Por Carlos Magno Gibrail
A SP Arte 2015 realizada de 9 a 12, deu a São Paulo a condição que Londres, Paris e Nova York dispõem como centros econômicos da arte.
O jornal de economia e negócios italiano “Il Sole” considera a SP Arte como o centro do colecionismo latino-americano. Destacando a presença de galerias internacionais e nacionais de expressão, além de mencionar o mecanismo de redução de impostos.
“O jornalista Kolja Reichert do alemão “Die Welt” a define como a maior Feira do Hemisfério Sul pela qualidade e quantidade crescente de galerias, além de referir a cidade, como “a nova Miami” e o Brasil, como Stefan Zweig “o país do futuro”.
“El País” da Espanha através do jornalista Manuel Morales destaca a mostra como “a principal Feira latino-americana de arte” visitada em sua maioria por médicos, advogados, arquitetos na faixa etária de 25 a 43 anos.
O fato é que os três andares do prédio da Bienal expuseram mais de 4500 peças de 97 galerias nacionais e 57 estrangeiras. Receberam 22000 visitantes, dos quais se estima 5% de compradores efetuando venda de R$ 280 milhões. Estimulados pela isenção de ICMS para galeristas paulistas e internacionais, deixando R$17milhões de impostos mais R$ 15 milhões pelos produtos não isentos.
A mostra também deixa doações para museus, prêmios e residências para jovens artistas, oficinas profissionalizantes além de se transformar em programa cultural para a população em geral.
Estimula eventos e ações correlatas como o lançamento do Instituto José Marton de Arte Contemporânea, que terá como objetivo a pesquisa, o ensino, a profissionalização e a divulgação de arte, moda, arquitetura, cenografia e design. Renata Paula, colecionadora e apoiadora do autor comemorou em sua residência-galeria com poucos (160 colados em arte). A essência e a excelência da arte se despedindo do SP Arte e saudando o Instituto José Marton.
Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.











