Foto-ouvinte: Arte no tapume mostra história da Paulista

 

Tapumes com arte

Os tapumes de um empreendimento na Paulista se transformaram em telas gigantes para desenhistas da cidade que estão reproduzindo cenas dos 120 anos da história da avenida. Entre as ruas Pamplona e São Carlos do Pinhal é possível ver parte do trabalho realizado pelos artistas da ONG Revolucionarte que contará com a imagem de bondes e veículos do passado, silhuetas de pessoas pintadas em cores, além do Masp, estações do Metrô e outros marcos do local. Lek, um dos instrutores do projeto, destaca que os tapumes estão oferecendo visibilidade para o talento de vários desses artistas da ONG, que tem como objetivo oferecer cursos profissionalizantes de pintura artística para jovens de comunidades carentes. Eles aplicam a técnica da aerografia com o uso de tinta e compressores de ar, o que exige precisão e habilidade nos traços. A iniciativa é da CCDI e Cyrela, responsáveis pela construção da torre comercial na avenida Paulista

Vai à Paulista, vá de bike, mas confira este vídeo antes

 

Vistoria nos Bicicletários da avenida Paulista from João Lacerda on Vimeo.

O videorepórter João Lacerda convidou Aline Cavalcante (@pedaline) para pedalar em busca dos atrativos culturais da Avenida Paulista. A intenção era descobrir como a bicicleta é tratada em todos estes lugares bacanas que fazem parte do roteiro de turistas estrangeiros, brasileiros e paulistanos. Algumas surpresas interessantes e outras frustrantes fizeram parte deste passeio que vale a pena acompanhar. Depois confira aqui a nota que a dupla deu para o Masp, Casa das Rosas, Conjunto Nacional, entre outros pontos bem conhecidos da gente.

Com Aline Cavalcante (@pedaline)

Foto-ouvinte: Tantos postes no meio do caminho

 

Poste no meio do caminho

A prefeitura foi zelosa com os moradores de Cambuci – sul de Minas – e reformou a avenida, mas o desenho dos seus engenheiros não combinava com o dos postes da companhia de energia elétrica. Resultado: ir do Jardim Américo para o bairro Santo Antonio pela velha estrada rural se transformou uma prova de obstáculos. Cleber Lambert, ouvinte-internauta que registrou o fato, diz além dos postes do meio do caminho, a avenida ficou inacabada e o calçamento está solto, um transtorno para carros, bicicletas, pedestres, carroças e calaveiros que passam por lá.

Avalanche Tricolor: Bem cedinho

 

Avenida 1 x 3 Grêmio
Gaúcho – Santa Cruz (RS)

Tenho de acordar às seis da manhã e mesmo que me acostume a dormir tarde, assistir aos jogos que encerram a rodada da noite de quarta é sempre um esforço a mais. Principalmente por este compromisso de publicar a Avalanche Tricolor imediatamente após a partida. Minha jornada esportiva particular se encerra no começo da madrugada. Sem contar que com o jogo em andamento, não consigo fazer outras tarefas que precisam ser concluídas antes de dormir.

Se você é daqueles que apoiam o fim dos jogos que se iniciam às nove e 50 da noite, esqueça. Apesar de saber que o ideal é que os jogos se iniciassem mais cedo, não farei coro a ideia. O futebol está em um regime profissional e vem da televisão parcela importante do dinheiro que permite a compra dos jogadores que tanto reclamo. Alguma concessão os clubes tem de fazer.

Lembro, ainda, que apenas uma das partidas e somente da rodada de quarta-feira é que leva o torcedor a este sacrifício. Todas as demais são mais cedo nem por isso o público é maior. Nesta noite, por exemplo, o estádio dos Eucaliptos – de arquibancadas acanhadas e gramado esburacado – estava lotado, em Santa Cruz do Sul. Sei que não era preciso muito. Mas o que quero dizer é que não é o horário que afasta o torcedor, é a falta de infra-estrutura e segurança.

O vereador petista Enio Tatto está com projeto de lei que pede o encerramento das partidas no máximo às 11 da noite. Que me desculpe o parlamentar – torcedor do Grêmio assim como eu, mesmo morando há muitos anos em São Paulo -, mas esta questão me parece perfumaria. Muito mais significativa será a discussão em torno de outros ítens da proposta dele que prevê a identificação do comprador dos ingressos, bilhetes nominais, obrigações para os cartolas que doam entradas às organizadas e punição aos baderneiros com o afastamento dos estádios.

Você deve se perguntar por que falo deste assunto se poderia mais uma vez “rasgar seda” para o Imortal Tricolor. Primeiro, porque para escrever sobre este tema não precisava esperar até o fim da partida; segundo, porque com 59 segundos de jogo o Grêmio já vencia e começava o segundo turno como encerrou o primeiro: vencendo e na liderança.

Buracos na cidade: “É uma vergonha”

 

Na extensão da rua Michigan e na Ribeiro do Vale, no Brooklin, os buracos permanecem apesar dos muitos pedidos à subprefeitura. O ouvinte-internauta Marcos Cabral avisa que um deles na esquina das duas ruas está lá desde maio e já deixou muitos motoristas no prejuízo.

O Angelo Raposo faz um roteiro para o passeio matinal do subprefeito: Cerro Cora, Tonelero, Ricardo Medina Filho e segue pelas ruas do abandonado bairro da Vila Ipoujuca. Sugere que o descaso seja na praça da rua Dinieper (“é de chorar”).

A Suzana Izumi tem um buraco de estimação, o qual acompanha dia a dia e com orgulho o vê crescer. É na esquina da Judith Zumkeller com a Avenida Zumkeller, no Mandaqui, bem no caminho do berçário do filhinho dela. Ele também está crescendo.

Para o Ricardo Brandão, o problema é que no fim da av. Diogo Gomes Carneiro, próximo do quilômetro 15 da Raposo Tavares, tem um trecho de 500 metros de terra, cercado de árvores, que se transformou em local de depósito de entulho.

Tem, também, o buraco persistente: é na rua Jonatas Serrano, 316. O buraco abre, a Sabesp fecha e cinco dias depois, está de volta, explica Dailton Gomes.

José Silva Rocha da Silva
pergunta se quem presta este serviço está sendo cobrado pelo que faz. Ele passou pelas avenidas Sapoemba e Juliani, no Jardim Elba, e Mateu Ben, em São Mateus e ficou chocado com as “costelas de vaca” pelas quais teve de passar: “é de dar vergonha”.

Foto-ouvinte: A mais feia de São Paulo

Brigadeiro Luis Antonio

Antes mesmo de fechar as contas da preferência dos leitores do blog em relação as sensações provocadas por São Paulo, sou provocado a olhar para o outro lado da cidade. O ouvinte-internauta Eduardo Mucillo recentemente foi trabalhar na avenida Brigadeiro Luís Antônio. Ele está espantado com a quantidade de casarões abandonados que parecem prestes a desabar. Contou pelo menos quatro dessas construções antigas com péssimo aspecto, entre as ruas Pedroso e Humaitá.

Eduardo, autor da imagem acima, comenta: “A avenida Brigadeiro Luís Antônio, junto com a Santo Amaro e a Ricardo Jaffet, concorrem ao triste título de avenidas mais feias de São Paulo”.

Que outras avenidas e locais entrariam nesta lista, na sua opinião ?