Mundo Corporativo: Sílvia Freitas, do Berlitz, traz dicas para quem quer trabalhar no exterior

 

 

“Conhecer a si próprio, conhecer o outro, não importa se você está no Brasil interagindo globalmente ou você está assumindo uma posição global ou em outro país, você precisa de fato saber da cultura do país que você está interagindo”. A dica é de Sílvia Freitas, diretora de relações corporativas do Berlitz Brasil, ao se referir a forma como os profissionais devem se preparar para aproveitar oportunidades de trabalho no exterior. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, da rádio CBN, Freitas defende a ideia de que “a pessoa tem de entender a outra cultura e como eles se relacionam para que o negócio de certo”

 

O Mundo Corporativo é gravado às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, ou aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: jeitinho brasileiro prejudica planejamento e performance, diz George Eich

 

 

“Eu digo que o jeitinho brasileiro é o nosso principal concorrente porque ele é que faz com que você não pense aonde você quer chegar e nem como vai chegar lá; você simplesmente sai correndo, sai caminhando, numa direção qualquer”. A constatação é de George Eich, sócio da CoBlue, que tem se dedicado a implantar a cultura do planejamento em empresas brasileiras desde que trouxe para o país metodologia que já havia sido implantada em organizações do setor de tecnologia como o Google e o Twitter. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN, Eich explicou como funciona o OKR – Objectives and Key Results, que tem como meta melhorar o desempenho de projetos e empresas.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas, no site e na página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar, aos sábado, no Jornal da CBN, ou domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o Mundo Corporativo Juliana Causin, Débora Gonçalves e Rafael Furugen.

Mundo Corporativo: líderes precisam saber que as empresas sempre vão precisar de gente

 

 

“O mundo está mudando, as empresas estão mudando, mas elas não vão deixar de ter gente, sempre gente vai fazer parte das empresas”. É o que diz Josué Bressane Junior, sócio-diretor da Falconi Gente, para alertar os líderes da necessidade de entenderem que é preciso usar o RH de maneira mais estratégica. Bressane foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, são os líderes que têm a responsabilidade de implantar as transformações efetivas nos negócios, no entanto nos trabalhos que desenvolve de consultoria percebe que nem sempre isso acontece: “a mudança não ocorre de baixo pra cima, a mudança ocorre de cima pra baixo; essa é a grande dificuldade das organizações porque muitos querem mudar no pensamento, mas na essência não querem essa mudança”.

 

No programa, Bressane falou também da relação entre gerações no ambiente de trabalho e da forma como uso de tecnologia está modificando os processos de avaliação de desempenho e de contratação. O Mundo Corporativo é gravado às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão ao vivo pelo site e pela página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábado, no Jornal da CBN, e aos domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo – Nova Geração: Glaucy Bocci ajuda as empresas a entender o que atrai os jovens

 

 

“Não mais, como se dizia no passado, as pessoas se atraem por questões apenas intangíveis, o fato é que questões financeiras tem tido peso na atração de talentos”.

 

A informação é de Glaucy Bocci, diretora de gestão de talentos da Willis Towers Watson, consultoria que desenvolve estudos para entender, entre outros aspectos, quais os fatores que conquistam a atenção dos jovens nas empresas. Essa mudança de olhar das novas gerações apareceu com destaque nas duas últimas pesquisas desenvolvidas em diversos países, nos anos de 2014 e 2016.

 

Para ela “questões materiais ou financeiras vem ganhando peso até em função da crise global na qual nós passamos e mais acentuada até na economia brasileira”. Bocci foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN.

 

Quando o tema é atração de talentos, a pesquisa mostra que os três fatores mais importantes para os jovens são salário base, oportunidade de carreira e tarefas desafiadoras. Já quando a pesquisa aborda os motivos que fazem com que um profissional se mantenha na empresa ou busque outro emprego, além do salário base e oportunidade de carreira, surge como terceiro fator o tempo de deslocamento até o trabalho.

 

Em relação a convivência no mesmo ambiente de trabalho de gerações tão diversas, como ocorre atualmente, Bocci alerta para a necessidade de as pessoas que estão na posição de líder, sejam jovens ou veteranos, criarem um espaço de troca de experiência: “os dois lados tem de estar dispostos a ouvir, a estarem abertos para uma discussão franca e serem parceiros das áreas de capital humano para implementarem essas políticas”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site ou na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN ou domingo às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com este Mundo Corporativo Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: perdão é um ato de inteligência que vai curar a sua vida, diz Heloísa Capelas

 

 

“Todas as pessoas valem a pena, todas as pessoas tem talento e luz, só que elas não sabem. E se eles não sabem, elas não usam”. A afirmação é de Heloísa Capelas, do Centro Hoffman no Brasil, especialista em mudança de comportamento. O conselho dele se volta aos líderes e gestores de empresas que têm a responsabilidade de descobrir os talentos que existem no seu negócio. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Capelas diz “você precisa olhar para as pessoas que estão à sua volta; e olhar significa dar para elas atenção, olha no olho e presta atenção no que elas estão falando, isso é liderança”.

 

Autora do livro “Perdão, a revolução que falta – o ato de inteligência que vai curar a sua vida” (Editora Gente), Caldeiras apresenta sugestões para quem tem acumulado desavenças no local de trabalho e na família: “o perdão nos traz auto responsabilidade; a vida é minha, a vida é problema meu, não é problema de ninguém, então se eu fracasso e se eu tenho sucesso, o problema é meu”.

 

O programa Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site e na página da CBN no Facebook. Colaboram com o programa Juliana Causin, Rafael Furugem e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: 10 princípios para o jovem que deseja sucesso nos negócios

 

 

“Independentemente de você ser executivo ou não, a veia de empreendedor deve estar presente dentro de você em tudo que você estiver fazendo dentro da sua vida”.

 

Para Ricardo Diniz, autor dessa frase, a melhor maneira de manter essa chama acessa é trabalhar ao lado dos jovens e, segundo ele, foi isso que o inspirou a escrever o livro “Como chegar ao topo nas empresas – os 10 princípios para o jovem que deseja o sucesso no mundo dos negócios”. Diniz foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, quando falou de alguns dos ensinamentos alcançados ao longo de sua vida profissional que começou como estagiário para depois trabalhar em bancos de investimento, atuar como empreendedor e sócio-fundador de uma empresa de teleinformática, ser diretor de agência de notícias até tornar-se o mais jovem presidente de uma multinacional no Brasil.

 

Aqui os 10 princípios de Ricardo Diniz publicados em livro:

 

  1. Um propósito todo seu
  2. Há sempre um lado humano
  3. A ciranda dos riscos
  4. A transparência é o seu escudo
  5. O cliente é seu melhor negócio
  6. A mente positiva gera soluções
  7. O mundo não para de girar
  8. Ultrapasse as fronteiras
  9. Seja seu próprio headhunter
  10. Trabalhe com prazer e viva em paz

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site ou na página da CBN no Facebook. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e domingo, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: empresários tem de saber usar o potencial das pessoas com deficiência, ensina Guilherme Braga

 

 

Foi olhando ao seu redor que o advogado Guilherme Braga percebeu que as pessoas com deficiência simplesmente não existiam nos ambientes profissionais, aqui no Brasil. Uma situação bastante diferente daquela que havia encontrado pouco tempo antes, nos Estados Unidos, quando convivia com cegos, surdos, pessoas com restrição intelectual ou dificuldades para se locomover. Profissionais que tinham enorme capacidade de desenvolvimento e com nível de produtividade semelhante aos dos demais trabalhadores.

 

Diante desta realidade, Braga foi estudar o cenário brasileiro e descobriu que muitos empresários, por falta de informação, não eram capazes de cumprir a lei de cotas, de 1991, que obriga empresas a partir de 100 funcionários a oferecerem de 2% a 5% das vagas a pessoas com deficiência. Criou a Egalitê, empresa de tecnologia que conecta esses profissionais com as empresas, em 2010, no Rio Grande do Sul. Três anos depois estava em São Paulo e, atualmente, já abriu espaço no mercado de trabalho para cerca de 4 mil pessoas com deficiência em 300 empresas, em 16 estados brasileiros.

 

“O que a gente precisa é que o gestor entenda que uma pessoa com deficiência não é um problema para ele, é uma grande potencialidade que ele tem na mão e que isso pode realmente trazer grandes benefícios para a sua equipe”, disse Braga ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, o empresário brasileiro ainda não é capaz de perceber que ao fechar o mercado para esses profissionais está desperdiçando grandes oportunidades.

 

E o potencial é grande mesmo: o Brasil tem em torno de 403 mil pessoas com deficiência trabalhando formalmente, enquanto a lei de cotas, se cumprida, poderia oferecer mais de 807 mil vagas.

 

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão pelo site e pela página da CBN no Facebook.

 

O programa vai ao ar aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, às 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Débora Gonçalves, Juliana Causin e Rafael Furugen.

Mundo Corporativo: maior dificuldade de jovens líderes é gerenciar pessoas, diz Daniel Velazco-Bedoya, do Cabify

 

 

“A maior falha hoje de uma jovem liderança é gerenciamento de equipe. E gerenciar equipe não é só prioridades, prazos, planejamento e cumprimento disso. É desenvolver pessoas e colocá-las nos lugares corretos; gerenciar conflitos; dar o direcionamento para direita e para a esquerda”. Daniel Velazco-Bedoya fala com autoridade sobre as dificuldades que as novas gerações enfrentam ao assumirem postos de lideranças nas empresas. Ele, aos 28 anos, é diretor-geral do Cabify, empresa de tecnologia na área de mobilidade e transporte individual, posto assumido após ter sido funcionário de empresas privadas, criador de start-up, gestor e executivo.

 

Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Bedoya ajuda a identificar quais são as vantagens de se contratar profissionais jovens e as dificuldades que essa inexperiência pode gerar. Ao mesmo tempo, mostra aos empresários quais são os pontos que mais atraem as novas gerações. Para ele o que leva às novas gerações a escolher entre uma empresa ou outra são os valores de cultura de trabalho, o entendimento do ciclo de mudanças rápidas e a liberdade para que se atue com mais independência.

 

O Mundo Corporativo, no último sábado do mês, é dedicado às novas gerações. O programa vai ao ar no Jornal da CBN, a partir das 8h10 da manhã. É reproduzido aos domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo: Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Juliana Causin

A diferença que faz um sorriso no rosto

 

 

Nesta semana escrevi o texto “Você é o melhor antídoto para o mau humor corporativo”, baseado em duas entrevista que realizei nos últimos dias para o Mundo Corporativo e o CBN Professional, dois dos programas que apresento na rádio CBN.

 

 

Hoje, dedilhando minha timeline do Twitter, encontrei o tweet da jornalista Eliane Catanhêde, colunista do Estadão e comentarista da Globonews, com a história de uma profissional que é descrição límpida e clara de tudo o que escrevi no texto.

 

 

Catanhêde elogia o comportamento de uma atendente de cafeteira, em  Congonhas, que a despeito de toda confusão comum para uma sexta-feira em aeroportos brasileiros – especialmente em São Paulo – oferecia um sorriso a cada cliente

 

 

Quando foi a última vez que você sorriu para um cliente, um colega de trabalho ou, simplesmente, para aquela pessoa que você cruza todo dia a caminho da empresa ?

 
 

 

 

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Você é o melhor antídoto para o mau humor corporativo

 

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Uma das colunas do TweetDeck, aplicativo que uso para administrar minhas contas do Twitter, reúne todos as publicações que incluem a expressão “mundo corporativo”. É uma maneira simples de saber o que comentam sobre programa que apresento na rádio CBN e leva este nome, e ao mesmo tempo uma forma de identificar como as pessoas encaram o cenário corporativo.

 

Sei que indignados escrevem mais e mais alto, mas é surpreendente a quantidade de pessoas que reclamam do que fazem e onde fazem. “Nojento”, “mafiosos”, “decepções”e “não é o meu mundo” foram apenas algumas das palavras que encontrei em uma rápido olhar na coluna antes de escrever este texto.

 

Se este não é o meu mundo, qual será? Para viver temos de ter algum dinheiro no bolso, por menos que seja. E para ter esse dinheiro, é preciso produzir. E para produzir, trabalhar. Pode ser em casa, na garagem, na oficina, no consultório ou na casa de máquinas. Trabalhar é preciso. E cada vez mais e por mais tempo. Portanto, cabe a nós mudarmos este ambiente.

 

Lembrei-me deste assunto porque nesta última semana entrevistei dois caras que me ajudaram muito a pensar como é possível transformar este cenário, mesmo que não sejamos os donos da empresa ou um líder de departamento.

 

O primeiro deles foi do Dr. Esdras Guerreiro Vasconcellos, psicólogo que recebi no Mundo Corporativo e trouxe algumas ideias sobre como conviver com o estresse. Ele fala em convívio porque não há como nem se deve eliminá-lo. Sem o estresse não se produz nada; já a perda do controle dele, pode destruir tudo. Foi um dos alertas que fez.

 

Quanto as dificuldades que levam tantos funcionários a reclamar do seu trabalho e da sua empresa, uma frase de Vasconcellos que nos ajuda a pensar como somos fundamentais nesta transformação:

 

“Se você sabe que na segunda-feira vai enfrentar tais e tais problemas na empresa, e você ainda não tem uma solução para eles, pare um instante e cuide pelo menos de você”

 

(leia mais e assista a entrevista completa com Dr. Esdras Vasconcellos)

 

Outra entrevista que me ajudou a refletir sobre essa relação de ódio com o mundo corporativo foi a gravada, nesta terça-feira pela manhã, com João Paulo Pacífico, do Grupo Gaia, convidado da série de podcast CBN Professional. Ele é adepto da psicologia positiva e trouxe vários rituais que os 60 funcionários do grupo são incentivados a realizar.

 

A identificação de momentos de gratidão no seu cotidiano, a importância de trocas de sorrisos, o convite para que se espalhe gentileza e a necessidade de se celebrar cada passo à frente são movimentos marcados pela simplicidade, mas capazes de mexer com algo muitas vezes doloroso: a falta de motivação para fazer o que fazemos.

 

Pode parecer ingênuo diante da crueza com que as relações de trabalho são mantidas, mas no caso da Gaia a coisa está funcionando, convenceu-me Pacífico.

 

Com você, vai depender do seu desejo genuíno de mudar.

 

Nem sempre haverá condições de trocar de empresa ou cargo, mas sempre será possível trocar a sua disposição. Independentemente do chefe mala, do colega marrento, do salário pífio e do cliente que não olha no seu olho, comece essa transformação na sua atitude diante das tarefas marcadas e das pessoas com as quais se relaciona.

 

Afinal, o problema já está posto e não vai mudar porque você reclama dele.

 

Mude você!

 

PS: a entrevista com o João Paulo Pacífico estará disponível, em breve, na lista de podcast da CBN