Avalanche Tricolor: Somos imortais porque jamais desistimos

 

Palmeiras 1 x 1 Grêmio
Copa do Brasil – Barueri (SP)

 

 

Dado o adiantado da hora, reservo este espaço aos comentários de todos os torcedores, sofredores, guerreiros, tiradores de sarro e admiradores do futebol jogado com raça e barro. Não posso, porém, dormir sem antes registrar a admiração que tenho por Luis Felipe Scolari, um técnico de caráter.

 

Espero vocês, amanhã, no Jornal da CBN

9 comentários sobre “Avalanche Tricolor: Somos imortais porque jamais desistimos

  1. Não deixei de acreditar, como todo bom gremista, em nenhum momento no Imortal Tricolor. Quando fez 1 a 0 então, a confiança aumentou ainda mais. Aí veio a estrela de Felipão, a entrada de Valdívia, o gol de empate. Assim como Aílton havia entrado minutos antes de fazer o gol do título nacional, no distante ano de 1996.

    Felipão é o rei de copas. Por isso, não fico triste pela forma como fomos eliminados. Lutando até o fim, debaixo de chuva, melhor que o adversário (inclusive no braço, rs) e dando esperanças de uma temporada, que termina apenas em dezembro, um pouco melhor.

    Apesar do trabalho do Luxemburgo não ser ruim até aqui, não posso deixar de sentir um pouco de inveja, por não ter Felipão em nosso time de novo. O contrato dele com o Palmeiras encerra no final do ano. Quem sabe? O mundo do futebol muda constantemente. Um encerramento de carreira do eterno treinador no Grêmio seria mágico.

    Abs

    • Bruno,

      A propósito, na primeira partida, Mazinho, recém-entrado, também foi o autor do gol. Bem verdade que Felipão tem Valdivia no banco e nós temos André Lima. Faz uma baita diferença.

  2. Falando de admiração, a minha , dentre outras é em relação aos gramados de Porto Alegre. Grêmio e Inter, dão um exemplo ao manterem seus gramados impecáveis. A tal ponto que assim como na Europa, os jogos gaúchos parecem melhores. Numa época de imagem, e de respeito ao consumidor , só o fanatismo exacerbado poderia explicar a escolha da arena Barueri para jogo tão importante.E, também o recorde de público num dia como ontem, de trânsito infernal.
    Bem, quanto aos resultados, previa uma final entre Grêmio e SPFC, mas esta é uma outra história.

    • Carlos,

      Minha dúvida é se o gramado melhor melhoraria o jogo jogado pelas duas equipes. Você tem razão, porém, sobre a falta de respeito com o futebol, assim como com os torcedores que tiveram problemas para comprar ingresso, para chegar ao estádio e, inclusive, para entrar no estádio. Gente com ingresso na mão ficou do lado de fora. Desperdício de dinheiro e desrespeito ao cidadão.

  3. Milton, que você me perdoe, mas o número de solas, socos, e pontapés do seu time continua o mesmo desde 1995. E a proporção disso pro futebol de verdade também.
    Na época eu achava que era coisa do Felipão, mas a gente vê que não.
    Dessa vez, felizmente, justiça foi feita. Apesar do pênalti não dado no Barcos e outros erros da arbitragem.

    Abraço!

  4. Nós,gremistas,nos últimos tempos,sobrevivemos porque,como escreveste na Avalanche Tricolor,Mílton,nos mantemos esperançosos. Apesar dos pesares.

  5. Difícil entender os homens que comandam o futebol. Fazer um jogo desta importância na Arena Barueri (25.000 pessoas e é recorde!) é achar que todo mundo é idiota. E nem se fala da iluminação, coisa de campos de futebol de meados do século passado. Vergonha um estado de como SP patrocinar isso.
    E olha que vem uma final de Libertadores e irão jogar onde? No Morumbi? Claro que não!
    Mas o GRÊMIO foi melhor nos dois jogos contra o Palmeiras. A lamentar os 4 minutos de bobeira no Olímpico. E aos que dizem que o GRÊMIO bate, é só ver estatísticas de partidas e verão que isso não é verdade.

    • Gunar,

      Do desrespeito ao torcedor à irresponsabilidade dos dirigentes com as finanças dos clubes nada me surpreende no futebol brasileiro. Nem mesmo o olhar preconceituoso e desinformado em relação a forma de o Grêmio jogar. Um cotovelaço e um carrinho maldoso de Barcos que atingiu um jogador gremista sem bola no primeiro jogo sequer são motivos de comentário em parte das transmissões. Fosse qualquer gremista, seria motivo de críticas veementes pela forma violenta com que joga. Ontem, até a expulsão de Rondineli (que me nego escrever com aquele monte de ipsilone), o Palmeiras tinha mais cartões amarelos do que o Grêmio. É verdade que o time entrou pilhado de mais, além da conta, e exagerou nas discussões desnecessárias que levaram ao desiquilíbrio emocional – e teimo em dizer que foi resultado de conversa mal feita no vestiário – mas a ideia de que o Grêmio só chegou às suas conquistas na base do botinaço é típico da miopia que impera nos críticos.

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