Por Beto Custódio
Pois é, enquanto o Prefeito aumento seu próprio salário, servidores eståo em greve e as calçadas esburacadas, a exemplo desta na Rua Capitåo Pucci em Guaianases
Por Devanir Amâncio
Na terra dos factóides tudo tem que ser bem arquitetado […].
Na Estrada de Itapecerica ,em frente ao número 4.900 – no meio do morro do “S” – existe um buraco virando cratera. O buraco transformou-se em um grande obstáculo nesta via de trânsito intenso na Zona Sul. Comerciantes e agentes de saúde reclamam que , por diversas vezes ligaram para a Subprefeitura Campo Limpo e nenhuma providência ainda foi tomada para resolver o problema.
Mas, em matéria de avenidas esburacadas,calçadas danificadas e outros obstáculos , Beto Tatu pensa como o doutor Samuel Fergunsson, glorioso filho da Inglaterra,personagem do livro “Viagem ao Centro da África”, a primeira obra de Júlio Verne (1862).
“Os obstáculos foram criados para serem vencidos… Durante a vida , cada passo é perigoso”.
Resposta enviada pela Subprefeitura do Campo Limpo, em 5 de setembro:
Em relação à reclamação de leitor, publicada no blog, 01/09/11 com o título: Calçada de Itapecerica . Informamos que está na programação do dia 08/09/11, a execução dos serviços de 20 metros de reconstrução de guias, sarjetas além da concordância do pavimento. Logo terminem essa etapa, os proprietários dos imóveis, serão notificados a executarem os passeios.
Atenciosamente
Assessoria de Imprensa
Subprefeitura Campo Limpo
Recado do professor Marco Aurelio Nogueira, morador de Higienópolis:
O caso da estação em Higienópolis também revelou que existe uma associação interessada em defender o bairro. Só que os caras atiraram na direção errada e em vez de defendê-lo acabaram por expô-lo à gozação pública. Em vez de combater o metrô, deveriam se preocupar com a ocupação predatória das calçadas, já que alegam que os moradores costumam fazer tudo a pé. Vejam a foto e me digam se alguém pode passar por aquele vão.
Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP
O lixo domiciliar também emporcalha a frente do Posto de Saúde/AMA-Sé, na rua Frederico Alvarenga, nas proximidades do Parque Dom Pedro II .
Os garis varredores lembram que tirar o lixo dali é responsabilidade da Loga, empresa que faz a coleta no Centro, que nem sempre a faz com regularidade.
Os varredores ainda explicam:” Nesta região tem muitos cortiços… Nem precisa ser engenheiro para saber que duas caçambas no local,próprias para esse tipo de lixo, evitariam o problema – causado em grande parte pelos moradores de rua -, é só a Prefeitura exigir da Loga.”
Minha mulher e eu estivemos, desde domingo, dia 3 de abril, visitando Buenos Aires, para onde temos ido quase todos anos. Graças ao fato de estarmos no vigésimo-sétimo andar do hotel em que nos hospedamos, com vista, a partir da Avenida Corrientes, para boa parte da cidade, constatei que, apesar das queixas dos portenhos, lá o trânsito apenas tende a ficar congestionado quando piqueteiros de todos os credos realizam suas manifestações.
Aliás, a Presidenta da República Cristina Fernandez de Kirchner costuma incentivar algumas dessas manifestações. Faço um parênteses a fim de esclarecer que, para os argentinos, há presidentes e presidentas, enquanto para nós,brasileiros, o certo é chamar o primeiro mandatário da nação de presidente, seja qual for o seu sexo. Lembro que Isabelita Perón foi a primeira presidenta deles. Então, neste particular, se nos fixarmos somente em números.os “hermanos” estão a nossa frente.
Volto ao meu assunto: trânsito. É claro, em horários de pico, o fluxo de veículos se torna mais denso, o que é absolutamente normal. O desenho de Buenos Aires é muito melhor que o de São Paulo, uma das razões para que os problemas sejam menores que os vividos pelos paulistanos.
Nas outras visitas que fiz a Buenos Aires não notei que as autoridades se preocupassem (posso estar iludido) com a criação de “bicisendas”, o equivalente as nossas ciclovias. Agora, entretanto, fiquei surpreendido com a existência de “bicisenda” numa das transversais da Corrientes, a Suipacha. Plantaram na rua árvores que estão ainda em fase de crescimento. Esta via é estreita. Há ônibus que descem pela Esmeralda e subiam pela Suipacha. Estes são obrigados, agora, a fazer uma volta bem maior para que cheguem ao seu destino.
Outro problema que constatei é que os ciclistas, em sua maioria, aproveitam a ciclovia para rodar em alta velocidade quando descem a rua, sem respeitar os pedestres que correm risco de atropelamento se, por distração, tentam atravessar a via de costas para as bicicletas. Entre as duas ciclovias – a que sobe e a que desce – há uma faixa exclusiva para pedestres: uma “peatonal”.
Seja lá como for, creio que a intenção dos idealizadores da inovação foi das melhores. Seria interessante, todavia, que procurassem encontrar jeito de corrigir os problemas por mim citados.
Antes de encerrar o texto, sugiro a quem puder, que faça uma visita a Buenos Aires A diferença entre o valor do cruzeiro e do peso, favorável a “nosotros, permitem que os brasileiros façam o mesmo que os argentinos, décadas atrás: “dame dos” – diziam ao comprar em nossas lojas ou ao visitar nossos restaurantes.
Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)
A avenida Estrela da Noite tem nome bonito, visual nem tanto. Quem passa por lá todos os dias sabe que a situação, ao menos em uma das calçadas, é vergonhosa. Os alunos que chegam a escola se deparam com uma cena de desrespeito, descaso e falta de cidadania. Sensibilizado, o jornalista e ouvinte-internauta Marcos Paulo Dias decidiu pegar uma câmera de vídeo e “passear” pelo local que fica ao lado da linha Safira da CPTM, no bairro do Itam Paulista, zona leste da capital paulista.
O passeio pela calçada lotada de entulho chama atenção pois durou 3 minutos e meio e em todo o percurso pedaços de madeira, ferro, tecido, papel e uma dezena de materiais expõe a falta de respeito com o ambiente urbano. Marcos descreve as cenas e conta um pouco do que acontece todos os dias por ali.
Veja a cena até o fim e não deixe de publicar aqui a sua opinião sobre esta situação
O bode Mané não dá mais conta do recado. É tanto mato crescendo nos parques e praças da cidade que o bicho fica sem saber que lugar socorrer primeiro, principalmente depois que a Cátia Toffoletto decidiu sair por aí registrando a falta de manutenção nestas áreas verdes.
A calçada da rua Ouvidor Peleja, na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, porém, deixaram a Cátia e o bode em dúvida. Seria esta uma calçada verde, ecologicamente correta, ou simplesmente o proprietário esqueceu que é sua responsabilidade cortar a grama ?
Aqui começa o Recanto dos Humildes. O sofá despejado no meio da rua recepciona os visitantes na rua Recanto dos Humildes, número 10, no bairro de Perus, zona norte da capital. E atrapalha o trânsito de carros e ônibus, conta Devanir Amâncio, da ONG Educa SP, colaborador deste Blog.
A porta da Igreja Deus Pai dos Humildes também é ocupada pelo entulho que se espalha pela calçada, material jogado por moradores. Dona Leonice de Almeida cobra providências da subprefeitura da região, sem sucesso até agora. Diz ter convidado o subprefeito Celso Capato para vistoriar o local, na rua Antule, número 1, mas ainda não teve o prazer de vê-lo por lá.
Mesmo assim, Dona Leonice acredita em uma solução: “Para isso a Prefeitura conta com engenheiros , gente do verde, fiscais e subprefeito, diz indignada.
“Passo todos os dias pela Av. Almirante Delamare, em Heliópolis, zona sul de São Paulo, e sempre gostei desse grafite, onde se lê “Se tem lixo, tem ratos”. No dia em que o semáforo me deu a chance de tirar uma foto havia essa equipe da prefeitura tentando recolher a montanha de entulho e lixo permanentes no local. Pelo visto não deram conta, pois ainda tem muito lixo por lá. Nenhuma crítica ao trabalho deste pessoal, pois várias vezes eu vi pilhas de entulho serem recolhidas em um dia e reaparecerem logo depois” Texto e foto do ouvinte-internauta Victor Zamora
Por Dora Estevam

Passeando com Gisele

Elegância de Sienna Miller
Sem contar que aquele saquinho deve demorar anos para se dissolver na natureza (outra questão que já foi tema de debate aqui neste blog) – ou seja, deixarão de herança uma montanha de plástico recheada de cocô de cachorro.
As fezes na rua podem trazer muitas doenças através das moscas que atraem. E você não vai querer que a sua família seja contaminada por isso, vai?
Para você que tem animal em casa, certifique-se de que a pessoa que esta saindo com ele recolhe a sujeira e a despeja no lixo da sua casa. Melhor ainda, dê você mesmo o exemplo e mostre qual o procedimento correto.
Seja um fiscal da sua calçada e se vir alguém cometendo esta falta de educação não deixe de alertá-la.
Tenha um bom e elegante passeio com o seu dog!
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung