Mude a cor do carro, do asfalto

 

Carlos Roberto Silveira
Ouvinte-internauta

Qualquer empresa que produz um automóvel pode fazer a diferença em defesa do meio ambiente, por conseguinte a redução do aquecimento global.

Se vocês pararem de produzir carros na cor preta, estarão contribuindo com um menor aquecimento no solo da terra.

Simples parem de produzir carros nesta  cor.

Por exemplo no Brasil o carro com  a menor área tem( 6 metros quadrados)  pra receber  calor dos raios solares,   com isto   diminuiria  o gasto com ar condicionado  e  outros gastos  até de energia para o corpo humano.

O outro passo e diminuir a área de asfalto da cor preta ..  que  são bilhões de quilômetros quadrados  de área  a atrair  mais calor a terra.

Não é possível que ainda não se tenha tecnologia para trocar a cor do asfalto…

Agora o outro lado: Plastivida quer uso responsável

 

A propósito da campanha por um dia sem sacola plástica, a Plastivida enviou esclarecimento sobre o tema que reproduzo para que você tenha ainda mais argumentos para este debate:

“A entidade acredita que o uso responsável é a melhor solução para as sacolas plásticas.

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos chama a sociedade para a reflexão sobre o papel de cada cidadão na preservação ambiental, quando estamos próximos ao dia 15 de outubro, data escolhida pelo Ministério do Meio Ambiente para promover o “Um Dia Sem Sacolas Plásticas”. A Plastivida tem atuado em todo Brasil, nas diversas esferas da sociedade – poder público, formadores de opinião, imprensa, empresariado, varejo, população em geral – no sentido de promover a educação ambiental e as práticas saudáveis para o meio ambiente, como o uso consciente de sacolas plásticas sem desperdício, coleta seletiva, reciclagem mecânica e energética.

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Migração do lixo

 


Pedro Campos Fernandes
Secretário-Executivo da AMAT – Associação dos Municípios do Alto Tietê

Desde domingo passado, 4 de outubro, a cidade de São Paulo passou a exportar 13 mil toneladas diárias de seu lixo urbano para aterros sanitários de outros municípios. Este número representa nove vezes o que a região do Alto Tietê, fora Guarulhos, gera por dia.

O último aterro sanitário em funcionamento, o São João, em São Mateus, na zona leste, terá a operação encerrada. A EcoUrbis, que administra o local, diz que o plano de encerramento já foi aprovado pelo Consema – Conselho Estadual do Meio Ambiente.

Estas informações divulgadas no dia 2 de outubro pela AE – Agência Estado – deixam evidente que nem a capital do Estado possui uma política voltada para esta questão, o que a torna mais grave e de urgente a solução.

Como imaginar carretas com 15, 20 toneladas de lixo transitando pelas ruas e avenidas? Um acidente com uma delas causaria prejuízos incalculáveis para as pessoas e para o meio ambiente. Além do mais, já existem carros demais; carretas lotadas de lixo circulando por aí é o que menos precisamos.

Diversas soluções já existem, testadas e aprovadas. Na Itália, segundo pudemos verificar “in loco”, o lixo de uma população de um milhão de habitantes é confinado em imensas cápsulas de borracha de até 800.000 m³, forradas com uma grossa camada de argila.

Os maciços de material orgânico são lacrados por capas de placas de borracha, e regularmente descobertos para serem umedecidos, possibilitando que a produção de gás metano seja perene, de forma controlada.

Acoplada ao aterro, uma usina transforma o metano em energia elétrica que é repassada à empresa responsável, gerando “créditos-eletricidade” para o empreendimento e para a municipalidade.

A parte seca do lixo, depois de separada por máquinas instaladas no próprio aterro, é encaminhada para outros locais de seleção dos materiais para depois ser reaproveitada por indústrias de cada setor envolvido.

Uma tecnologia coreana apresentada à AMAT também se mostrou muito interessante e viável. Todo o lixo urbano é triturado, desumidificado e compactado ao extremo. Nem de uma usina se trata mais, mas de uma indústria.

Este processo não gera o metano, gás 22 vezes mais poluente que o carbônico. Depois de passar por alguns estágios, o lixo urbano é transformado em pequenos “pellets” de 4 cm. O chorume, líquido altamente poluente que sobra do material orgânico, é decantado até poder ser devolvido à natureza.

O “pellet”, o novo material que surge do lixo, é de alta combustão e pode ser usado para produzir eletricidade e alimentar caldeiras da indústria metalúrgica, substituindo o carvão, o diesel e o gás natural.

Para que uma dessas soluções possa ser adotada, precisa ser oficializada uma tríade constituída pelo Consórcio Público do Alto Tietê – em vias de formação -, pelo empreendimento que vai industrializar o lixo e pela empresa detentora da tecnologia a ser implantada.

O segundo ato será o de constituir uma Comissão Financeira, para captar os recursos nos diversos Ministérios, bancos nacionais e internacionais, privados e públicos. Segundo especialistas, há grande possibilidade de tudo sair a custo zero para as administrações municipais.

A gravidade da situação apresenta agora o seu lado positivo: não dá para esperar, não há mais como protelar uma saída.

Do coco ao carro

 

Luis F. Gallo
Ouvinte-internauta

Coco reciclável

Nesse feriado de 12 de outubro estive no parque do Ibirapuera para uma caminhada quando descobri uma montanha de cocos já devidamente degustados por seus freqüentadores. Condicionados num canto do parque e sendo recolhidos por funcionários de uma empresa de reciclagem,que segundo eles, acabam virando banco de automóveis, fibra têxtil, forro acústico e água para agrodiesel entre outras coisas.

Ações como essa tem que despertar nas pessoas o interesse mais profundo nas questões ecológicas ambientais de nossa cidade.

Por ser uma inimiga ambiental, alguém tem alguma ideia pra acabar de vez com as terríveis sacolinhas de plástico oferecidas pelos mercados?

Solução está com os consumidores

 

Por Carlos Magno Gibrail
Comentarista do Blog do Mílton Jung

Visite a galeria de fotos de Gustavo Vara

Visite a galeria de fotos de Gustavo Vara

O Brasil tem grande responsabilidade no processo de sustentabilidade, tanto pela posse de recursos naturais como fornecedor de alimentos para o mundo. Por isso é extremamente importante o acompanhamento da Amazônia, área essencial para o equilíbrio climático do país, como também das demais áreas ricas em flora, e fauna. Mas, o controle efetivo deve ser feito no mercado consumidor, onde São Paulo é o ponto mais importante, pelo seu volume e condição para tal.

As primeiras medidas já foram tomadas, no sentido de rastrear madeiras e carnes, entretanto é necessário mais divulgação e comprometimento de todos, para alertar que a solução está com os consumidores.

É importante salientar que o sul e o sudeste, já estão provavelmente pagando caro pelo desmatamento da Amazônia, pois as chuvas excessivas estão vindo de lá.

O momento é bom, de Bush a Obama é um progresso, e o Nobel de Economia reforça o otimismo ao premiar a americana Elinor Ostrom, pelo reconhecimento ao seu trabalho que destaca a necessidade de que os cidadãos se envolvam mais nos esforços para preservar os recursos naturais.

Começa o Blog Action Day’09, no blog e no rádio

 

Com mais de 7 mil e 500 inscrições de 139 países e estimativa de cerca de 11 milhões de leitores, está no ar o Blog Action Day’09, uma rede mundial de blogs conectada em um só tema: mudanças climáticas. A ação principal é usar esta mídia nativa da internet para mobilizar as comunidades a discutirem o assunto através de posts.

Outras sugestões de atividades já surgem e das principais está a de pressionar o presidente dos Estados Unidos Barack Obama a aceitar o desafio de liderar políticas internacionais que proporcionem soluções sustentáveis, restringindo as emissões de gases que prejudiquem a camada de ozônio. Se você apoia esta ideia é convidado a assinar petição que será enviada ao presidente americano.

Além de convidarmos os ouvintes-internautas a participarem, tornando público no Blog do Mílton Jung todo o material (texto, foto, som …) que for enviado para milton@cbn.com.br, o CBN São Paulo vai discutir as mudanças climáticas no ambiente urbano.

Dentre os assuntos que fazem parte da nossa pauta desta quinta-feira, o impacto do automóvel no meio ambiente e a política estadual de redução de emissão de gases aprovada nesta semana, em São Paulo. Falaremos com técnicos, ambientalistas e políticos para entender qual a marcha que vamos implantar no desenvolvimento de nossas cidades levando em consideração os reflexos deste crescimento no meio ambiente. Claro, também vamos ouvir você

Rádio na Era do Blog, na Futurecom

 

Das pessoas com acesso a internet, 42% ouvem rádio no computador, e apesar deste índice ser maior na classe A, com 57% de participação na audiência digital, as classe D/E já tem forte presença, também, com 44%, segundo dados levantados pelo Ibope, em 2008. Estes números apenas comprovam a ideia que defendo há alguns anos de que a internet rejuvenesce o rádio.

É a partir deste pensamento que pretendo construir minha palestra desta sexta, 16.10, às 13h30, durante a Futurecom um dos principais eventos do setor de Telecomunicações e Tecnologia da Informação da América Latina, que se realiza no Transamérica Expocenter, zona sul de São Paulo. “Rádio na Era do Blog” fala, ainda, do uso das redes sociais como forma de construir comunidades em torno da emissora ou de programas, como o CBN São Paulo. Vou apresentar e comentar alguns dados de pesquisa desenvolvida pelo Grupo de Profissionais do Rádio, sobre a qual tratei em post aqui no Blog (leia aqui, se for do seu interesse).

Todas as palestras e talk-shows promovidos pela rádio CBN durante a Futurecom serão transmitidas, em tempo real, pela internet.

Rádio na Era do Blog: Frases vencedoras

 

A jornalista Rosana Hermann e Mauro Gold vão receber um exemplar do livro “Jornalismo de Rádio”, lançado pela Editora Contexto, por terem participado do concurso lançado para comemorar o resgate do meu perfil no Twitter. A proposta era que os ouvintes-internautas-tuiteiros enviassem pelo Twitter uma frase relacionando rádio, blog e microblog.