Há controvérsia …

Recebi no e-mail do ouvinte-internauta e advogado José Roberto Ferraz Luz e repasso para o blog:

“Discordo do entrevistado Dr. Jose de Almeida Sobrinho, quando ele diz que “basta o presidente da assembléia solicitar ao Contran…” O uso de placas especiais está disciplinado pela Lei 9503/97 (Código de Transito), em seu artigo 115 § 3º.O Contran em sua resolução 31, apenas regulamento o tipo e o padrão das placas especiais.

Os vereadores , assim como os deputados e os desembragadores do TJ. não tem este direito, que está assegurado apenas as presidentes dos tribunais Federais, Governadores, Prefeitos, secretários Estaduais e Municipais e presidentes das assembléias Legislativas e camaras, além dos presidentes dos tribunais Estaduais e do Distrito Federalk e dos respectivos chefes do Ministário Público e ainda os Oficiais Generais da Forças Armadas.

Gostaria ver entrevistado o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, sobre o “festival” de placas especiais utilizados pelos Juízes.

É bom lembrar que a o dispositivo legal antes mencionado estipula que as placas devem ser lacradas ao chassi do veículo, o que se vê são placas presas com porca “borboleta” para serem retiradas e colocadas conforme a utilização que está sendo dado ao veículo, que nem sempre é oficial.

No interior do estado o “festival”´é ainda maior.”

Vereadores de São Paulo querem placa para “furar” rodízio

Os carros oficiais da Câmara Municipal de São Paulo poderão circular na cidade sem sofrer a restrição do rodízio municipal se o pedido dos vereadores forem atendidos. Os veículos alugados trocariam a placa comum por uma especial com o número do gabinete do vereador e, assim, não haveria impedimento para andar na cidade, além de ter o direito de andar no corredor de ônibus, assim como todos os carros oficiais.

O vereador Adílson Amadeu, do PTB, e autor de projeto que extingue o rodízio municipal na cidade de São Paulo, aprovado em primeira votação na semana passada, falou ao CBN SP:

Um avião do tamanho de Nelson Jobim


“Econômica” tem espaço para os joelhos

Nada mais comum do que questionar a possibilidade de um avião com sua armadura de ferro e parafernália mecânica – sem contar a quantidade de malas levadas pelos passageiros – levantar vôo. Quem jamais se perguntou: Como é que isso fica no ar ? Diante do Airbus 380 e seus 80 metros de comprimento e 24,1 metros de altura e 24,1 de altura a pergunta ganha sentido. Parece impossível que o homem – ou a mulher, já que agora as temos comandante, também – seja capaz desta proeza.

Durante uma hora e meia um grupo seleto de convidados e jornalistas escalados por suas redações tiveram a oportunidade de decolar do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, seguir em direção a Curitiba, no Paraná, dar meia volta e desembarcar na pista de Cumbica.

Este blog esteve lá representado e presenciou a curiosidade e deslumbramento dos passageiros. Muitos que jamais haviam sentado em uma poltrona de primeira classe aproveitaram a situação.
À maioria, acostumada ao aperto dos vôos comerciais das empresas brasileiras, chamou atenção o conforto na classe econômica, também. “Parece uma sala de cinema”, disse uma das privilegiadas. “As poltronas tem espaço até para o ministro Nelson Jobim”, falou o gaiato lembrando a primeira reclamação do responsável pela “defesa aérea” do Brasil.

Não escaparam, contudo, do atraso de mais de uma hora para a decolagem. Quem haveria de reclamar do atraso ? Tiravam fotografia com o telefone celular – que não foi desligado -, gravavam imagens – com o celular, também -, disputavam lembranças do vôo inaugural do Airbus 380 que mais tarde seguiria para a Argentina nesta turnê para convencer os empresários sul-americanos a comprarem a máquina.

Por enquanto, apenas a empresa aérea de Singapura aderiu ao modelo. Mas, feliz ano novo, a fabricante anuncia que o 380 vai para os Emirados Árabes, Ásia e Austrália. E no Brasil ? Só Cumbica é capaz de receber este avião. E só a TAM, através do ex-Gol David Barione, se fez representada na aeronave e aproveitou a presença dos jornalistas para ganhar mais um pouco de espaço na mídia: “Não tem nada certo, mas estamos conversando”.

Conversa não faltou durante o circuito do Airbus 380 no Brasil. Muitas em relação ao apagão aéreo que não será solucionado pelo “mostrengo” da fabricante que tem sede na França.

Frustrante mesmo foi o champanhe servido a bordo. Em copos de plástico – teriam medo de atentado terrorista ? – e com contas gotas. Não faltou o piadista de plantão diante do copo servido com “dois dedinhos” da bebida: “Comandante, alguém já bebeu neste aqui ?”

Ao fim da viagem, alguns mais alegres do que o necessário (apesar de servirem pouco, a tripulação permitia repetir a dose), receberam miniaturas do A380, bonés, camisetas e um certificado: “Congratulations. You have been first on board the Air Bus A380 on a flight in São Paulo”.


Preste atenção no “equipamento” de pelúcia sobre o painel

Projeto reúne palestras e aulas em áudio

Liderada pelo médico Cláudio Wulkan do Hospital Albert Einstein, a Universidade Falada reúne mestres e especialistas das mais distintas áreas, desde antropologia ou filosofia até yoga e hinduísmo, há três anos. As palestras e aulas estão disponíveis em áudio e podem ser baixadas na internet pelo custo que varia de R$ 3 a R$ 5.

Ouça a entrevista do coordenador do Projeto Universidade Falada, Cláudio Wulkan, ao CBN SP:

Conexão Rio-SP: PSDB tem dois partidos

Mais uma rodada da pesquisa do Instituto Datafolha mostra a intenção de voto do cidadão para as eleições municipais do ano que vem. Aqui em São Paulo, o cenário permanece com destaque para os nomes do ex-governador Geraldo Alckim, do PSDB, da ministra do Turismo e ex-prefeita Martha Suplicy, do PT, e do prefeito Gilberto Kassab, do Democratas. Tem sido assim no decorrer de todo este ano e, pelo visto, assim será ano que vem. PSDB e PT sem muita opções, já que as siglas não tem nenhum nome com força eleitoral além de Alckmin e Martha. O prefeito Kassab a cada pesquisa tem melhorado sua performace – isso tem aparecido, também, nas pesquisas que avaliam o desempenho dele na prefeitura.

A encrenca é saber como se comportarão o PSDB de Alckmin e o PSDB de Serra. Basta ouvir o comentário de pessoas ligadas a um ou outro e se verificará que a disputa mais acirrada na eleição municipal de São Paulo será travada entre estes “dois partidos”. Isto ocorre porque a disputa municipal é palco para as eleições estadual e federal em três anos. E o destino político de Alckmin e Serra começa a ser traçado agora.

Os alckministas apóiam Alckmin, os serristas apóiam Kassab. Para onde os militantes do PSDB vão seguir pode ser decisivo para o partido ano que vem.

Quanto ao PT, bem o PT se não quiser perder a eleição antecipadamente não tem muito o que fazer: lança Martha e espera que o adversário se enfraqueça com a luta interna.

O triste é que o debate se dá apenas em torno de nomes, cada um pensando no seu futuro político, ninguém quer saber o que é melhor para cidade, menos ainda se discute programas públicos para São Paulo. E imagino que no Rio não seja diferente.

“Impossível estar meio-grávido no meio ambiente”, diz senador

Por Osvaldo Stella
Da Conferência do Clima/Bali

A conferência entra na reta final, os corredores mais cheios, filas em todos os lugares. Embora tenha sido de trabalho estenuante, a semana passada ainda deixou um número superior ao esperado de colchetes ( todos os termos ainda indefinidos nos textos ficam em colchetes apenas, após a eliminação de todos os colchetes o texto é aprovado). A partir de quarta-feira os representantes dos chefes de Estado estarão reunidos para compactuar as decisões deste encontro. Sábado à noite, nos corredores, se dizia que uma conclusão
positiva estava se materializando.

Hoje, de surpresa, John kerry falou sobre a posição dos EUA em relação as mudanças climáticas. O senador democrata, quase presidente, relatou que apesar da posição do Governo Federal americano, muito já é feito nas cidades e estados com reduções de emissão que chegam a ser superiores as previstas no protocolo. Porém, como “é impossível estar meio-grávido em relação as mudanças climáticas” ele vê a delegação dos Estados Unidos discutindo aqui com “boa fé” o caminho que o país irá traçar no futuro: “Países ricos devem
ajudar os mais pobres, transferir tecnologia.” “A idade da pedra não acabou por falta de pedra”, ele brinca e o mesmo acontecerá com nossa sociedade e o petróleo.

A questão dos programas independentes de cidades e municipios americanos demonstra a divisão de opiniões dentro dos EUA. O próprio All Gore afirmou, que “talvez não pudesse, como presidente, ratificar o protocolo pois ele depende da aprovação do senado.

O poder emana do capital e os estados unidos são o exemplo mais claro disto. Mesmo que a sociedade entenda a importância das mudanças climáticas, as empresas que ganham rios de dinheiro na economia do petróleo não vão largar o osso sem lutar até o fim.

Foto-ouvinte: Natal reciclável

A comunidade da paróquia Nossa Senhora das Dores, na Casa Verde, usou cerca de 1.000 garrafas PETs para levantar esta árvore de Natal com cinco metros de altura. Os enfeites foram feitos com o fundo de garrafas de cores diferentes para oferecer um visual mais interessante. De acordo com o ouvinte-internauta Fernando Geronazzo, esta árvore com material reciclável está na rua Lucila, em frente à Igreja.