Mundo Corporativo: Sucessão de empresas familiares, sem crise

 

Planejar a sucessão das empresas familiares e como o funcionário deve se comportar dentro de grupos que tenham estas características foram temas da entrevista com Priscila Mello, sócia fundadadora da De Família, consultoria especializada em governança familiar. No programa Mundo Corporativo, da Rádio CBN, Priscila conta, também, sobre a sua experiência na Samello, empresa da qual a família dela é dona e de onde saiu após um trabalho de governança familiar.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br) com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e e-mail milton@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Foto-ouvinte: Arte política, político boa vida

 

Arte política,político boa vida

 

Por Devanir Amâncio

 

O grafite está em alta em São Paulo. Na parede do Minhocão, na rua General Olímpio da Silveira, Perdizes, zona oeste, tem um político de barriga avantajada fazendo sinal de positivo. O parlamentar de sorriso largo está cercado de ratos com bocas abertas pulando de um lado para o outro. Uma frase na ‘obra política’ externa o bom humor do autor: “Político tipo brasileiro”.

 

Pena que o desenho foi pichado com um diabinho desengonçado de cabelo ouriçado.

Eu voto sustentável

 

Post publicado originalmente no Blog Adote São Paulo da revista Época São Paulo

 

São Paulo

 

Muitas vezes falei com você, caro e raro leitor deste blog, sobre meus sonhos e desejos para a cidade de São Paulo e sempre que uma eleição municipal se aproxima renovo minha expectativa de que encontraremos alguém disposto a melhorar de forma significativa a qualidade de vida dos paulistanos. Bem verdade que, neste momento, políticos e partidos ainda estão mais preocupados em arregimentar apoio de outros políticos e outros partidos que lhes garantam espaço para a propaganda eleitoral no rádio e na TV – é lá que a eleição se decide, costumam dizer. E talvez não tenham tempo nem interesse de elaborar um programa de governo consistente para ser apresentado ao eleitor. Portanto, caberá ao cidadão cobrar propostas coerentes e transformadoras.

 

Eu já sei o que quero: apoio incondicional ao programa Cidades Sustentáveis, uma agenda de propostas que está sendo apresentada a todos os candidatos dispostos a disputar a eleição 2012. A intenção é que eles se comprometam a defender esta plataforma e apresentem programas de governo coerentes a ideia de termos uma São Paulo social, econômica e ambientalmente sustentável. Que seja uma cidade disposta a privilegiar o transporte coletivo, a adotar políticas que ofereçam acesso qualificado à saúde e a ampliar de maneira corajosa a coleta seletiva, entre tantos outros exemplos que podem ser encontrados pelo mundo. Alguns, inclusive, bem próximos de nós, como a cidade de Uberlândia -MG que tem 100% da sua frota de ônibus acessível, como disse Ariel Kogam, coordenador do Programa Cidades Sustentáveis, em entrevista, nessa quinta-feira, na CBN. Os candidatos não devem ficar apenas na assinatura de apoio, se eleitos deverão apresentar plano de governo condizente com o compromisso assumido e que seja contemplado no Plano de Metas, em vigor desde 2008, no qual o prefeito e sua equipe estabelecem quais os objetivos que pretendem alcançar nas diferentes áreas da administração municipal, ao longo dos quatro anos.

 

Apenas um lembrete: antes de você cobrar do seu candidato propostas por uma cidade sustentável, pense se está disposto a assumir sua responsabilidade com esta ideia. Não adianta, por exemplo, ter coleta seletiva mais organizada se os resíduos produzidos na sua casa são despejados em qualquer canto, ou melhorar a mobilidade se o seu carro sempre terá prioridade nos cruzamentos e sobre a faixa de segurança. É preciso que nós também estejamos engajados nesta plataforma e para você conhecer um pouco mais acesse aqui o programa Cidade Sustentável, desenvolvido pela Rede Nossa São Paulo, Instituto Ethos, Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis.

Pais têm medo de deixar filhos irem de bicicleta para escola

 

Por Milton Ferretti Jung

 

Ainda não tinha ouvido falar em um programa chamado Caminho da Escola. Li sobre ele, nessa terça-feira, na Zero Hora, e achei-o muito interessante. Ele está sendo colocado em prática não somente no Rio Grande do Sul, mas em outros estados. Ao todo, por enquanto, foram entregues 100 mil bicicletas até o final de 2011. Vou me fixar, porém, no que está ocorrendo, no meu estado,o Rio Grande do Sul, com o Caminho da Escola. A matéria do jornal explica que três municípios daqui receberam bicicletas visando a beneficiar estudantes que precisam caminhar de dois a 12 quilômetros para que cheguem às suas escolas ou aos pontos onde embarcam em ônibus escolares. Barros Cassal ganhou 400, Marcelino Ramos, 150 e Santo Cristo, 450.

 

Não chega a me espantar, preocupado que sou com questões de trânsito, que a secretária municipal de Educação de Marcelino Ramos, Isabel Ramich, esteja encontrando dificuldades para encontrar famílias dispostas a permitir que os filhos participem do programa. Os meus caros e pacientes leitores já devem ter adivinhado o que leva os pais a temerem que seus filhos pedalem até suas distantes escolas. Claro, a preocupação deles é com a segurança das crianças. Essas, evidentemente, encontrarão veículos pelo caminho. Fosse eu pai de família em uma cidade beneficiada pelo Caminho da Escola, com certeza, pensaria seriamente na questão da segurança e não sei se aceitaria que um filho meu usasse bicicleta para ir ao colégio.

 

Seja lá como for, os pais interessados no programa que, repito, é interessante, devem procurar a prefeitura de sua cidade para fazer o cadastro e assinar contrato de cessão de uso. Os prefeitos precisam, igualmente, entrar em contato com a Polícia Rodoviária Estadual para que, por meio de palestras de seus integrantes, as crianças, que utilizarão as bicicletas, recebam lições sobre segurança, principalmente se terão de pedalar por estradas vicinais. Há, afinal, muitos motoristas que, esses sim, não aprenderam a respeitar sequer os adultos que andam de bicicleta. O que dizer, então, quando se trata de ciclistas infantis? A propósito, a PRF bem que poderia promover palestras. E atenção! Nesta sexta-feira começa a Operação Carnaval 2012 da Polícia Rodoviária Federal. Ponham suas barbas de molho, apressadinhos!

 


Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Prédios sem segurança e sem seguro

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

Prédio desaba em São Bernardo

 

Os três edifícios que desabaram no Rio, ocasionando 18 mortes, e o acidente de São Bernardo do Campo com dois falecimentos, tem ao menos contribuído para um oportuno debate sobre a segurança das residências e escritórios situados em construções verticais.

 

Pelo número de prédios e quantidade de pessoas que circulam e moram nestas condições é até admirável que ainda não tenha surgido numero maior de catástrofes. A pouca fiscalização e o desconhecimento sobre condições de segurança, além da inevitável irresponsabilidade de alguns, poderiam ter gerado mais danos.

 

Há tempos, divulgou-se que o ex-ministro Delfim Neto estava levando a sua biblioteca de dez mil livros para o sitio com a precaução de não causar danos estruturais no prédio que morava.

 

É bem verdade que não são muitos que possuem biblioteca deste tamanho, mas também devemos considerar que esta preocupação estrutural não é para todos.

 

Controle e conscientização geral são atitudes óbvias que deveríamos tomar para aproveitar o momento. Ocorre que isto vale tanto para os bem intencionados como para os oportunistas.

 

No Rio, as empresas afetadas cobram lucros cessantes do Estado, enquanto entidades de engenheiros apoiam uma fiscalização com altas taxas visando lucros permanentes e extraordinários.

 

Em São Paulo o prefeito Kassab, embora tenha vetado em 2009, projeto do vereador Domingos Dissei que estabelecia laudo técnico obrigatório para as edificações, porque a Prefeitura já tinha o Contru – Departamento de Controle e Fiscalização de Obras apresenta agora um caça níquel invejável. A obrigatoriedade de cinco em cinco anos, ou até de dois, de laudo técnico por engenheiro especializado para toda a edificação acima de 500 metros quadrados, pago pelo proprietário. Estimasse que o valor será em torno de cinco a quinze mil reais por laudo.

 

A inescrupulosa ação política na busca do aumento de arrecadação e o corporativismo insensato visando faturamento cativo, exatamente por parte de quem pode equacionar o problema de segurança, Prefeitura e Engenheiros, deveriam ser substituídas pelo cumprimento da lei através dos órgãos existentes. E, criar o inexistente seguro sobre as demolições.

 


Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas-feiras no Blog do Mílton Jung

Vereador, apóie o Candidato Cidadão para o TCM

 

A Câmara Municipal de São Paulo tem a oportunidade de mostrar que está disposta, realmente, a mudar a forma de se fazer política e a dar credibilidade ao trabalho do legislativo. Pela primeira vez, os vereadores poderão escolher um conselheiro para o Tribunal de Contas do Município que não seja indicado apenas por interesses políticos-partidários e em negociações de bastidor, permitindo a inscrição de uma candidatura independente e abrindo espaço para o debate público no plenário da Casa. Para tanto é preciso que, no mínimo, 1/3 dos vereadores assinem decreto legislativo apoiando o nome de Luiz Camargo, servidor efetivo do TCM e ex-Subsecretário de Fiscalização e Controle.

 

A candidatura de Camargo saiu de um processo democrático, com eleição de dois turnos e realização de debates, promovido pelo Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal e do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. A intenção é acabar com prática comum na qual o conselheiro é sempre um político prestes a se aposentar das disputas eleitorais, decidido a partir de conchavos que acabam prejudicando o desempenho dos tribunais de conta, responsáveis por fiscalizar negócios e contas do Executivo. O sindicato e mais uma série de entidades querem que o cargo passe a ser ocupado por técnicos qualificados sem comprometimento partidário.

 

O TCM de São Paulo tem cinco cargos de conselheiro – três indicados pela Câmara e dois pelo prefeito -, um deles está vago desde a saída de Antonio Carlos Caruso, que se aposentou em dezembro. Este cargo é da cota da Câmara que, consta, pretende indicar o vereador Domingos Dissei (PSD) que, assim, não disputaria a próxima eleição municipal. Se 18 vereadores aceitarem a proposta de apresentar a candidatura do Conselheiro Cidadão se teria, ao menos, a oportunidade de um debate com participação popular e divulgação da importância do papel do Tribunal de Contas do Município.

 

Para ajudar nesta campanha, minha sugestão é que o paulistano mande um e-mail para seu vereador com a seguinte mensagem:

 

“Vereador, por favor, assine o decreto legislativo indicando o nome de Luiz Carrgo para conselheiro do Tribunal de Contas do Município”

 

Para saber qual o e-mail do seu vereador, entre aqui.

 

Para conhecer a proposta de Luiz Camargo, o Candidato Cidadão, acesse aqui.

 

Uma nova vaga deve ser aberta, em breve, no TCM, com a saída, ainda não confirmada, de Eurípedes Sales, permitindo que o prefeito Gilberto Kassab indique seu substituto. O nome mais provável para substituí-lo é o do Vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), ex-presidente da Câmara.

Avalanche Tricolor: Moderno, talvez; Imortal, sempre

 

Grêmio 4 x 1 Santa Cruz
Gaúcho – Olímpico Monumental

 

 

Se a melhor defesa é o ataque, o melhor ataque esteve na defesa na partida de sábado à noite, pelo Campeonato Gaúcho, a primeira em que a vitória se construiu com folga, mesmo que tenhamos saído em desvantagem no placar. Naldo fez dois de cabeça, o de empate e o terceiro, que nos ajudou a respirar aliviado; Douglas Grolli, não com a cabeça, mas com o pé e bem ajeitado, marcou o gol da virada – o mesmo Grolli, aliás, que havia garantido os três pontos no jogo anterior com o gol nos acréscimos. Na partida de ontem, Kleber completou a goleada.

 

Por alguns momentos lembrei da fala de Caio Júnior pouco antes de começar o Campeonato Gaúcho na qual prometeu que o Grêmio jogaria futebol moderno. Contra o Santa Cruz, havia jogadores de defesa no ataque e atacantes marcando o adversário – nem por isso Kleber e Marcelo Moreno deixaram de incomodar o goleiro; havia, também, movimentação intensa na turma do meio campo com especial destaque para os volantes, Fernando e Gilberto Silva, este dando mais segurança ao time e aquele, qualidade no passe. Muita coisa ainda nos falta, jogadores inclusive, mas havia um esboço de time interessante para assistirmos no programa de sábado à noite.

 

Digo-lhe com convicção de que estou pouco me importando se o que teremos em campo tem a ver com a modernidade desejada por Caio, o que eu quero é a volta da Imortalidade.

De educação

 

Por Maria Lucia Solla

 

Ouça “De educação” na voz e sonorizado pela autora

 

Prédio e janela

 

Olá,

 

por que é que carro ainda tem buzina? No século vinte e um, pelo amor de Deus! Quem mora na vizinhança onde eu moro sabe que a situação está insustentável durante todo o dia e principalmente no início da noite. Moro perto de um laboratório clínico, e quem está ali já está estressado o bastante para levar buzina no ouvido além de agulha no braço.

 

A invenção do automóvel nasceu da vontade do homem de se locomover mais depressa e com menos esforço. Nada contra. No início, mais parecia uma charrete com uma roda só, na frente, no lugar do cavalo. Lindo! Depois foi movido a vapor, a motor de quatro tempos, até chegar aos nossos dias, onde os bólidos se servem de toda sorte de droga para atiçar cavalos invisíveis.

 

Agora, o fato de a buzina ter persistido é que não me convence. Tem sinal de trânsito de todo tipo e tamanho, em todo lugar. Tem radar, tem pedágio inteligente, marronzinho, azulzinho, amarelo e verde, todos de caderninho na mão, procurando, eu quero acreditar, organizar o caos e punir os caóticos. Não vou dar palpite no sistema, que disso eu não entendo, mas será que quem cuida do assunto entende mesmo, num país em que ser político é ter um diploma multifuncional? Se é político e está do lado do rei, mesmo sendo professor de biologia pode reger as finanças do pais ou cuidar da malha rodoviária. Se além de político você ainda tiver prestígio, dinheiro e manha para se safar de safadeza, não há limite para o poder. Então, quem sou eu para entender de organizar o trânsito. Entendo de letrinhas, de gente, e dou um duro danado para entender de mim mesma.

 

Procuro não sair de casa, de carro, em horário crítico, para fugir da muvuca, e tem vezes que, frustrada, oscilo entre a sensação de liberdade e de prisão. Agora, vamos combinar que quem sai na chuva, pelo motivo que for, vai se molhar. A vida prega peças e, mesmo planejando idas e vindas, acabamos caindo na armadilha de avenida entupida, acidente na Marginal, ponte que arreia por isso, por aquilo, pontos de alagamento, arrastão, fila tripla de caminhão.

 

Ontem sentei na frente da loja de conveniência do posto de gasolina perto de casa, esperando que meu carro fosse lavado. Um belo capuccino, o livro que sempre levo na bolsa para casos desse tipo, e me pus a ler. Sentindo o forte calor na pele, suspirei em paz. Foi quando o gato subiu no telhado e levou com ele a minha paz.

 

Relaxar? Levei um susto com uma buzina que gritava, gritava rouca, sem parar. Levantei os olhos e dei de cara com uma mulher que dirigia um desses carros enormes que ocupam o lugar de dois. Ela tinha a janela aberta e seu braço trazia toda a caixa de jóias com ele. Irritada, batia a mão na porta e buzinava, buzinava. Me assustei, levantei da cadeira, espichei o pescoço para ver o que acontecia e, pasme!, era só o carro da frente esperando que o da frente dele conseguisse entrar no super mercado, para continuar a viagem. Coisa de trinta segundos. Num zás, a epidemia tomou conta do quarteirão inteiro, e outros começaram a buzinar histericamente sem mesmo saber por quê.

 

O automóvel percorreu um longo e interessante percurso na história, para chegar ao que é. E nós? Permanecemos um bando de mal-educados mimados. Ganhamos dinheiro para comprar carros grandes e caros para fazer crer que somos importantes, mas não tivemos tempo de nos educarmos, e buzinamos como bebês enfurecidos quando lhes tiram a chupeta. Marmanjos e marmanjas de dar dó. Vergonha!

 

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

As lentes da moda internacional 2012

 

Por Dora Estevam

 

Campanhas como as da Prada, Marni, Lanvin, Chanel, entre muitas outras, são sempre esperadas no mundo da moda. A maioria é dirigida por grandes diretores de cinema e fotografia. Veja a produção deste vídeo da grife Marni para a coleção H&M com direção de Sofia Coppola.

 

 

O vídeo da campanha de verão da Prada segue as preciosas coordenadas de Steve Meisel, diretor-fotográfico predileto de Miuccia Prada. As modelos Natasha Poly, Elise Crombez e Guinevere Van Sennus arrasaram em um posto de gasolina no melhor clima vintage dos anos 1950. Os cabelos enrolados para dentro ficaram fantásticos. Amei! Dê um play!

 

 

O que dizer da marca Lanvin. Lembra-se daquele vídeo engraçado que postei aqui sobre a marca no qual as modelos dançavam todas desengonçadas? Então, é o mesmo. Neste as modelos brincam com a cobra e a maçã em uma brincadeira com o fruto proibido, tudo durante um jantar chiquérrimo. Aos fãs da marca vale lembrar que em quatro de abril a grife francesa abrirá uma loja no Shopping JK, em Brasília. Projeto que faz parte do plano de expansão da marca.

 

 

Chanel, verão 2012. Uma coisa! Karl Lagerfeld clicando todos os momentos no making of.

 

 

Agora um pouco de sensualidade no catálogo da Victoria’s Secret. Se você é cliente com certeza vai receber na sua caixa de correio o catálogo completo. Enquanto ele não chega dá uma espiada aqui para ver como foi feito. As Angels: Miranda Kerr, Alexandra Ambrosio e Candice Swanepoel.

 

 

Para quem curte umas fotos também achei bacana incluir nesta lista o making do Calendário da Pirelli 2012, com Mario Sorrenti e as modelos Lara Stone, Kate Moss, em Corsiga.

 

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung, aos sábados.

Mundo Corporativo: Tem vida após os 60

 

A maior parte das empresas e executivos brasileiros ainda não planeja sua vida pós-carreira o que poderá gerar uma série de dificuldades profissionais e pessoais quando este momento chegar. Para o consultor Dorival Donadão, sócio-fundador da DN Consult, que atua na área de recursos humanos, a partir dos 30/35 anos é preciso desenvolver uma estratégia de atuação que leve em consideração a aposentadoria produtiva, a qual pode ser exercida dentro da mesma empresa ou com um reposicionamento na carreira. Na entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Donadão conta a história de executivos que voltaram a estudar após os 50 anos para investir em uma carreira musical ou se transformar em chef de cozinha. Há situações, também, em que a própria empresa planeja a carreira deste profissional visando aproveitar a experiência dele no papel de conselheiro, consultor ou coach. Ele alerta, porém, para o preconceito que ainda existe em relação a idade e a ideia da aposentadoria, apesar de estar mais do que evidente que há muita vida após os 60 anos.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, às 11 horas, com transmissão exclusiva no site da CBN (www.cbn.com.br) e participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é retransmitido aos sábados, no Jornal da CBN