Foto-ouvinte: Cidade Inclusiva

A obra parou

É uma ponte, ou deveria ser, o local que este cidadão de cadeira de roda tenta atravessar. Há oito meses se iniciou obra que está paralisada, na rua Arraial do Bom Fim, no bairro de Itaquera, zona leste da capital.  A construtora Criciúma, contratada pela prefeitura, não está mais por lá, de acordo com informação do ouvinte-internauta que se identificou como Panzarini. Com a chuva, o piso é tomado pela lama, os moradores tem dificuldade para andar, o caminhão do lixo não chega até lá: “Toda essa demora prolonga ainda mais o sofrimento das pessoas que ali moram e precisam passar pelo local todos os dias para trabalhar”, escreveu na esperança de que alguma medida seja adotada pela prefeitura.

Um comentário sobre “Foto-ouvinte: Cidade Inclusiva

  1. Sarney promete corte linear de 10% nos gastos do Senado
    Da Agência Brasil
    Em Brasília (DF)

    Temer e Sarney iniciam processo de ‘reaproximação’
    Reuters

    É preciso reagir, recuperar a dignidade do povo, resgatar do domínio dessa corja as instituições públicas do país.

    O chamado voto popular mudará esse quadro, como afirmam “políticos” e representantes do Judiciário? Mas como se dará isso se os partidos políticos, que indicam os candidatos, são dominados por bandidos notórios? E quando se dará isso se o processo de dominação da bandidagem se multiplica em todas as instituições públicas, crescentemente nutridas e infestadas nos seus quadros por elementos oriundos das quadrilhas que se formam, multiplicam e se consorciam sob o disfarce de partido político? Como poderá um bandido, obviamente inimigo do povo, representar o povo?

    Os grupos que dominam e representam as quadrilhas disfarçadas de partidos políticos são inimigos do povo, e devem ser tratados rigorosamente como inimigos! E no chamado meio político brasileiro não existe omisso, como cinicamente ou estupidamente alguns argumentam na tentativa de separar do corpo infestado alguma coisa aproveitável. Uma instituição é a exata medida dos seus representantes. Quando a instituição, assim como qualquer organismo, não reage ao processo de contaminação, está condenada irremediavelmente. É o que acontece com as nossas instituições públicas, cujos representantes passaram a agir coletivamente como criminosos, e a confrontar ostensivamente a sociedade e aos seus valores éticos.

    O processo de dominação da sociedade brasileira pelo banditismo tem origem no chamado Poder Executivo. É daí que sai o dinheiro que lubrifica a corrupção desmedida e sustenta todas as quadrilhas. O Legislativo, inchado como animal morto para acomodar vermes que proliferam, existe unicamente como balcão de negócios e para aprovar medidas provisórias do Executivo, constituir CPIs inteiramente inúteis convertidas em reality shows, aprovar nome de rua e homenagear autoridades. E o Judiciário, nas questões relacionadas ao exercício da Política, para assegurar o selo de qualidade aos crimes cometidos em nome da política, com os argumentos mais cretinos.

    Há anos temos o caso exemplar do Rio de Janeiro, inteiramente controlado pelo narcotráfico e pelas milícias formadas por “´políticos”, policiais e bombeiros. Era preciso mobilizar as Forças Armadas para assegurar a “vontade” das urnas nas últimas eleições, como argumentam cinicamente membros do STE? Por que o STE simplesmente não impede a candidatura de criminosos notórios, a maioria ladrões, muitos deles homicidas e estupradores, condenados ou não por uma Justiça sabidamente amarrada por leis destinadas a proteger esses mesmos vagabundos? Por que o STE não desbarata essas quadrilhas disfarçadas de partidos políticos? Por que o STE não responsabiliza criminalmente os chefes dos partidos que cedem legenda a bandidos notórios? Qual é de fato a função e a utilidade do STE? Não é mais fácil e eficaz operar na origem do mal, simplesmente cassando o registro dessas máfias que proliferam como verme em lixo disfarçadas de partidos políticos para dar abrigo a vagabundos de todas as facções das quadrilhas de sempre? A resposta é NÃO, por que a cassação de qualquer quadrilha menor poderia criar um precedente perigoso para a sólida estabilidade e negócios das grandes quadrilhas e dos seus chefes, e para a sustentação “política” do Executivo. Em todas as eleições o STE cinicamente recomenda ao eleitor bom senso na hora de votar. Que critério de seleção pode orientar o eleitor numa lista de criminosos e de energúmenos indicados por partidos políticos controlados por bandidos?

    Nós vivemos de fato num estado sem lei. É exatamente a ausência de leis que caracteriza essa solução de força imposta à sociedade pelo domínio da bandidagem sobre os partidos políticos, e que se manifesta claramente através de todas as instituições públicas, especialmente dos poderes Executivo e Legislativo e,
    crescentemente, do Judiciário. E nosso caráter coletivo reflete progressivamente esse ambiente sem ética e sem lei, vazio de qualquer conteúdo moral, que nivela tudo pelo esgoto. É rotina ver-se em conluio “político” criminosos notórios e supostas autoridades “em nome da governabilidade”. Nós nos habituamos a essa “solução de força” com a mesma naturalidade com que nos submetemos sem questionamento à violência generalizada de um estado sem lei; renunciamos ao nosso direito de legítima defesa e à nossa liberdade primária de ir e vir; com a mesma naturalidade com que aceitamos pacificamente a invasão da nossa propriedade por bandidos e profissionais de “movimentos sociais”; e com a mesma naturalidade com que aceitamos ser tratados como incapazes.

    Nesta terra sem lei, cada presidente da República sente-se à vontade para limpar a bunda com a Constituição e a bandeira da ética. Aí tem origem o cangaço brasileiro. Lei quem respeita mesmo é favelado e produtor rural, a lei do chefe local do tráfico de drogas ou da milícia armada, e a lei dos chamados “movimentos sociais”, impostas literalmente à bala, ferro e fogo. Os demais segmentos da sociedade não têm qualquer obrigação moral de cumprir a lei – senão a lei básica da sobrevivência – porque todas elas ou são fabricadas nos gabinetes para acomodar conchavos, como a tal lei que engrossava as quadrilhas em mais de sete mil vereadores, ou destinadas a sufocar ainda mais o povo.

    Tudo que se relaciona no Brasil ao exercício da política e do poder é uma farsa destinada a encobrir propósitos corruptos. Os petistas estão nos ensinando que, conquistado o poder, todas as esperanças por mudança no lamaçal político se desfazem no mesmo esgoto do coronelismo que espolia, sufoca, degrada, humilha e envergonha os brasileiros. Do PT mesmo, que representava a tal esperança por mudança, ficam como “legado” as pegadas, as fotos, os filmes, as gravações e as digitais dos seus dirigentes e representantes, desde os mensaleiros e aloprados até inacreditáveis facínoras chefiando milícias armadas que disputam com o tráfico de drogas o domínio das favelas miseráveis do Brasil, onde impuseram e arrecadam um novo “imposto sindical social”, que é a especialidade dos petistas, representado pela venda de “segurança” e de produtos roubados. Todos iguais a todos os demais, e aos demais partidos.

    O povo precisa de uma liderança disposta a acabar com o puteiro em que foi transformado o Brasil. Uma liderança autêntica, ética, jamais sairá de qualquer sindicato, porque seus líderes, que nunca trabalharam, vivem de parasitar os trabalhadores, quando não de formar quadrilhas para roubar o povo. Da mesma forma, jamais sairá das oligarquias, cujas famílias imundas devem ser exterminadas à bala..

    Jairo Ribeiro

    NOTA PARA O SARNEY: Qualquer indivíduo decente começará assumindo o compromisso de lutar pela desratização do Senado, pelo fim da substituição cartorial de senadores, pelo fim do voto secreto (que é o refúgio dos vagabundos), e pela redução da representação no Senado e da sua estrutura. Um planozinho de trabalho de merda, como é óbvio, que poderia ser realizado por qualquer energúmeno preocupado em fazer alguma coisa pelo país, que requer unicamente decência do indivíduo na sua posição, e que também vale para a Câmara e para todas as demais organizações criminosas conhecidas como assembléias legislativas. Com isso, o corte poderá chegar a 90% ou mais. Mas, melhor que a economia, será o expurgo e a perspectiva de alguma decência. Um cara como você, Sarney, cujo “programa de gestão” é cortar 10% das despesas nesse mar de merda, devia ser confinado para sempre naquela jaula nortista da Julia Carepa onde estupram meninas.

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