Pauta #cbnsp 06.04.2010

 

Fog em SP Dia complicado na cidade de São Paulo com céu fechado e chuva inspirou a repórter Pétria Chaves que, no helicóptero da CBN (enquanto este pode ficar no ar), enxergou-se em meio ao fog londrino. Crítico mesmo é o cenário no Rio que tomou parte do noticiário local devido a gravidade da situação, onde até o fim da manhã 40 pessoas haviam morrido em função da chuva que se iniciou na tarde de segunda-feira. Para atualizar estas informações visite o site da CBN.

Profissões Invisíveis – Os repórteres da CBN, Luciana Marinho e Juliano Dip, se vestiram de varredores de rua, saíram por São Paulo e identificaram o preconceito e riscos de uma profissão essencial para as cidades. Acompanhe as reportagens da série.

Lei da Mordaça – O cidadão corre o risco de perder o direito de denunciar se a Lei da Mordaça for aprovada no Congresso Nacional, alerta a Procuradoria Regional da República, em São Paulo. Hoje, manifesto público será realizado na capital para chamar atenção para os efeitos do projeto de lei do deputado federal Paulo Maluf (PPS). A procuradora chefe Luiza Cristina Fonseca Friseheisen explicou os motivos que levam representantes da justiça, Ministério Público e outras organizações sociais a criticar a “Lei da Mordaça”.

Aeroporto de Congonhas – A redução no número de vôos no aeroporto de Congonhas, exigida pela prefeitura de São Paulo, terá impacto econômico negativo e precisaria ser acompanhada por ampliação de outros aeroportos na região. A opinião é da economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria.

Outros assuntos serão publicados no decorrer do dia.

4 comentários sobre “Pauta #cbnsp 06.04.2010

  1. Aeroporto de Congonhas – SBSP
    A polêmica continua!

    Coincidentemente, no ano passado escrevi aqui no blog do Milton Jung três artigos especificameente sobre os tres principais aeroportos de São Paulo, sobre o Aeroporto Inernacional de Cumbica ouNuvem Baixa, traduzindo do idioma indígena, construido na "longínqua e bonita cidade de Guarulhos, Congonhas parecendo um porta aviões dentro da cidade de São Paulo cercado por predios, edicficações e sobre o Campo de Marte,
    Este último evidenciando sobre polêmica desativação deste importante aeródromo para dar lugar a uma grande estação do trem bala.
    Cliquem no link abaixo por favor.
    http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/miltonjung/page/3/?s=armando+italo+
    A afirmação, da economista Amaryllis Romano ao meu ver, está corretissima, pois, a redução nos horarios de operação de Congonhas, evidentemente podera trazer resultados econômicos, acrescentando os operacionais também, extremamente negativos para todos, inclusive até para a própria vizinhança destes aeródromos.
    Para toda uma estrutura que existe desde o inicio da década de trinta no século passado.
    Para quem tem que viajar, a lazer, turismo, negocios, para tripulantes, funcionários, empresas de carga aérea, taxis aéreos, aviação geral, aeronaves aéromedicas que transportam órgãos, pacientes graves, taxistas, empresas de onibus, não podemos nos esquecer que Congonhas é atualmente um aeroporto central, por tanto, está localizado a vários e importantes hospitais, casas de saude, consultorios medicos,, laboratórios, além de aeronaves que realizam voos domésticos, regionais, a aviaçao geral também transportam pacientes que vem a São paulo tratarem das suas saúdes.
    Concluimos que ao longo dos anos, desde a fundação dos importantes para a cidade de São Paulo, os Aeroportos de Marte e congonhas é fato que tais aeroportos se frimaram em suas raízes em seus lugares.
    Vamos a exemplos dos problemas que poderão surgiur do dia para a noite caso, evidenciando o aeroporto de congonhas passe a ter suas operações reduzidas das seis horas da manhã até as 23horas como é atualmente para as sete horas ate as vinte e duas horas:
    além desta iniciativa poder atrapalhar, prejudicar a vida de quem tem que chegar a são Paulo para um compromisso as oito, nove horas da manhã obviamente correrá o grande risco de perder, ter que cancelar o importante compromisso.
    Da mesma forma quem tem como destino a cidade do Rio de janeiro,
    Lá como cá!
    Sem contar as interferencias extremamente negativas referentes ao intenso tráfego aéreo, contribuindo para maior realização de procedimentos de espera em algum local proximo a São Paulo, dentro da terminal, as órbitas de espera, termo técnico utilizado na aviação, drástico aumento nos custos operacionais, com combustivel, prejuízos diversos a todos que poderão acontecer na grande Terminal São Paulo, TMA SP e aeronaves que nesta ingressam e partem de Congonhas, Guarulhos, Campinas, Jundiai, Bragança Paulista, São José dos Campos, Santos e o litoral paulista, Sorocaba, e adjacencias.
    Já imaginaram na redução dos horários de operação de uma rodoviária, por exemplo a de São Paulo?
    Parece uma pergunta sem sentido de minha parte não é verdade?
    Acredito que não!
    Não basta somente o nosso prefeito vetar com uma canetada uma lei esta que certamente como disse acima, acarretará em serísimos danos a muitos.
    também,devem ser ouvidos Passageiros, tripulantes, cias apereas, funcionários, empresas e prestadores de serviços referentes a carga aérea.
    Abraços
    Armando Italo

  2. Profissões invisíveis: Milton, ouvi uma história uma vez, não sei se ocorreu na USP ou em outra Universidade. Um professor renomado fez a seguinte experiência para defender uma tese de mestrado: Combinou com a direção da Universidade e disse para os alunos que ele iria viajar para o exterior. Só que ele se disfarçou de faxineiro da escola e sentiu na pele o preconceito. Durante o tempo em que ficou disfarçado como faxineiro nenhum aluno e professor sequer davam bom dia para ele. Ele era um verdadeiro invisível. Quando era professor era o sujeito mais notável da Universidade. Ou seja, as pessoas ainda olham o título que o cidadão tem e não o ser humano que está atrás de cada profissão. Bela reportagem de Luciana Marinho e Juliano Dip.

  3. Quando fui prorpietario de marcenarioa e loja de moveis, faltou mum montador e la fui eu montar uma cozinha na casa de um cliente
    Obviamente vestido a caracter.
    Com uniforme da equipe de montagem.
    Para os donos da casa, os clientes, parecia que não esistiamos, como se fizessemos parte do equipamento que carregávamos, furadeiras, serras eletricas, makitas.
    Se estivessemos com sede, deveriamos beber água no tanque da área de serviço, ou levar a nossa propria agua mineral
    Cafézinho para a piãozadda, inclusive eu?
    Isso nem pensar
    só para as importantes visitas dos clientes.
    Quando fomos embora, nem a “caixinha” saiu, como muitos procedem
    Notei em outras oportunidades que o mesmo aconteceu em outras montagens.
    Impressionante como somos discriminados, passados para tráz, parece que nãoe xistimos quando estamos uniformizados a exemplo dos garis, operarios, trabalhadores.
    Se for nordestino então, ai fica mais evidente o preconceito por parte de muitos
    Absurdo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s