Lápis e canetas: escrevendo uma história de luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

Quando pensamos em lápis e canetas nos lembrarmos de nossa infância escolar ou em crianças. E, inevitavelmente, vem uma marca em nossa mente: a alemã Faber-Castell. Porém, engana-se quem pensa que a marca, criada em 1761, faz sucesso apenas com seus icônicos lápis de cor e giz de cera. Famosa nas salas de aulas e marcando gerações, também possui uma linha especial com muito luxo e que aposta em materiais finos e brilhantes.

 

 

A caneta Elemento, criada em edição limitada, da coleção Graf von Faber-Castell é um dos exemplos de produtos da fabricante alemã com foco no consumidor de alto poder aquisitivo. Feita à mão por artesões, foram produzidas apenas 1.761 unidades, em homenagem aos 250 anos da Faber-Castell, há 2 anos. O modelo traz metais nobres como platina e ouro, e detalhes em madeira de oliva. Criada e produzida na matriz da Faber-Castell, na Alemanha, une estética e funcionalidade, com acabamentos de luxo. A Graf von Faber-Castell possui também, desde 2003, a linha Pen Of The Year, onde em cada ano uma caneta exclusiva é criada com edição limitada. A peça criada em 2012 foi uma combinação de folhas de ouro com o raro carvalho do pântano, além de sua tampa que inclui pedra de quartzo citrino.

 

O lápis, ícone da marca, não poderia ficar de fora do segmento Premium: “O Lápis-Perfeito”, linha de lápis exclusiva da coleção premium “Graf Von Faber-Castell”, é feito de cedro californiano, com acabamento canelado, acompanha um extensor com banho de platina que, além de proteger a ponta do lápis e possibilitar seu uso mesmo quando ele for pequeno, possui um apontador embutido. Sua borracha é protegida por uma capa também com banho de platina. Com uma única peça é possível escrever, corrigir e apontar.

 

 

Presente no Brasil há alguns anos, a linha Premium mostra a sabedoria com que a marca vem otimizando sua expertise na produção de lápis e canetas, criando linhas exclusivas e de edições limitadas com a qualidade e alto valor percebido, combinando materiais com beleza estética, mas sem deixar de pensar no quesito funcionalidade. A caneta ou o lápis, instrumentos de escrita universais, agora podem ser vistos como uma simplicidade luxuosa, objeto de desejo e prova de experiência proporcionada ao consumidor.

 

Se por um lado muitas grifes de luxo começaram a fazer produtos mais acessíveis para expansão da marca, a Faber-Castell movimenta-se ao contrário. Além de artigos a princípio simples como lápis, vem apostando em produtos para atingir um público mais sofisticado – um mercado certamente repleto de desafios.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: a receita para abrir o seu negócio

 

 

Abrir um negócio é como ter um bebê, para que tudo dê certo é importante fazer o pré-natal. Ao se lançar no mercado e não fazer o planejamento correto, os empreendedores brasileiros geram o aumento na taxa de mortalidade das empresas, impedindo que boas ideias se transformem em grandes negócios. A constatação é de Henriley Domingos, da Doctor Trade Consultoria e Assessoria de Negócios, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. O consultor alerta que o futuro da empresa quem determina é o cliente e, portanto, o empresário pode ter uma grande força de vontade, um grande sonho, mas se o cliente não estiver disposto a sonhar junto, vai ficar apenas no desejo: “de cada dez empresas que nascem no Brasil, sete são por oportunidade que o empreendedor identificou no mercado, mas seja qual for o motivo que o levou a abrir seu negócio é preciso entender se o cliente está no seu bairro, onde será atendido, de que forma você vai entregar o valor que pretendia”. Na entrevista, Domingos fala da dificuldade que muitos empresários têm de identificar que é o seu cliente.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, e pode ser assistido ao vivo pelo site da rádio CBN, com perguntas enviadas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Os riscos à banalização das marcas de Luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

 

O Luxo ganha cada vez mais espaço no cenário mundial. Apesar de ser um segmento de negócios, o tema em si vem sendo explorado ou até mesmo discutido de forma equivocada ou com enfoque supérfluo. Assim como o Luxo tem seu conceito banalizado, as marcas de luxo também correm este risco. Houve uma democratização do luxo: antes pertencentes a famílias tradicionais, que fabricavam seus produtos de forma artesanal, sob medida e em quantidades limitadas, muitas marcas de luxo passaram, desde os anos 80, a fazer parte de grandes conglomerados empresariais, abrindo seu capital e tendo que prestar contas aos investidores, sentindo, a partir daí, a necessidade de aumentar seu lucro.

 

A globalização e o crescimento agressivo de uma marca de luxo merecem muita atenção e podem ser perigosos. Algumas delas, para gerar maiores lucros, buscam aumentar as vendas em excesso e, inevitavelmente, passam a focar o mercado com perfil de consumidores menos afluentes, tornando o luxo mais disponível a pessoas de perfis diferentes aos de seus privilegiados consumidores. Essa prática faz com que a lealdade do real público-alvo diminua e este perceba menor valor à marca antes por ele prestigiada e admirada.

 

 

A falsificação também é um fator importantíssimo. Extremamente nociva à marca, a prática se caracteriza na venda de forma ilegal e através de cópias de qualidade inferior, podendo tornar banal ou vulgar a imagem do produto. O consumidor de luxo pode perder o sentimento de unicidade e especialidade ao ver um produto falso da mesma marca que o seu original sendo comercializado em locais considerados populares. A verdade é que as marcas são muito cobiçadas, tanto por consumidores de alta renda como por aqueles que não têm menor poder de compra. Ao usar o produto de certas marcas, o consumidor se declara membro de um grupo que concorda com a mensagem que ela remete. Os logotipos de marcas de luxo denotam riqueza, status e bom gosto para muitos. Essa busca de inclusão em um determinado grupo é que faz com que aumente o desejo por algumas marcas perante os consumidores.

 

A promoção de vendas também merece cuidados. Muitas marcas de luxo, como Hermès e Louis Vuitton não possuem políticas de descontos ou qualquer forma de promoção em seus pontos de venda. A promoção é válida, mas desde que planejada e respeitosa ao conceito luxuoso da marca, pois caso contrário, o cliente pode perceber que há facilidade de aquisição do produto, descaracterizando-o como luxuoso e caracterizando-o como simples.

 

Na gestão de marcas de luxo, é extremamente importante que ocorra uma política de distribuição, precificação e comunicação seletivas, principalmente os considerados, pela hierarquia do luxo, produtos de luxo inacessível e intermediário. A distribuição, se realizada de forma coerente com a política da marca, poderá evitar a banalização bem como manter a exclusividade, conceito-chave de produtos desse segmento.

 


Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: a importância da inovação nos negócios

 

 

“Inovação é quando o conhecimento tem aplicação de mercado, gera faturamento, receita, redução de custo e aumento de produtividade. Se difere de invenção que é quando o conhecimento é apenas aplicado a um produto. Para ser inovação precisa ter valor de mercado”. A definição é do diretor de inovação da CNI – Confederação Nacional da Indústria, Paulo Mol, entrevistado do Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, a inovação é algo que acontece nas empresas, jamais pode estar desconectado do mundo empresarial. Nesta entrevista o dirigente mostra experiências inovadoras e estratégias que as empresas devem desenvolver para terem um ambiente criativo que proporcione ideias geradoras de novos negócios e melhores resultados.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN. E o programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: gestão de crise e comunicação

 

 

No passado, os manuais de crise recomendavam que as empresas se pronunciasse até uma hora após o surgimento do problema. Hoje, têm 15 minutos para falar com o público. As estratégias para que as corporações não sejam surpreendidas diante deste novo cenário da comunicação fazem parte da entrevista com o jornalista João José Forni, no programa Mundo Corporativo da rádio CBN. Forni é o autor do livro “Gestão de Crise e Comunicação – o que os gestores e profissionais de comunicação precisam saber para enfrentar crises corporativas”, publicado pela Editora Atlas.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da rádio CBN. E você pode participar pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

A estratégia do luxo na busca de novos consumidores

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

No mercado internacional, com a concorrência acirrada e a globalização, um dos maiores desafios para as marcas de produtos e serviços de luxo é manter seu crescimento. A expansão da marca para outras classes tem sido a estratégia adotada, criando novos produtos: perfumes Hermès, camisetas e chaveiros Ferrari, relógios Mercedes-Benz, por exemplo. Cresce cada vez mais o número de grifes de alto luxo de segmentos como automóveis, moda e joalheria investindo buscando segmentos diferentes de sua principal área de atuação.

 

A estratégia de extensão de marca consiste em aumentar a categoria de produtos para a mesma base de consumidores, sempre se preocupando com uma distribuição seletiva. Porém, no mercado com foco no consumidor AAA novas categorias de produto só devem ser exploradas se estiverem alinhadas ao conceito da marca.

 

Até que ponto pode uma marca de luxo usar esta estratégia sem arranhar o seu posicionamento e sem possibilitar a banalização perante o consumidor? É imprescindível estar atento para que não se modifique a proposta de seu valor ao ampliar a acessibilidade e atrair público muito diferente daquele que compra, por exemplo, um automóvel Ferrari, uma bolsa Chanel ou uma joia Cartier. É necessário que se mantenha um alto nível de relacionamento do público com a marca. Uma expansão realizada sem critério pode confundir o que a essa representa, diluindo seu valor.

 

 

Há casos de extensão de marcas de luxo para outras categorias de produtos que aproveitaram a oportunidade sem prejudicar seu posicionamento. Grifes como Chanel e Dior, ícones da alta costura, apostam em produtos de entrada (considerados acessíveis) como perfumes, cosméticos e acessórios para conquistar o consumidor, que, com o tempo, poderá ser um comprador de seus produtos de categorias mais elevadas, como as renomadas bolsas Chanel.

 

A grife Armani é um exemplo também interessante, pois expandiu para o segmento de homeware criando a grife Armani Casa, especializada em móveis e itens de decoração com foco no público AAA, ou seja, sustentando-se nos pilares de sua marca-mãe: tradição, alta qualidade, sofisticação e design. A Armani também expandiu com sucesso criando marcas no segmento de moda (extensão de linhas) como também na hotelaria, com dois hotéis luxuosos, em Milão e Dubai.

 

 

A extensão de marca no segmento do luxo deve ser avaliada e estudada com rigor e só é válida se os novos produtos destinarem-se ao mesmo perfil de consumidor, seguindo o conceito de excelência, exclusividade e mantendo as mesmas políticas de preço, distribuição e comunicação seletivas da marca-mãe. Mesmo ciente de que seus novos produtos poderão atingir o consumidor aspiracional ao mercado de luxo, se a empresa já atua neste segmento e busca atingir um número maior de clientes, deve manter sua essência e principalmente zelar por seu prestígio. Essa estratégia diminui os riscos e os custos, aumentando a cobertura de mercado e fortalecendo os valores e interesses pela marca, imprescindíveis no mercado de luxo.

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: gestão de valores, reiventando a liderança

 

 

“O que eu mais escuto dentro das empresas é “o que falta é respeito entre nós”, e esta falta de cuidado com o bem estar das pessoas, com a qualidade das relações é entendido pelas pessoas como o meu líder não é tão ético assim”. A afirmação é da consultora Renata Di Nizo, que fala sobre gestão de valores e liderança, no programa Mundo Corporativo, da CBN. Di Nizo é fundadora da Casa da Comunicação e escreveu o livro “Reinventando a Liderança – por uma ética de valores” (Editora Summus).

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Chocolate vira peça de luxo em loja conceito da Kopenhagen

 

Por Ricardo Ojeda Marins

A marca Kopenhagen abriu a primeira loja conceito – flagship store – no Brasil há cerca de três semanas, comemorando seus 85 anos. O novo espaço fica na esquina das ruas Oscar Freire e Bela Cintra, nos Jardins, em São Paulo, onde funcionou durante anos a sorveteria Häagen-Dazs. A escolha da Oscar Freire foi estratégica para a marca, não apenas por ser um dos endereços mais badalados da cidade e vizinha de grifes como Antonio Bernardo, Schutz e Bang & Olufsen, mas, principalmente, porque sua primeira fábrica funcionou nesta rua.

 

Por ser uma loja conceito, ali os consumidores podem encontrar todos os produtos da marca, além de presentes e itens especiais. A Linha Gifts Luxo Kopenhagen, por exemplo, foi criada com exclusividade para esse novo espaço, e traz uma coleção de produtos como baleiros, vasos, porta-objetos, bomboniéres e porta jóia. A Kopenhagen fez ainda parcerias com marcas Premium para formar sua carta de bebidas, combinação perfeita para acompanhar a degustação de chocolates. Para os apaixonados pela confeitaria francesa, ali pode-se deliciar macarons de sabores como Nha Benta e Lajotinha. Esta é a única loja da marca onde seus clientes encontram frutinhas de marzipan, um dos primeiros doces comercializados por Anna e David Kopenhagen, fundadores da empresa que nasceu em 1928.

 

 

Com projeto da LLAD Arquitetura, a loja possui inovações tecnológicas como um painel de LED interno e com visualização externa para toda a esquina, exibindo imagens de produtos e campanhas da Kopenhagen. Além da preocupação com a arquitetura diferenciada, a marca escolheu a dedo inclusive a vestimenta da equipe, cujos uniformes foram assinados pelo estilista Lorenzo Merlino.

 

Apesar de não ser considerada marca de luxo, a Kopenhagen tem em seu DNA atributos como tradição, história e alta qualidade na fabricação dos produtos, além de política de distribuição, precificação e comunicação seletivas, podendo ser considerada uma marca Premium brasileira que atende ao consumidor de produtos de luxo, tanto quanto outros consumidores, também. A abertura de sua flagship dá mais ênfase à estratégia da marca, que não é somente comercializar chocolates, mas, sim, tratar chocolates como presentes e proporcionar aos clientes experiências e sensações no ponto de venda. A marca investiu também em estratégias de Marketing Sensorial, com aromatizador de ambiente com cheiro de chocolate e sistema de som que interage com os clientes instigando-os a provar suas criações tentadoras.

 

Difícil será resistir!

 

Ricardo Ojeda Marins é Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Atualmente cursa MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

As pesquisas e os resultados de SP e Rio

 

Por Carlos Magno Gibrail

No Mundo Corporativo que assisti no sábado, aqui no Blog do Mílton Jung, pesquisa colocava o Brasil em 21º no ranking de reputação global dos países. O que, dado o grau de corrupção corrente, não chega a surpreender.

 

Questionadas por alguns, estas pesquisas podem ser úteis. Vejamos, por exemplo o recente trabalho desenvolvido este ano pelo instituto britânico IPSOS MORI, que em 24 países elencou 48 cidades e perguntou a 18.147 pessoas: “Baseado no que você sabe ou tem ouvido de outros, quais as três cidades no mundo que você pensa ser a melhor para negócios, para viver e para visitar?”

 

Nas respostas gerais agrupando as três perguntas, o pódio ficou para Nova Iorque, Paris e Londres. Com o Rio em 18º e SP em 39º. Entretanto, o ranking das melhores cidades para visitar indicou o Rio em uma invejável 8ª posição, na frente nada menos de Amsterdam, Cairo, Zurique, Madrid, Istambul, Hong Kong, Berlim e Toronto.

 

Sucesso e tanto da Cidade Maravilhosa, que não se repetiu no âmbito nacional.

 

Enquanto para os russos, o Rio está entre as três melhores cidades para visitar – com Paris e Roma – para os brasileiros não figura entre as três primeiras, que preferem Paris, Nova Iorque e Roma.

 

Ao mesmo tempo privilegiam São Paulo, pois a consideram depois de Nova Iorque a melhor cidade para negócios e a terceira melhor cidade do mundo para viver, depois de Paris e Nova Iorque. Não é a toa que a capital paulista com 11,5 milhões de habitantes possui quase o dobro da população do Rio e recebe outro tanto de visitantes.

 

A verdade é que, se o 18º e o 39º lugares não são bons, tanto o Rio quanto São Paulo têm a comemorar. SP pela realidade do desempenho obtida no mercado interno, e o Rio pela fantástica potencialidade de turismo internacional exibida na pesquisa, agregada ainda ao detalhe específico da Rússia, que a vê como destino logo a seguir de Paris e Roma.

 

Tudo indica que chegou a hora de provarmos a competência de comunicação internacional para atender os desejos aos produtos que temos em abundância. Natureza, beleza, sol, calor, praia, ritmo.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: o ranking de reputação das empresas no Brasil

 

 

São três as variáveis que levam as pessoas a formar a reputação de uma empresa: as ações e o comportamento, ou seja aquilo que ela faz; a comunicação e o marketing, portanto aquilo que ela diz; e o que dizem dela. A afirmação é de Ana Luiza Almeida, da Reputation Institute Brasil, entrevistada do programa Mundo Corporativo da CBN, que apresenta o resultado de pesquisa sobre a reputação das empresas brasileiras em 21 setores da economia. A seguir o quadro com as empresas que ficaram no topo de cada setor:

 

Brasil Reputation Pulse 2013

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.