Foto-ouvinte: arquitetura moderna

 

Favela-prédio

 

A arquitetura do prédio popular chamou atenção de um dos ouvintes-internautas do Jornal da CBN quando andava pelas ruas de São Paulo. Infelizmente, por um erro qualquer deste que publica a foto, não tenho o nome do autor nem do local onde a imagem foi feita. Apesar disso, não me contive e divulgo a fotogografia dada a curiosa engenharia usada que sustenta andar sobre andar. Se você souber onde é este local ou se o autor da foto passar por aqui, por favor, deixe a informação nos comentários abaixo.

A linguagem do rádio AM

 

No mês em que comemoramos os 90 anos do rádio no Brasil, fui entrevistado por Saulo de Assis, graduado em comunicação social pela Unimep, para trabalho que desenvolve sobre a linguagem do rádio AM. Divido com você o que penso sobre o assunto, a partir das perguntas formuladas pelo Saulo:

 

– A linguagem jornalística das rádios AM garante a médio/longo prazo a fidelização do público? A linguagem mudou nas últimas décadas para manter audiência e/ou atrair novos públicos? Quais as mudanças?

 

A linguagem do rádio somada ao seu conteúdo é que fidelizam o público. Percebe-se, nas últimas décadas, a popularização desta linguagem provocada pela mudança de perfil do público AM, assim como também se identifica a vulgarização no texto radiofônico, contaminado, cada vez mais, pela linguagem escrita. Esquece-se, o que nos ensinou o jornalista catalão Ivan Tubau , do Departamento de Jornalismo e Ciências da Comunicação da Universidade Autônoma de Barcelona, que ao escrever para quem ouve, se deve escrever como quem fala. Teimamos em reproduzir textos de mídias impressas, redigidos para quem lê.

 

– A linguagem empregada no radiojornalismo nos dias de hoje nas emissoras AM atrai os jovens? Se não, por quê?

 

A linguagem empregada no radiojornalismo, pelos motivos que apontei na resposta anterior, não me parece ser o maior atrativo para qualquer dos públicos, seja jovem ou não.

 

Esta questão, porém, me permite abordar o aspecto educativo e de formação que o rádio tem em diferentes camadas da sociedade brasileira. Ao desenvolvermos o conteúdo e a forma desta programação temos de estar ciente deste papel. No tocante a linguagem, por exemplo, é claro que devemos estar com os ouvidos abertos ao que as pessoas dizem, a forma como dialogam e as expressões que usam. Temos de ser capazes de ouvir este rumor popular, esta linguagem falada pelo nosso público, levá-la para dentro da redação, limpá-la e entregá-la de volta levemente melhorada a ponto dessas pessoas a receberem de volta reconhecendo-a como sua.

 

– A diferença de qualidade de áudio do AM para o FM é um fator determinante para o declínio da audiência do AM?

 

A difícil recepção de som das emissoras que transmitem em AM, principalmente nos grandes aglomerados urbanos, tem afastado cada vez mais seu público que busca informações em outras fontes ou nas emissoras em frequência modulada.

 

– Em que medida o processo de digitalização de rádios afeta as emissoras AM?

 

Assim como a internet foi um novo oxigênio para o rádio, a digitalização o será para as emissoras que transmitem unicamente em AM. Porém, o modelo de digitalização a ser implantado terá de ser muito bem estudado, a medida que o alto custo para a recepção destas transmissões poderá torná-lo inacessível ao público do rádio AM, formado por classes sociais mais populares, como a própria mediação de audiência nos mostra.

 

– O sistema de rádio AM corre o risco de ser extinto? Por quê?

 

A enorme dimensão e as diferenças sociais e regionais do país podem levar a sobrevivência do rádio AM, nos moldes de hoje, por muitas décadas ainda. Porém, é evidente a necessidade de uma modernização na transmissão de seu sinal e o apuro maior na qualidade do conteúdo oferecido a um público que tende, pelo maior acesso às informações, ser cada vez mais exigente.

 

– Na CBN, o que está sendo feito para atrair jovens e manter a linguagem acessível e atraente a esse público?

 

Atenção ao que dizem e pensam; percepção do que necessitam, mesmo que eles ainda não tenham identificado estas demandas; adaptação dos temas discutidos na programação; e ocupação dos espaços que hoje usam para consumir informação. São estratégias usadas, nem sempre com êxito, no intuito de atrair os jovens que, por chegarem ao mercado de trabalho, precisam construir novas fontes de informação. Este é o enorme desafio que a rádio CBN tem pela frente, assim como todas as demais empresas que atuam na radiodifusão. Temos de estar cientes de que as novas gerações estão consumindo notícias em outros formatos, e precisamos colocar nossos produtos nestes formatos, por isso a internet é um meio a ser explorado pelo rádio.

 

E se temos realmente interesse em formar estes jovens, temos a obrigação de prezar a boa língua portuguesa. De forma simples, clara e objetiva, como pede a línguagem do rádio.

Conte sua história da CBN

 

Para comemorar os 21 anos de fundação, a rádio CBN convida os ouvintes-internautas a contarem a sua história sobre a emissora. A ideia é reunir textos sobre como você conheceu a CBN, momentos importantes que você acompanhou na emissora, como a rádio faz parte da sua vida. As histórias serão levadas ao ar na voz de nossos profissionais e ficarão registradas no site da CBN. A festa de aniversário é primeiro de outubro, mas você pode enviar seu texto a partir agora para o e-mail aniversario@cbn.com.br. Não esqueça de colocar seu nome completo e a cidade onde mora.

 

Estou fora da promoção, apesar de também ser ouvinte desta emissora desde “pequeninho”, conforme contei neste Blog na época em que fui convidado para apresentar o Jornal da CBN, no início do ano passado. Mesmo assim reproduzo aqui o post que publiquei para motivar você a também contar a sua história da CBN:

Ao chegar em São Paulo, em 1991, repórter da TV Globo, pedi ajuda aos colegas na busca de informações sobre a cidade. Precisava de uma fonte confiável e me sugeriram a rádio que só tocava notícia. A CBN acabara de ser inaugurada, emissora que inovava a programação com a grade toda voltada ao jornalismo.

 

Foi assim, por recomendação, que descobri a rádio na qual fui trabalhar sete anos depois a convite do jornalista Heródoto Barbeiro, então meu colega na TV Cultura. Era o retorno para o veículo que havia me lançado na carreira jornalística, em 1984, quando atuei na Guaíba de Porto Alegre.

 

Cheguei na CBN apenas para cobrir férias e em alguns meses fui definitivamente contratado. No início apresentei o programa do meio-dia, em seguida o das cinco da tarde, para após alguns anos me estabelecer no CBN SP, onde aprendi muito sobre a cidade. Foi debatendo os temas de São Paulo, elencando seus problemas e suas soluções e transformando aquele espaço em um fórum de discussão que forjei minha cidadania paulistana.

 

Lá se foram pouco mais de 12 anos desde que falei pela primeira vez na CBN e, nesta segunda-feira, recebo uma oportunidade única. Mariza Tavares, diretora de jornalismo, me confiou o comando do Jornal da CBN em substituição ao colega que me abriu a porta da emissora. Heródoto levará seu talento e experiência para a TV RecordNews.

 

Duplo desafio: assumir o posto que foi, desde a fundação da rádio, de um dos profissionais que mais admiro e ancorar o principal jornal da CBN. Para amenizar o peso destas tarefas, conto com o apoio de uma das mais competentes equipes de jornalismo do País.

 

Em 20 anos, passei de ouvinte a âncora do Jornal da CBN. Era muito mais do que eu poderia querer. Agradeço a todos que sempre me ajudaram a fazer das coisas que mais gosto na vida: jornalismo.

Entidades pedem ônibus de graça no Dia Sem Carro

 

Este texto foi publicado originalmente no Blog Adote São Paulo, da revista Época São Paulo

 

Cruzamento insano

 

A imagem do prefeito Gilberto Kassab (PSD) está cada vez mais complicada diante do paulistano. Desde que passou a se dedicar a montagem de seu partido e deixou a administração da cidade em segundo plano, a opinião pública tem rejeitado o governo dele. Kassab apostava no início da campanha eleitoral quando esperava que o candidato da situação José Serra (PSDB) defendesse a administração dele, mas a prioridade do tucano tem sido outra com a queda nos índices de intenção de voto. O prefeito não aparece na propaganda do PSDB, não tem seu nome defendido pelos candidatos a vereador pelo PSD e somente é citado pelos oposicionistas com críticas. Resultado: pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta semana, mostra que quase metade (48%) dos entrevistados consideraram o governo dele péssimo e ruim, uma marca para entrar na história.

 

Com esse cenário negativo, bem que o prefeito Kassab poderia aceitar a proposta feita pela Rede Nossa São Paulo para, ao menos, ganhar alguma simpatia do paulistano. A entidade e mais 33 organizações da sociedade civil entregaram ofício na Prefeitura de São Paulo pedindo que o acesso a ônibus, metrô, trens e trólebus seja de graça durante todo o dia 22 de setembro, um sábado, quando se comemora o Dia Mundial Sem Carro. A intenção do movimento é reforçar a realização de campanhas e programas para ganhar adeptos ao não uso de carros. Conforme a organização, o acesso gratuito ao transporte público oferecece ao cidadão “uma experiência fundamental de valorização da mobilidade inclusiva, democrática e de menor impacto ambiental, além de atender à Política Nacional de Mobilidade Urbana (estabelecida pela Lei 12.587/2012), sancionada no início do ano, que prioriza o transporte público coletivo e não motorizado.”

 

O prefeito Gilberto Kassab ainda não respodeu aos pedidos e, pelas experiências dos anos anteriores, vai desperdiçar também esta oportunidade de melhorar sua imagem diante do cidadão.

 

Já você que me acompanha neste post terá à disposição uma série de outras ações que marcarão a Semana Nacional de Mobilidade, que se realizará entre 16 e 22 de setembro. Veja aqui a programação completa.

 

A seguir, reproduzo algumas das demandas dos movimentos que estão unidos com o intuito de transformarem a cidade de São Paulo a partir de medidas na área de mobilidade. Estas reivindicações fazem parte do Plano Municipal de Mobilidade e Transportes Sustentáveis para a Cidade que deve incorporar diretrizes estratégicas e necessárias para garantir o acesso à cidade para todos os cidadãos, tais como:

 

– Prioridade ao transporte público, com ampliação da rede de metrô e implantação nas principais vias da cidade de corredores expressos de ônibus que possibilitem a ultrapassagem;

 

– A adequação das calçadas aos pedestres, cadeirantes e a todos os que nelas circulam. A Secretaria Municipal de Transporte poderia instituir um departamento para construir e fiscalizar as calçadas;

 

– A criação de um plano de 500 quilômetros de ciclovias, somados a redes complementares nas 31 subprefeituras, e a integração delas com o transporte público;

 

– O adensamento populacional nas áreas centrais da cidade, que possuem melhor infraestrutura, e estímulo à descentralização de serviços e atividades para os bairros e subprefeituras da cidade – as duas medidas em integração com as políticas de habitação;

 

– O estabelecimento de metas para cumprir o plano e um programa de educação sobre mobilidade com o objetivo de mudar o comportamento de motoristas, pedestres e ciclistas;

 

– Participação popular na execução do plano, com a eleição e o funcionamento do Conselho Municipal de Transportes, bem como a criação de uma comissão de acompanhamento das medidas.

 

Avalanche Tricolor: estava mais pra Divino

 

Corinthians 3 x 1 Grêmio
Brasileiro – Pacaembu (SP)

 

Você há de convir, caríssimo torcedor gremista, futebol aos sábados, 9 da noite, só se for do Divino, o melhor time da dramaturgia brasileira,  que reúne um grupo de jogadores mais envolvidos em paixões e dramas do que com a bola. Algumas vezes até os vemos trocando passes durante os treinos, em um estádio de subúrbio e sob o comando de um técnico que não apita nada. Sabemos que a bola entra no gol ou se espatifa na arquibancada de acordo com o interesse do autor João Emanuel Carneiro. É ele quem decide o destino de cada jogada na novela. Em um capítulo, Roni, o craque e filho do presidente, estufa a rede para mostrar que está de bem com a vida, mesmo que para esconder sua homossexualidade tenha sido obrigado a casar com Suelen, a maria chuteira do bairro. Em outro, Jorginho, filho adotivo do eterno ídolo Tufão, tropeça na bola como complemento de um capítulo no qual se enreda ainda mais em uma trama familiar difícil de explicar.  Iran, que sonha em morar na zona Sul, e Leandro, por quem Roni é apaixonado, também aparecem com algum destaque, mas não são capazes de mudar o jogo. Neste roteiro que está com a bola toda no Ibope, por mais surpresas que surjam a cada capítulo, me parece bem razoável que o único final feliz que podemos garantir é o da vitória do Divino e a conquista do título no último capítulo, de preferência com gol de Adauto, que voltaria a jogar depois de ter encerrado a carreira precocemente, após perder penâlti na decisão da Segunda Divisão, no Maracanã.

 

Perdoe-me, caro e raro leitor, se dedico o parágrafo inicial desta Avalanche para falar de novela. Mas como tenho sempre a impressão de que o destino tricolor faz parte de um roteiro de drama, sofrimento e glória, escrito pelo destino, quero crer que o resultado desta noite de sábado seja apenas um capítulo desta trama que culminará com a conquista do Campeonato Brasileiro, assim como acontecerá com o Divino, na novela Avenida Brasil.

Recomeçar é um luxo

 

Por Abigail Costa

 

Eu queria ter na vida
Simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca
De varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer

 

E segue em frente o poeta dizendo que a busca pela felicidade é um luxo.
E é sobre esse assunto que eu vou comentar de vez em sempre: luxo.

 

De bate-pronto, o que é luxo pra você?
Alguém poderia responder, um jato particular.
Férias no Butão!
Um champanhe aberto em restaurante francês.
Uma semana numa ilha deserta.
Um fim de semana com os meus filhos e o telefone desligado.
Preparar um jantar para meu marido e dizer coisas que em anos não tive tempo de falar.

 

O luxo vai do que o dinheiro pode comprar ao imaterial.
A fé. O carinho. O tempo….
Aprendi dias atrás que o tempo é o luxo imaterial mais cobiçado, hoje em dia.

 

Sempre tive a ideia que quanto mais trabalho, mais produção; mais produção, mais dinheiro; mais dinheiro, mais felicidade?

 

Lembra daquela propaganda do Estadão na qual os amigos subiam numa baita montanha e ao chegar no topo gritavam: -Uhu!!!!! Uhu!!!!!! Depois de assistí-la, sempre me questionava: E agora? A cena parava lá em cima, mas o ponto de interrogação ficava aqui comigo. Eles querem o quê?

 

O que eu não sabia era que o topo era o luxo, naquele momento.
O ápice da felicidade era chegar lá. O resto era recomeço.
Recomeçar é um luxo.

 


Abigail Costa é jornalista e recomeçou a escrever no Blog do Mílton Jung

Conte Sua História de SP: Aquela rua também não existe mais

 

No Conte Sua História de São Paulo, as muitas lembranças da ouvinte-internauta Lêda Vianna, nascida na capital, no ano do 4o centenário da cidade, 1954:

 


Ouça aqui o Conte Sua História de São Paulo de Lêda Vianna, sonorizado pelo Cláudio Antônio

 

Nasci na Maternidade Matarazzo, ou Umberto Primo, no Bixiga, que não existe mais. Os prédios ainda estão lá, são lindos. A arquitetura, quartos amplos, tudo lindo. Pena que, como tantas coisas lindas da minha cidade, foi deixado de lado. Dizem que vai ser mais um shopping center, ou mais um sei-lá-o-quê. Até hoje não foi dado um destino decente àquele lugar, símbolo de uma época, de uma cidade mais tranquila e confortável, da amplidão dos espaços.

 

Morávamos na então Rua Iguatemi, a original, onde hoje é a av. Faria Lima – “aquela” rua também não existe mais, e hoje passa por mais uma reestruturação e alteração da paisagem. Pelo que me lembro,  rua estreita, casinhas geminadas, gostosas, com quintal pequeno, jardim. Nos fundos da casa, muro com o Clube Pinheiros, de onde já nasci sócia. No meio da tarde minha mãe passava nosso lanche, recém preparado, por cima do muro, onde era o parquinho. Do outro lado da rua, em frente de casa, a Oficina Mecânica do Kirita. A família toda da minha mãe levava o carro pra consertar lá.

 

Vizinho ao Clube Pinheiros uma grande mata, parte da Mata Atlântica, segundo me disseram. Linda, árvores grandes, muito bonitas. Anos depois ali foi construído o Shopping Center Iguatemi, o 1º centro de compras do país, um novo conceito, uma pequena revolução nos nossos costumes. Foi o começo do abandono das lojas de rua. Com a construção do Shopping quase todas as árvores foram retiradas, mas sobraram várias ainda – na frente do Shopping um estacionamento igual ao que ainda existe nos fundos, com 4 ou 5 ruas de estacionamento, com muitas árvores e sombras. Mas isso foi bem depois.

 

Em 1957, 1958 talvez, mudamos para Santo Amaro, um bairro com ar do campo, cara de cidade do interior – na Chácara Flora ou Chácara Santo Antônio, não sei.  Rua Água Vermelha, esquina com Vitorino de Morais. Rua de terra, água de poço, sem luz na rua. Casas só de um lado da rua, do outro, mato. Ou mata. E barulho de passarinhos, grilos à noite. Outro mundo.

 

 
Tinha ainda um sub-prefeito, resquícios de quando aquela área era outro município. Nas placas estava escrito “Av. Santo Amaro – Subprefeitura de Santo amaro”.  Nossa rua era travessa da av. Santo Amaro, um pouco depois de onde viria a ter a escultura do Borba Gato. Mas isso foi depois.

 

Também por ter sido outro município existem lá muitas ruas importantes com o mesmo nome de ruas da “cidade de São Paulo”.

 

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Playlist para um feriado prolongado

 

Por Dora Estevam

 

Usei como referência alguns playlists tocados em desfiles e eventos de moda. A escolha, na maioria das vezes, é feita conforme o estilo da marca: praia, moda feminina, masculina, clássica ou jovem. Note nos vídeos da Jennifer Lopez e do Justin Bieber os cenários e os figurinos, são totalmente ligados a moda. Mais que moda, é o show que permite estas extravagâncias. Na verdade, quando assistimos a um clipe esperamos sempre este cenário com todo o colorido, jogo de luzes, coreografias incríveis, e, é claro, a música boa, não é?

 

Vamos lá, é só apertar o play e se divertir.

 

 

 

 

 

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Mundo Digital: como planejar seu tempo e carreira

 

É possível ter sucesso profissional e qualidade de vida mas para isso você tem de ajustar seu modelo mental, que determina a capacidade de tomar decisões, a habilidade de usar a energia pessoal para realizar seus objetivos e de aplicar estratégias para incrementar a execução. O diretor da Triad PS Christian Barbosa, ensina como planejar seu tempo e sua carreira, nesta entrevista do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Autor do livro Equilíbrio e Resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer? (Editora Sextante), Barbosa diz que é preciso selecionar ideias, executá-las e evitar a procrastinação, assim se conseguirá acabar com um mal que incomoda executivos e os mais variados tipos de profissional: a falta de tempo.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internauas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.