Aos pais modernos e interessados

 

Por Dora Estevam

Já que estamos na semana que antecede o Dia dos Pais achei interessante mostrar algumas novidades da moda masculina.

Para começar um curta da grife Jill Sander que apresenta a moda masculina. Para os adeptos da marca, oportunidade de atualizar o closet Verão 2012.

A coleção está mais voltada para o minimalismo dos anos 90, mas sem perder o entusiasmo de criar algo, sem se prender exatamente a uma moda marcada pelo tempo. Bermudas e blazers se tornaram elementos importantes na coleção, como você acabou de ver.

Se eu for colocar todos os vídeos aqui, páginas e páginas vão rolar, então, para simplificar, decidi postar um da Style.com, no qual o editor (maravilhoso) Tim Blanks, que  entrevistou muitos dos melhores editores de moda masculina, fez um balanço das ultimas tendências e perspectivas apresentadas para a próxima estação.

Influência fashion, luxo, celebridades, efeitos, bastidores e imagens da primeira fila dos melhores desfiles das mais importantes marcas internacionais, peças incríveis.. com direito até a saia masculina. Técnicas e tecnologias misturadas nas coleções para você apreciar. Uma verdadeira provocação.

Como todas as coleções começam nas passarelas e terminam nas ruas, também separei algumas fotos de street style para ver como os homens estão encarando a moda quente…senhores e boys, diferentes estilos, executivos ou casuais, tudo absolutamente fantástico.

 

Eu adoro estes modelos, são coloridos, jovens. De um mundo completamente diferente do que estamos acostumados. Parece coisa de gringo, mas tudo isso é possível se você tem vontade de mudar algo na sua vida. E se notar, tem até uns barrigudinhos que não perderam a vontade de misturar os tecidos e peças contemporâneas. Sinta-se a vontade para entrar na estação completamente diferente. Lugar é que não falta para você desfilar suas produções diferentes, especiais, marcantes e livres.

Absolutamente sexy e tudo muito moderno.

Dora Estevam é jornalista e escreve de moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: Tá na hora da catástrofe

 

Toda mudança é uma catástrofe, mas a catástrofe nem sempre é um desastre, como está no imaginário das pessoas. Quem chama atenção é o consultor Hector Rafael Lisondo, especializado em preparar empresas e pessoas para os processos de transformação que podem ocorrer desde a chegada de um novo chefe até a venda da companhia para outro grupo.

Lisondo é engenheiro e psicólogo, especialidades que se uniram no trabalho desenvolvido com algumas das grandes corporações brasileiras. Recentemente, ele lançou o livro “Mudança sem catástrofoe, catástrofe sem mudança – liderando pessoas para processos de mudança”.

Acompanhe a entrevista dele ao Mundo Corporativo, da CBN:

Papai, quero casar

 

 

Você atenderia o pedido de uma filha de 15 anos?

Realizar o sonho de nossos filhos é sempre um prazer. Às vezes, difícil de negar. Mas quando o pedido é para sair de casa, morar com o namorado? A resposta pode parecer simples demais: “claro que não!” – diriam as mães que conheço; para alguns pais nem teria coragem de fazer esta pergunta.

Nem sempre é isso que acontece. A morte de uma adolescente que saiu da casa dos pais para morar no apartamento do namorado, um jogador de futebol, destaque no noticiário paulistano nesta semana, abriu uma discussão importante: a responsabilidade dos pais.

Não é difícil encontrar alguém que diz que o filho “apesar” de 15, 16 anos tem uma cabeça boa. Especialistas pensam diferente. O menino/rapaz, a menina/moça, ambos têm o direito de pensar que sabem e podem tudo, é da idade. Também como o corpo, a cabeça está em formação. E os desejos não podem significar realizações. Principalmente quando o assunto é casamento.


Leia o texto completo no Blog Adote São Paulo, no site da Época São Paulo

Avalanche Tricolor: Que saudade !

 

Grêmio 2 x 2 Atlético MG
Brasileiro – Olímpico Monumental

Foi uma noite para relembrar os anos 1990. Naquela época trabalhava na TV Cultura e deixava a redação lá pelas 10 da noite quando o jogo do Grêmio já havia se iniciado. Pegava meu carro, ligava o rádio e escorregava o ponteiro do dial até o ponto mais à esquerda, próximo dos 500 mghz. Era ali que conseguia sintonizar, entre chiados e descargas elétricas, emissoras de rádio do Rio Grande do Sul. Ou a Guaíba ou a Gaúcha, dependia da condição meteorológica. Demorava no caminho, estendia meu caminho e dava preferência às Marginais, onde o som ficava um pouco melhor. Na maior parte das vezes era difícil até mesmo de distinguir quando o gol era do Grêmio ou do adversário.

Ontem à noite, saí de uma palestra da comunicação quando a partida do Grêmio estava se iniciando. Abri o Ipad, cliquei no aplicativo da rádio CBN e acessei a emissora de Belo Horizonte que estava com sua equipe no estádio Olímpico, em Porto Alegre. Durante todo o caminho até minha casa, demorado devido ao congestionamento, ouvi a partida em seus detalhes sem qualquer interferência. Transformei meu moderno tablet no velho radinho de pilha com a vantagem dele me permitir acesso a emissoras que não são aqui da cidade.

As diferenças de como e o que ouvia nos anos de 1990, infelizmente, não se resumem a qualidade do som e o meio de transmissão. Naquela época, o time era treinado por Luis Felipe Scolari e dava orgulho torcer por aqueles jogadores.

Mais um festival de besteiras, na língua e no trânsito

 

Por Milton Ferretti Jung

Hoje vou tratar de dois assuntos, um relativamente ameno. É por este que começo. Creio que a imprensa brasileira aboliu a figura do revisor. Lembro que, ao iniciar minha carreira no rádio e no jornalismo, todo jornal que se prezasse possuía revisores. Eles eram imprescindíveis (o copidesque surgiu mais tarde), não digo que fossem infalíveis, mas era difícil que deixassem escapar erros, alguns deles crassos, que lemos nos dias de hoje. Por falar em erro crasso, vale recordar quem está na origem desta expressão. Veio de um general chamado Marco Licinius Crasso, que em 59 a.C. dividia o poder, em Roma, com Júlio César e Pompeu Magnus. Ao contrário dos seus talentosos parceiros, Crasso tinha uma idéia fixa: conquistar os Partos, povo persa cujo império ocupava boa parte do Oriente Médio. No comando de 50 mil homens tentou, simplesmente, se atirar ao ataque, abandonando as táticas romanas. O resultado não poderia ter sido pior: suas tropas foram dizimadas e ele foi uma das vítimas do massacre. A asneira cometida por Crasso virou, em várias línguas, sinônimo de estupidez.

Volto ao meu assunto inicial. Existissem ainda os revisores, redatores de todas espécies, não imitariam o infeliz general romano ou, pelo menos, teriam seus erros minimizados. Os repórteres e redatores das editorias de assuntos policiais ou esportivos são os que mais cometem gafes. Algumas, como as duas que vou citar, lê-se, repetidamente, nas páginas dedicadas ao futebol: o jogador fulano, contratado ao Bambala, será apresentado hoje. Esta vai ipsis verbis: No segundo tempo, Jô fez a sua estréia. Repatriado ao Manchester City, ainda está sem ritmo de jogo, etc.

Gostaria de saber como ser faz para “repatriar” um jogador de algum clube estrangeiro. Além de erros que atentam contra o vernáculo, os jornais estão cheios de modismos. “Apontar” é um deles. Será que não existe um sinônimo só para, de vez em quando,variar? O mais recente, conforme ando notando, é o “por conta”. Exemplo: Por conta das chuvas, que castigam a região serrana, já há milhares de flagelados. Os narradores esportivos, os comentaristas e repórteres não sabem, pelo jeito, que há dois tipos de moral. A palavra moral é feminina quando empregada na acepção de conjunto de costumes, de modos de procedimento, de corpo de preceitos naturais ou tradicionais, para distinguir as ações dos homens: “A moral cristã”” – “A moral ordena que assim procedamos”. Já moral é do gênero masculino quando indica o contrário de material, isso é, quando designa as forças de inteligência, de espírito de ânimo: – “O moral das tropas está abatido” – “O moral dos jogadores é grande”.

No início escrevi que, neste espaço, abordaria dois assuntos. A Zero Hora dessa segunda-feira, na página 25, mancheteou: ”Sete jovens morrem em acidentes”. O jornal gaúcho, na matéria, acrescentou que quase a metade dos jovens tinha até 25 anos. Os fins de semana são trágicos no Rio Grande do Sul e, provavelmente, São Paulo não lhe fica atrás do meu estado. Talvez, até contribua com número maior de vítimas. Quando vejo as estatísticas, especialmente as que se referem aos finais de semana, constato que em boa parte dos acidentes os envolvidos são jovens que participaram de festas e, imagino, tenham exagerado na bebida. As pessoas, por mais campanhas que sejam feitas alertando para os perigos de dirigir depois da ingestão de álcool, seguem bebendo e apostando na sorte.

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Dicas de leitura do Mundo Corporativo

 

Na entusiasmada entrevista do Mundo Corporativo, desta quarta-feira, na internet, o consultor de empresas Gutenberg de Macêdo fez uma série de recomendações de leituras que considera serem importantes para a carreira profissional. A conversa com ele, em breve, estará à disposição no Canal da CBN no You Tube, mas antecipo aqui a lista de livros citados atendendo o pedido de ouvintes-internautas que nos acompanharam pelo site.

Anote aí e boa leitura:

Treinamento Gerencial de Paula J. Caproni

As 48 Leis do Poder de Robert Greene

Oráculo Manual ou A Arte da Prudência de Baltasar Gracian

Como Conquistar um Ótimo Emprego de Gerente a Executivo de Sharon

Fui Demitido! E Agora? De Gutemberg B. de Macedo

Fui Contratado! E Agora de Gutemberg B. de Macedo

O Mundo Assombrado pelos Demônios de Carl Sagan

O Principio da Sabedoria – Lições de Salomão para o bem Viver de Gutemberg B. de Macedo

Carreira: Que |Rumo Seguir de Gutemberg B. de Macedo

São Paulo está a cara de Kassab

 

Por Carlos Magno Gibrail

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… e Kassab é a cara de Maluf versão 2011.

A um ano das eleições, a cidade de São Paulo está com 140 mil crianças sem creche, uma das promessas de Kassab quando se reelegeu. E o grande patrocinador de Kassab foi o setor imobiliário.
Nada mais natural, portanto, que tivesse partido de atividade tão cara ao alcaide paulistano a sugestão de uma negociação de creches em troca de áreas públicas. O Secovi, sindicato da área de construção e comercialização de imóveis, cujos milhões ajudaram Kassab a se eleger, sugeriu que as empresas da área recebessem propriedades públicas por terceirização, alienação ou venda em contra partida à construção de creches.

É uma estratégia eleitoreira, pois não haverá tempo nem vontade para cumprir a promessa, mas os primeiros sinais serão emitidos e, talvez, suficientes para os debates políticos onde serão feitas as cobranças.

Enquanto Kassab não se constrange de assumir a corretagem da cidade, entregando a Pompeia e a Chucri Zaidan à especulação imobiliária, Alckmin se exime da promessa do verde nas obras da Marginal Tietê, tão exaltadas por Serra.

Aliás, Kassab, Alckmin e Serra, perderam a grande chance de honrar o espírito empreendedor e privativista da história da terra bandeirante onde nasceram e estão tendo que assimilar a secundária posição nesta COPA 14.

Deveriam protagonizá-la, honrando a palavra de manter o foco na iniciativa privada, ao invés de apresentarem ridículas fórmulas provando que isenção e obras provisórias com dinheiro público não são gastos do governo.

Ficaram sem o exemplo à nação, mas não ficaram com o Sorteio nem com a Copa das Confederações, não ficarão com o Centro de Imprensa e quem sabe terão que se contentar em dar vultoso dinheiro público para ficar com a partida de Abertura. Isto não é São Paulo.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve, à quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

A foto deste post é da galeria de Leo Caobelli, no Flickr

Câmara aprova Dia do Orgulho Heterossexual

 

Canso de ler e ouvir vereador reclamando que a imprensa só gosta de criticar: “dá Ibope”, escreveu hoje no Twitter, Átila Russomano (PP) em troca de mensagem com o pessoal da rede Adote um Vereador. À tarde, os parlamentares voltam ao trabalho e transformam em lei o projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexuak, de autoria do nobre vereador Carlos Apolinário (DEM). Foi o suficiente para os representantes do cidadão paulistano se transformarem em motivo de piada nas redes sociais.

Fico pensando cá com meu teclado: para que falar mal dos vereadores se eles próprios já o serviço por conta própria ?

Prefeito usa tanque contra carro parado em local proibido

 

Jogada de marketing, sem dúvida. Mas que serve de alerta aos motoristas acostumados a estacionar em local proibido. O prefeito Arturas Zuokas de Vilna, capital da Lituânia, gravou vídeo no qual dirige um tanque e esmaga um Mercedes-Benz S-Class que estava parado sobre a faixa exclusiva de bicicletas. Adepto ao ciclismo – espalhou ciclofaixas por toda a cidade em seu primeiro mandato -, ele se disse cansado de ver carros de luxo, em especial, atravessados no caminho das bicicletas: “pensam que estão acima da lei” – disse para justificar porque decidiu passar por cima do automóvel.

Depois de consultar vários sites e jornais lituanos, não há como confirmar que a cena não foi montada, inclusive com a participação do suposto motorista que aparece com cara de assustado. Evidentemente que os prefeitos tem formas menos truculentas de resolver o problema, mas a ação de Zuokas ganhou repercussão internacional e talvez faça donos de carros reverem seu comportamento em todo o mundo.

Antes de você pensar “pena que o prefeito da minha cidade não é como ele” é bom saber que, apesar de reeleito, Zuokas tem uma administração marcada por denúncias de irregularidades.

Conte Sua História de SP: Cunha Lima e a cultura

 

No Conte Sua História de São Paulo, o poeta, jornalista e escritor Jorge da Cunha Lima fala de sua íntima relação com a cidade. A família sempre lidou com fazendas de café no interior. Mais tarde, o avô trouxe todos para morarem em São Paulo, na Aclimação, bairro que na época concentrava funcionários públicos graduados e alguns milionários. Lá, o garoto teve o gosto pela arte e pela cultura despertado ao acompanhar a avó ao piano.

Neste depoimento gravado pelo Museu da Pessoa, Cunha Lima, ex-secretário de Cultura do Estado de São Paulo, lembra como foi a educação no colégio São Bento e curiosidades do Largo São Francisco.

Ouça o depoimento de Jorge da Cunha Lima, sonorizado pelo Cláudio Antonio, que foi ao ar no Conte Sua História de São Paulo

Conte você, também, mais um capítulo da nossa cidade. Envie um texto ou agende uma entrevista em áudio e vídeo no site do Museu da Pessoa. O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, aos sábados, logo após às 10 e meia da manhã, no CBN SP.