Mundo Corporativo: Tem vida após os 60

 

A maior parte das empresas e executivos brasileiros ainda não planeja sua vida pós-carreira o que poderá gerar uma série de dificuldades profissionais e pessoais quando este momento chegar. Para o consultor Dorival Donadão, sócio-fundador da DN Consult, que atua na área de recursos humanos, a partir dos 30/35 anos é preciso desenvolver uma estratégia de atuação que leve em consideração a aposentadoria produtiva, a qual pode ser exercida dentro da mesma empresa ou com um reposicionamento na carreira. Na entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Donadão conta a história de executivos que voltaram a estudar após os 50 anos para investir em uma carreira musical ou se transformar em chef de cozinha. Há situações, também, em que a própria empresa planeja a carreira deste profissional visando aproveitar a experiência dele no papel de conselheiro, consultor ou coach. Ele alerta, porém, para o preconceito que ainda existe em relação a idade e a ideia da aposentadoria, apesar de estar mais do que evidente que há muita vida após os 60 anos.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, às 11 horas, com transmissão exclusiva no site da CBN (www.cbn.com.br) e participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é retransmitido aos sábados, no Jornal da CBN

5 comentários sobre “Mundo Corporativo: Tem vida após os 60

  1. Excelente a escolha do tema , mesmo porque o contingente dos acima de 60 tende inexoravelmente a aumentar.
    Acredito inclusive que devido a este crescimento as condições deverão melhorar para os “idosos”.
    Hoje com 69 anos, sempre tive em mente que aposentadoria não estaria em meus planos. Não consigo ver corpo e mente sem uma evolução constante e muito menos com uma parada esperando para o nada.
    Muito boa a colocação feita no sentido de lembrar que boa parte do sucesso futuro dos idosos depende da atitude dos mesmos.
    Acredito mais em modelos como o do fundador da COFAP, falecido na quinta feira aos 92 e, que apenas parou em função da saúde.

    • Carlos,

      O que percebo é que não planejamos nossas carreiras, menos ainda nossa pós-carreira. Imaginamos que sempre haverá um empregador na esquina a nos contratar ou um negócio pronto a ser explorado. Olhamos com desdém as indicações para que façamos um fundo de reserva a partir do nosso faturamento.

  2. Milton este é um dos aspectos. E, que para os conservadores fica mais óbvio o caminho através de aplicações financeiras mais tradicionais. Há outros, como o do empreendedor, mas contém os riscos dos negócios.
    A grande “segurança” é o conhecimento sempre atualizado tanto no âmbito profissional quanto no geral.
    A verdade é que solidez total não existe, ao mesmo tempo que vejo a aposentadoria como o caminho mais curto para a desistência de uma vida saudável.
    Vale a pena voltar ao tema. Quem sabe não abrimos um debate com o intuito de pesquisa buscando melhorias?

  3. Muito interessante e oportuno o tema de hoje Milton.
    Aposentadoria?
    Só se for para receber as micharias do INSS!
    Parar de trabalhar e ter que “sobreviver” somente com aposentadoria e mais algum”tipo de renda”?
    Jamais!
    Mesmo que a soma recebida do INSS e de outras fontes de rendad “sejam suficientes” para manter uma vida digna e com qualidade.
    Não quantidade.
    Concordo em gênero, número e grau com as colocações do Ilustríssimo Carlos Gibrail.
    Dificil, complicado uma pessoa que já passou dos 50, 60 conseguir coplocação no mercado formal de trabalho?
    Sem duvias, pois tenho “alguma experiência” neste assunto.
    Mas nem tudo está perdido, e também não estou a fim de servir de gancho, boi de piranha por empresários inescrupulosos e aproveitadores que adimitem um “idoso” que ja passou dos sessenta sometne para prover subsídios aos seus funcionários mais jovens e depois “do trabalho” realizado, recebem um belo pé no trazeiro, para não dizer outra coisa.
    Experiencias por mim vivenciadas em algumas empresas, uma onde fui principal executivo em são Paulo
    A última depois que me desliguei da aviação
    Minha área master é arquitetura e design de interiores, mas como nada é estatico no universo, o negocio é acompanhar o movimento para não “ficar de fora”
    Com mais de cinquenta anos fiz pos graduação e especializei-me em informatica, hoje tenho mais uma opção de atividade com a vantagem de atuar em meu home office, em casa, totalmetne avontade, sem ter que ficar sendo observado, vigiado, etc.
    Além de ministrar aulas de voo, fazer projetos de interiores quando sou solicitado
    E não me aperto, pois a idade, hoje com 61 anos, e a vida me ensdinou como me programar e me organizar nas minhas “tres atividades”
    Estou a disposição para maiores informações e detalhes a quem possa interessar como consigo fazer “tudo isso”

    Bom final de semana
    Armando Italo
    CAvok sempre!

  4. “ale a pena voltar ao tema. Quem sabe não abrimos um debate com o intuito de pesquisa buscando melhorias?”

    Novamente assino em baixo carissimo Carlos
    Este tema deve sim ser aprofundado
    Tenho elaborado temas semelhantes no meu blog vez por outra.

    Abraços
    Armando Italo

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