Após 25 anos construída a partir de gestão familiar, a Sorvetes Rochinha passou por processo de profissionalização em busca da expansão dos negócios. A estratégia desenvolvida por José Lopes, o criador da tradicional marca de sorvetes do litoral paulista, e pelos sócios da Hurtado & Moraes Capital Management é o tema da entrevista, do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, que recebeu o atual diretor-geral da empresa Lupércio Moraes. Na conversa com o jornalista Milton Jung, ele conta a história da Sorvetes Rochinha desde sua criação, quando Lopes que reformava imóveis na região teve a oportunidade de montar a sua primeira sorveteria. Destaca ainda a forma como a marca acabou se transformando em produto da elite paulista que frequentava o litoral norte do Estado, a construção da fábrica que permitirá que a empresa amplie ainda mais o seu mercado e os cuidados que devem ser adotados sempre para a profissionalização de empresas familiares.
O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN e tem a participação de Paulo Rodolfo, Carlos Mesquisa e Ernesto Foschi.
Meu nome é Elisabete Parra, nasci em Catanduva, em setembro de 1956. Sou filha única e convivi com meus pais, avós e tios naquela cidade até meus sete anos, quando então meus pais resolveram mudar-se para São Paulo, para que eu pudesse estudar, pois a escola mais próxima do sítio que morávamos ficava a uns 4 km de distância, e não havia condução.
Chegamos em São Paulo em novembro de 1963. Pra todos nós e principalmente pra mim foi um choque, em todos os sentidos. Vivia numa casa simples, sem luz elétrica, mas confortável, onde não havia cercas, vizinhos próximos, somente verde e animais.
Fomos para a Vila Industrial na Zona Leste, morar em um quarto e cozinha nos fundos da casa do meu avô materno, numa rua de terra com muitas casas e cheia de crianças. O que me consolava é que meu pai para me agradar comprou um rádio, onde conheci as músicas do Roberto Carlos, e o sucesso da época era Calhambeque.
No inicio de 1964 fui pra escola, Escola Estadual Prof.Maria da Gloria da Costa e Silva, primeira escola de alvenaria da região. A escola ficava um pouco distante, então as mães tinham que levar e buscar as crianças a pé, e nessas idas e vindas três mulheres se conheceram, ficaram amigas e então começaram a se revezar para buscar suas filhas, entre elas minha mãe: D.Ermelinda; a D.Carmen, mãe da Rosa; e Roseli e a D.Enedina, mãe da Lala, Nice e Edna.
As crianças ficaram muito amigas, e os pais também. Frequentávamos as casas, comíamos juntas e conhecíamos toda a família. Brincávamos na rua, sem medo, conhecemos as primeiras paqueras, que também moravam no bairro, fazíamos bailinhos nas casas, íamos ao cinema, comprávamos nossas roupas e calçados na feira livre, participávamos das procissões da Igreja N.Sra de Fátima, no Bairro Sapopemba. Era tudo muito divertido, apesar de sermos muito pobres, não tínhamos noção disso, pois éramos muito felizes com o que tínhamos.
Essa amizade ficou tão forte, que já dura 50 anos. Desde aquela época passamos os Natais sempre juntos, pois consideramos essa a nossa grande família, família não de laços sanguineos, mas de laços fraternos, laços de amor.
Em setembro do ano passado, fizemos uma grande festa para comemorar meio século dessa amizade, com nossos filhos, que são amigos e se consideram primos.
Eu só tenho que agradecer a essa cidade que acolheu tão amorosamente aquela menina assustada, e me deu essa grande família de amor.
Para comemorar os 50 anos de amizade, foi produzido o vídeo que você assiste neste post. Delicie-se com a histórias das amigas eternas.
O Conte Sua História de São Paulo é sonorizado pelo Claudio Antonio. Você participa com textos enviados para milton@cbn.com.br.
Quando se fala em produtos de luxo, inevitavelmente vem à mente: bolsas, sapatos, roupas, carros … Uma infinidade de segmentos. Porém, muitos hoje se esquecem, ou podme até mesmo não saber, que no passado o luxo de verdade era feito sob medida, à mão, para cada cliente.
Nos anos de 1980, o consumo de produtos de luxo passou por desenvolvimento internacional considerável, e nos anos de 1990 o luxo iniciou processo para se tornar um setor econômico e industrial.
O processo de “industrialização do luxo” o fez menos exclusivo, principalmente pelo fato de terem deixado de lado, em boa parte, a produção à mão, que deu lugar a produção em máquinas. Afinal, é comum ver um mesmo produto em diferentes mãos ou corpos, apesar de possuírem ainda uma edição limitada.
Apesar disso, muitas marcas, mesmo aderindo ao processo de industrialização, não deixaram de oferecer a exclusividade do produto “tailor made”, ou seja, feito sob medida. Marcas como Louis Vuitton, Goyard e Hèrmes são apenas alguns exemplos de empresas francesas que produzem a seus clientes produtos com cada detalhe adequado às suas particulares necessidades.
A inglesa Bentley também oferece customização a seus afortunados clientes que adquirem seus veículos, com um nível de detalhamento incrível, interna e externamente ao veículo. No Brasil, um exemplo interessante e de extremo luxo é a grife Martha Medeiros, da empresária alagoana que dá nome à sua marca, produzindo vestidos de renda feitos à mão, e ainda vestidos para noivas, representando um sonho para muitas mulheres.
O luxo tem como preceitos a exclusividade, o prestígio, a edição limitada e o feito sob medida. O crescimento do segmento e a substituição em boa parte do artesanato pelo industrial geraram a democratização do luxo, aumentando sua presença global e o tornando acessível a um público mais amplo do que o consumidor da antiguidade.
Encontrar o equilíbrio entre ter mais clientes sem correr o risco de perder a sofisticação é um dos principais desafios das marcas de luxo, que veem na customização a seus clientes uma forma de encantá-los, ao invés de simplesmente oferecer um produto “de prateleira”.
Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.
A nova Lei de Zoneamento que afetará os moradores da cidade de São Paulo nas próximas décadas está próxima de uma definição.
Mais do que uma expectativa normal de mudança aos 11,5 milhões de habitantes, ao menos para a parcela de paulistanos ciente do plano já elaborado, surge uma consciente certeza da necessidade de reformular vários pontos.
Em linhas gerais nota-se que a Prefeitura enfatiza o aumento de áreas verdes, a redistribuição de áreas comerciais, e as vantagens de adensamento e mobilidade.
Outra visão é apresentada pelos líderes de moradores diretamente afetados pelas irregularidades existentes e pelas que estarão expandidas e legalizadas se aprovada a atual proposta.
A AME JARDINS, em manifesto distribuído segunda-feira, chama a atenção aos Corredores das ZER zonas exclusivamente residenciais, onde serão permitidos serviços de saúde, profissionais, especializados, e de hospedagem e moradia (este inclusive dentro das ZER) e comércio de alimentação. Nos Corredores das ZPR zonas predominantemente residenciais a proposta é permitir centro de compras e confecção de vestuários e acessórios bem como fabricação de artefatos de papel, entre outras. Pontualmente chama a atenção à transformação da Rua Groenlândia e da Rua Sampaio Vidal em corredor.
A Chapa CIDADE VIVA* está se apresentando à eleição do próximo dia 3, no Conselho Municipal de Política Urbana. A participação no Conselho abre a oportunidade para o cidadão se manifestar e se aproximar dos processos decisórios no planejamento urbano, como ora e sempre se faz e fará necessário.
À AME JARDINS e CIDADE VIVA se juntam mais de 60 entidades de bairros preocupadas com a minuta da nova lei, que deverá ser apresentada em março. Com a expectativa que sejam contempladas as mudanças por elas sugeridas.
Até lá, ainda haverá reuniões como as de hoje na Câmara para uma “Rede de Conversa sobre a Nova Lei do Zoneamento” a convite de Friedenbach, Matarazzo, Natalini, Police, Vespoli, e Young, para arquitetos, urbanistas e lideranças comunitárias.
*Chapa CIDADE VIVA
André Sibinelli – SAB Sociedade amigos bairro city Boaçaba
Ângela Campo – AMADA Associação dos moradores e amigos do Sumarezinho, Vila Madalena e região.
Gabriel Oliveira e Heitor Marzagão – AMJS Associação moradores do Jardim da Saúde
José Braz – SAPP Sociedade dos amigos do Planalto Paulista
Maria Laura Fogaça – ASSAMPALBA Associação amigos e moradores pela preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança
Nelson Barth – AABCC Associação amigos do bairro city Caxingui
Sergio Reze- AMAPAR Associação moradores e amigos do Parque Previdência
Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.
FILME DA SEMANA:
“Drácula, a história nunca contada”
Um filme de Gary Shore.
Gênero: Aventura/Horror/Fantasia
País:USA
Vlad é um príncipe da Transilvânia que prima por paz. Quando criança, foi levado pelo sultão turco como escravo junto com outros mil meninos e criado para ser guerreiro. Logo virou um guerreiro temido e famoso por empalar pessoas. Vlad, então, passa 10 anos em liberdade governando suas terras em paz até que, o filho do sultão, exige o mesmo que seu pai: quer mil garotos para tê-los como servos. Dentre as crianças está o filho de Vlad. Como o príncipe não concorda com estes termos, começa uma batalha. E Vlad recorre às forças do mal afim de se tornar um vampiro poderoso para proteger sua família e seu povo.
Por que ver: Bran Stoker foi quem criou a literatura do horror com seu livro “Drácula “ em 1897. O que poucos sabem é de onde este brilhante escritor tirou a inspiração para tal. A história real parece tão assustadora quanto o ficcional e o filme permeia estes fatos tão intrigantes e reais.
O filme conta como Drácula virou vampiro…
Agora um resumo da história real na qual foi inspirado o livro original e o filme atual: o principe Vlad, um nobre da corte Romena, lutou para manter turcos e mulçumanos otomanos fora de seu país. Ele não era nada bonzinho. Governou seu reino militarizado da Valáquia, sul da Romênia, com muito derramamento de sangue. Era conhecido como Vlad, o empalador (empalar, significa introduzir uma lança comprida pelo anus ou vagina, e fincar na terra de modo que esta lança saisse pelo pescoço/costas da pessoa que muitas vezes agonizava por dias nesta posição antes da morte, MEDA!!!). À menor desconfiança que alguém pudesse traí-lo, ele empalava esta pessoa. Chegou a se tornar um assasino em massa criando uma floresta de pessoas espetadas entorno de suas terras. Muitos historiadores o descrevem com várias facetas, erudito, assasino em massa, brilhante intelectualmente, político, bem educado quando lhe era interessante, falava várias linguas como romeno, turco, latim e alemão e brilhante estrategista militar. Ele é tido como herói na Romênia apesar de ter sido tão sanguinário. Morreu defendendo seu povo em 1476 e existem até estátuas em sua homenagem.
Como ver: Depois de ter comido, ou correrá um sério risco de perder o apetite.
Quando não ver: verifique a censura e não veja com seu filho caso a mesma não permita.O filme, apesar de ficcional é forte.
Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos. E escreve aqui no Blog do Mílton Jung
Grêmio 0 x 0 Juventude Campeonato Gaúcho – Arena Grêmio
Três jogos seguidos na Arena e nenhuma vitória (pior, duas derrotas). Sete jogos jogados no Campeonato Gaúcho e apenas um oitavo lugar na competição, o que mal-e-mal nos assegura entre os classificados à próxima fase. Todos esses malogros são resultado de coisas ruins que têm marcado nosso desempenho dentro de campo. Defesa desarrumada, risco de gol a todo ataque adversário, falta de objetividade no avanço do time e produção pífia no ataque é o que assistimos à cada partida, independentemente do time escalado. E tentativas do técnico para encontrar o time certo não faltaram: é lateral de zagueiro e meio-campo na lateral; volante mais à frente, um dia com mais um ao seu lado na função e no outro com mais dois. Sem contar a turma do nosso ataque que muda para direita, muda para esquerda, muda a dupla, vende a dupla e, tanto faz uma dupla ou outra, nada acontece. Tem ainda as cobranças de escanteio que não encontram a cabeça dos nossos homens na área e as de falta que não encontram destino algum.
Justiça seja feita, mesmo diante dessa lista de horrores, ontem à noite, ainda se ensaiou um futebol um pouquinho melhor, especialmente no segundo tempo. Troca de bola mais curta e mais rápida e um razoável esforço para que as coisas deem certo, o que sempre gera esperança. Houve momentos em que até acreditei que a bola entraria, mesmo que empurrada, por insistência nossa ou falha deles. Passou perto uma, duas vezes. E nada de gol. Jogaram a bola para dentro da área e na falta de alguém melhor para colocar para dentro acabava sempre nas mãos do goleiro adversário. Na última bola, mais uma esperança. Agora vai! Alguém mete o pé e desvia para a gente comemorar uma sofrida vitória? Bem que se tentou, mas, os pés se atrapalharam. Bola para fora, de novo.
O futebol não dá certo, as mudanças não dão certo, os chutes e o cruzamento também não. Nada está dando certo! Quando parece que vai dar certo, lá vem a China! E cadê o diabo da nossa Imortalidade? Foi então que encontrei o fio de esperança que sempre me move mesmo nos piores momentos do Grêmio: domingo tem Gre-Nal.É isso! Se nada está dando certo até aqui é por que algo melhor estão nos reservando. Só pode ser isso. É a nossa penitência na busca da felicidade suprema. Eu sempre tenho no que acreditar. E é nisso que resolvi acreditar.
E você? Vamos acreditar juntos e até domingo!
A foto que ilustra este post é do álbum do Grêmio Oficial no Flickr
Tem a igreja de Santa Cecília, onde fui batizado, batizei minha afilhada e fiz a primeira comunhão. Vi os Harlem Globetrotters, o Real Madrid, a seleção brasileira de futebol, de vôlei, de handebol.
Empolguei-me com o Cirque du Soleil e com a sinfônica da cidade no Teatro Municipal.
Frequentei trupes de teatro em Pinheiros. Matei uma tarde no Ibira e outra no Museu da Língua Portuguesa.
Cruzei a Ipiranga e a avenida São João – e pude ver que, sim, alguma coisa acontece.
No alto do edifício do Banespa, colhi uma fruta no pomar e olhei para o fim do mundo.
Comprei um quimono na Liberdade, um narguilé no Bom Retiro e muambei na Vinte e Cinco. Almocei numa churrascaria porteña e, depois de uma peça no Sergio Cardoso, fui a uma cantina no Bixiga. Tudo, tudo, no mesmo dia.
Juro: voltei para casa numa noite e vi duas meninas se beijando no metrô, sem causar espanto. Quando saí da estação, vi um piano (!) deixado no meio da praça, com um cartaz convidativo: “Toque-me”. Alguns passos adiante, uma jovem vestida de branco, olhos fechados e braços abertos, segurando uma vela. Entre os três acontecimentos, menos de dez minutos.
Um momento marcante da minha vida, em algum lugar especial de São Paulo?
Ôrra, meu.
Fran Girão é personagem do Conte Sua História de São Paulo. A sonorização é do Cláudio Antonio. Você participa com textos enviados para milton@cbn.com.br
Ao ouvir quatro mil jovens que assumiam pela primeira vez a função de liderança dentro de uma empresa, a consultoria Affero Lab identificou que 85% deles estavam despreparados para o cargo e para desenvolver seus liderados. Percebeu, também, que o autoconhecimento, fundamental para quem pretende comandar equipes não está entre os principais desafios considerados por esses novos líderes. O problema é que o autoconhecimento é a chave para você desenvolver todas as demais habilidades que permitirão seu crescimento profissional, ressalta Conrado Schlochauer, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Schlochauer apresenta estratégias de educação corporativa que vão ajudar trabalhadores a crescer na carreira e as empresas a apresentarem melhores resultados.
O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da rádio CBN (www.cbn.com.br) e o programa é reproduzido, aos sábados, no Jornal da CBN. A participação é do Paulo Rodolfo, Carlos Mesquita e Ernesto Foschi.
É incrível! A frase pronta “O Brasil só começa depois do Carnaval” é cada vez mais levada a sério em nosso país. Ainda que este ano o Carnaval aconteceu no meio de fevereiro, o que nos leva a começar o ano antes de março. O feriado do Carnaval, assim como os de fim de ano, são os mais desejados pelos brasileiros, tanto que as diárias de hotéis e bilhetes aéreos têm seus preços multiplicados, tornando-se até abusivos. Ir para o Rio de Janeiro, por exemplo, fica mais caro do que passar alguns dias (em alto estilo) em Paris. Lei de oferta e procura? Sim! Também não podemos negar que o Brasil é um país que encanta e não apenas aos brasileiros. Vêm estrangeiros de diversas partes do Mundo.E isso tem seu preço!
Fora essa questão, há um aspecto moral bem interessante: após o Carnaval, as pessoas começam a (tentar) por em prática suas promessas, aquelas feitas durante o Ano Novo: fazer dieta, encontrar o amor da vida, trocar de emprego…enfim, inúmeros desejos que somente poderão ser almejados com muito esforço da própria pessoa. Profissionalmente, como coach, ou apenas pela curiosidade que tenho no ser humano, faço muitas análises e observações. E aproveito o texto de hoje para comentar algo que tem me feito pensar nestes últimos dias.
Estamos cada vez mais apegados a modismos e, por exemplo, adoramos as soluções propostas por sucos detox (que eu tomo, frequentemente). Não percebemos ainda que o necessário é um “detox” interno. Autorreflexão, autoconhecimento, análise do valores de vida e o questionamento desses valores, a busca por se tornar uma pessoa melhor … e, principalmente, se convencer de que não bastam reclamar e prometer mudanças. É necessário ser coerente consigo mesmo. Tantas pessoas se dizem tão abertas para o que buscam, mas não basta buscar. É essencial identificar suas qualidades e, também, seus pontos de melhoria. É necessário agir como seus pensamentos, ir ao encontro de seus objetivos e, se não souber quais são eles, procurar a ajuda de um profissional. Dependendo do nível da questão, pode ser um terapeuta, um coach, um profissional de consultoria ou mentoring. Pessoas que vão ajudá-lo nessa caminhada, agora que o ano começou no Brasil!
O luxo no mundo contemporâneo é cuidar do SER, com muito mais valor que o TER.
Agora sim: Feliz 2015!
Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.
FILME DA SEMANA:
“Goonies”
Um filme de Richard Donner – escrito por Steven Spilberg.
Gênero: Aventura
País:USA
Para salvar suas casas de serem desapropriadas uma turma de crianças acha um mapa do tesouro e saem a sua procura. Entre vários perigos, nos divertimos com esta criançada super descolada.
Por que ver: Não dá para perder um filme tão bem feito e puro como este. Apesar de ser um filme de 1985, tem um ritmo bacana e vai cativar até a criança mais “internética”. Meu filho ficou maluco com aquele japinha que constrói tractanas mirabolantes e, no dia seguinte, não esqueceu de nada e quis fazer brincadeiras fingindo estar no filme. FOI DEMAIS!
Como ver: Com seu filho/a, as 18:00 horas depois da praia, churrasco e caipirinha…Ufa, só um filme incrível como este pode dar uma brecada nestas crianças.
Quando não ver: Caso você tenha preguiça de ler as legendas para os pequenos…Não achei nenhuma versão dublada. Alguém tem alguma dica?
Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos.