De terror, mudança e Era de Aquário

 

Por Maria Lucia Solla

 

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Desde o final dos anos 1960, nossa consciência empreende incríveis mudanças e avanços, todos os dias, a toda hora. Quase banal; mas valores que eram até então respeitados vêm sendo estraçalhados. Criança, menino e menina, tem boca mais suja que pau de galinheiro, tem comportamento de marginal e sem sombra de dúvida aprende em casa o que exibe na rua. Só para começar a descrever o panorama.

 

Valores? Mas o que são valores?

 

Nada que se possa comprar com o vil metal, meu caro. Valores são o verdadeiro luxo: nossos talentos, a moral e a ética, que parecem ter ido para a cucuia, como dizia meu pai.

 

Educação Moral e Cívica não dá para encomendar da China pela internet. Sorry, não dá! Esse valores é o que a gente aprendeu em casa e na escola, ricos e pobres, matéria obrigatória em todas elas. Antes de entrar para as salas de aula, os alunos se agrupavam em forma de coro, respeitosamente, em silêncio, a bandeira era hasteada e o Hino Nacional Brasileiro cantado por todos, todos! a plenos pulmões. E era nesse clima que começávamos o dia de estudos de verdade, e a equipe da escola, seu dia de trabalho.

 

Hoje, uma imitação grosseira do civismo se casou com a intolerância e deram à Luz o terrorismo, o ódio e muita morte, muita violência física, moral e de todo tipo que se possa imaginar hoje, porque amanhã nascerão outras. Infelizmente.

 

Incrível como é simples matar um humano e impossível matar uma ideia…

 

O vil metal é o único que continua reinando soberano. Mentira, fuxico, violência e roubalheira formam o hit do momento; um hit fétido e incompreensível.

 

Não sinto que haja um embate entre os que podem mais e os que podem menos; entre os que sabem mais e os que sabem menos, os que ganham mais e os que ganham menos. Sinto que existe uma força nos fazendo acreditar nisso, para tirar vantagem. Conheço o tipo.

 

Mas é o fim do mundo?

 

Nananinanão; é só o começo, meu bem, da limpeza, do expurgo, da desinfecção dos órgãos de dentro e aqueles de fora, para que a gente possa viver e respirar melhor. Nós todos, toda gente, de todo tipo, de toda cor, de todo tamanho e feitio. Toda gente de toda religião, de todo gosto, de expressões únicas e intransferíveis. E respeito, respeito e mais respeito.

 

Eu gostaria de ver, antes de partir desta vida, o povo em paz, sem medo um do outro, sem a diária intenção de desarmonia entre os que invejam tua alegria. Sem a disputa malvada, inescrupulosa e peçonhenta que vemos fermentar. Na Era de Aquário, que vem chegando, devagar, mas vem, tudo isso será História, e as pessoas nem vão acreditar no que vão ler nos seus aparelhinhos, que nem posso imaginar como serão.

 

A tarefa de preparo para que isso tudo aconteça ainda melhor do que podemos imaginar é tua e minha, dele e dela, nossa e deles. Igualmente. Vamos arregaçar as mangas! É em casa que se começa.

 

#éemcasaquesecomeça

 

Pensa nisso, fica com Deus, e até a próxima.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Gestão de marcas: luxo acessível e como evitar a banalização

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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O luxo em si é raro, limitado, de acesso a um número restrito de pessoas, portanto caro.

 

Muitas marcas, porém, mesmo de luxo, mantém em seu portfólio produtos considerados acessíveis ou, como costumamos chamar, produtos de entrada. A ideia é atrair consumidores que admiram e desejam a marca e, claro, ganhar no volume de vendas.

 

É essencial ressaltar que criar um produto de luxo acessível não tem relação alguma com política de descontos ou liquidações. São produtos geralmente de valor muito menor do que os produtos-chave da marca. Grifes de bolsas, carros, moda masculina e feminina são alguns exemplos que apostam nessa estratégia.

 

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Mas poderia uma marca de luxo se tornar banalizada por isso?

 

Se a gestão da marca for rigorosa e seletiva, dificilmente a grife será banalizada ou perderá seu valor perante o consumidor. Os exemplos são diversos como Louis Vuitton, Ralph Lauren, Tiffany&Co., Gucci ou Salvatore Ferragamo, marcas essas tradicionais que oferecem produtos de luxo intermediário e produtos acessíveis como chaveiros, porta-cartões e outros.

 

A francesa Louis Vuitton é exemplo do que falamos anteriormente, ou seja, a grife tem produtos acessíveis sem praticar política de desconto ou liquidação em nenhuma de suas lojas no mundo.

 

Um produto de luxo acessível não abre mão da alta qualidade e mantém ainda uma política de preço e distribuição menos seletivas como faz a grife Armani Exchange, se comparada as demais marcas do Grupo – Emporio Armani, Armani Collezioni ou Giorgio Armani.

 

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Em geral, os produtos de luxo acessível são feitos em série e em grande número de unidades, como os perfumes que têm em seus frascos o nome dos criadores.

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Piora geral no Zoneamento de São Paulo

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A apresentação da nova lei do Zoneamento prometida pela Comissão de Política Urbana para terça-feira da semana passada foi suspensa sem prévio aviso. No dia seguinte, quarta-feira, 17, foi colocada na internet e marcada, para segunda feira, 23 a primeira audiência pública.

 

O texto provisório da Lei do Zoneamento, que contém 64 páginas, 16 quadros e 33 mapas, teria que ser analisado durante o fim de semana prolongado. E a forma de apresentação não facilitava a análise do conteúdo. Os mapas setorizados com as regiões são únicos sem apresentar os limites de cada área. Além de não indicar o nome das ruas, apenas das avenidas.

 

Não bastasse a discriminação na recepção aos grupos de moradores e a suspensão na hora da apresentação do projeto, surgiu também esta exiguidade de prazo para análise. Fato que levou algumas entidades ao Ministério Público para solicitar prazo maior para a primeira audiência. E, obtiveram resultado, transferindo as audiências. Apenas a de ontem foi realizada porque não havia tempo para transferência.

 

Embora chamada de “participativa” pelo Poder Público, as restrições e os cerceamentos que caracterizaram esta fase operacional não foram levados ao conteúdo do projeto. Muito pelo contrário. No geral as irregularidades de ocupação comercial foram liberadas e ampliadas, como a Av. Morumbi que passa a ser corredor em toda a sua extensão, assim como a Rua Estados Unidos.

 

Esta postura liberal ao comércio é bastante questionável, pois o passado tem demonstrado que a tendência é transgredir e ocupar espaços preservados. O poder público ao se antecipar e liberar áreas residenciais para atividade de negócios está se arriscando. Tanto no aspecto da administração municipal, restringindo áreas de preservação, quanto na visão comercial, ampliando as regiões potenciais, como se faltasse hoje na cidade espaço para lojas, consultórios, e escritórios.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung.

Mãos Talentosas: A História de Benjamin Carson

 

 

FILME DA SEMANA:
“Mãos Talentosas: A História de Benjamin Carson”
Um filme de Thomas Carter
Gênero: Biografia
País:EUA

 

A História do neurocirurgião talentosíííííssimo Ben Carson – sim, o atual candidato a vaga à presidência dos EUA.

 

Por que ver:
A vida deste homem é repleta de superações. Ele era pobre, não tinha pai, sua mãe analfabeta e ia mal na escola… Mas com muito eforço e estudo, se torna uma lenda viva ao separar, com sucesso, dois gêmeos siameses ligados pelo cérebro…

 

Eu amo biografias, e de médicos então… Esta história é imperdível e um grande exemplo de alguém conseguir por puro mérito um lugar ao sol.

 

Como ver: Pega aquela molecada preguiçosa para estudar e vejam juntos… hoje em dia sinto muita falta de heróis, e este certamente é um deles.

 

Quando não ver: Esta desconfiado que o lançamento do filme e a candidatura do Sr. Ben não foi nenhuma coincidência e, portanto, vai boicotar o filme? Vai fundo então, mas aviso que você vai perder um filmaço!

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?

Fendi comemora 90 anos e abre hotel boutique em Roma

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

A view of the Palazzo Fendi.

 

O mercado do luxo em Roma ganhará novo empreendimento, no próximo mês. O recém-remodelado Palazzo Fendi dará lugar ao primeiro hotel boutique da grife italiana, Fendi Private Suites, e Palazzo Privé, apartamento privativo projetado pelo Dimore Studio, bem como um restaurante Zuma, de alta gastronomia japonesa. O local abrigará não apenas a maior loja da marca, mas terá peças exclusivas como as feitas sob medida e por artesãos.

 

Uma das marcas mais desejadas do mundo, Fendi, criada em 1925 por Adele e Edoardo Fendi, há alguns anos pertence ao Grupo LVMH, maior conglomerado de marcas de luxo mundial, e sabe até hoje manter seu posicionamento no segmento. O hotel da marca reflete seu DNA: a perfeita combinação da estética, atenção aos detalhes, design contemporâneo e exclusividade. Tudo isso em um edifício do século 17. As suítes terão decoração de Fendi Casa, linha de móveis da marca, com conceito do arquiteto Marco Costanzi. As diárias terão preço médio entre 700 e 1600 Euros.

 

A view of the Palazzo Fendi.

 

A extensão de marca utilizada pela Fendi mostra-se seletiva e consciente, uma vez que atingirá o mesmo perfil de consumidor para suas outras linhas de produtos, seguindo o conceito de excelência e exclusividade que fazem parte do seu negócio. Essa estratégia tende a aumentar sua cobertura de mercado e fortalecer os valores e interesses pela marca, imprescindíveis no mercado de luxo.

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

“Ida”: arte e beleza se revelam e o passado nos provoca

 

 

FILME DA SEMANA:
“Ida”
Um filme de Pawel Pawlikowski
Gênero: Drama
País:Polônia

 

Uma noviça polonesa jovem está próxima a prestar seus votos quando é obrigada a retornar à sua família de origem e acaba descobrindo segredos obscuros da época da ocupação nazista.

 

Por que ver: Se você gosta de filmes premiados, assista. Este ganhou vários. Ele tem um ritmo interessante para quem se interessa por filmes de arte. As atuações precisas e econômicas se tornam um excelente objeto de estudo para os amantes das artes cênicas que precisam perder aquele “Exagero Latino” de atuar…

 

De maneira geral gostei do filme. Gosto de cinema com esta pegada mais artística e fora do óbvio.

 

Como ver: Sem sono…O filme tem um ritmo um pouco mais lento do que estamos acostumados.

 

Quando não ver: Não curte um filme cult? Não assista. Este é bem cult e ainda por cima em preto e branco.

 


Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?

A revisão nada democrática da Lei de Zoneamento

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Amanhã, terça-feira, às 11h, será apresentado na Câmara Municipal de SP, pelo relator, vereador do PTB Paulo Frange, o Projeto de Revisão da Lei do Zoneamento. A expectativa não é favorável, pois a nova Lei poderá vir para legalizar velhas irregularidades, e manter o processo degenerativo que vivenciamos.

 

A suspeição é legítima, pois se baseia num fato concreto, que é a indiferença do presidente da Comissão de Política Urbana, vereador do PSDB Gilson Barreto, e do vereador Paulo Frange, em ignorar os insistentes apelos do maior grupo representativo de entidades de bairros residenciais do município para que fossem ouvidos.

 

A necessidade deste contato evidenciava-se pela notoriedade do tema das áreas preservadas nas discussões até então realizadas, e pela distorção democrática que se caracterizou nestas reuniões públicas.

 

Dentre vários aspectos a lamentar, ressalta-se a confirmação da reunião pelo vereador Barreto a Heitor Tommasini membro do Conselho de Política Urbana e um dos signatários, e a posterior negação. A desconsideração é tão mais grave quanto se sabe da impossibilidade de se fazer ouvir nas audiências públicas. Nestas, as autoridades ficam com o melhor tempo, cabendo à população três minutos per capita indiferente de sua representatividade, em reuniões que se analisam áreas com dezenas de milhares de habitantes.

 

Se em esporte não se perde competição na véspera, esperemos que em política também, mesmo que seja a última esperança.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

De renascimentos

 

Por Maria Lucia Solla

 

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Já perdi a conta de quantas vezes renasci, só nesta vida. Renasci do mais incrível ao mais banal desmoronamento, vezes e vezes. Houve muitos parciais e outros poucos, mas quase totais.

 

Cheguei à conclusão de que os melhores desmoronamentos são os quase totais. Doem muito e deixam cicatrizes para que a gente possa se lembrar de ser mais humilde, mais generoso, mais vazio de resposta e cheio de tanta pergunta.

 

Apesar de todo esse nasce e renasce, continuo ingênua, mas já encaro as dificuldades com mais compaixão. Por mim mesma, e pelos outros. Vejo a vida com outros olhos a cada renascer.

 

Sou personagem e essência o tempo todo. Acordo de manhã, me encontro e me aceito. Não tem como evitar. Se tem missão, é um dia abençoado; dia vazio é perigo que se insinua, por isso procuro missões de todo tipo, o tempo todo. Limpo a casa, arrumo gavetas, esvazio caixas, escrevo, alimento a Valentina, escrevo, leio, assisto a mais uns três episódios de Desperate Housewives, organizo o externo para poder entender o interno. E gosto do que vejo. Ou ao menos já começo a gostar mais.

 

Se me sinto leve e realizada, depois de tanto sufoco? Graças a Deus, não. Tenho ainda muito peso para descartar e muita, muita coisa na fila para realizar.

 

Com boas palavras.

 

palavra repetida
em lábios ávidos
por maledicência
inimizade
e desafeto
pode se virar
contra quem a proferiu
certeira
modificada
feia
desagregadora
mortal

 

Parole, parole, parole…

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Escreve no Blog do Mílton Jung

Ralph Lauren: a filantropia como parte de seus valores

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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O estilista americano Ralph Lauren participou fortemente por mais um ano ajudando na batalha contra o câncer. Durante este último Outubro Rosa, a fachada de algumas de suas lojas, como a loja-conceito da Quinta Avenida e a do Soho, ambas em Nova York, foram decoradas e iluminadas com a cor rosa, podendo assim atrair ainda mais consumidores para a causa. Foi além, com presença marcantes em redes sociais como Instagram e Facebook, onde a modelo Sanne Vloet vestia peças de sua coleção Pink Pony, criações exclusivas com 25% das vendas, nos Estados Unidos, destinados à Pink Pony Foundation, entidade criada por ele, que cuida de mulheres que sofrem de câncer de mama.

 

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O engajamento de Ralph Lauren, vale lembrar, não resume ao Outubro Rosa. Há mais de 20 anos, Lauren participa ativamente em projetos de filantropia. O estilista mantém em plena Madison Avenue, um dos endereços mais cobiçados de Manhattan, o The Ralph Lauren Center for Cancer Care and Prevention, que desde 2005 tem parceria com o Memorial Sloan Kettering Cancer Center. O centro oferece exames, diagnósticos, tratamento para câncer e psicoterapia, hematologia, cirurgia da mama e serviços de gastroenterologia.

 

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Além desse comprometimento de Lauren com um trabalho contínuo e sério, o visionário designer americano cria campanhas sazonais como em 2010 quando, com a terrível tragédia ocorrida no Haiti, fabricou uma camisa polo com a bandeira do país, sendo que 100% das vendas foram revertidos para ajudar na reconstrução do Haiti. Outro exemplo, em 2012, com o furacão Sandy, ocorrido em Connecticut, Estado de NY, quando Ralph Lauren fez uma doação de mais de 2 milhões de dólares.

 

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Ao abraçar a luta contra o câncer, Lauren se diferencia com seu empenho em contribuir e engajar as pessoas em um comportamento consciente de prevenção e filantropia, uma tendência cada vez mais presente nas empresas que lutam por um mundo melhor. Esse é o luxo contemporâneo.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

A incrível História de Adaline: a angústia da eterna juventude

 

Por Biba Mello

 

 

FILME DA SEMANA:
“A incrível História de Adaline”
Um filme de Lee Toland Krieger
Gênero: Romance/Drama
País:EUA

 

Na virada do século 20, Adaline, uma jovem moça, de 29 anos, sofre um acidente de carro, morre e é ressuscitada por uma descarga elétrica. Misteriosamente algo se modifica em sua química corporal e ela não envelhece mais. Como ela se tornou uma pessoa curiosa, evita se envolver com as pessoas com medo que as mesmas saibam deste seu segredo, até que conhece outro jovem e se apaixona, trazendo consequências interessantes em sua vida.

 

Por que ver: Apesar de parecer um tema batido, não se engane, pois não é. A história é bem amarrada e interessante. O filme me cativou logo no começo. Vale a pena. Atores/direção e roteiro coesos…É um filme fluido e com certeza eu o assistiria novamente.

 

Como ver: Da maneira tradicional. Com pipoca, no final da tarde de domingo.

 

Quando não ver: As vezes não sei o que escrever nesta parte, e este filme é destes que me deixam na dúvida… Me diga você quando não ver, ok?

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos e agora está te desafiando, vai amarelar?