutar as ondas curtas, mas reconheço que elas chegam a lugares onde a internet, com todo o seu alcance, ainda não chega.

A história de um radialista fugitivo

 

Milton Ferretti Jung

 

Esta é mais uma história de rádio. Sei que quando escrevo sobre tal tema garanto, pelo menos, o interesse de um leitor: o Mílton, comandante deste blog, cujo gosto por este veículo sem o qual, é voz corrente, brasileiro não vive, rivaliza com o meu. Aliás, ele me mandou um e-mail, um dia desses, sugerindo que, volta e meia, contasse minhas experiências radiofônicas ou as vividas pelos meus colegas de profissão. Então, aí vai mais uma por mim protagonizada.

 

Corria o ano de 1977,véspera de uma Copa do Mundo que seria disputada na Argentina. Nossa seleção, que não obtivera sucesso na anterior, com sede na Alemanha, precisou participar das Eliminatórias do Mundial, competição em que não estava se saindo bem. Fui escalado para narrar Colômbia x Brasil. Ser escolhido pelo chefe da equipe esportiva da Rádio Guaíba, Armindo Antônio Ranzolin, para narrar um jogo desta envergadura era um privilégio. Meus companheiros na viagem com destino a Bogotá eram o comentarista Ruy Carlos Ostermann, o repórter João Carlos Belmonte e o operador Ronaldo Krebs.

 

Deixamos Porto Alegre num voo que nos levou a São Paulo. Lá (ou aí, como queiram) embarcamos para o destino final: a capital colombiana. Depois de uma escala em Manaus, viajamos mais algumas horas até desembarcar em Bogotá, onde chegamos no dia 4 de fevereiro, uma sexta-feira. No aeroporto de Eldorado tive minha primeira experiência com os 2.591 metros de altitude desta cidade andina. Há quem fique com falta de ar. Não foi o caso de nenhum do nosso grupo. Fomos de táxi para o Tequendama, hotel de cinco estrelas, um luxo. Nossa estada em Manaus seria de vinte dias. A seleção brasileira marcou para o domingo, 6 de fevereiro, um amistoso contra o Millionários, na época um dos mais badalados clubes de futebol bogotano.

 

No sábado, à noite, saímos a caminhar e acabamos jantando numa boate de bom nível. Até então, eu não tivera qualquer problema com a altitude. Comemos bem e bebemos moderadamente. Afinal, não se pode cometer qualquer tipo de exagero em véspera de uma jornada esportiva internacional. Voltamos os quatro para o Tequendama. Era madrugada e acordei com o estômago que parecia ter virado ao avesso. Se estivesse no México, pensaria estar sofrendo do Mal de Montezuma. Diz a lenda que todo estrangeiro que visita a Cidade do México arrisca-se a sofrer dele. Acordei mal. Não quis almoçar. Fomos para o El Campin para cobrir o amistoso da seleção brasileira contra o Millionarios. Narrei o jogo sentindo-me como um condenado. Meus companheiros foram passear na noite dominical de Bogotá. Fiquei sozinho no hotel e aproveitei para telefonar à Varig. Perguntei se a empresa tinha voo na segunda para o Brasil. Tinha, mas eu fui posto na lista de espera. Trocamos de hotel. No apartamento deste, dei um susto no Ruy ao lhe informar que eu logo iria para o aeroporto disposto a retornar a Porto Alegre. Solidariamente, os outros três me acompanharam. Antes, porém, sem que eu soubesse,o Ruy telefonara para a Guaiba comunicando que eu retornaria.

 

Voltei. O Ranzolin pediu ao Antônio Britto, coordenador do esporte,que me convencesse a retornar a Bogotá. O futuro governador gaúcho teve sucesso na empreitada. No dia seguinte, voei de retorno. No dia 20 de fevereiro narrei o  zero a zero de Brasil e Colômbia. Meu castigo foi pagar a viagem de volta. “Al fin y al cabo”, não tive prejuízo. As nossas diárias eram excelentes. O Belmonte, que viajava muito a serviço da Guaíba, com o que poupou em diárias, conseguiu construir sua casa. Talvez eu escreva alguma história sobre o João Carlos Belmonte.

 

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

“O rádio não vai embora, vai para todos os lugares”

 

O caro e raro leitor deste blog é testemunha do esforço que faço para defender a tese de que a internet foi o oxigênio do rádio e nós jornalistas que atuamos no meio temos de estar sempre dispostos a experimentar as ferramentas que esta tecnologia inovadora nos oferece. Verdade que muitas vezes não me sinto recompensado por este exercício, a medida que o resultado que imagino alcançar ao me aproximar do cidadão quase sempre está aquém da minha expectativa. Talvez seja resultado dá má avaliação que faço do potencial de cada recurso ou da má utilização deste recurso. Mas vamos parar de choradeira se não até você, raríssimo companheiro, vai embora desta página sem nem mesmo chegar ao segundo parágrafo.

 

Nesta semana, fiquei muito satisfeito ao ler reportagem com o CEO da NPR, Gary Knell, publicada no site Nieman Journalism Lab, da Fundação Nieman de Harvard, na qual o entrevistado fala de como a National Public Radio ou rede pública de rádio dos Estados Unidos está se adaptando às novas tecnologias. Recentemente, a organização entregou seu departamento de jornalismo e de programação de rádio para Kinsey Wilson, chefe do setor de mídia digital da NPR. Esta foi a primeira grande mudança realizada por Gary Knell, que assumiu o cargo de CEO há três meses. Para o jornalista Andrew Phelps, que o entrevistou, “um sinal claro de que a NPR não é mais apenas uma rádio”.

 

Para o CEO da NPR a intenção é mostrar que não deve mais existir distinção entre as plataformas nas redações e com este trabalho alcançar o público mais jovem, além de diversificar racial, geográfica e politicamente a emissora. Um aspecto interessante na entrevista de Knell é quando chama atenção para o fato de mais da metade da audiência do rádio estar, atualmente, no carro: “os americanos estão vivendo em seus carros cada vez mais, às vezes imagino que vamos dormir e comer dentro dos nossos carros, devido ao trânsito” – isto me soa familiar, não !? Esta realidade tem levado fabricantes a investirem em carros conectados, com tecnologia digital que permita os motoristas a acessar todo tipo de informação que esteja na rede. “Se não estivermos nessas plataformas, estamos mortos”, disse Knell.

 

Sem mais detalhes, fica-se sabendo na entrevista que a NPR tem trabalhado com a Ford para explorar novos recursos a serem instalados nos automóveis e parte desta tecnologia estará abordo dos novos modelos que saem da fábrica. Com o rádio de carro na web, por exemplo, as emissoras ganham dimensão global, e o ouvinte pode acompanhar o noticiário de sua emissora preferia onde quer que esteja. Ao anunciar as mudanças no comando da NPR, Gary Knell brincou com as palavras em mensagem publicada no Twitter: “radio isn’t going away, it’s going everywhere” – algo como “o rádio não vai embora, vai para todos os lugares”.

 

Agora que terminou de ler este post no blog que escrevo na rádio CBN, ouça a nossa programação seja no computador, no telefone celular ou no tablet, esteja onde você estiver.

Suellen, 20 anos com a CBN

 

Hoje, senti como missão escrever sobre minha relação com a Central Brasileira de Notícias.

No caminho ao trabalho, pela manhã, estava acompanhando um depoimento da Lúcia Hipólito em comemoração aos 20 anos de criação da rádio, assim como acompanhei os dos diversos jornalistas nos dias anteriores. Mas, somente hoje, a idade dessa jovem informante me causou estranhamento.

_Vinte anos… Mas, como assim, se eu tenho 27?!_ Pensei.

Minha surpresa se deu pelo fato de eu me lembrar ter escutado a CBN durante a vida inteira. Me surpreendi ao perceber que a rádio é mais nova que eu e não bem mais velha como imaginava.

Talvez, pela imagem que criei da rádio quando ainda era criança. Ouvia tantas informações e sobre tudo, que não podia imaginar que, a época, a CBN fosse tão menina quanto eu.

Enquanto algumas pessoas iam formando seu gosto musical pelos discos de vinil de seus pais e irmãos mais velhos, eu – que sou primogênita, fui influenciada pelo rádio do carro do meu pai, que só tocava notícias.

No caminho da escola, do hospital, passeios e viagens ia me acostumando com a vinheta que se tornou parte do meu acervo musical.

No início, não gostava tanto assim. Como criança, queria ouvir outros assuntos que não fossem tão adultos. Mas essa implicância durou pouco tempo.

Rapidamente, fui pegando gosto pelas informações. Queria estar sempre antenada!

Foi assim que, indiretamente, acabei virando porta-voz da rádio.

Chegando ao trabalho, se sinto falta de alguém, já me adianto: “a recepcionista vai chegar atrasada. Tem um engarrafamento no trânsito. Acabei de ouvir na CBN”.

No assunto da hora do almoço, às vezes me pego concordando sobre algum assunto: “é mesmo! Eu ouvi isso na CBN”.

Com pouco tempo de namoro, inocentemente, perguntei ao meu namorado cujas características marcantes são, ser musical e nerd: _Você não escuta notícias? _ Estava tão acostumada a não ouvir músicas no carro, que achava aquilo estranho.

Era engraçado perceber que eu acabava lhe mantendo informado sobre a queda da bolsa, ou dicas de investimento, assuntos com os quais não tenho muita afinidade. Até que, no dia 5 de outubro, ele me cumprimenta à noite dizendo:

_Soube que o Steve Jobes morreu?

Eu respondi surpresa:

_Não… Onde viu isso???

Ele rebateu:

_Acabei de ouvir na CBN.

Achei aquilo no mínimo inusitado.

Talvez, ele só vá saber ao ler esse texto que, o livro “Saga Brasileira” presente dado no dia de seu aniversário foi uma dica da CBN não ouvida por mim, mas pela minha mãe, que durante o dia ouve todas as dicas sobre gastronomia, cultura e tantos mais e nos mantém mais informados quando chegamos em casa.

Nunca tinha parado para pensar nesse tipo de interação, mas o aniversário da rádio me fez parar e rir de tudo isso.

Outro dia, ao passar pela recepção da empresa onde trabalho, ouvi a vinheta que me acompanhou e acompanha ainda hoje.

_ Você está ouvindo CBN?_ Perguntei surpresa.

A moça respondeu:

_Sim! Preciso me manter informada, quero passar num concurso público.

Ri mais uma vez de tudo isso.

Achei, então, que deveria compartilhar com vocês o quanto são influentes sobre a minha vida e a de muitos brasileiros.

Ouvindo a voz de vocês, aprendo todos os dias como ser feliz profissionalmente, como não ficar louca com as dívidas do cartão de crédito, como escolher o político em que vou votar, o restaurante em que vou jantar, formo minha opinião sobre os mais diversos assuntos, até mesmo sobre o futebol que não rendeu nada no fim de semana. E isso faz parte da minha vida!

Parabéns pelo trabalho!

Meu nome é Suellen de Oliveira Sá. Sou professora, ativista de direitos humanos e ouvinte da CBN. Essa é a minha história de amor com a rádio.

Conte Sua História de SP: Ouvinte faz parte da história

 

No Conte Sua História de São Paulo, a ouvinte-internauta Suely Schraner, assídua colaborada deste quadro, faz homenagem aos 20 anos da CBN:

No dia 1º de outubro, dia em que se comemora o aniversário da CBN, é também consagrado à deusa da Palavra, Fides.

No começo era difícil sintonizar. No meio da notícia, entrava um “aleluião”. Rádio pirata evangélica, se interpunha entre o ouvinte e a “All News”. Sintonia fina, finíssima. Melhor nem triscar no dial 780 AM / 90,5 FM.

Na minha “cozinhoteca” (mistura de cozinha, biblioteca e cdteca) o dia passa em ondas “CBêNicas!. Desde “Jerônimo, o justiceiro do sertão”, novela radiofônica dos anos 60, sou totalmente AM. O radinho de pilha embaixo do travesseiro, presente do pai como compensação por uma grande perda. Hoje, moderno AM/FM, me acompanha o tempo todo. Fiel companheiro interativo. A arte de transformar palavras e ações em imagens na mente do ouvinte.

A trilha sonora dos meus passos é como a de muitos cidadãos desta metrópole. Aliviando o tédio nas manhãs geladas,o trânsito caótico ou redimindo uma insônia pertinaz . A locução liberando o pensamento. Conferindo interesse às palavras alinhavadas.

Contribuindo para o estro, a criatividade, elevando os níveis de oxitocina, o Conte Sua História de São Paulo, cumpriu a função de dar vez e voz ao ouvinte. Suscitou desejos, impulsionou uma constelação de memórias para contar algo e, mais tarde, escutar com emoção indescritível. É a CBN se instalando intensamente nas mentes e corações paulistanos. Dialogando com feijões na pressão, batatas ferventes, arroz soltinho. Por isso, um gosto incomparável, um vício prazeroso, inexplicável. A locução e a sonorização numa harmonia perfeita, seguem seduzindo nesses 20 anos.

Ouça este texto de Suely Schraner sonorizado pelo Claudio Antonio

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, aos sábados, logo após às 10 e meia da manhã, no CBN SP. Você pode participar enviando uma história por escrito ou agendando uma entrevista em vídeo e áudio no site do Museu da Pessoa.

Jornalismo em tempos de redes sociais, no MIS

 

Vendendo meu próprio peixe. Neste sábado, estarei no MIS – Museu da Imagem e do Som – a convite dos Twitteiros Culturais de São Paulo para conversar com Mona Dorf e José Luiz Goldfarb sobre o jornalismo em tempos de redes sociais. Arrisco dizer que esta é uma versão do Rádio na Era do Blog, que lancei há quatro anos em palestras de comunicação e bate-papos informais aqui no Blog.

A seguir, o material de divulgação dos organizadores do ETC Sampa:
                                              
No próximo sábado, dia 22 de outubro, das 16 às 17h30, os dois conhecidos jornalistas discutem a influência das Redes Sociais no Jornalismo durante o ETC_Sampa (Encontro dos Twitteiros Culturais de São Paulo), no MIS (Museu da Imagem e do Som), com mediação do multidisciplinar José Luiz Goldfarb (@jlgoldfarb). Entre as questões, estão “Como as redes sociais transformam o jornalismo?”, “Como será o jornal do futuro?”, “Existe algo acontecendo que altera fundamentalmente a produção e veiculação de informações?” e “Como o Twitter interfere no furo jornalístico”. A entrada é franca. O debate pode também ser acompanhado pelo Twitter, através da hashtag #REDEMIS.
 
Sobre o ETC

Criado em 2009, o ETC está em 19 cidades brasileiras e reúne twitteiros que agitam a cultura dentro e fora do twitter. Os convidados debatem temas específicos,  relacionados com o Twitter e a Cultura, sempre com a participação do público, que vai ao evento ou está presente virtualmente, via twitter e stream.Foram desses grupos que surgiram movimentos como o #doeumlivro, que arrecadou 360 mil livros em dois anos (entre novembro e janeiro de 2009/2010 e de 2010/2011). “Agora em Sampa os ETCs passam a ser mensais, no MIS”, afirma Goldfarb. 
   

E o vencedor é …

 

Os 18 nomes que aparecem nos dois anúncios produzidos pela Rádio CBN em razão dos seus 20 anos, publicados em revistas e jornais brasileiros, foram devidamente identificados. De 75 respostas registradas pelos ouvintes-internautas aqui no Blog, 28 acertaram em cheio. E desses um foi sorteado para receber o Manual de Redação da CBN: Jésse Henrique – o prêmio será entregue ao ouvinte-internauta assim que identificarmos o endereço dele.

Foi bem legal ter dividido com vocês esta brincadeira e ainda mais divertido ler cada uma das mensagens deixadas por aqui. Confira a resposta certa:

1. Luis Fernando Correia
2. Milton Jung
3. Merval Pereira
4. Max Gehringer
5. Carlos Alberto Sardenberg
6. Arnaldo Jabor
7. Miriam Leitão
8. Viviane Mosé
9. Arthur Xexeo
10. André Trigueiro
11. Mílton Jung
12. Mara Luquet
13. Max Gehringer
14. Carlos Alberto Sardenberg
15. Arnaldo Jabor
16. Miriam Leitão
17. Juca Kfoury
18. Kennedy Alencar

Quem é quem na CBN 20 anos

 

Identifique quem são os âncoras e comentaristas da CBN que estão nos anúncios em homenagem aos 20 anos da emissora, publicados em jornais e revistas brasileiros, e ganhe um exemplar do Manual de Redação da CBN. Registre a sua lista, com o nome de cada um e o número de 1 a 18, na área dos comentários aqui do Blog. Mesmo que alguns estejam repetidos é preciso identificá-los nos dois anúncios. As respostas publicadas no blog somente serão divulgadas ao fim do concurso, na quinta-feira, dia 20. Se houver mais de um acertardor, haverá um sorteio na redação para definição de quem receberá o prêmio. O ganhador será informado por e-mail. Divirta-se !

Atenção: o concurso já terminou, veja o resultado clicando aqui