Mundo Corporativo: Como usar melhor o Linkedin, a rede profissional

 

Usar a rede social para construir sua imagem profissional é uma das possibilidades oferecidas pelo Linkedin. No Mundo Corporativo, da rádio CBN, o diretor-geral do Linkedin no Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, explica como é possível explorar melhor os recursos oferecidos por esta rede criada em 2003, nos Estados Unidos, que tem, hoje, cerca de 170 milhões de usuários no mundo, dos quais 7 milhões no Brasil. Ele destaca, também, as ferramentas que o Linkedin desenvolveu para ajudar as empresas a encontrarem talentos no mercado de trabalho.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, no site da rádio CBN, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: Como construir uma franquia de sucesso

 

O mercado de franchising no Brasil cresce a passos largos e com taxas acima do PIB nacional. Este cenário descrito por Adir Ribeiro, presidente da Praxis Education, durante entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, exige empreendedores ainda mais bem qualificados e cuidados específicos para que o resultado deste negócio atenda as expectativas das duas partes diretamente envolvidas. “A responsabilidade pelo sucesso de uma franquia tem de ser dividida igualmente, entre franqueados e franqueadores”, chama atenção Ribeiro, que lançou o livro “Gestão Estratégica do Franchisng – Como construir redes de franquias de sucesso”, ao lado dos sócios Maurício Galhardo, Leonardo Marchi e Luis Gustavo Imperatore.

 

Nesta entrevista, Adir Ribeiro aponta situações de risco no negócio de franquia e as melhores práticas para se construir redes de franquias.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corportivo: Professores melhores para descobrir talentos

 

Para desenvolver talentos na Universidade, as escolas superiores estão convidando os professores a voltarem para a sala de aula, através de programas de qualificação. O diretor executivo de Gente e Gestão do Grupo Estádio, Miguel de Paula, explica como este trabalho pode melhorar a qualidade de ensino e desenvolver os profissionais. Em entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN, ele explica que a intenção é oferecer novos conhecimentos de preferência relacionados a pedagógia do ensino e não sobre o conteúdo programático que já é de domínio dos professores: “ensinamos como aplicar melhor as tecnologias que temos à disposição, por exemplo”.

 

Para Miguel de Paula a dificuldade de encontrar talentos e profissionais qualificados está relacionada à defasagem dos profissionais de educação.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: O poder da comunicação no varejo

 

“O Brasil é um dos países em que mais se compra por impulso, ao menos 10% das compras no varejo ocorrem desta maneira”, é o que diz o professor de comunicação da Unversidade Federal do Rio de Janeiro, Gilberto Strunck. Na entrevista ao Mundo Corporativo, da Rádio CBN, Strunck fala das estratégias de comunicação e design que ajudam a venda de produtos e serviços. A partir de experiências que apresenta, percebe-se que boa parte das vezes nossas escolhas não são conscientes, somos induzidos a levar alguma coisa para casa pela disposição na loja, tipo da embalagem e oferta apresentada, entre outros tantos fatores explorados pelos fabricantes.

 

Autor do livro “Comunicação por impulso – trade marketing, merchandising e o poder da comunicação e do deign no varejo”, lançado pela Editora 2AB, Gilberto Strunck diz que, ao contrário do que pensa o senso comum, os homens compram muito mais por impulso do que as mulheres: “elas são profissionais”.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participe pelo Twitter @jornaldacbn e pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br

Da terceirização à profissionalização

 

Por Julio Tannus

 

Outro dia desses, em uma reunião de síndicos, uma síndica, sabedora de que fui engenheiro da Light, me diz: “minha conta de luz passou de repente a valores altíssimos. Entrei em contato com a Eletropaulo. Disseram-me que haviam feito um “gato” na minha instalação elétrica e que para solucionar o problema eu ficaria dois dias sem energia elétrica”. Recomendei a ela entrar em contato direto com a ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.

 

E aí eu reflito:

 

O advento da sociedade industrial trouxe consigo formas próprias de gerenciamento das atividades envolvidas nos processos de produção. O estudo dos tempos e movimentos é um exemplo típico de como se procurou adequar de forma eficiente processos de produção cada vez mais exigentes. Identicamente, a sociedade de serviços, constituída a partir da formação dos grandes centros urbanos, desenvolveu mecanismos para regulação e aprimoramento de sua eficiência. Ambas as atividades, de serviços e industrial, foram e são fortemente influenciadas pela resultante econômica de seu funcionamento.

 

No caso da indústria, aqui entendida como setor de produtos manufaturados da atividade econômica, o fenômeno da globalização dos mercados potencializou a competição entre produtos similares, provocando uma verdadeira corrida à busca de redução dos chamados custos de produção. Uma das formas encontradas para lidar com essa nova exigência é a conhecida Terceirização. Contrata-se de terceiros aquilo que era produzido internamente, mas que não é produto ou peça-chave da empresa. O relacionamento estabelecido nesse processo (de terceirização) é controlado pelo padrão de qualidade do produto terceirizado. Constitui-se assim, uma relação inequívoca e objetiva entre cliente-fornecedor, sob os auspícios da concretude de uma peça ou produto industrial.

 

Diversamente, no mercado de serviços, a ausência de algo tão concreto e objetivado como uma peça de um mecanismo remete a relação cliente-fornecedor a uma dimensão muito mais complexa de aferição e julgamento de sua eficiência. A Terceirização nessa área carece de parâmetros objetivos de avaliação para ser efetivada. A relação cliente-fornecedor passa a depender muito mais de aspectos subjetivos de avaliação. Confiança mútua e identidade de propósitos são alguns dos aspectos que determinam a qualidade dessa relação.

 

Assim, um dos caminhos possíveis de se trilhar para a efetivação de uma prestação de serviços competente é exatamente potencializar os aspectos subjetivos que definem a relação cliente-fornecedor. E também prover, do lado da empresa “terceirizada”, um caminho que propicie uma trajetória capaz de estimular a mão de obra envolvida, estimulando-a no seu desenvolvimento e engajando-a na busca constante da qualidade dos serviços prestados.

 

Em outras palavras, é preciso constituir “parcerias profissionais” que dêem conta desses aspectos. Passa-se então da “Terceirização” à “Profissionalização”. E, a nosso ver, a importância dessa passagem é vital, tanto para o que estamos denominando aqui de setor de serviços como para a indústria.

 

Senão vejamos: A NOHALL, fornecedora de terceirização nos oferece um depoimento: “Entre 1980 e 1990 iniciou-se a moderna terceirização na qual as grandes indústrias transferiram parcialmente parte de seu negócio para terceiros, com o objetivo de ganhar mais flexibilidade, velocidade de resposta e agilidade no atendimento… Além de obter: isenção total da tributação Federal, Estadual e Municipal; isenção de ônus trabalhista, férias indenizatórias, rescisões, afastamentos.”

 

Entretanto: Na década de 70, a titulo de exemplo, a Light Serviços de Eletricidade S.A. era a empresa responsável pelo abastecimento de energia elétrica na cidade de São Paulo. A Light, do ponto de vista técnico, era auto-suficiente. Herdeira da competência canadense, cujo proprietário era a empresa Brascan Limited, estava competentemente estruturada para dar conta de todas as atividades necessárias para suprir a cidade de São Paulo de energia elétrica: Planejamento, Projeto, Construção e Operação de Usinas, Linhas de Transmissão, Subestações e Distribuição. Até que o processo de terceirização começou a mudar o perfil da empresa e das responsabilidades do corpo técnico.

 

Hoje a Eletropaulo, herdeira da antiga Light Serviços de Eletricidade, praticamente terceiriza tudo aquilo que era de competência da antiga empresa. E as conseqüências negativas são inúmeras. A principal delas, a meu ver, é a falta de engajamento e de perspectiva profissional do corpo técnico envolvido com as várias atividades ligadas ao suprimento de energia elétrica, uma vez que boa parte é mão de obra de terceiros. E isso certamente tem afetado a qualidade dos serviços oferecidos, os quais, em se tratando de serviços públicos, em minha opinião, jamais deveriam ser terceirizados.

 

Essa armadilha algumas empresas privadas do varejo, por exemplo, não caíram. Os supermercados tendem a verticalização apresentando marcas próprias. Alguns terceirizaram produção e segurança, mas não abriram mão do atendimento final ao consumidor.

 

Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier), engenheiro da Light & Power nos anos 60/70 e colabora com o Blog do Mílton Jung

Programa de fidelidade tem de ser simples e inteligente

 

Os programas de fidelidade há muito distribuem pontos, sendo os mais famosos os das companhias aéreas. Em lojas de remédio, de livros, de presentes, de qualquer outro tipo de coisa basta fazer a primeira compra e a oferta para um cartão que acumulará pontos aparecerá diante de seus olhos como a coisa mais maravilhosa do mundo. Gaste tantos reais, sempre no mesmo lugar e isto irá se transferir em benefícios para o senhor – é o que costumo ouvir. Nunca me contam como deve ser feito o resgate, e quando contam parece ser a coisa mais simples do mundo.

 

Com três bocas animais a alimentar – Eros, o labrador, Ramazzotti, o shitzu, e Bocelli, o persa – e o preço da ração em alta, sempre é bem-vinda uma promoção, portanto não deixei de aproveitar o cartão oferecido pela Cobasi, uma das maiores lojas do setor, em São Paulo. Em pouco tempo se descobre como falta inteligência no gerenciamento e no sistema eletrônico que controla estes programas. Depois de acumular cerca de 1.500 pontos em compras, fui pedir o resgate que somente é permitido mediante a apresentação do cartão da loja que tem o mesmo número do meu CPF. Como perdi minha carteira recentemente, tive de solicitar novo cartão e para isso pagar R$ 15, imagino que seja o custo para sua confecção, ou uma espécie de punição por ser tão esquecido (neste caso, merecida). Com o cartão em mãos pedi para descontar os pontos acumulados do total da conta, e fui obrigado a apresentar minha carteira de identidade, afinal precisava provar que eu sou eu. Documentação entregue e aliviado por não ser necessária firma reconhecida em cartório, fiquei no caixa a espera da autorização da gerente da loja. Sem que esta passasse o seu cartão em um leitor óptico, não teria como a atendente dar o desconto – talvez porque não confiem em seus funcionário, ou em seus clientes. Antes de fechar o negócio, ainda tive de assinar um papelzinho amarelo, daqueles que a impressão não dura mais de uma semana na sua carteira, confirmando o resgate. Além de toda a burocracia que o sistema digital foi incapaz de resolver, ainda soube que apesar da atendente ter passado meu cartão na máquina, esta não registra o CPF para emissão da nota fiscal paulista. Ou seja, é preciso pedir o número para o cliente e digitar mais uma vez, desperdiçando tempo e paciência que podem fazer falta para os demais clientes que estão na fila. Ao cabo de tudo, ganhei R$ 50 por ter gastado muito mais do que R$ 1.000 no decorrer de um ano.

 

Deixo claro que não estraguei meu penteado nem ganhei uma ruga sequer pelo tempo de espera, mas fiz questão de registrar esta operação por perceber que os métodos de gerenciamento não avançaram como a tecnologia e, assim, ao implantá-la sob a justificativa de agilizar o processo acabam emperrando-o com regras redundantes. O erro no sistema aplicado na Cobasi tornou-se mais evidente horas depois quando fui fazer compras na Livraria Cultura, que também tem seu programa de “milhagem”. Ao pagar, informei o número do CPF, soube que tinha direito a desconto, o resgate foi imediato, não houve necessidade de autorização prévia, apresentação de cartão do programa nem qualquer outra burocracia, e meu CPF já estava na máquina a espera da confirmação da emissão da nota fiscal paulista. Simples, assim. Mas para isso é preciso ser inteligente, também.

Mundo Corporativo: Seja inesquecível para o seu cliente

 

“Excelência em atendimento é tornar-se inesquecível para o seu cliente, superar a concorrência e a expectativa do consumidor”. A definição é do professor-titular da PUC-SP de Graduação e Pós-Gradução de Marketing, Alexandre Luzzi Las Casas, que, nesta entrevista ao Mundo Corporativo, da Rádio CBN, fala das estratégias a serem implantadas no seu negócio para transformar o atendimento em diferencial competitivo. Durante a entrevista, ele responde a uma série de perguntas de ouvintes-internautas interessados em compreender como melhorar o relacionamento com os clientes e reduzir o número de reclamações recebidos pelas empresas prestadoras de serviço. Alexandre Las Casas é o coordenador do livro “Marketing em Atendimento ao Cliente”, lançado pela MBooks.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: Resiliente ou a capacidade de encarar as crises

 

Resiliência é a capacidade que o indivíduo, um grupo de pessoas ou uma corporação têm de superar crises e graves adversidades. Foi sobre este tema que o professor da Fundação Getúlio Vargas e consultor de empresas Paulo Sabag se dedicou nos últimos anos e identificou nove fatores importantes que permitem o enfrentamento correto dessas situações: auto-eficácia, solução de problemas, temperança, empatia, proatividade, competência social, tenacidade, otimismo e flexibilidade mental. “Os noves fatores formam um sistema, eles se compõem e se ajudam mutuamente, não adiantado ter apenas um ou outro desenvolvido”, disse Sabag em entrevista ao Mundo Corporativo, da rádio CBN. Um dos assuntos que tratamos na conversa que você pode assistir no vídeo a seguir é sobre o papel dos pessimistas no ambiente de trabalho, pois, ao contrário do que a maioria das pessoas entende, Sabag defende que está é uma característica que pode ajudar no desenvolvimento de projetos profissionais.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN e tem a participação de ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e no twitter @jornaldacbn. Se você gostar deste programa, divulgue o link para seus amigos nas redes sociais.

Mundo Corporativo: Empreendedorismo e inovação

 

Temos mais empreendedores no Brasil do que em outros países, por necessidade. O brasileiro tem esta capacidade de criar. No entanto, a deficiência do ensino leva a perdade de oportunidade. As afirmações são de Ronald Degen, um dos principais responsáveis pela difusão do empreendedorismo no Brasil, tendo criado nos anos de 1980 o primeiro curso sobre o assunto, na Fundação Getúlio Vargas. Nesta entrevista ao Mundo Corporativo, da Rádio CBN, Degen fala sobre a importância da inovação em dois eixos principais: o da tecnologia e o da comunicação. “um dos problemas do Brasil é na ter um empreendedorismo por inovação tão forte como deveria”, alerta Degen que atualmente é coordenador dos cursos de pós-MBA da HSM Educação.

 

 

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Mundo Corporativo: Para sua empresa entrar no ritmo certo

 

Provocar a reflexão entre os profissionais e mudar o comportamento dentro de uma empresa a partir da música, foi o que levou o grupo Barbatuques dos palcos ao mundo corporativo. O desafio é ainda maior quando percebemos que os únicos recursos disponíveis são o próprio corpo, de onde surge o som provocado pelas palmas, batidas no peito, estalos com os dedos e a boca, assobios e sapateados. Foi sobre este projeto que um dos fundadores do Barbatuques, André Hosoi, falou no programa Mundo Corporativo, da CBN:

 

 

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