O vendedor de mandioca

 

Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP

Tarcísio Magalhães  é  mais conhecido  como   Seu Mandioca  no Capão Redondo, Zona Sul.  Vende mandioca há 30 anos na região. Há muito tempo, para vender , teve que puxar   carroça, agora tem uma charrete e conta com a agilidade da égua Princesa e a potência de um alto-falante . Está animado e diz que logo logo vai comprar um carro.
 
                                                         
O Mandioca

O Mandioca

Do “pontualismo” utópico ao pragmático!

Por Airton Gontow
Jornalista e cronista

A realidade venceu a utopia. Como muitos, sonhei durante anos com a justiça para todos do Campeonato Brasileiro por pontos corridos. “Chega de medíocres assumindo a ponta no final das competições! Basta de vermos o time de mais pontos eliminado precocemente em um simples dia ruim em mata-mata” – bradava com a mão esquerda estendida, acompanhado pelo bom senso dos de boa parte dos apaixonados por futebol. Mas o sonho do campeonato mais justo acabou. O campeonato de pontos corridos foi corrido pela ditadura dos resultados, pelos ranços e oportunismos oriundos de rivalidades históricas e atávicas.

Agora as forças revisionistas propõem uma volta ao passado, como se as conquistas dos últimos anos tivessem de ser jogadas fora: melhor nível técnico e campeonatos mais disputados e justos, apesar de todas as mazelas.

A melhor solução é uma espécie de meio termo. A volta de outra fórmula: campeão do primeiro turno contra o vencedor do segundo! Na final, a vantagem do empate para a equipe de mais pontos, entre as duas, ao longo do campeonato, sem saldo de gols. Dois empates nos dois jogos decisivos ou uma vitória para cada time, por qualquer resultado, e o título para o time de mais pontos!

O mesmo vale para o G3 ou G4. O terceiro do primeiro turno contra o terceiro do segundo. Com alguns ajustes para os casos de times que, por exemplo, ficarem em terceiro em um turno e em segundo no outro. A regra também vale para os últimos colocados. Mata-matas para ver quem vai para a Libertadores e para ver quem cai. Ajudaria também que fosse adotada a sugestão do técnico são-paulino, Paulo César Carpeggiani: clássicos guardados para nas últimas rodadas, para evitar pouco caso ou favorecimentos.

Não seria a mais justa das competições, mas é bem melhor que os mata-matas antigos, que tornavam os primeiros dois terços dos campeonatos cansativos e quase sem sentido. Além disso, haveria sempre a chance de serem recompensadas equipes que tiveram recuperações estupendas, como a do Grêmio este ano, que disputaria o título após o inferno da proximidade do rebaixamento.

A ideia está lançada. Qual é a opinião dos internautas?

A guerra dos vereadores pelo comando da Câmara

 

“Vida de vereador é uma guerra” disse Sônia Barbosa do Voto Consciente ao comentar a disputa pela presidência da Câmara Municipal de São Paulo. Se é assim, podemos dizer que eles se enfrentaram em mais uma batalha nessa quarta-feira quando, novamente, abriram mão de debater temas de interesse da cidade para seguir se digladiando pelo poder da Casa.

Ouça a entrevista de Sônia Barboza, ao CBN São Paulo

Apenas 22 parlamentares compareceram ao plenário para votação, número insuficiente para que os trabalhos fossem em frente. Teoricamente, seriam os vereadores que apoiam a candidatura de José Police Neto (PSDB). Os integrantes do Centrão, mais a bancada do PT, querem Milton Leite (DEM) no comando e se rebelam porque o prefeito Gilberto Kassab (DEM, também) faz campanha pelo tucano.

Nesta semana, fomos saber por que a luta pela presidência da Câmara é tão acirrada. Rafael Cortez, professor de Ciência Política da PUC-SP e analista da Tendências Consultoria, lembrou que dentro do parlamento o regime é presidencialista. É o presidente quem dá a palavra final, por exemplo, sobre projetos de lei que devem ser colocados em votação.

Ouça a entrevista de Rafael Cortez, ao CBN São Paulo

Uma das propostas para o novo chefe do poder é que torne esta discussão mais transparente e os critérios sejam debatidos com participação popular nas reuniões dos líderes. A ideia defendida por Sônia Barbosa, do Voto Consciente, é compartilhada por Gilberto de Palma, do Instituto Ágora: “o novo presidente teria de facilitar os canais de comunicação com os cidadãos”.

Ouça a entrevista de Gilberto de Palma, ao CBN São Paulo

A disputa passa, também, pela distribuição dos cargos na mesa diretora. Além da presidência tem mais funções em jogo, algumas com atrativos inquestionáveis, como registra Cláudio Vieira, do Blog Adotei Marco Aurélio Cunha, que integra o Adote um Vereador: “além de ter 18 funcionários no gabinete de vereador, o presidente da Câmara pode contratar mais 14 funcionários e o primeiro secretário, mais nove, por exemplo”.

Por isso, nas estratégias de ação de cada um dos blocos que disputam o poder, vale até mesmo oferecer cargo na mesa para a turma do outro lado. Claudinho do PSDB teria sido assediado pelo Centrão que pediu o apoio dele a Milton Leite (DEM) em troca de uma posição com mais destaque na mesa diretora. Nesta legislatura, ele é apenas o segundo suplente.

Por sua vez, Netinho de Paula (PC do B) foi ‘cantado’ pelo prefeito Kassab para ficar ao lado de Police Neto. Ainda não se sabe ao certo a qual exército ele se apresentará na hora da briga final. Conforme mostra o Blog Cuidando da Cidadania, de Alecir Macedo, do Adote um Vereadores, Netinho de Paula definiu, assim, o momento político: “a Câmara está em ebulição”,

José Américo (PT) confirmou, por telefone, que o partido está fechado com Leite, mesmo que este negue sua candidatura. Além da possibilidade de ocupar uma vice-presidência, o partido teve o apoio de Leite e Carlos Apolinário, ambos do DEM, na eleição presidencial.

Uma estratégia usada pelo Centrão foi adiar a data final para a entrega das emendas parlamentares ao Orçamento da cidade. Os vereadores ganharam duas semanas e poderão dizer até o dia 29 onde gostariam de ‘investir’ o dinheiro público. É Milton Leite o relator do Orçamento.

A guerra continua.

A campanha eleitoral está nas ruas, ainda

 

Um cidadão distraído poderia imaginar que a campanha eleitoral está a todo vapor ao passear por ruas de São Miguel Paulista, na zona leste.

Sujeira eleitoral

Cartazes, faixas e muros seguem tomados pelo rosto feliz dos candidatos, seus nomes e números, de acordo com uma série de imagens feitas pelo ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias, colaborador do blog.

Sujeira eleitoral

O prazo para que os candidatos que disputaram o segundo turno retirem toda a propaganda das ruas se encerra dia 30, segundo o TRE-SP. Para os que participaram apenas do primeiro turno, o material teria de ter sido recolhido em 4 de novembro.

Sujeira eleitoral

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo tem convênio com a prefeitura que está autorizada a retirar a propaganda ‘esquecida’ pelos políticos.

Sujeira eleitoral

Veja mais imagens no álbum do CBN SP no Flickr

O cinema triunfa na Paulista

 

Por Carlos Magno Gibrail

Em outras regiões da cidade e do planeta terra, o cinema ao vivo tem ajudado a restituir ao mundo a verdade do mundo. É o que vimos há uma semana, quando um jovem foi agredido no rosto por outro jovem com lâmpada fluorescente.

Até então o grupo do agressor, apoiado por pais e advogados, inventaram situações e acusações infundadas. Bastou a imagem gravada para um dos advogados de defesa conscientizar-se e sair do caso. É bem verdade que mesmo diante da cena irrefutável houve quem discutisse o real, o que comprova a mente distorcida orquestrada pela ética disforme, que criou e desenvolveu comportamento tão desequilibrado nos jovens provocadores.

A enorme repercussão do fato gravado foi do tamanho da sua gravidade, todavia o foco de homofobia, embora relevante, não é o mais importante. O contundente é a agressão em si, gerada do nada ou do tudo. Vindo de meninos com instrução e famílias constituídas.

Esta complexidade deve ser estudada, principalmente para verificar se não é a resultante daquelas escolas cujos pais exigem que os filhos sejam tratados como clientes. E, como tal, sejam os “donos” dos colégios.

Menos complexa, mas tão importante quanto à psicologia do caso é a questão do uso generalizado das câmeras sob o aspecto legal e ético.

A cidade de Londres que previne e pune o crime com a maior quantidade urbana de câmeras do mundo; pesquisadores como Paco Underhill, que formou uma teoria do varejo através das câmeras; esportes como a Fórmula1 e o Tênis, que impedem injustiças nas competições milionárias com repetição de lances duvidosos; assim como uma série de residências, condomínios e empresas que têm tido sucesso na segurança com as câmeras de gravações, são exemplos para análise desta controvertida questão da invasão de privacidade dos cidadãos.

O dinheiro na meia, o dinheiro na bolsa e depois a reza, a mini saia da Uniban e a grande quantidade de babás espancando bebês mundo afora, foram protagonistas de casos que sem elas não existiriam.

O Rodeio das Gordas por falta de imagens gravadas ainda preenche muitas telas eletrônicas de relacionamento.

A FIFA, entidade dirigente do esporte mais popular do mundo, quanto mais expande seu império mais teme as câmeras. Certamente para manter o simulacro tão bem alicerçado do poder centralizado e estimulador para as demais confederações afiliadas. A ponto dos atores principais, os futebolistas, adotarem o mesmo e progressivo papel de simuladores absolutos. Chegam a trocar os pés pelas mãos, até mesmo para vagas no supremo torneio da entidade.

As cidades, cada vez mais populosas, deveriam prevenir e punir a criminalidade urbana como prioridade, sem receios de cerceamento pelas imagens.

É hora de repensar a liberdade de gravar e ser gravado. O cinema poderá ser bem-vindo neste cenário urbano contemporâneo. Reproduzindo o cotidiano com suas tragédias, dramas, farsas e comédias. Cinema ao vivo, para todos e para tudo.

Graças a ele, a promotora da Infância e Juventude Ana Lunardelli decretou ontem a internação dos quatro adolescentes envolvidos na agressão da Avenida Paulista na Fundação Casa por tentativa de homicídio e lesão corporal.

O pedido foi motivado “pelas imagens divulgadas pela polícia”. Sem elas, os agressores, libertados, arquitetavam a defesa com a imaginação que a ausência de imagem permite.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve, às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Como está a disputa para presidente da Câmara

 

A Câmara Municipal de São Paulo está em alvoroço. Nos gabinetes e corredores – às vezes até mesmo em um bate-papo no banheiro -, os vereadores não falam em outra coisa. Dia 15 de dezembro será eleito o novo presidente da Casa que substituirá Antônio Carlos Rodrigues (PR), no poder há quatro anos.

Dois candidatos estariam disputando o voto dos 55 vereadores. Um terceiro corre por fora. José Police Neto (PSDB), Milton Leite (DEM) e Aurélio Miguel (PR) são os nomes mais lembrados pelos colegas, cada um com sua peculiaridade.

Miguel é o “sonho de consumo” do atual presidente. São do mesmo partido e dividem fronteira em suas zonas eleitorais, nas regiões sul e oeste da capital. Rodrigues estaria preparando-o para assumir o posto há cerca de dois anos. O vereador, porém, oficialmente, não é candidato nem estaria pedindo voto. Seria apresentado às vésperas da eleição como a alternativa na Câmara para conciliar os ânimos acirrados.

Leite é apontado como o candidato do Centrão. Não bastasse ter saído ainda mais forte da última eleição – elegeu os dois filhos, um para Assembleia e o outro para a Câmara dos Deputados -, é o homem do Orçamento. Ele é quem comanda a discussão dentro da Casa sobre como o dinheiro da prefeitura será usado no ano seguinte. Vereador para ter uma emenda aceita negocia com ele. Portanto, tem muita influência.

O parlamentar do DEM contudo insiste em dizer, publicamente, que não é candidato. Ligou para a redação da CBN, nessa terça-feira, incomodado com a notícia de que estaria na disputa. Semana passada, já havia conversado com repórteres de outro veículo, mas o recado era diferente: dizia ter o apoio da cúpula do partido.

Antes de convencer este jornalista de que não é candidato – “minha palavra não basta?”, disse por telefone -, precisa explicar isso aos colegas. Carlos Apolinário do mesmo partido dele anunciou no dia 10 deste mês, registrado em ata, que vota em Milton Leite para presidência da Câmara. Nada consta de que Leite tenha agradecido a gentileza e afirmado estar fora da disputa.

É necessário contar, também, para o vereador José Américo (PT) que tem tentado convencer seus pares de que o partido tem de ficar ao lado de Milton Leite do DEM.

Esta eleição, por sinal, é para confundir a cabeça do cidadão. Se o PT apoia o candidato do DEM, o prefeito do DEM apoia o do PSDB. Não que isso possa ser considerado um absurdo. O tucano José Police Neto é o líder do Governo Kassab na Câmara desde sempre e o prefeito está pronto para abandonar o DEM.

Netinho – o do PSDB – tem a seu favor a relação que construiu com os demais vereadores, mesmo os da oposição. Ajudou vários deles a refazer projetos de lei tornado-os possíveis de aprovação.

Esta situação, porém, não lhe oferece vantagem folgada na eleição para a presidência. A disputa é voto a voto e a decisão deve sair na véspera do pleito, talvez apenas na manhã do dia 15 quando as candidaturas são apresentadas oficialmente.

Apesar de o regimento interno prever votação secreta, desde que José Eduardo Martins Cardozo (PT) ganhou a eleição para presidente da Câmara, há oito anos, o voto é aberto. Isto tem deixado alguns parlamentares com medo. Há quem tenha declarado, informalmente, que apoiar o candidato do lado oposto pode significar o ostracismo – na política isto se traduz por não aprovação de projetos de lei nem liberação de verba para seu reduto eleitoral.

Com tudo isso, um vereador de primeiro mandato, assustado com a veemência das negociações, decreta: “A Câmara está rachada”.

Agora o outro lado

Recado enviado por e-mail pelo presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues, do PR (publicado às 12h24):

O Vereador Aurélio Miguel é um grande amigo e um companheiro de partido e não meu “sonho de consumo” para presidir a Mesa Diretora da Câmara, como afirma o jornalista. Meu candidato é o vereador que o Centrão indicar, conforme compromisso já assumido. Jamais trai a palavra empenhada

Jantar da turma de 60 em defesa da história do Liceu

 

Alunos do passado preocupados com o futuro da escola. Cena rara neste Brasil desacostumado a valorizar suas instituições se registrará na noite desta quarta-feira (24/11), na Pizzaria Moraes, no bairro da Bela Vista. Colegas da turma de 1960 do curso científico do Liceu Coração de Jesus voltam a se encontrar para comemorar os 50 anos de formatura e têm uma missão: defender a escola e o bairro em que foi fundada.

O Liceu surgiu no bairro dos Campos Elíseos, em 1885, tendo como âncora a Igreja Coração de Jesus, tombada como patrimônio histórico. Dos anos de 1940 a 1960, viveu seu auge reunindo cerca de 4 mil alunos. Em 125 anos de história, os salesianos formaram parte da elite intelectual do País com uma educação de qualidade em região considerada nobre da capital paulista, que abrigava a mansão dos donos do café e a sede do Palácio do Governo.

O esforço para manter o mesmo nível de ensino porém não foi suficiente para conter a evasão de alunos. Muitos dos quais deixaram o Liceu assustados com a degradação das ruas em seu entorno. Calçadas tomadas por indigentes e drogados não condiziam com o ambiente que pais e filhos buscavam em uma escola.

Com apenas 400 estudantes em suas salas de aula, o colégio tem enfrentado dificuldades para se manter e levou a comunidade a se mobilizar para proteger este importante capítulo da história de São Paulo. Um abraço ao prédio da instituição marcou o lançamento do Movimento Viva o Liceu, este ano.

Logo mais à noite, quando estiverem comemorando os 50 anos de formatura, ex-alunos também discutirão novas abordagens em defesa da manutenção da qualidade do ensino do Liceu e da recuperação do bairro de Campos Elíseos. Esperam ainda trazer as demais turmas do passado para esta batalha, fazendo com que o colégio mais uma vez dê uma lição para a cidade.

Talvez assim consigam fazer com que o conhecimento compartilhado dentro da escola contamine o seu entorno. E não o contrário.

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Liceu: Simulacro e simulação

Abraço no Liceu para salvar patrimônio da cidade

Vida nova no Bosque da Saúde

 

A família de sabiá-laranjeira aumentou nestes dias de novembro, no ninho que construiu na rua Samambaia, em pleno Bosque da Saúde.

Sabia-laranjeira

André Pereira, vizinho deles, ouvinte-internauta e indiscreto, registrou parte destes momentos em fotografia, e não teve como deixar de reparar na bela cor dos ovos, azuis como o do Grêmio por quem ele torce (e eu, também).

Sabia-laranjeira

Os “meninos” logo ensaiaram os primeiros gritos, provavelmente a espera da recompensa a ser oferecida pelos pais.

Sabia-laranjeira

O pai não escondia a satisfação e o orgulho pelo acontecimento. Peito em riste, parecia desafiar a quantidade de prédios que cerca o espaço que foi só deles.

Sabia-laranjeira

“A natureza ainda pulsa na floresta de pedra”, comemorou André Pereira, a quem agradecemos por dividir estes instantes com os leitores do Blog.

Foto-ouvinte: Escuridão no Jardim Ângela

 

Sem luz

Se você não é capaz de enxergar muita coisa nesta foto, não se preocupe. Esta é, também, a visão dos moradores da rua Aurélio Neves, Sapopemba, zona leste de São Paulo. De acordo com Carlinhos Cobra, os moradores continuarão “cegos” enquanto a prefeitura estiver “surda” às reclamações. Há um mês, as luzes dos postes se apagaram e os pedidos se iniciaram. Até agora nenhuma previdência foi tomada.

O problema que o Carlinhos conta não é um privilégio dele. O maior número de reclamações feitas à Ouvidoria de São Paulo se refere a iluminação pública. No terceiro trimestre deste ano foram registradas 549 queixas de pessoas que haviam solicitado o serviço da Ilume, mas não foram devidamente atendidas.

Para fazer reclamações à Ouvidoria:

* Pelo telefone 0800-175717 das 9h às 17h.

* Pessoalmente, das 9h às 17h, na Avenida São João, 473, 16º andar, Centro.

* Por fax: 3334-7132.

* Correios: Avenida São João, 473 – 16º andar – Centro – São Paulo – SP – CEP 01035-000