Mundo Corporativo: Eva Hirsch diz por que somos resistentes às mudanças

 

 

“Quando a gente se agarra demais às certezas da gente, a gente não evolui, a gente não progride”. A afirmação é da coach Eva Hirsch que alerta para o risco de tomarmos decisões sem estarmos conscientes dos fatores que influenciam estas escolhas. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, Hirsch ressaltou que boa parte das decisões, na vida pessoal e profissional, contém erros sistemáticos.

 

Um dos vieses cognitivos que impactam nossas ações é o do status quo que, segundo Hirsch, é a base da nossa resistência às transformações: “ele nos faz enxergar as desvantagens de sair da posição atual ao invés de perceber os benefícios da mudança”. Na entrevista, a professora convidada da Fundação Dom Cabral também citou os vieses da confirmação, da similaridade, do ponto cego e da disponibilidade.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site e no Facebook da rádio CBN. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e aos domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboraram com o programa Débora Gonçalves, Rafael Furugen e Juliana Causin.

Charge do @jornaldacbn: “O Poderoso Chefão”, versão brasileira

 

 

Os 400GB de arquivos que reúnem os vídeos das delações premiadas de executivos da Odebrecht se transformaram em um “sucesso” de público. As histórias contadas pelo corruptores nos remetem a uma espécie de versão brasileira de uma das séries de filmes mais famosas do cinema internacional: “O Poderoso Chefão”. E inspiraram a charge do Jornal da CBN, produzida pelo Luiz Nascimento, Paschoal Jr e Débora Gonçalves.

Entrevista: o Brasil precisa de um código eleitoral novo diz ministro do TSE

 

 

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O escândalo que as delações dos executivos da Odebrecht tem provocado revela a necessidade de se rever as regras eleitorais e criar sistemas de fiscalização que impeçam ilegalidades a ponto de desequilibrar a disputa entre partidos e políticos.

 

 

No Jornal da CBN, desta quinta-feira, ainda sob o impacto dos vídeos em que corruptores contam de forma detalhada – e até natural – como financiaram as campanhas eleitorais de maneira irregular e pagaram propina em busca de vantagens na concorrência de obras públicas, entrevistei o ministro do TSE Henrique Neves, que deixará o cargo no domingo, ao fim de oito anos de mandato.

 

 

Neves foi cauteloso nas palavras ao analisar as denúncias que vieram à tona, e prefere esperar o andamento das investigações antes de apontar culpados pelas ilegalidades anunciadas.

 

 

O ministro, porém, defendeu a ideia de mudanças nas regras eleitorais: “o ideal seria fazer um código eleitoral novo, porque a legislação é de 1965, baseada na Constituição de 1948”, disse o ministro. Ele lembra que a última lei das eleições foi de 1977 e de lá pra vá foram 10 eleições e 11 modificações.

 

 

Ouça a entrevista completa:

 

Charge do @jornaldacbn: “Eu tô na lista!”

 

 

Oito ministros, três governadores, 24 senadores e 37 deputados federais — ao todo, 97 políticos com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal serão investigados na Operação Lava Jato após determinação do ministro Edson Fachin, relator do caso na Corte. É tanta gente que até já inspirou a criatividade do brasileiro.  O Jornal da CBN encerrou a edição desta quarta-feira (12/04) com um novo “hit musical”: o Forró da Lista.

Entrevista: Sérgio Abranches diz que partidos perderam a conexão com a sociedade

 

 

Os partidos políticos estão dominados por grupos  que já não têm muita conexão com a sociedade. Esse processo de crise na democracia representativa ocorre no mundo inteiro, porém, no Brasil, a situação se agravou porque esse processo está ligado à corrupção.

 

Assim, o colega Sérgio Abranches, comentarista do quadro EcoPolítica, do Jornal da CBN, explica  o que estamos assistindo neste momento no país, especialmente agora que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito contra algumas, ou melhor, muitas das principais figuras da elite política brasileira.

 

Abranches, que também é cientista político e sociólogo, esteve ao vivo no estúdio do Jornal da CBN, nessa manhã de quarta-feira, quando falou do lançamento de seu novo livro: “A era do imprevisto – A grande transição do século XXI”, um ensaio sobre as transformações e os rumos da sociedade contemporânea.

 

Para ele, a imprevisibilidade, sobre a qual se refere no livro, está relacionada ao fato de os velhos modos de governar, produzir e conviver estarem exauridos e o novo modelo que pode surgir ainda não está maduro para oferecer soluções as angustias e estresses atuais:  “nada mais e previsível, o mundo não é linear e a gente precisa lidar com este solo móvel; é como andar em uma prancha sobre o líquido, você tem de buscar o equilíbrio”.

 

Mesmo diante do desconhecido, Abranches revela-se otimista quanto ao que vai ocorrer, por exemplo, no Brasil, a partir do tsunami que arrastou para o mesmo ambiente políticos e partidos de todas as matizes: “podemos fazer uma renovação na política brasileira, já nas próximas eleições”.

 

 

Fim de cobrador de ônibus é exemplo para outros setores da economia

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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João Dória, no momento em que as pesquisas conferem a ele aprovação singular de 43%, anuncia o fechamento de 19 mil  cargos de cobrador, nas empresas de ônibus que têm a concessão do transporte público na cidade de São Paulo, até o final do mandato. Ficará somente a função de motorista, que hoje comporta 33 mil profissionais.

 

É um exemplo de administração que deveria ser estendido tanto ao setor público quanto ao privado.

 

Peter Drucker, mestre da Administração Moderna, enfatizava que as funções que não cumprem o objetivo do negócio devem ser tratadas como acessórias. Se a função precípua do ônibus é transportar passageiros, que seja cumprida pelo motorista.

 

A existência de cobradores de ônibus é tão atemporal quanto se constata que apenas 6% dos pagamentos são realizados em dinheiro.

 

Essa disfunção não é exclusiva do setor público, pois, por exemplo, o varejo tradicional ainda mantém a função de caixa como operação exclusiva. E todos sabem que o objetivo principal das lojas é vender. Da mesma forma como nos ônibus, nas lojas os recebimentos em espécie, em dinheiro, correspondem a aproximadamente 6%.

 

O agravante nas lojas é que a função de caixa departamentalizada origina filas num momento em que o comércio tem que lutar pela experiência de compra prazerosa para poder concorrer com a internet e obter seu diferencial de sobrevivência.

 

É louvável a agilidade de Dória antes que os motoristas robôs possam ser avanços reais para eliminação de todo o sistema atual.

 

Às lojas a ameaça está mais perto, é a velocidade de progressão da internet.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Avalanche Tricolor: avassalador e assustador

 

 

Grêmio 3×2 Iquique
Libertadores – Arena Grêmio

 

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Comemoração do terceiro gol, em foto de LUCASUEBEL/GREMIOFBPA

 

Avassalador … assim foi o Grêmio no primeiro tempo nesta partida pela Libertadores.

 

Mesmo com o adversário ensaiando pressão no começo do jogo, revelando-se bom tocador de bola e animado pela liderança invicta no campeonato nacional, o Grêmio não deu bola para os chilenos.

 

Teve personalidade para retomar a bola a partir de uma marcação forte e impondo muita velocidade na partida – sem correria, apenas trocando passes com rapidez; tocando e saindo para receber; tocando e lançando para seus atacantes que corriam à frente; tocando e fazendo gols.

 

Pedro Rocha teve suas chances e não aproveitou. Luan, sim. A primeira foi para calibrar o pé. A segunda, para abrir o placar. E a terceira, para mostrar quem mandava no jogo. E o Grêmio não dava sinais de estar satisfeito: seguiu veloz, com passes precisos e chegando ao ataque. Chamou o pênalti e Miller deixou sua marca. Quase fez mais um e mais outro.

 

E aí veio o segundo tempo … assustador.

 

A primeira atrasada de bola com a cabeça, que quase pegou Marcelo fora do gol, dava sinais de que alguma coisa havia mudado. Fomos desatentos, o adversário ganhou espaço no campo e passamos a ceder a bola de graça. Tomamos um e tomamos dois até acordar para a partida e nos lembrarmos que o jogo era de Libertadores.

 

Dali pra frente, o talento que nos diferenciou no primeiro tempo teve de ser substituído pela garra e força. Abrimos mão do toque de bola pela bola despachada. Do jogo de excelência passamos a fazer o não jogo. Foi preciso catimba e tarimba para resistir até o fim à frente no placar.

 

Ao fim e ao cabo, encerramos a rodada líderes e invictos, com muitos motivos para acreditar que o time tem competência para chegar ao topo nesta Libertadores. Só não precisávamos passar tanto susto, não é mesmo!?

 

@jornaldacbn: presidente do Inep explica reajuste na inscrição do Enem

 

 

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foto do site CBN

 

O Inep anunciou algumas mudanças para a realização do Enem deste ano, como a divisão das provas em dois domingos, e não mais no mesmo fim de semana. As provas também serão distribuídas com o nome do candidato para conter riscos de vazamento. Das novidades, porém, nenhuma gerou tanta repercussão quanto o aumento de 20% na taxa de inscrição para o exame. Antes custava R$ 68 e agora custará R$ 82.

 

Em entrevista ao Jornal da CBN, a presidente do Inep, Maria Inês Fini, disse que 70% dos participantes tem isenção da taxa e o novo valor foi necessário para cobrir parte dos custos da prova. Segundo ela, é uma maneira de tratar o dinheiro público com respeito.

 

Aqui você acompanha a entrevista completa, na qual conversamos sobre taxa, provas, logística e segurança:

 

 

Algumas das regras do ENEM 2017 publicas pelo Portal G1:

 

  • Prazo de inscrição começa em 8 de maio e vai até 23h59 de 19 de maio.
  • Provas serão em dois domingos: 5 de novembro (linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova) e 12 de novembro (matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia de prova)
  • Cadernos de prova serão personalizados, com nome do participante na capa e cartão de respostas
  • Isenção: Estudante da rede pública (no terceiro ano do ensino médio), pessoas cadastradas no CadÚnico e candidato que se encaixa na Lei 12.799/201 (clique aqui para saber mais).
  • Isentos que não comparecem perdem direito ao benefício no ano seguinte se a ausência não for justificada por meio de atestado médico, documento oficial judicial ou, ainda, por meio de boletim de ocorrência

De tuíte em tuíte, Moreno conta a história do Brasil de Dilma e de mais algumas figurinhas

 

 

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01/08/2010 — Reflexão: aqui eu escrevo tanta bobagem. O que prova que a imbecilidade não tem limites, apesar dos 140 toques

 

 

Tá lá no novo livro do Moreno! A confissão é dele. No mesmo tom de graça e leveza que dá em todas as conversas que mantém com seu público: no rádio – há pouco tempo assumiu o comando do Moreno no Rádio na CBN; no jornal – onde se iniciou há mais de 40 anos sem sequer saber datilografar suas reportagens; no blog – com o qual mantém paixão avassaladora;  ou no Twitter – que foi transformado em “Ascensão e Queda de Dilma Roussef”, graças aos competentes serviços prestados pelas colegas jornalistas Flávia Aguiar e Mariana Alvim.

 

Foram as duas que copilaram tuítes publicados no perfil @RadiodoMoreno, no período de junho de 2010 a agosto de 2016, e os transformaram no livro que traz informações e opiniões trabalhadas por ele ao longo deste tempo – muitas publicadas com exclusividade como a da carta redigida pelo então vice-presidente Michel Temer a então presidente Dilma Roussef.

 

 

A presidente é a figura central do livro, mas você encontrará outras figuras não menos interessantes da história recente do Brasil. Todos aqueles que mandaram e desmandaram, assim como os que pagaram ou seguem sendo devedores da Nação são contemplados por Moreno e sua sagacidade.

 

 

Lê-se muito sobre Eduardo Cunha que, aliás, era assíduo leitor dos tuítes de Moreno. Se não o ex-deputado, com certeza  os advogados dele faziam leitura minuciosa e copiavam várias palavras escritas pelo jornalista para argumentar ações na Justiça. São 17 processos conta Moreno que, a propósito, estão parados, pois Cunha segue na cadeia.

 

 

05/05/2016 — CUNHA NÃO É MAIS PRESIDENTE DA CÂMARA NEM DEPUTADO! 

 

 

Moreno falou sobre esta relação conflituosa com Cunha na entrevista que tive oportunidade de levar ao ar, nesta segunda-feira, no Jornal da CBN. Falamos dele e de crime organizado – e qualquer semelhança é mera coincidência.

 

 

Mas falamos de coisas mais importantes, também.  Dilma Roussef , principalmente. Até porque foi a ex-presidente o tema principal do livro.

 

 

Moreno se refere a ela  com um carinho próprio e lamenta pela enrascada que Dilma se meteu: “era boa gente mas não sabia administrar”.  Ele tem a convicção que o maior crime que a ex-presidente cometeu foi ter sido seduzida pela reeleição em lugar de devolver o bastão ao ex-presidente Lula:  “o PT não queria que Dilma se reelegesse”.

 

 

14/04/2016 — Cerca de 115 milhões votaram e 100 milhões elegeram a atual Câmara. Logo, nenhuma decisão pode ser considerada golpe. 

 

A entrevista completa com Jorge Bastos Moreno, ao Jornal da CBN, você ouve aqui, mas antes de clicar neste link quero que saiba que, de todos os tuítes republicados no livro “Ascensão e Queda de Dilma Roussef” só o que abre este post não faz o menor sentido.

 

 

Todos os demais nos ajudam a entender melhor a história do Brasil de Dilma.

Avalanche Tricolor: guris, a vida não é feita só de 5 a 0

 

 

Grêmio 5×0 Veranópolis
Gaúcho – Arena Grêmio

 

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Festa na Arena com direito a golaço e goleada, em foto de LUCASUEBEL/GREMIOFBPA

 

Estou retornando do Recife. No caminho do aeroporto, vi uma camisa do Grêmio à venda no camelô. O motorista de táxi, simpático em suas informações turísticas, acabara de sinalizar que havíamos deixado para trás o bairro dos Aflitos, onde tem o estádio do Náutico. Falou dos outros três estádios importantes da cidade, mas já não prestava mais atenção no que falava.

 

O Grêmio e os Aflitos ocuparam minha memória até a chegada ao aeroporto. Foi aqui perto que construímos a mais incrível das histórias que o futebol já assistiu. E por mais bonito e rico que tenha sido o passado desta cidade, para mim o Recife sempre será lembrado por aquela Batalha de 2005 que me emociona sempre que penso nos lances que vivemos juntos: eu, o Grêmio e os Aflitos.

 

Estive por aqui nesses dias, porém, para curtir outro esporte que pouco tem a ver com o futebol. O caro e raro leitor desta Avalanche sabe que nos últimos tempos tenho convivido de perto com a prática dos esportes eletrônicos. E como a cidade do Recife foi palco da final do campeonato brasileiro de League of Legends, em sua primeira temporada do ano (no segundo semestre tem outra temporada, que classifica para o Mundial), foi pra cá que me mandei para ver de perto meu filho mais novo no comando de uma das equipes finalistas, a Keyd Stars.

 

O centro de convenções que recebeu o evento, a final do CBLol, lotou seus cerca de 9 a 10 mil lugares, com guris e gurias entusiasmados, vestindo a camiseta de seus ídolos, gritando o nome dos jogadores e comemorando cada abate ou objetivo alcançado. Eu, em particular, sofri como sofrem os pais diante da disputa que seus filhos estão envolvidos. Fiquei orgulhoso de vê-lo contando sua história em destaque nos telões eletrônicos. E me emocionei ao consolar tanto ele quando a gurizada que forma seu time, após a perda do título para a Red Canids.

 

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Em uma temporada na qual a equipe foi reformada, um novo trabalho se iniciou e correram o risco de ficar de fora da decisão até a última rodada da fase de pontos corridos, eles conseguiram a vaga para as finais, venceram a semifinal e se credenciaram ao título. A vitória não veio e a frustração transpareceu no rosto daqueles guris que com o tempo passaram a integrar minha família, também.

 

Lá na nossa casa, em São Paulo, o nome deles está sempre nas nossas conversas. Acompanhamos de perto a paixão com que se dedicam aos treinos e o esforço que fazem para conviver confinados em um mesmo ambiente, batizado de Gaming House, chique demais para a realidade da casa em que trabalham e moram.

 

Todos eles são jovens, a maioria tem 20 e poucos anos, sequer metade daqueles que já vivi. Por isso, fiz questão de mostrar a eles quantas derrotas tive de amargar em minha vida. Mostrar que nem por isso desisti de meus objetivos. Que aprendi com as perdas e, a partir delas, forjei minha personalidade para me capacitar às vitórias.

 

Exceção ao meu filho, o mais jovem da equipe, provavelmente os demais desconheçam a façanha alcançada pelo nosso Imortal aqui mesmo no Recife, há pouco mais de dez anos, não muito distante do local onde disputaram seus jogos nestes dias. Se assistirem àquela partida ou lerem aquela história perceberão que o revés deste fim de semana é apenas uma lição necessária para que se construa uma equipe realmente vencedora.

 

Uma equipe vencedora não se entrega diante da frustração, aprende com ela, corrige seus erros, identifica a força adversária e volta mais forte.

 

Foi assim com o Grêmio de 1977, que nos levou a reconquistar o Gaúcho tantos anos depois de perdas para o mesmo adversário; foi assim com o Grêmio em 1983, que ganhou a Libertadores, após sobreviver a Batalha de La Plata, na Argentina; foi assim no Mundial, conquistado na prorrogação, após ter cedido o empate minutos antes do fim da partida.

 

Guris, não se enganem: nossa vida não foi feita só de 5 a 0 com direito a golaços e show de dribles em cima do adversário como neste sábado, na Arena, lá em Porto Alegre (verdade que alguns 5 a 0 também ficaram para a história).

 

É preciso lutar, perder e aprender: só assim o Grêmio encontrou forças para superar o impossível como naquele dia, no Recife. Só assim, teremos o verdadeiro prazer de uma vitória. E, tenham certeza, eu estarei lá de novo para dar um abraço em cada um de vocês.