Tutorial de maquiagem

 

Por Dora Estevam

A cada dia que passa descubro mais e mais novidades (na internet) sobre os produtos de beleza. Na área de maquiagem então nem se fala. E nestas descobertas, eu fico muito alegre quando acho vídeos que mostram passo a passo como se maquiar em casa sem complicações. O último site que encontrei traz vários tutorias de maquiagem e para dividir com você estas informações separei dois para publicar aqui no blog.

A ideia de fazer o make com os dedos, técnica sobre a qual falei no ano passado, achei interessante, mas não havia provado. Confesso que agora, principalmente na correria, eu estou usando direto. É muito legal! Fica bonito e na região dos olhos o pozinho não espalha para os lados o que sempre nos obriga a fazer retoques. É claro que não podemos dispensar os pincéis, os dedos são apenas alternativas para ficar bonita e simpática.

Acha mesmo que eu já consigo usar o delineador deste jeito? Vou ter que assistir muito a este tutorial.

Vamos em frente: agora, olhe bem de perto esta foto da cantora Adele na Vogue UK:

Olhos super marcados com delineador e boca apagadona.

Aproveite os dias de janeiro em que os shoppings estão mais calmos e entre nas lojas de beauty para garimpar novos produtos. Faça maquiagens diferentes, use e abuse das cores ou encare um estilo mais básico: blush, delineador, iluminador, tudo o que é possível para tornar você ainda mais bonita, faça. Ah, não se esqueça de hidratar bem a pele e protegê-la com filtro adequado. Ouse também nos cabelos, as tranças e os rabos de pônei ficam bem nesta estação e para quem optou pela moda do curtinho, pomadas ficam bem para modelar algumas pontas. Meninas, boa sorte!


Dora Estevam é jornalista e escreve aos sábados no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: A economia da experiência

 

A Era da Convergência pede produtos multifuncionais e profissionais preparados para transitar bem por diferentes temas e áreas da organização. O consultor Carlos Hilsdorf explica que este é um momento de integração entre os modelos industriais – da velha economia – com a Era do Conhecimento – da nova economia. Em entrevista ao Mundo Corportivo, da rádio CBN, ele também alerta que para conquistar o novo consumidor é preciso praticar os fundamentos da economia da experiência na qual os produtos e serviços têm de sensibilizar seu público-alvo em todos os cinco sentidos: olfato, audição, paladar, tato e visão.

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Um prefeito para chamar de seu

 

Depois das experiências em rádio, jornal, televisão e blog só me faltava esta (como diria minha mãe): escrever em revista. E logo na última página, aquela que eu sempre respeitei tanto, onde li cronistas incríveis e histórias super interessantes. Foi o pessoal da Época São Paulo quem me proporcionou esta oportunidade, quase um ano depois de ter aberto o espaço para mim no Blog Adote São Paulo. No convite feito pessoalmente pelo Camilo Vannuci não constava a enorme ansiedade que eu teria ao começar a digitar o artigo, ato que se repetiu com irritante frequência, sem que eu conseguisse ir além do primeiro parágrafo. Falo pelos cotovelos quando o microfone está aberto, solto a palavra ao publicar no blog, mas escrever em uma revista é um baita desafio. Revistas, assim como jornais e telejornais, tem um negócio que chamam de deadline -nome apropriado a medida que muitos colegas são fuzilados quando não entregam sua reportagem no prazo determinado pelo editor. O meu se aproximava a medida que o medo aumentava. E vice-versa. O texto ficou pronto com antecedência, é bem verdade. Mas li um tanto de vezes e, por sorte e por bons editores, recebi sugestões da redação da Época até chegar a versão final. Talvez você o leia e não perceba todo este esforço e apoio, mas quero deixar registrado aqui que minha sensação foi a de um parto: com sofrimento e um prazer sem tamanho. Falei de um tema que me interessa em especial, a política local. E que, tenho certeza, lhe interessará, também, em breve. Afinal, em 2012 vamos escolher um novo prefeito para a cidade de São Paulo, de preferência um prefeito para chamar de seu.

Leia a crônica “Um prefeito para chamar de seu” acessando o Blog Adote São Paulo

Viagem segura e com cinto

 

Por Milton Ferretti Jung

Mais vale prevenir do que remediar. Em se tratando de trânsito, convém lembrar, remediar nem sempre é possível. Nesse feriado prolongado, que culminou com os festejos da virada do ano, mesmo que o fato não tenha sido divulgado com destaque pela mídia do Rio Grande do Sul, a Operação Viagem Segura, realizada pela Polícia Rodoviária Federal, Comando Rodoviário da Brigada Militar e Departamento Estadual de Trânsito, foi executada com sucesso. É verdade que, apesar disso, 2012 começou com uma tragédia, cujo palco foi a Estrada do Mar. Três carros envolveram-se em acidente que provocou duas mortes. A motorista de um dos veículos estava visivelmente embriagada e não possuía carteira de habilitação. O automóvel, que ela dirigia, se chocou frontalmente contra outro veículo que, por sua vez, atingiu um táxi.

Neste réveillon, nas 60 horas em que se desenvolveu o programa preventivo criado pelas autoridades, foram aplicadas, por hora, 91 multas. Na mesma época de 2010, em que a maioria dos infratores abusou da velocidade, o número de multas foi superior: 126 por hora, em três dias de rigorosa fiscalização. Agora, falando apenas nas estradas gaúchas, controladas pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar, uma irregularidade chamou-me a atenção: foram multados 353 motoristas, porque eles ou passageiros dos veículos que dirigiam, não faziam uso do cinto de segurança. Eu imaginava que esta infração fosse das menos expressivas, mas me enganei. Ficou em segundo lugar, com 353 autuações, perdendo somente para as ultrapassagens proibidas, que levaram 484 motoristas a perder pontos na carteira de habilitação.

O motorista e o passageiro que fica ao seu lado, em geral, atam seus cintos. Os que viajam no banco traseiro, porém, porque não sabem o perigo que correm e aquele a que expõem os que estão à sua frente, não se dão ao trabalho de afivelar este verdadeiro salva-vidas. Sempre que ando de táxi, não só trato de usá-lo, mas peço a quem viaja atrás, que aperte o seu. Não quero correr o risco de ter a cervical rompida por um passageiro catapultado desse local, caso ocorra uma colisão ou, até mesmo, uma freada brusca e forte. Seja lá como for, torço para que as autoridades responsáveis pelo trânsito, em cada fim de semana, pelo menos, repitam a Operação Viagem Segura.

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

BRICs: é hora de comemorar

 

Em frente e avante: líderes dos Brics já com a adesão da África do Sul

Por Carlos Magno Gibrail

Estamos diante de um início de ano pródigo em pautas jornalísticas: irresponsabilidade da Prefeitura de Guarulhos ao autorizar inauguração de novo templo às margens nada plácidas da via Dutra no dia primeiro. Voracidade da mídia social no gozo do câncer de Lula e no destempero de Luana Pirovani e Elio Gaspari cobrando o atendimento no SUS para o ex-presidente. A cara de pau de Kassab ao dar nota máxima à implosão fracassada do Moinho Central. O escancaramento da parcialidade pelo novo presidente do TJ de São Paulo, Ivan Sartori, ao defender os dois meses de férias exclusivamente para a magistratura. A priorização da mídia em geral da perspectiva à retrospectiva, diferentemente de anos anteriores. Tendência que escolho para abordar o futuro dos BRICs, de acordo com a maior autoridade no assunto. O seu criador, Jim O’Neil.

O’Neil, presidente da gestora de recursos do Goldman Sachs, em 30 de novembro de 2002 criou o termo BRICs para representar uma expansão que previa para o Brasil, a Rússia, a Índia e a China, estimada em 14% do PIB global, e constatada agora em 19%. Passaram de US$3 trilhões para US$13 trilhões. Projetou a China igualando a Alemanha, mas a China dobrou e é a segunda do mundo. O Brasil poderia superar a Itália, mas alcançou-a e passou a Grã Bretanha, e é a sexta.

Entusiasmado com o acerto do sucesso imaginado e concretizado a mais, escreveu sobre os próximos anos. E o próprio O’Neil em artigo para o Estado de domingo ressalta alguns pontos de seu livro The Growth Map (O Mapa do Crescimento). Os BRICs com 8% de aumento do PIB contribuíram nestes últimos 10 anos para o crescimento global de 3,5%, pois os países desenvolvidos tiveram apenas 1,5%. Nesta nova década, os BRICs terão crescimento de 7% contra 5% dos demais países. Este mercado em desenvolvimento será importante também para os desenvolvidos, e marcas fortes internacionais como Louis Vuitton e BMW já se aperceberam desta oportunidade. Muitas outras deverão seguir o mesmo caminho.

Na área financeira poderá haver maior participação dos BRICs na movimentação e na decisão, o que trará mudanças no sistema global. Com inclusão de moedas e recursos destes países. É bom lembrar que até 2015 os BRICs terão um PIB igual ao dos Estados Unidos, a maior economia do mundo. O Brasil, como se sabe, já passou de devedor do FMI a credor.

Caberá também ao Brasil uma posição confortável, principalmente nas commodities, pois o aumento de preços propiciará desenvolvimento na inovação tecnológica, tornando sua produção mais eficiente e evitando providencialmente uma pressão sobre os até então abundantes recursos naturais.

Desejamos que Jim O’Neil mais uma vez acerte. E não precisa repetir a goleada, basta vitória simples.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve, às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

A importância da eleição municipal

 

Por Antônio Augusto Mayer dos Santos

Certa vez o político e jurista Assis Brasil – infelizmente muito mais referido do que lido – bradou da tribuna da Câmara dos Deputados: “O voto deve ser a voz, não o eco”. A eleição do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Vereadores é sempre o resultado de uma escolha que decorre da vontade livre e soberana dos cidadãos. Afinal, nas democracias sempre há uma determinação decorrente das urnas.

Aliás, nada em eleição decorre sem querer ou sobrenaturalmente. Eleição em país democrático é sempre pelo voto do cidadão. Se o voto é bom ou ruim, se bem ou equivocadamente sufragado, isto é uma outra questão. Mas é sempre voto. A surpresa – ou não – fica por conta dos eleitos. Se competentes ou incompetentes isto também é outra discussão. Mas algo sempre será certo: quem se elege Vereador, Prefeito ou Vice-Prefeito foi eleito. Portanto, votar bem é uma necessidade.

Não se pode ignorar que em alguns municípios ou regiões a desilusão e a desconfiança apresentam índices crescentes ou mesmo alarmantes. Até aí, nenhuma novidade. Todavia, como a Constituição Federal determina que os Poderes são fundamentais, existem outras possibilidades e perspectivas envolvendo o desempenho e a escolha de dirigentes. Comecemos pelo Legislativo.

O Vereador representa o povo junto à instância primeira da democracia representativa que é a Câmara Municipal. Congressistas, Deputados Estaduais, Governadores e os Presidentes Prudente de Moraes, Wenceslau Brás, Delfim Moreira, Artur Bernardes, Washington Luís e Tancredo Neves iniciaram suas trajetórias políticas pela vereança.

O Legislativo Municipal é uma instituição política dinâmica e de caráter permanente que representa a sociedade. No exercício desta representação, o Poder dispõe de competência para tratar de assuntos pulsantes vinculados ao cotidiano dos cidadãos, desde o valor das passagens do transporte coletivo ao número de andares dos prédios, passando pela fiscalização do Executivo e dos serviços públicos. Daquele com diploma ao que não concluiu o primário, do mais velho ao novato, os quase 60 mil Vereadores brasileiros exercem atribuições diversas e indelegáveis. Todos foram votados e dispõem de um voto no Parlamento.

Já o Executivo é o Poder que dispõe da maioria das competências para administrar a cidade. Ao Prefeito estão subordinadas as decisões relativas à execução das obras e atividades colocadas à disposição da coletividade, algumas sem a possibilidade de interferência da Câmara. Além disso, os 5.559 Chefes de Executivo do país dependem financeiramente da União e do Estado para completar a receita do Município, o que impõe a necessidade de menos imediatismo e mais compreensão.

Em suas decisões, estes mandatários podem agradar a cem e desagradar a mil. Além disso, inúmeras são as limitações do poder. Portanto, o seu exercício é simultaneamente glorioso e desgastante. O que não se coaduna ao Estado de Direito são críticas oportunistas ou sem fundamento, sobretudo quando se sabe que a democracia brasileira percorreu um longo trajeto até chegar onde está.

Por fim, o jovem também deve participar da escolha dos Vereadores e dos Prefeitos pois se a legislação lhe autoriza a trabalhar aos 14 anos e se filiar a um partido aos 16, nada mais coerente do que haver um estímulo para que ele escolha aqueles que fixam a tarifa do transporte coletivo, o valor do IPTU, etc.

O ato de votar – assim como o de participar e fiscalizar – é sempre nobre, especialmente porque é no Município que se vive, trabalha, etc. Além disso, é nele que a política apresenta sua face mais dinâmica e de efeitos mais imediatos. Daí a sua importância no primeiro domingo de outubro deste ano de 2012.

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado especialista em direito eleitoral, professor e autor dos livros “Reforma Política – inércia e controvérsias” (Editora Age) e “Vereança e Câmaras Municipais – questões legais e constitucionais” (Editora Verbo Jurídico). Às segundas, escreve no Blog do Mílton Jung.

Uma lágrima por Daniel Piza

 

Daniel era amigo à distância. Falávamos muito mais por telefone e e-mail do que ao vivo. Nos últimos tempos, dúvidas profissionais pautavam nossas raras conversas, tendo o rádio como cenário central. Infelizmente, não tivemos tempo para o almoço programado desde que nos encontramos pela última vez na Cidade do Cabo, durante cobertura da Copa do Mundo da África do Sul. Na sexta-feira passada, Daniel Piza teve um AVC e morreu na cidade de Gonçalves, interior de Minas, com apenas 41 anos. Em vida, assim como na morte, tudo parece ter acontecido rápido demais para ele. Tinha pressa para aprender e uma capacidade de ler e escrever impressionantes. Assim como lia quantidade enorme de livros, conseguia absorver o conhecimento e traduzir para o público. Seu talento se revelou ainda jovem nas redações do Estadão e da Folha, na primeira metade da década de 90, trabalhos que o levaram a editar o que já foi considerado o melhor caderno de cultura do jornalismo impresso, o Fim de Semana da extinta Gazeta Mercantil.

Tive a oportunidade de dividir com ele o programa Leitura Dinâmica, na estreia da Rede TV!, em 1999. Além de crônicas e comentários do cotidiano, tinha um desafio que poucos profissionais seriam capazes de fazer com a personalidade e perfil que ele deu ao quadro: criticar a edição das revistas Veja, Isto É e Época. Desde que saiu da TV, o Leitura perdeu a graça. Fomos colegas, também, na CBN quando trabalhou como comentarista de esporte. Corintiano convicto, era capaz de falar do futebol driblando o lugar comum. Nem sempre seu estilo era compreendido pelos “especialistas”. Registre-se: conseguia falar de qualquer assunto sempre com olhar diferenciado e extrema capacidade. Era em busca deste conhecimento que eu fazia questão de abrir a leitura dominical dos jornais pela coluna Sinopse que escrevia no Estadão. Fui apresentado a obras e artistas, conheci músicos e músicas, e tive acesso a um mundo que desconhecia graças a inteligência de Daniel.

A morte precoce deste amigo mexe com os nossos sentimentos pois sempre temos a ilusão de que as pessoas que estão em nosso entorno serão eternas, principalmente as geniais como ele. Daniel nunca acreditou nisso, assim como não acreditava em vida eterna – talvez por isso tenha sido tão intenso como jornalista, marido e pai. Mesmo morrendo, ele tinha algo a me ensinar.

De mais um dia

 

Por Maria Lucia Solla

Ouça “De mais um dia” na voz e sonorizado pela autora

A gente só se dá conta de que a vida é finita quando faz tlim-tlim, a cada dezena de anos, a caixa registradora da idade; e só se liga que o ano termina quando dezembro chega afobado e se despede num zás, sem dó nem piedade.

Na verdade verdadeira a vida começa a acabar no começo, e continua a cada inspiração. De expiração em expiação. E não há o que reclamar da sua finitude, da nossa inconsciência teimosa, ou da realidade de cada um. Tudo isso faz parte, da velhice à juventude.

um dia depois do outro
num chove no outro faz sol
se não vem a mim o cravo que eu tanto queria
procuro me alegrar com o girassol

Não sei você, mas só me dou conta da idade quando me olho no espelho. Tem vezes que olho e digo: epa, espera aí, para tudo! Quem é essa mulher? Mas é só me virar que esqueço da imagem intrusa que acabo de ver, e me apego à vida com fome e sede, porque tenho mesmo é sede e fome de viver.

Nasci velha e triste. Cheguei muito cedo numa festa que recém começava, onde tentavam se entrosar, meu pai e minha mãe, que ainda tinham na idade o primeiro dígito um. E para coroar a falta de jeito, vim com selo de Saturno.

o saturnino nasce velho
e vai no sentido contrário
envelhece na contramão
assim que quando o espelho não está por perto
me sinto menina
com perdão do comum lugar
me sinto rosa em botão
até que joelhos ou costas
sem nem mesmo avisar
dão sinal de exaustão

e assim vai a vida
há anos que lá se vão
e quero ver se consigo
na lida da minha vida
comemorar cada dia
como se fosse Reveillon

e desejo desta vez
feliz segundo minuto hora
dia semana mês

que é o que precisa enfim
para compor um Ano Novo Feliz
especial pra você
e especial pra mim

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Fashion show da virada

 

Por Dora Estevam

Chegamos a mais um fim de ano e lá se vão as emoções amargas e as alegrias, também. Na memória, as lembranças de todas as modas faladas nesta coluna. E como quero que você acabe o ano e entre no novo muito bem, listei algumas músicas divertidas para alegrar os seus próximos dias. Elas fizeram parte dos shows da moda 2011 mostrados aqui no blog. São atrações como Jay Z com Byonce na platéia da Victoria Secret, incluindo Marrom5 também na Victoria Secret, e músicas que nunca saíram de moda, pelo menos no meu playlist: Michael Jackson, George Michael, Robert Palmer e David Bowie. Aperte o play e divirta-se!

Marrom5

George Michael

Robert Palmer

Nick Kamen



David Bowie

Michael Jackson

Entre contratos, modas, publicidade e campanhas estaremos juntos em 2012.

Boa virada e até lá!!

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Pôr do sol no lixão

 

Por Devanir Amâncio
ONG Educa SP

Pôr do Sol no lixão no Grajau

Vale a pena ver o pôr do sol do lixão ao longo da rua Cláudio Artaria, Jardim Gaivotas, Parque Residencial Cocaia, região do Grajaú, extremo sul de São Paulo. Para chegar ao lixão do pôr do sol é só pegar o trem e descer na estação Grajaú e depois pegar o ônibus Jardim Gaivotas e descer no ponto final. Procure pela Vera Lúcia(foto), ela mora no bairro há 14 anos e conhece tudo sobre a vila. O Jardim Gaivotas, bairro com mais de 10 mil habitantes, às margens da Represa Billings, também é uma boa pedida para quem gosta de pescar […].

Dona Vera e os moradores suspeitam de uma empreiteira que prestava serviço para a Subprefeitura do Socorro na construção de uma praça comunitária e o asfaltamento da rua Cláudio Artária (um quilômetro). Têm quase que certeza que a empreiteira desapareceu com dinheiro andiantado pela Prefeitura. Segundo os moradores a rua consta como asfaltada na subprefeitura . Os moradores vão reclamar no Ministério Público. Trecho da rua não tem luz, o que leva os moradores apelarem para o uso de celulares e isqueiros para não caírem em poças d’água. É o que sempre faz Francisco das Chagas, que trabalha como porteiro na Vila Olímpia. Em noites de muito calor as crianças têm a rua sem asfalto como espaço de lazer .Francisco criticou a publicidade do Natal Iluminado da Prefeitura.

Lixão no Grajau

Vilma Rosa de Jesus, moradora próximo ao lixão, diz que há pelo menos seis anos a Prefeitura não faz a limpeza do local e desabafa: “Não aguento mais receber cartinha de vereador”. Ao ser informada da campanha “Adote um Vereador”, reagiu com humor: “Nem lembro mais o nome do homem, como vou adotá-lo? Ele ganhou e desapareceu, como a empreiteira . Só sei descrevê-lo.”