A moda brasileira: progresso ou retrocesso?

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

A GLM Global Language Monitor, empresa americana especializada em análise de mídias, colocou São Paulo, sede do SPFW São Paulo Fashion Week, como a sétima cidade em seu ranking das capitais internacionais da moda. A frente de Milão. Subiu do 25º para o 7º lugar.

 

A Luminosidade, administradora do SPFW anunciou a edição do inverno 2013 com 19 marcas. Em 2012 foram 29, em 2011, 32, em 2010 eram 38. Queda de 50%.

 

A GLM monitora as mídias pela web, acompanhando as plataformas virtuais e segundo sua descrição, busca reconhecer a importância e o crescimento das capitais regionais com os seus estilos distintos e sua contribuição para a indústria da moda. São Paulo recebeu o título de “The Queen of Latin America”.

 

A Luminosidade pertence ao Grupo Inbrands, que há cinco anos iniciou um negócio de moda reunindo importantes marcas consagradas através da compra do controle acionário e a manutenção dos antigos proprietários. Opção pioneira que foi replicada por outros empreendimentos similares.

 

Hoje temos mais de 30 importantes marcas de moda nacionais em cinco grupos de moda.

 

Na Inbrands estão: Ellus, Richards, VR, Salinas, Alexandre Herchcovitch, Mandi, Bobstore, Fashion Rio, dentre outras.

 

No Grupo AMC: Colcci, Sommer, Carmelitas, Fórum, Tufi Duek, Triton.

 

No Grupo Marisol: Marisol, Lilica & Ripilica, Rosa Chá, Sais, Mineral, Tigor T., Pakalolo.

 

No Grupo Restoque: Le Lis Blanc, Bo. Bô, John John.

 

E, recentemente, a Alpargatas comprou parte da Osklen.

 

O “espírito animal” de Keynes, latente e visível nos criadores e dirigentes apaixonados como Brett, Tufi, Herchcovitch e Sommer abre espaço para o espírito racional dos investidores financeiros. Esta abertura certamente trará mudanças na moda brasileira. Quem ganha, quem perde é o que veremos em breve. Por ora é torcer para que o animal e o racional não predominem nestas associações e haja um equilíbrio tal qual o concebido e atingido pelo mercado de luxo, cujo exemplo maior é a LVMH de Bernard Arnault. Ao mesmo tempo em que as demais marcas que se mantêm fora de grupos permaneçam fortes o suficiente para não serem atraídas pelo grande capital e continuem exercitando sua criatividade.

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Conte Sua História de SP: Os passeios no cinema

 

No Conte Sua História de São Paulo, Arnaldo Leff, nascido na capital paulista em 1940. Filho de poloneses foi criado no bairro do Bom Retiro, no centro de São Paulo. Seu Arnaldo lembra que o cinema era o único meio de diversão na São Paulo dos anos 1950:

 

Ouça o depoimento de Arnaldo Leff sonorizado pelo Cláudio Antonio

 

Este depoimento foi gravado pelo Museu da Pessoa. Conte você, também, mais um capítulo da nossa cidade. Envie um texto ou agende uma entrevista em áudio e vídeo no site do Museu da Pessoa

Avalanche Tricolor: Obrigado por este dia, pai!

 

São Paulo 1 x 2 Grêmio
Brasileiro – Morumbi (SP)

 

 

Costumamos ouvir que nascemos gremistas. No meu caso, nasci de pai gremista, também. Isso foi fundamental na minha formação. Longe da escola ou da Igreja, é na família que temos nosso caráter e personalidade forjados. Nela aprendemos os bons e maus caminhos que podem ser percorridos no restante de nossas vidas. Dela resgatamos conhecimento, história e passado. E foi de um de seus membros que recebi uma camisa colorada vestida na inocência dos meus seis anos sem saber o que esta significaria, especialmente naquela data em que o time do coração de meu pai acabara de ser derrotado pela primeira vez, após sete anos seguidos de conquistas. Soube do que aconteceu em seguida a minha chegada em casa pelo que me contaram porque não guardei na memória nenhuma das cenas que me foram descritas. Por muito tempo creditei os fatos a estas lendas de família que passam de geração em geração sem que nenhuma prova haja além da imaginação dos parentes. Recentemente, porém, já morando em São Paulo, foi meu pai quem confirmou o que para ele teria sido uma reação estúpida a algo sem tanta importância, mas que para mim foi crucial. Meu pai teria me dado, como costumamos dizer lá no Sul, uma sumanta de pau, no caso o pau da bandeira vermelha que acompanhava o uniforme. Eram anos em que a educação do filho podia passar por umas palmadas sem que os pais fossem denunciados na vara da justiça. O que aconteceu comigo foi o que podemos chamar de corretivo, pois corrigiu o meu caminho ou ao menos mostrou o caminho para o qual havia nascido e sido preparado: ser um Imortal Tricolor.

 

Fosse ele menos inciso, neste domingo de Dias dos Pais não teria motivo para comemorar a virada gremista no Morumbi, estádio de tantas alegrias. Lembro da final do Brasileiro de 1981 contra o próprio São Paulo, claro. Mas, também, da final da Copa do Brasil de 2001 contra o Corinthians. E como agora não temos mais as finalíssimas dado o regulamento dos pontos corridos, quem sabe não guardarei da mesma forma esta vitória de virada contra o São Paulo que pode ter nos dado os três pontos que nos levarão ao título ao fim de toda jornada. Um resultado obtido na prudência de um time que está nos ensinando ser necessário mais do que raça para as grandes conquistas, ser preciso paciência e organização. Hoje, mesmo com jogadores nitidamente cansados e com um resultado aparentemente satisfatório continuou se tentando algo mais, quase despretensiosamente, no toque de bola, no tranco do adversário, no esforço final e nas defesas de Marcelo Grohe – um dos destaques da tarde. E se alcançou, oferecendo a mim e a torcida gremista uma alegria que parecia adiada para a próxima rodada.

 

Obrigado e parabéns pai pelas escolhas que você me ajudou a fazer.

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Nem 8 nem 80!

 

Por Julio Tannus

 

Há alguns anos, um amigo meu nascido e crescido em São Paulo recebeu uma herança. Cansado das contravenções impunes e da pesada carga tributária sem retorno, tomou nas mãos o globo terrestre e passou a meditar sobre qual país seria ideal para morar. A Suíça foi o escolhido. Passou então a morar em um condomínio de luxo e comprou um belíssimo automóvel.

 

Após alguns dias no novo domicílio, ao entrar em seu apartamento, toca o interfone e uma voz pede que compareça a entrada do condomínio. Dá de cara com um policial, que com uma fita métrica nas mãos mostra que seu carro foi estacionado alguns centímetros além da guia, e, portanto ele, o policial, iria autuá-lo por desrespeito a lei.

 

Passado algum tempo, após multas e mais multas, chega ao condomínio bastante irritado e dá um tapa em uma planta. Ao entrar em seu apartamento o zelador lhe informa que acaba de multá-lo por agressão a vegetação. Foi a gota d´agua! Arruma as malas e retorna a São Paulo.

 

Outro dia desses, ao recordar esse episódio, passei a observar com mais atenção o comportamento de nós paulistanos.

 

No trânsito: motoristas falando ao telefone celular enquanto dirigem. Carros parados em fila dupla com pisca alerta ligado em vias de mão dupla, e, portanto, impedindo a passagem de veículos indo na mesma direção. Carros fazendo conversão sem acionar o pisca-pisca. Pedestres que atravessam fora da faixa. Carros que não respeitam pedestres. Motociclistas aos montes vindo em ambos os lados dos automóveis em alta velocidade, sem qualquer regulamentação, etc…

 

Trânsito em São Paulo

 

No Metrô: ninguém ou quase ninguém obedece aos avisos

 

 

Nas escadas rolantes: apesar dos avisos, nenhum deles é seguido pela maioría dos usuários

 

 

E assim por diante…

 


Julio Tannus é consultor em estudos e pesquisa aplicada e co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier). Às terças-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: Uma lua “ensolarada”

 

A lua de São Paulo

O sol insiste em deixar suas marcas na lua. Ou seria a lua que insiste em aparecer quando a estrela no céu deveria ser o sol ? Tudo vai depender da hora em que esta foto foi feita por Massao Uehara, autor desta bela foto, ouvinte-internauta do Jornal da CBN, membro da rede Adote um Vereador (e, claro, um incrível fotógrafo)

Foto-ouvinte: Do começo ao fim de expediente, o céu em São Paulo

 

O vermelho dominou o céu de São Paulo no amanhecer desta terça-feira e quando seguia para o metrô Barra Funda, na zona oeste, Massao Uehara se encantou com esta imagem.

 

Começa o dia em São Paulo

 

No fim do expediente, após forte chuva na capital, nosso colega de estúdio Thiago Barbosa encontrou o céu amarelo no horizonte, nesta foto tirada do alto da Vila Mariana, zona sul da capital.

 

Fim do expediente

SP: Metrópole mal-amada

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Não bastasse o desejo de fuga da maioria dos seus habitantes, comprovado através de recente pesquisa, eis que um novo levantamento de opinião revela que mais de 60% dos moradores de São Paulo acreditam que José Serra irá abandonar novamente o cargo de Prefeito, se eleito. E, ainda assim o tucano lidera as intenções de voto.

 

Provavelmente é a expansão da síndrome de Estocolmo, já detectada na assimilação dos efeitos nefastos do trânsito congestionado quando há uma inexplicável inércia e, simplesmente, não há reação por parte da população paulistana.

 

As antigas manifestações do poeta Paulo Bonfim, as notas compostas por Caetano Veloso, as letras de Billy Blanco, as músicas de Adoniram e Rita Lee até as atuais manifestações de Gilberto Dimenstein, todas declarando de algum modo o bem querer pela maior cidade da América Latina, não foram suficientes para sensibilizar esta gente que aqui vive.

 

Tudo indica que a usam como Serra e Kassab fizeram. Serra abandonou a Prefeitura negando a própria palavra verbal e escrita. Deixou Kassab como herança, que conseguiu o feito de montar o quarto maior partido do país sem precisar de nenhum voto. Feito e tanto, pois, além disso, seu conceito é não ter conceito. Fato que acaba de ser provado ao desmanchar o noivado com o PT e cair nos braços de José Serra.

 

Muito se tem comparado São Paulo a New York, mas é bem provável que nem que Frank Sinatra cantasse a cidade ou Woody Allen a filmasse o amor apareceria.

 

Certamente a sina paulistana não vem da brasilidade. Provavelmente da falta de identidade e de má civilidade. Observemos que dentre os dez motivos mais citados para não morar em São Paulo, todos eles seriam administráveis através de boa cidadania:

 

1. Trânsito. 2. Pessoas mal-educadas. 3. Rios poluídos. 4. Pedintes, drogados. 5. Impostos elevados. 6. Fila para tudo. 7. Motoboys, buracos, obras. 8. Assaltos e violência. 9. Prioridades erradas do governo, como proibir bicicleta em parque, proibir feirante de gritar, proibir outdoor. 10. Poluição do ar.

 

E, lembremos-nos do recado de Billy Blanco em “Capital do Tempo”:

 

Paulista é quem vem e fica!

 


Plantando família e chão!

 


Fazendo a terra, mais rica!


 

Dinheiro e calo na mão!…

 

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketin de moda e escreve, às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: caminhão cai em buraco do Metrô

 

Por Devanir Amâncio

 

Caminhão cai em buraco do Metrô

 

Por volta das 12h20 desta segunda-feira(27) um caminhão VUC fica preso em um bueiro sem tampa da Sabesp ,na esquina da rua São Francisco com a rua José Bonifácio – no calçadão do Metrô Anhangabaú, centro de São Paulo. O dono do caminhão de placa de São Bernardo do Campo – Aritano Alves Machado – com as mãos na cabeça pediu socorro à CET. O bueiro de mais de dez metros desemboca no Córrego das Almas, no Vale do Anhangabaú. Segundo os moradores , o problema do bueiro transbordar e ficar sem a tampa no local é recorrente.

De São Paulo um dia depois da festa

 

Por Maria Lucia Solla

 


Ouça este texto na voz e sonorizado pela autora

 

 

São Paulo chora, e não é manha. Síndrome do dia seguinte? A cidade amanheceu chorando. Não um choro explosivo, intenso, mas aquele choro intermitente de quem para pelo cansaço, se lembra das agruras e dá-lhe chorar de novo.

 

São Paulo é uma senhora respeitável, de 458 anos, com artérias comprometidas e algumas irremediavelmente entupidas. A quantas plásticas já foi submetida, perdeu a conta, Quando nas cidades do exterior a moda muda, corremos para dar o que consideramos um upgrade na nossa, em vez de respeitarmos sua personalidade.

 

Nossa cidade vem rapidamente perdendo suas curvas ao enfrentar escavadeira, britadeira e toda a parafernália moderna usada para modificar sua beleza natural e real em favor da beleza prometida e comprometida. Insatisfeitos e cegos, copiamos daqui, colamos de lá e criamos uma balbúrdia tão grande que nem nós conseguimos aguentar.

 

Essa respeitável senhora teve seus veios de água, por onde deveria correr livre e solta a sua emoção, condenados a prisão perpétua e enjaulados em canos de concreto.

 

Nos breves intervalos do seu choro arrastado e gemente, imagino que ela deva dar graças por nenhum dos velhos amigos estar por perto. Ela não aguentaria a dor, pois tem certeza de que nenhum deles a reconheceria.

 

Observando seu choro, me transposto a uma conversa lá em Camanducaia, no alto do morro, quando meu filho me explicava, paciente, como ele e sua família, três filhos pequenos, viviam cercados pela Natureza quase intocada, sem medo.

 

Tranquilizando meu coração que há muito está distante da terra, ele dizia, mãe, precisa negociar com a Natureza, é isso que fazemos aqui. Não é só escolher o pedaço de terra onde se quer viver, cortando aqui, alinhando lá, precisa respeitar limite. Antes de a gente chegar aqui, tudo obedecia a um ritmo que a gente veio modificar. Demos um chega pra lá nos bichos, modificamos o desenho do chão, plantamos concreto onde havia flor. Se não tiver o mínimo bom-senso, se não agir com a consciência acordada, com respeito, a relação fica impraticável. Não te preocupa, mãe, que as crianças fazem parte desse equilíbrio.

 

Ele tinha razão; fora a queda de um andaime deixado pelos pedreiros, que resultou num bracinho quebrado e depois remendado no hospital, e um ataque de abelhas, a Natureza acabou cuidando para que nada sério acontecesse aos pequenos, lá em cima da montanha.

 

Por isso, chora, São Paulo, chora até que as lágrimas acalmem o teu coração.

 


Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

A bicicleta ainda vai te pegar

 

 

Acabo de sair do Rio de Janeiro e ainda estou a bordo do avião que me traz de volta a São Paulo, enquanto escrevo este texto. Havia um mormaço na cidade que levou muita gente para a praia, nessa segunda-feira. Nada impressionante, pois estamos no Rio e em período de férias. O branco da pele de algumas pessoas que vi passeando na orla – diga-se, as vejo da janela do táxi – sinaliza que muitos são turistas. O que realmente me impressionou foi a legião de bicicletas laranjas na beira mar, ruas e avenidas adjacentes. Estão disponíveis para aluguel e, me parece, caíram no gosto dos cariocas e simpatizantes pela praticidade que oferecem e pelo baixo custo – os mensalistas pagam R$ 10 e se for por apenas um dia, R$ 5. Não havia um trecho do roteiro Santos Dumont-Leblon-Santos Dumont, que cumpri para atender compromisso profissional, no qual não havia uma “Laranjinha” interferindo na cena. Seriam 600 disponíveis e carregando a marca e a cor do Banco Itaú em uma bela jogada de marketing – assim como o Bradesco fez ao adotar a Ciclofaixa de Lazer, em São Paulo. A capital paulista também tem bicicletas de aluguel, estão em estações de metrô, especialmente, mas não chamam tanta atenção porque se escondem entre os carros.

 

Ainda com a imagem das bicicletas cariocas na cabeça, logo que sentei na poltrona do avião me deparei com elas em destaque em reportagens da revista de bordo da Gol Linhas Aéreas. Se os salgadinhos e docinhos não agradaram, a leitura se fez agradável com o texto e as fotos de Denis Russo Burgierman que descreve a aventura de passar três dias visitando o centro paulistano a bordo de um bicicleta. Pedalou 80 quilômetros e conheceu hotéis, restaurantes, bares e demais atrações turísticas. Uma das recomendações: ter em mãos o mapa Ciclo Rotas SP 2011, idealizado por Leandro Valverdes, um dos donos da Ciclo Vila, bicicletaria na Vila Olímpia. Denis usou um bicicleta dobrável que agilizou o passeio e a hospedagem.

 

Não é que encontro outra bicicleta, na mesma edição. Esta bem mais velha, com marcas de ferrugem e, curiosamente, usada por um repórter digital. Explico. A publicação convidou dois repórteres a viajarem para Fortaleza, um com todo tipo de facilidade oferecida por equipamentos eletrônicos e o outro, a moda antiga – até máquina de fotografia com filme, ele portou. Lucas Pretti precisou de informações que estavam na internet, acessada em seu celular, para saber onde alugar uma bicicleta, pois funcionários de hotel, taxistas, vendedores e moradores não tinham a menor ideia, o que demonstra que a prática não é comum: “A cidade não tem infraestrutura nem apelo turístico voltado a experiências urbanas. Também não há ciclovias, mas a cidade é plana, com uma paisagem linda, e a coragem de se aventurar era grande … Para mim foi mais divertido tomar sol pedalando do que em uma cadeira na praia. Um prazer que só a internet pôde proporcionar” – escreveu Pretti.

 

Assim como todos as demais cidades brasileiras, Fortaleza tem de estar pronta para a ocupação urbana que os ciclistas estão proporcionando. E você fique atento porque um bicicleta ainda vai te pegar (no bom sentido). Esteja no táxi ou na poltrona do avião, elas tomam cada vez mais espaço.