Conte Sua História de SP: ‘Perigos’ da cidade

 

Mario Messaggi Junior nasceu no Rio de Janeiro em 1962, mas passou a infância em São Paulo. Na cidade, ele precisava ficar distante dos grandes perigos da cidade: um carro que poderia aparecer e os ventanistas. Ele falou sobre todos esses perigos ao Conte Sua História de São Paulo em texto enviado pela internet ao Museu da Pessoa. em janeiro de 2010:
 

Ouça a história de Mário Messaggi Júnior sonorizada por Cláudio Antonio

Nasci no Rio de Janeiro e vim para São Paulo com quatro anos de idade, em 1966. Guardo flashes da viagem de trem do Rio a São Paulo. Chegamos à noite, chovia, o tamanho do trem me impressionou.

Fomos morar no bairro de Vila Mariana, numa casa térrea bem mal cuidada pelos antigos inquilinos, na Rua Sabóia de Medeiros. Depois da escola, o almoço, a lição de casa e a ordem de minha mãe: “Vá brincar lá fora, nada de ficar grudado na TV”. Imagino que as mães dos outros meninos diziam o mesmo, porque a rua se transformava num enorme parque de diversões, com carrinhos de rolemã descendo a Joaquim Libânio, bicicletas de todas as cores, velotróis fazendo ratatá, guerra de mamona e futebol na ladeira. O gol era demarcado por camisetas, pedras ou latas.

Os pais achavam perigoso brincar com carrinhos de rolemã, porque sempre podia aparecer um carro. Isso mesmo, podia: as ruas em volta de minha casa eram movimentadas, mas mesmo assim os carros ainda não as dominavam, dava tempo de avisar os amigos. “Olha lá um carro!”

O fluxo era de um carro a cada meia hora. As histórias de crianças que entravam por debaixo de caminhões com seus rolemãs eram contadas sempre pelos pais, com uma entonação dramática, como um aviso sinistro. Nem eu e nem meus amigos presenciamos algo assim.

As oficinas mecânicas estavam acostumadas com moleques que iam pedir rolemãs velhos para montar seus carrinhos, que ganhavam pedaços de pneu como freio, ripa de madeira pregada atrás do assento, fazendo o encosto, e pinturas coloridas das mais variadas. Muitos moleques queriam ser chofer de caminhão quando crescessem, talvez por essa razão os rolemãs tivessem frases escritas com tinta a óleo.

Outra preocupação dos pais eram os “ventanistas”, ladrões que entravam nas casas e roubavam roupas do varal. As pessoas achavam o cúmulo alguém roubar roupas no varal, era um absurdo, um escândalo. Para evitar os ventanistas, bastava fechar a porta, nem era preciso trancar. Eles não ousavam abrir. Bons ladrões!

Cinco e meia, seis da tarde, a criançada voltava para casa em bando, para tomar banho, jantar, assistir uma hora de TV e ir para a cama.

Você também pode participar do Conte Sua História de São Paulo, enviando seu texto ou gravando seu depoimento no Museu da Pessoa. Agende uma entrevista pelo telefone 2144-7150.

Conte Sua História de SP: Saudades de Santo Amaro

 

Agenor Borba Junior nasceu em 1939 no bairro de Santo Amaro, em São Paulo. Em texto enviado para o Conte Sua História de São Paulo, através do Museu da Pessoa, em março de 2010, ele fala de momentos inesquecíveis da vida passada no bairro.

Ouça a história de Agenor Borba Junior sonorizada por Cláudio Antônio

Eu, Agenor Borba Junior, conhecido por todos como Nonô, gostaria de contar algumas passagens da minha infância em Santo Amaro, lugar onde nasci, em 1939.
Tinha eu mais ou menos 7 anos de idade, meus pais me levavam para ver a festa do Divino, no Largo 13 de Maio. Era uma festa muito bonita, com muitas barracas e muita gente que vinha dos povoados vizinhos.

No mês de junho tinha muitas festas nas casas, erguiam o mastro em homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro, tinha fogueira, soltavam balões e muitos fogos, era muito alegre. Cheguei até ver carros de boi trazendo lenha para o meu vizinho.

Estudei no grupo escolar Paulo Eiró, onde fiz até o 4º ano do primário. Aos 12 anos de idade já comecei a ter meus amigos, como dizia antigamente “minha turma”.

E que turma! Na rua Anchieta, esquina com a rua Santo Antônio, onde eu nasci, tinha muitas árvores dos dois lados da rua. Nós subíamos nas árvores esperando a boiada passar e, quando estava no meio da boiada, com um galho da árvore nós espantávamos os bois, até que um ou dois bois se assustavam e saíam correndo pelas ruas. O boiadeiro ia logo atrás do boi fujão, laçava e amarrava as patas até que um caminhão viesse buscar, às vezes, no dia seguinte.

Aí era a parte mais gostosa da brincadeira: passando algumas horas, lá estávamos nós para desatar as amarras das patas do boi, ele levantava e saía correndo pelas ruas, chegava até o Largo 13 de Maio assustando a todos. Era a farra do boi.

Na avenida João Dias, próximo ao Mercado Velho, existia uma chácara de verduras, onde entrei correndo para pegar um balão que estava caindo. Estava olhando para cima quando caí num poço com água, me molhando todo, levando um baita susto.

Em Santo Amaro tinha dois cinemas: São Francisco e Cine Mar. Todos os domingos nós íamos assistir a matinê. Quando terminava o filme, eu e meus amigos íamos para a Rua Direita passear e ver a banda de música tocar no coreto do jardim. Esse era o nosso domingo…

Na avenida João Dias morava o famoso escultor e escritor Julio Guerra, que na época estava fazendo no quintal de sua casa a estátua do Borba Gato.
Por eu ser de uma família tradicional de Santo Amaro e o Julio Guerra ser muito amigo de meus pais, ele me deu um quadro do Mercado Velho de Santo Amaro pintado por ele em 1928, que guardo com muito carinho.

O bonde que vinha da Praça João Mendes até o Largo do Socorro era nossa diversão. Na porta de trás do bonde ficava uma pessoa para abrir e fechar a porta, quando essa pessoa faltava, era eu que estava lá, abrindo e fechando a porta. Às vezes, antes de o bonde parar, eu abria a porta, o bonde dava um tranco e um estouro. Levava uma bronca do motorneiro.

Todos os anos saíam de Santo Amaro duas romarias a Pirapora, com muitos cavaleiros, charretes e ônibus. Uma era do Cinerino, que tinha um armazém. Na calçada, havia uma argola no chão para amarrar os cavalos dos donos que vinham fazer compras.
A outra romaria era do Vereador José Oliveira de Almeida Diniz, conhecido na época como Zé da Farmácia, pai do Zezito, grande amigo meu. Nós íamos amansar os cavalos que vinham das olarias para levar na romaria, isso era no Varjão onde hoje é a Marginal do Rio Pinheiros.

Dos 13 aos 14 anos formamos um time de futebol num pequeno campinho da rua Anchieta, e demos o nome de Anchieta. Tinha bons jogadores, mas quem se destacava mais eram Irineu, Maloquinha e o Rivelino, que na época começou a jogar no Banespa Futebol de Salão.

Saí com eles várias vezes, no carro do Rivelino, um fusquinha, para ver o “Palmeirinha” jogar, um grande time na época, onde jogavam bons jogadores, inclusive José Maria Marim, que foi Governador de São Paulo.

Você também pode participar do Conte Sua História de São Paulo, enviando seu texto ou gravando seu depoimento no Museu da Pessoa. Agende uma entrevista pelo telefone 2144-7150.

Conte Sua História: Carnaval da Vila Esperança

 

CBN SPNos próximos dias, estarei pagando uma dívida com o Conte Sua História de São Paulo e seus protagonistas. Com as férias, deixei de publicar no blog vários dos capítulos que foram ao ar nas edições de sábado, do CBN SP. Por isso, caro e raro leitor deste espaço, você terá a oportunidade de acompanhar, a partir de hoje, textos de ouvintes-internautas, lidos por mim e sonorizados pelo Cláudio Antônio.

Estas histórias foram enviadas por escrito para o site do Museu da Pessoa, nosso parceiro desde o início do ano. Você também pode participar deste projeto gravando o seu depoimento em áudio e vídeo na sede do Museu. Para isso, agende uma entrevista pelo telefone 2144-7150 e conte sua história de São Paulo.

O Carnaval da Vila Esperança

Ana Maria dos Santos nasceu em 1956 em São Paulo. Quando criança, não conheceu seu pais. E uma série de coincidências curiosas a levaram a acreditar que finalmente havia revelado esse segredo. Ela contou sua históira ao Museu da Pessoa em janeiro de 2010:



Ouça a história de Ana Maria dos Santos sonorizada por Cláudio Antônio

Quando nasci, isso a mais de 50 anos, minha mãe estava sem condições e encontrou uma mulher muito bondosa para me criar. Essa senhora morava, então, na Rua Maria Carlota, na Vila Esperança. Essa rua ainda não havia sido asfaltada e, na época que asfaltaram, virou a alegria da molecada e a tristeza das mães, com surras e tudo, pois o danado do piche grudava em nós e em nossas roupas, dava o maior trabalho para tirar. Isso quando saía.



A filha da minha mãe de criação me batizou, era a minha madrinha muito querida, e de vez em quando eu falava que queria ter um pai. Às vezes, elas me arrumavam um (acho que era um parente distante do interior) e lembro que recebemos a visita da comadre que elas tanto falavam. Foi quando ela me contou que era a minha mãe verdadeira e que eu tinha de recebê-la (pensava que o nome dela era Rosa Maria?!).



A partir daí comecei a me esconder quando ela vinha me visitar. Eu simplesmente sumia. Até dentro de um cesto de vime enorme eu me escondia, tanto era o pavor que ela me levasse embora. Porém, aos meus sete anos ela teve que me levar para estudar num internato em Pinheiros. Aos onze anos, fugi com mais duas meninas, por causa dos maus tratos desse colégio de freiras, correndo a pé pela rua Cardeal Arcoverde, de Pinheiros até o Pacaembu. Foi tragicômico, pois a família que deu garantias que nos abrigaria, e era também o único lugar mais perto que eu sabia como ir, era do diretor da instituição.



Tudo isso para tentar voltar para minha Vila Esperança. Era fevereiro e eu queria também matar a saudade do meu querido e velho carnaval da infância, que subia pela Rua Evans e descia pela Rua Maria Carlota: as matinês, a batalha de confetes, eu tinha de ir.



Como naquela época eu não tinha muita aproximidade física, afetiva, com minha mãe verdadeira e estava muita revoltada por causa da ida pro colégio interno, apesar dos esforços dela para fazer algo por mim, quase não conversavámos. Sabia muito pouco sobre ela, somente que trabalhava demais como empregada doméstica. Um dia, mexendo em seus documentos, li que seu nome era Maria Rosa!? Aí eu, muito infantil, quando escutei a música, marchinha de carnaval do Adoniran Barbosa, “Vila Esperança” – “Foi lá que conheci Maria Rosa, meu primeiro amor/Primeira Rosa, primeira esperança, primeiro carnaval, primeiro amor, criança”.



Criança!? Pensei: sou eu!! Pensei comigo: “Desvendei a segredo da minha mãe!” Que ilusão de mente fértil! Só dando risada mesmo. Mas a Esperança, o carnaval, ainda moram bem profundamente nesta velha criança. Por outro lado, até hoje não consigo cantar essa música inteira até o fim sem conter o choro. Nos últimos anos de vida da minha mãe, conseguimos restaurar muita coisa, principalmente a compreensão.

Conte Sua História: Lição no Largo São Francisco

 

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De um bairro para o outro da cidade, Cássia Navas Alves de Castro foi construindo histórias e relações. Nasceu no Bixiga, viveu no Brás, no Tucuruvi, no Jardim São Paulo e no Alto da Lapa, entre tantos lugares para os quais a família se mudou. Esteve na Espanha, também, de onde voltou apenas com parte do nome para estranhamento dos pais.

Cássia Navas estudou toda sua vida em escola pública, foi a única dos cinco irmãos que ainda teve esta oportunidade. Apesar de ter seguido caminho diferente do pai, advogado renomado, começou a vida universitária no Largo São Francisco, em 1977, época em que o embate político deixava marcas muito duras. É sobre este período que ela fala no Conte Sua História de São Paulo, resultado de um longo depoimento gravado pelo Museu da Pessoa:

Ouça o trecho do depoimento de Cássia Navas, sonorizado por Cláudio Antônio

Você pode participar, também, enviando texto ou marcando uma entrevista pelo telefone 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa.

Conte Sua História de São paulo: Uma voz e tanto

 

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Foi no caminho para o Hospital das Clínicas, a bordo do bonde, que Adilson Pereira Lobo encontrou sua primeira plateia. Menino ainda, adorava cantar “Lampião de Gás”, de Inezita Barroso, e chamava atenção do motorneiro e dos passageiros. A viagem era em virtude do tratamento que teve de se submeter para tratar a paralisia infantil, em um esforço recompensado pela evolução que teve apesar da restrição para caminhar. Boa parte desta trajetória foi acompanhado pela mãe, “uma guerreira” como descreve no depoimento gravado pelo Museu da Pessoa para o Conte Sua História de São Paulo. Ela teve de cuidar dele sozinha, desde os quatro anos de idade, pois o pai havia morrido.

Nascido no bairro do Belenzinho, hoje mora em Guarulhos, mas foi em São Paulo que desenvolveu suas habilidades. É mestre em linguística, professor de inglês, faz dublagem e tem a música como hobby – e você poderá conferir na gravação que foi ao ar no CBN São Paulo o talento que conserva.

Ouça o depoimento de Adilson Pereira Lobo, no Conte Sua História de São Paulo, sonorizado pelo Cláudio Antônio

Você pode participar, também, do Conte Sua História de São Paulo. Marque uma entrevista pelo telefone 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa.

Conte Sua História de São Paulo: Artista capilar e poeta

 

José Ferreira de Carvalho

Foram dois diplomas em Portugal, antes de chegar ao Brasil para abrir seu próprio negócio. Aqui, desenvolveu outra habilidade, a poesia, exercitada nos jardins do Museu do Ipiranga, no bairro em que foi morar, em 1954. O senhor José Ferreira de Carvalho, no depoimento gravado pelo Museu da Pessoa para o Conte Sua História de São Paulo, lembra da infância na cidade portuguesa de Vila De Aguiar e fala com orgulho da sua profissão: barbeiro. Perdão, seu José, artista capilar. “E sem frescura” como faz questão de ressaltar.

Ouça a história de José Ferreira de Carvalho, em depoimento sonorizado por Cláudio Antonio

Você também pode contar um capitulo da nossa cidade. Agende uma entrevista no telefone 2144-7150 ou pelo site do Museu da Pessoa.

Conte Sua História de São Paulo: No navio de Portugal

 

Cesário dos Santos Rodrigues Cesário dos Santos Rodrigues nasceu em Sendim, lugarejo próximo de Vizeu, em Portugal. Deixou a terra natal aos 12 anos para encontrar-se com toda a família, em São Paulo. Foram dez dias de viagem de navio onde viveu aventuras inesquecíveis, fez amizades – apesar de algumas brigas – e conheceu brinquedos jamais vistos em sua infância modesta. É, porém, a lembrança do desembaque no Brasil quando pode rever seu pai que ainda lhe proporciona fortes emoções como demonstrou durante depoimento gravado pelo Museu da Pessoa para o programa Conte Sua História de São Paulo.

Ouça o depoimento de Cesário dos Anjos Rodrigues sonorizado por Cláudio Antonio

O Conte Sua Hitória de São Paulo vai ao ar, no CBN SP, logo após às 10 e meia da manhã. Você também pode participar. Agende uma entrevista pelo telefone 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa.

Conte Sua História: Retalhos de minha infância

 

Márcia OvandoA invasão da rua 25 de Março ainda não havia ocorrido, apesar de as lojas de confecção já estarem lá, quando Márcia Ovando se mudou com os pais e as irmãos – o irmão mais novo ainda não havia nascido. Fez amigos e conhecidos, muitos dos quais continuaram a visitá-la quando deixou o apartamento da 25 por uma casa em Moema, outro bairro que tinha cenário distante daquele que conhecemos, atualmente.

Márcia foi personagem do Conte Sua História de São Paulo quando contou lembranças dos tempos de meninas. No depoimento ao Museu da Pessoa, descreveu com emoção a prisão do pai, vítima do regime militar, e com alegria a vivência com famosas personalidades da televisão.

Ouça o depoimento de Márcia Ovando, sonorizado por Cláudio Antonio

Você também pode participar. Agende uma entrevista pelo telefone 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa e Conte Sua História de São Paulo.

Conte Sua História: A boiada na Vila Olímpia

 

Conte Sua Historia William EbenauPreso no congestionamento da Vila Olímpia em meio a enorme quantidade de prédios, jamais você imaginaria que por ali passava boi, passava uma boiada. Nem sequer deve ter se dado conta que sob as rodas de seu carro um córrego corre em direção ao rio Pinheiros. Mesmo paulistanos que viveram aquela época, nem tão distante assim, muitas vezes esquecem desta transformação pela passou São Paulo.

No depoimento do ouvinte-internauta Wilson Guilherme Ebenau, você terá a oportunidade de enxergar estas cenas da nossa cidade. Ele começa sua trajetória na zona Norte, andando no trem da Cantareira e mirando o rio Tamanduateí até chegar ao Itaim, onde nadou em piscina artificial ao lado do Pinheiros e teve de se equilibrar para atravessar pinguelas que uniam os dois lados do bairro.

Ouça o depomento de Wilson Guilherme Ebenau ao Conte Sua História de São Paulo, sonorizado por Cláudio Antônio

A história contada por Wilson Guilherme Ebenau marca o início da série de depoimentos gravados na sede do Museu da Pessoa, no bairro da Vila Madalena, em conversa com os entrevistadores da instituição que atua como parceira da rádio CBN neste projeto. Até o sábado anterior, foram reproduzidas – e você pode conferir aqui mesmo no Blog – histórias relatadas por ouvintes-internautas que estiveram no Pátio do Colégio, na festa de aniversário da cidade, dia 25 de janeiro deste ano, promovida pelo CBN SP.

Para conhecer melhor o projeto do Conte Sua História de São Paulo com o Museu da Pessoa, acompanhe a entrevista com o coordenador de comunicação e mobilização de recursos da instituição Erick Krulikowski. Aproveite e agende a sua entrevista pelo telefone 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa.

Conte Sua História de São Paulo: Reveillon no ônibus

 

Maria das DoresPassar o reveillon dentro do ônibus e passear com as amigas até os cinemas da cidade estão nas lembranças da ouvinte-internauta Maria Francisca das Dores registradas pelo Museu da Pessoa para o Conte Sua História de São Paulo. Natural de Passos, interior de Minas, veio para a capital trabalhar na casa de uma família aos 20 anos. Desde aquela época construiu uma relação de carinho com São Paulo, apesar de considerar a cidade, atualmente, muito insegurança.

Ouça o depoimento de Maria Francisca das Dores, sonorizado por Cláudio Antônio

Você também pode participar deste quadro que vai ao ar aos sábados, logo após às 10 e meia da manhã, no CBN SP. Agende um entrevista pelo telefone 011 2144-7150 ou no site do Museu da Pessoa e Conte Sua História de São Paulo.