Um dia na Favela do Moinho

 

A Favela do Moinho é como todas as outras que estão no imaginário paulistano. Tem cerca de 900 famílias, 4.500 moradores, sem rede de água e esgoto, e a energia elétrica é garantida pelos “gatos” que dão luz e perigo de vida. Apenas não se pode dizer que ali se tem uma vida típica do paulistano despejado na periferia porque a favela está esmagada entre as linhas de trem da CPTM, no centro da cidade, a três quilômetros da Praça da Sé.

No Dia das Crianças, um grupo de grafiteiros e fotógrafos foi até lá, pintou paredes, interagiu com as crianças, distribui brinquedos e doces, e saiu convencido de que a cidadania é um direito ainda a ser conquistado por comunidades paulistanas.

O Massao Uehara, que integra o Adote um Vereador, levou sua versão fotógrafo para o evento batizado de “A vida é um moinho” e compartilha com os leitores do blog sua experiência.

Um comentário sobre “Um dia na Favela do Moinho

  1. Meu amigo Massao,

    Parabéns pelo belo trabalho!

    Em pensar que quando conheci este local havia ali uma fabrica do Moinho Santista. O tempo vai passando e não sei se estou ficando velho ou a cidade está se degradando rápidamente, parece que foi ontem.

    Tenho lembrança de pelo menos 2 incêndios nesta favela, causado pelo excesso de gatos.

    Aqueles moradores não vivem, sobrevivem alí!

    Abração, quando crescer quero ser igual a você!

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