Tudo é uma questão de respeito

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Nos anos recentes, ao escancarar os problemas éticos e morais que a nação brasileira vivencia, os meios de comunicação convencionais e as mídias sociais têm apresentado as mais variadas sugestões para a melhoria do Brasil.

 

Recentemente, a Rede Globo iniciou a campanha para que todos gravem seus desejos de mudança para publicação. Enquanto o Estadão lançou o projeto “A Reconstrução do Brasil – Contagem Regressiva 2018”.

 

Estou convicto que a atitude ausente em toda a crise que vivemos é o respeito.

 

O texto “Os barulhos urbanos e o silêncio do sabiá” publicado neste Blog enseja comprovar esta ausência por parte dos emissores dos barulhos descritos por Milton Jung.

 

O vizinho que põe o rádio alto, outro que grita com as crianças, a escola que chama pais por alto-falantes, o jovem que estaciona o carro de madrugada para ouvir música alta, as caçambas madrugadoras, as obras de vizinhos que não tem hora adequada, as sirenes estridentes e a serra elétrica. Isto tudo é tudo falta de respeito.

 

Portanto, em caso de barulho, impor respeito é imperativo e compor respeito é factível.

 

Há obstáculos de legislação e execução no caso de transgressão e de cultura no caso de educação social. Mas com leis mais claras e socialização mais evoluída poderemos alcançar progressos.

 

Entretanto, nas elites de poder político, executivo e judiciário, onde há falta de respeito e neste caso é gravíssima pois é falta de respeito com a Nação, a correção necessária será através da substituição das pessoas. O instrumento é o voto.

 

Mãos à obra!

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

 
 
 

4 comentários sobre “Tudo é uma questão de respeito

  1. Carlos o ponto é este, sem dúvida! Parabéns!
    Acredito que todos os brasileiros perderam a consideração aos elementos que nos envolta como uma corrente do mal. Um a um defendendo seu território e suas necessidades individuais.
    Cada por si, defendendo seu ponto de vista e sua vocação.
    Basicamente, falta de educação, falta de atitude e mal exemplo de nossos políticos que historicamente destinaram este cenário.
    Na sua conclusão, vc cita o voto como tentativa de correção, mas, as vezes fico pensando, eles são seres humanos, como nós, não são de Marte.
    Não sei. Acho que o defeito é estrutural de nossa sociedade e a reflexão mais atitude devem ser a tônica. E isto não é prá já. Demora!

    • Muito bem colocado Rafael.Também estou convicto que é um processo demorado. Por isso mesmo, quanto antes começarmos melhor para todos.

  2. Além do voto é necessário constituirmos uma consciência coletiva para transformarmos nosso país em uma nação. Sairmos do “individualismo expressivo” conforme foi revelado em um projeto sobre as realidades socioculturais em vários países. Ou seja, finalmente vermos o Brasil como uma verdadeira nação, rompendo assim com o que diz João Cruz Costa em seu livro História das Ideias no Brasil: “o Brasil foi fundado com um nome comercial – pau brasil – e não para ser uma nação”.

  3. O povo saber escolher já é um caminho complicado, candidatos com intensão de mudar a estrutura do país e não para levar vantagens pessoais me parece tão utópico…Como haver consciência se a estrutura corrupta reforça a ignorância?

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