Nas ONGs, nos grupos comunitários, e na internet. O jovem brasileiro participa da vida política do país por caminhos diferentes daqueles percorridos nas décadas de 60 e 70. A conclusão é da socióloga Maria Virgínia de Freitas, vice-presidente do Conselho Nacional de Juventude:
É importante o que a socióloga diz quando fala da sobreposição do Executivo para com o Legislativo. O jovem hoje tem a visão de que na política, o que funciona são apenas as medidas provisórias! E não apenas o jovem, mas a sociedade também tem essa percepção. E isso é devido a não sermos educados na pré-escola para saber as funções e importância de cada esfera pública. Por isso, o jovem de hoje é um “idealista desiludido”, porque ao mesmo tempo em que ele pensa em mudar alguma coisa, ele sabe que sozinho não terá muito efeito! Então, ele segue a grande maioria se apartando da política. Por isso, é muito importante que haja eventos como esse abordando políticas públicas para juventude e mostrando trabalhos de jovens através de ONG’s. Tudo isso é para que o jovem crie a consciência do seu poder na sociedade civil!!!
Nas décadas passadas, o Brasil e o mundo passou por muitas transformações. Foi um período de conquista de direitos; período árduo por sinal. Tudo isso fazia com que os jovens fossem ferozmente idealistas. Aos poucos os direitos foram sendo alcançados, e os jovens foram se aquitando, adormecendo o espírito de luta e cidadania.
Porém, acho que este ideal está voltando aos poucos. Os jovens têm procurado sair da alienação e participar mais. Kassab elaborou programas de participação dos novatos na política, sendo está uma oportunidade de integralização à sociedade. Uma iniciativa bem legal!
Os jovens têm sido uma das principais metas de Kassab, que está desenvolvendo projetos de participação destes nas atividades políticas de São Paulo. Assim, o cidadão menos experiente está ganhando oportunidade de aprender como funciona a máquina da sociedade, bem como, formas de melhorá-la, trazendo igualdade de direitos a todos os cidadãos, como previsto na nossa Constituição.