República feminina dos pampas

 

Por Carlos Magno Gibrail

Lucia Hippolito, segunda feira no programa da rádio CBN pela manhã, cumprimentou Mílton Jung pela presença gaúcha, catarinense e paranaense no poder central, denominando-a de República dos Pampas.

Imediatamente, pela importância do setor da Moda e diante da semana da SPFW São Paulo Fashion Week, ao ouvir a animada saudação de Lucia, veio um link natural com o celeiro que é a região sul de modelos internacionais, e, não menos espetacular, sede de um globalizado centro têxtil, de confecção e de acessórios.

Com uma dose de Marketing na República Feminina dos Pampas poderíamos juntar este acervo de moda característico da região sulina e faturar para o negócio do vestuário.

A senhora Obama, segundo a revista VEJA e, de acordo com estudos realizados pela Universidade de New York, contribuiu para aumentar o faturamento das marcas que usa e planejadamente as divulga, em mais de US$ 3 bilhões de dólares.

Por sua vez, os ingleses estão apostando na Duquesa de Cambridge, a esposa do Príncipe William. Que já está colaborando, pois no primeiro baile de gala vestiu Jenny Packham de US$ 10 mil, mas teve o cuidado de usar um sapato de L. K. Bennett, bem mais barato. Kate, ao que tudo indica, não irá decepcionar a moda inglesa.

Dilma Rousseff, Ideli Savatti e Gleisi Hoffman como Presidenta da República, Ministra Chefe da Casa Civil e Ministra das Relações Institucionais, certamente, se acentuarem o feminino no ser e no parecer ser poderão dar grande contribuição não só ao setor de moda nacional, mas também à imagem da mulher brasileira na sua polivalência, competente no trato do conteúdo e da forma.

Dariam uma lição de Marketing sob os aplausos das escolhidas, talvez Renner, Grandene, Arezzo, Hering, Colcci, para ficar só nas do sul.

Carlos Magno Gibrail é especialista em marketing de moda e escreve, às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Personagens do Ceagesp

 

Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP

Desperdício do Ceasa

Dona Iraci Andrade, de 70 anos, mora no Jardim Rochdale, em Osasco, e aprendeu a fazer a famosa sopa de cebola do Ceasa. A cada 15 dias vai à Ceagesp, na zona oeste, buscar cebola e outros alimentos que encontra no chão ou dentro das caçambas. “Sustento os meus quatro netos com tudo que levo daqui. É muita coisa boa no lixo. Levo só para o meu gasto e também dou um pouquinho para os vizinhos, mas conheço gente que leva pra vender, abriu uma quitandinha…”

Dona Iraci classifica como pecado, o desperdício de alimentos no Ceasa.

O descascador de alho

O cearense José Segundo da Silva Filho, o “Veinho do Aio”, de 70 anos, ganha R$ 2,00 a cada caixa de alho descascada. “Quando estou animado descasco dez no dia. Para inteirar… ganhar mais um dinheirinho , faço uns biquinhos.” É encontrado no Pavilhão BPR do Ceasa

Macalé do Ceasa

Walter Souza Filho, o Macalé , de 75 anos, é  o carregador mais antigo e popular, do Ceasa. Trabalha como carregador desde os 15 anos. Paulista de Marilha, o ex-sindicalista Macalé, se orgulha de ter o primário completo, e faz questão de deixar claro que nunca foi pelego. Indignado, diz que no Ceasa muitos não sabem ler e escrever, o que o aborrece.

Macalé mora na Cohab Raposo Tavares , Zona Oeste,  e pergunta sobre uma  coisa que, segundo ele,  o incomoda há  tempo:

” Para onde foi parar o acervo fotográfico do início do Ceasa , que retratava o  dia a dia dos trabalhadores ? ”

Caixas da Ceasa

Caixeiro monta caixas de frutas e legumes. Cada caixeiro ganha R$ 70 e monta em média mil caixas por dia.

Adote um vereador e a lição de cidadania

 

Reunião do Adote dia 11 de junho 2011

Um jornalista interessado, uma recém-chegada entusiasmada e a vontade de sempre de contar o que foi feito no último mês estavam em torno das duas mesas que ocupamos no bar do Pátio do Colégio, nesse sábado à tarde, em São Paulo. É lá que o Adote um Vereador escolheu se encontrar uma vez por mês e conversar sobre avanços e recuos no esforço de influenciar o trabalho da Câmara Municipal de São Paulo.

Chico Junior é repórter do Metrô News e queria saber o que acontece nas reuniões do Adote. Conversou com alguns integrantes e “encalhou” ao sentar do lado de Alecir Macedo, dos que mais falam sobre política, cidadania e outras tantas coisas. Sempre de olho na própria pressão, Alecir às vezes parece não crer que a sua pressão sobre os vereadores resultará em sucesso. Interessante, porém, é ver que não desisti nunca. E não é porque é brasileiro, não. É porque nasceu assim, incomodado e interessado.

Luciana Bueno é novata na rede do Adote e experiente quando o tema é política. Mantém contato com parlamentares – no Senado, na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa. Quer escolher um vereador para acompanhar o trabalho e se envolver com a política local. Desde agora tem um blog interessante no qual escreve e direciona seus leitores a entender conceitos políticos em discussão na reforma em curso, o Observatório da República.

O primeiro casal da cidadania paulistana, Sonia e Danilo Barbosa, fizeram-se presentes, também. Parece que eles recarregaram as baterias e se deram conta de que são reféns do compromisso que assumiram há alguns anos quando chegaram a São Paulo e se transformaram voluntários do Movimento Voto Consciente. Precisamos deles.

Massao Uehara, Audrey Danezi, Marcos Paulo Dias, Liliane Silva, Frederico Sosnowski. Cláudio Vieira e Camila Migliorini completaram a mesa nas mais de duas horas de bate-papo.

Um dos temas foi a baixa participação popular nas discussões em plenário e nas audiências públicas, além da manipulação que existe em muitas dessas reuniões que impede o debate aprofundado. Boa parte do tempo o microfone é ocupado por parlamentares, assessores de parlamentares, representantes de parlamentares e os convidados dos parlamentares.

Das coisas mais curiosas que ouvi, foi o Alecir quem me contou – ele conta muita coisa. Durante sessão no plenário, acompanhada pela Tv Câmara e comentada pelo Twitter, o vereador Antônio Carlos Rodrigues, do PR, decidiu dar a ele aulas de cidadania.

Lição nº 1 de ACR: “Você precisa conhecer o Regimento Interno para comentar sessões da Câmara”.

Lição nº 2 de ACR: “Entendo a importância do trabalho que vocês realizam e acredito que a fiscalização de parlamentares deve ser sempre pautada pela imparcialidade”.

O ex-presidente da Câmara se engana duplamente.

Para cobrar do vereador basta ser cidadão. O que o Adote um Vereador incentiva é que este cidadão esteja mais próximo do legislativo para entender como a casa funciona (ou não). Conhecer o regimento interno da Câmara Municipal pode ser importante, mas não é fundamental. Aliás, muitos dos vereadores não o conhecem e precisam da ajuda de colegas até mesmo para elaborar um projeto de lei. Não por acaso, usam e pagam com dinheiro público técnicos da área jurídica.

Para ser do Adote, exige-se tudo menos imparcialidade. A rede é formada por blogueiros e voluntários compromissados até o pescoço com a cidadania. E a ideia é aumentar o número de adeptos dispostos a escolher um vereador, abrir um blog e fiscalizar o trabalho dele desenvolvendo seu olhar crítico. Não há nada que exija destes voluntários isenção, apenas ação.

Se você estiver disposto a se unir ao Adote um Vereador, não espere o próximo encontro. Abra logo seu blog, conte para gente e seja mais um cidadão a fazer parte desta rede.

Conheça mais o Adote um Vereador:


Blog do Adote um Vereador


Site do Adote um Vereador

WikiSite do Adote um Vereador

Twitter @AdoteUmVereador

Álbum de fotos do Adote um Vereador, no Flickr

Jornal eletrônico do Adote um Vereador

Conte Sua História de SP: Ao lado da cidade grande

 

João Augusto Barbosa O personagem do Conte Sua História de São Paulo é João Augusto Barbosa que nasceu em Itapevi, interior do Estado, morou em Osasco, região metropolitana, mas tem todas as lembranças marcadas pela cidade de São Paulo. Aos 65 anos, ele gravou depoimento ao Museu da Pessoa no qual descreveu alguns dos bons e interessantes momentos que viveu por aqui.

No Conte Sua História de São Paulo, ele diz que guarda com carinho os primeiros namoros nos anos de 1960, uma época de revolução cultural e de costumes.

Ouça a história de João Augusto Barbosa, sonorizada por Cláudio Antônio e editada pelo Julio César

Conte você, também, mais um capítulo da nossa cidade. Envie um texto ou agende uma entrevista em áudio e vídeo no site do Museu da Pessoa. O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, aos sábados, logo após às10 e meia da manhã, no CBN SP.

De quadrilha

 

Por Maria Lucia Solla

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O que é que corrompe o bicho homem, o que é que faz ele roubar, trapacear, enganar, maquinar, tramar na penumbra, no sussurro, no barraco, no palácio, em pequena, em grande quadrilha? É o dinheiro, é o poder? Não, meu caro, dinheiro e poder só facilitam a passagem para que a personalidade doente, egoísta, mimada, desvirtuada, abra as asas sobre a alma. Roubo, trapaça, engano e formação de quadrilha são cartadas ilegais no jogo desta sociedade, mas entra governo sai governo, o enredo é o mesmo dentro e fora dele, acima, abaixo e dos lados. Não entendo como a corja é tratada com deferência dentro e fora do cargo, antes do delito, durante o próprio e depois dele. O cargo que investe o cidadão sempre mereceu a deferência devida à sua importância, à sua nobreza. Hoje nobreza só entra em cena na qualidade do tecido de ternos e gravatas, saias e casaquinhos que seguem o modelo ditatorial da moda; e de todo o resto, muito muitíssimo! já que quando a farra acaba, se leva tudo embora amoitado, na mala da ilegalidade, da impunidade, da iniquidade.

O político é montado e transformado num manequim, para agradar o maior número possível de eleitores que vai se espelhar no modelo, como cantor de pagode ou artista de novela. A corja se candidata e nós a elegemos, torcendo e defendendo o seu partido na batida de torcida de time de futebol. A camisa é amada a despeito de quem está dentro dela. Corta-se e penteia-se o cabelo como manda o marqueteiro de plantão, e Botox não pode faltar porque ruga é sinal de preocupação, e poder não pode dar mostra de humanidade e muito menos de tangibiidade. Alguém acredita que veste o rei, e nós acreditamos que vemos as suas vestes.

A sensação de impotência que me traz a realidade política e social, podre, descontrolada, violenta, egoísta, comprometida com o escuso, armada de diploma ou de tresoitão, é desesperadora, tal goteira no teto do quarto, bem em cima da cama, mirada no travesseiro e que pingasse toda noite, a noite inteira, no meio da minha cara.

A parte do povo que ainda não forma quadrilha se atropela, se machuca, cada um defendendo o quê? O seu.

Há muito tem sido cobrado de mim maior interesse pela política, com direito a discurso partidário e tudo, mas como pode vir a ser maior algo que nunca existiu? A política é o retrato de um povo; a nossa reza pela cartilha do inculto contra o culto, do pobre contra o rico, e vice-versa, e isso eu confesso não adianta, não me interessa.

Choro por ti, povo brasileiro, choro por mim, impotente, incapaz de qualquer coisa que possa fazer de ti e de mim, dos teus netos e dos meus, cidadãos respeitados e amparados pela sociedade. Seguramente não estarei aqui, mas espero, do fundo do meu coração – e nisso eu sou boa – que um dia possam ver o outro como companheiro de vida; não como inimigo a espreitar no beco, na virada da esquina, dentro de casa.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de línguas e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

Avalanche Tricolor: Por amor

 

São Paulo 3 x 1 Grêmio
Brasileiro – Morumbi (SP)

Morumbi

Por ser casado com uma ex-repórter de esportes e eu ser muito ligado ao futebol – ao Grêmio, para ser honesto -, era de se imaginar que os estádios fossem lugares comuns à família. Porém, desde que ela trocou de pauta e passou a ser repórter de geral – como chamamos os jornalistas que cobrem uma variedade de temas, da política à polícia, da moda à educação – nunca mais fez questão de passar próximo de um campo. Nem assistir aos jogos na TV tem vontade.

De minha parte, a falta de conforto e insegurança me transformaram em torcedor de pay-per-view. Desde que cheguei em São Paulo, em 1991, raras foram as vezes em que fui ao campo. Com pouco esforço de memória sou capaz de lembrar das partidas de futebol que acompanhei na arquibancada como torcedor – a época em que narrei jogos pela Rede TV! não conta, pois era pago para ir ao estádio. A primeira foi a final de um Copa São Paulo de futebol júnior, na qual Dener, que morreu precocemente, jogou de maneira tão brilhante que o aplaudi mesmo tendo sido responsável pela vitória arrasadora da Portuguesa sobre meu time de coração.

Assim, quando comentei que havia recebido dois convites para assistir ao jogo da noite de sábado, em um camarote do Morumbi, foi uma gratificante surpresa ouvi-la dizer que me faria companhia, se este fosse meu desejo. Sem titubear nem esconder meu prazer, aceitei a proposta.

Até momentos antes do horário marcado para seguirmos ao estádio, confesso, tive dúvidas se a disposição dela persistiria. O recuo seria razoável e compreensível. Esse sábado prometia temperatura baixa e era a sua folga na redação, fatores que combinam com ficar debaixo das cobertas, ler um bom livro, assistir a um filme divertido de locadora, beber vinho ou, simplesmente, dormir.

Devidamente paramentada, boné de lã, casaco elegante fazendo par com as botas de couro e o cabelo realçado pelo brilho dos cremes que costuma usar, lá estava ela, , na hora marcada, a minha espera. Havia ainda os brincos e o colar que me chamavam atenção no rosto levemente maquiado. Singelamente maquiado.

De mãos dadas e abordo de um táxi seguimos para o Morumbi, estádio que fica a poucos minutos de casa. Nem mesmo o fato de o motorista ter pensado que eu era são-paulino, me tirou o humor: “esse é jogo bom de ver porque é jogo de uma torcida só e o São Paulo é lider”- disse ele sem perceber meu sorriso amarelo no retrovisor.

A bola começou a ser tocada de pé em pé – na maior parte das vezes para o pé errado – e nós sentados um do lado do outro em uma confortável cadeira vermelha (por que se importar com a cor?). O frio aumentava a medida que a noite avançava e isto a fez mais próxima de mim. Encostou a cabeça no meu ombro, pegou minha mão com mais força ainda. Nos separávamos apenas para um gole de bebida ou saborear os petiscos oferecidos. Tudo muito rápido e devidamente compensado com um beijo, uma bochecha sorridente, um carinho.

As coisas aconteciam no gramado, jogadores tropeçavam na qualidade, sacrificavam o bom-senso com suas escolhas e, de vez em quando, conseguiam um drible decente, um passe interessante e um chute em gol. Um gol, dois gols, três gols. Chegaram a marcar quatro gols. Dois do lado de cá do campo, dois do lado de lá. A maioria tive de conferir na tela da TV, pois enxergar o jogo dos camarotes não é tarefa tão bem definida assim.

Nada do que ocorria lá dentro, de bom e de ruim, a fez mudar de postura. Foi, aliás, nos piores momentos que se fez mais presente. Cúmplice do meu sofrimento, usava de subterfúgios para desviar minha atenção, me fazer sentir melhor. Dava sinais de que estava preocupada com os meus sentimentos futebolísticos, dado o desenrolar da partida. Tentou disfarçar com a leitura de faz-de-conta de uma revista de variedades.

Mal sabia ela que nada daquilo que ocorria lá adiante me incomodava. A falta de talento à disposição do técnico, a insistência dele em escalar jogadores fora de posição, a defesa incapaz de impedir o assédio adversário, o passe desleixado do suposto craque e a ineficiência dos atacantes (ou do atacante) não eram suficientemente importantes diante daquele momento que eu vivia.

A paixão que o sacrifício dela me despertou fez superficiais o futebol jogado pelo meu time e o resultado final. Seu gesto e presença ratificaram compromisso que assumimos há pouco mais de 17 anos – não que estes fossem necessários para tal, afinal tantas outros coisas muito mais legais vivemos juntos até aqui. Mas, com certeza, a presença dela ao meu lado era a melhor das sensações que eu poderia ter em um jogo de futebol em uma fria noite paulistana, véspera do Dia dos Namorados.

Corte o cabelo e faça sua cabeça

 

Por Dora Estevam

Mudanças à vista!

Mulher quando põe na cabeça que vai mexer no cabelo ninguém segura. Nem os namorados! Não é pra menos, são tantas as variedades de cortes, cores e estilos que se torna impossível fugir das tentações.

As campeãs em mudanças são as celebridades. Como elas mudam; parece tão fácil !

Tem uns modelos que são super fofos. Eu, por exemplo, gosto muito das tranças, usei muito quando era garota. Elas são tão joviais e sensuais, dependendo do momento e do estilo.

Quem não se lembra das trancinhas da Britney Spers no clip Baby One More Time

O diretor Nigel Dick jura que nem havia pensado no cabelo da cantiora e quando ela apareceu, achou uma gracinha. E ficou mesmo, ainda mais com os lacinhos em rosa. Foi o primeiro vídeo dela, em 1998, e a ideia era ter a escola como cenário. Tudo combinando: tranças, colégio … o resultado você já sabe (se não, confira no vídeo).

As últimas mudanças mais comentadas em Hollywood são das celebs Blake Lively e Scarlett Johansson. Do loiro foram para o vermelho strawberry. As coloristas que fizeram as mudanças aconselham a quem quiser o cabelo cereja para que não exagerem, faça aos poucos.

Vale lembrar que estas moças famosas mudam em função dos filmes; na vida real a coisa funciona diferente. Não vá sair colorindo ou cortando os cabelos só porque achou bonito, dependendo do que você fizer o estrago será razoável, além de aguentar amigos e parentes falando sobre o desagradável estrago.

O nosso corte de cabelo muda muito e, na maioria das vezes, a gente nem percebe. Só quando olha as fotos, aí, sim, a surpresa; e as diferenças são apreciadas. Separei algumas fotos de cabelos que marcaram época e foram muito imitados. Você vai se lembrar e pode até ser que já tenha usado um deles.

Nos anos 80, a moda que marcou muito foi a dos cabelos enormes, quanto maior era volume mais bonito. Madonna e Witney Houston usaram. Nos 90, da androginia, as mulheres optaram pelos cortes mais curtos, bem curtos, popularizados pelas tops e atrizes Linda Evangelista, Winona Ryder e Demi More. E, em torno de 2007, Victoria Beckham e Rihanna revolucionaram com os fios assimétricos.

Há vários motivos para uma pessoa mudar o cabelo: mudança de trabalho, casamento, namoro, idade, cidade, conquistas, status social, entre infinitos propósitos. O legal é saber que existem muitos profissionais no mercado que podem te ajudar (não vai sair feito criança picotando a franja, por exemplo). Além de vídeos que estão na internet, os quais mostram mudanças e esninam a fazer os cortes, como usar tinturas e apliques, mesmo nos casos mais difíceis.

Veja esta moça o que fez com o próprio cabelo. Ela estava cansada de esperar pelos fios mais longos e optou por uma peruca. É uma boa ideia para enfrentar a ansiedade. Ficou interessante e criativo.

Natural ou sintético, o importante é fazer uma boa escolha para não chorar mais tarde. Agora,se algo der errado não se esqueça que cabelo é igual grama, crescem depois do corte.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Vida e voz de Sung-bong Choi, o garoto inseto

 

Fui apresentado a história deste menino coreano pelos meus filhos que vivem vasculhando a internet. Depois de assistir ao vídeo procurei algumas indicações na rede e descubro que desde o início da semana o rapaz de 22 anos se transformou em novo fenômeno com sua vida e sua voz. Sung-bong Choi diz ter vivido como um “inseto” durante 10 anos, tempo no qual deve ter perdido o direito de expressar sua emoção pelo que percebemos nas imagens mas que não lhe tirou a esperança. Ele se revelou durante o Coreia Tem Talento, uma versão do programa de televisão Ídolos.

Mundo Corporativo: A Geração Y bate à porta

 

A chegada de jovens que nasceram na era digital ao mercado de trabalho impõe uma série de desafios para eles, seus chefes e as empresas. A Geração Y tem ritmo e conceitos diferentes e o Mundo Corporativo precisa se ajustar a este momento. Na entrevista com o consultor de empresas Sidnei Oliveira, falamos como esta turma pode explorar da melhor maneira possível seu talento e suas diferenças. A conversa também é interessante para você que está bem estabelecido na função que ocupa há alguns anos e precisa ficar atento para não ser atropelado por esta garotada que tem idade para ser seu filho.

Sidnei Oliveira também é autor do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento”:

O Mundo Corportivo vai ao ar, ao vivo, na internet, toda quarta-feira, às 11 da manhã, e você pode fazer perguntas pelo Twitter @jornaldacbn ou pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Moradores de rua ajudam na segurança de pedestres

 

Morador de rua ajuda em travessia

Os moradores de rua são invisíveis para a maioria dos cidadãos que vivem em São Paulo. Costumam não ter cara nem história; quando percebidos, é pelo estorvo que provocam ocupando praças e calçadas. Com a chegada do frio alguns ganham destaque no noticiário, principalmente quando morrem. A prefeitura calcula que cerca de 13 mil pessoas vivam nessas condições, número considerado bem abaixo da realidade por entidades assistenciais.

Para alguns privilegiados pela sorte e oportunidade, a situação melhorou um pouco nesta semana, graças a programa público que pretende mudar o comportamento do paulistano em relação a faixa de pedestres. Aliás, estas são tão invisíveis quanto os sem-teto, não apenas porque a prefeitura deixa a desejar na manutenção da pintura, mas, também, porque os motoristas não têm o hábito de parar e permitir a travessia das pessoas – uma das causas dos 7.007 atropelamentos e 630 mortes que ocorreram no trânsito da capital, em 2010.

Conheça esta história, acessando o meu Blog Adote São Paulo, no site da revista Época SP