Ação de ‘padrinho’ do Adote um Vereador em destaque

 

Conte Estadão

Em reportagem sobre o uso do Twitter pelos vereadores de São Paulo, motivada por levantamento feito pelo cidadão Cláudio Vieira, do Adote um Vereador e postado aqui no blog, o jornal O Estado de São Paulo destacou, na edição de hoje, duas ações relacionadas ao Adote um Vereador.

A primeira delas, com direito a foto e pose de galã mal-encarado (quem não te conhece, te compra – diria minha mãe), chama atenção para o trabalho realizado pelo Cláudio que mantém cinco blogs e três contas no Twitter, a principal delas @AlmirVieira. Com isto, não apenas fiscaliza o vereador Marco Aurélio Cunha (DEM) (veja o blog) como também publica mensagens não respondidas por agentes públicos (parlamentares, secretários, subprefeitos …). Consegue, ainda, fazer reivindicações e reclamações com sucesso em alguns casos.

Cláudio está no Adote um Vereador desde os primeiros minutos de jogo, comprou a ideia e passou a incentivar outras pessoas a seguirem os parlamentares. É dos mais frequentes nos encontros mensais que costumam ocorrer no Centro Cultural São Paulo. Assim como ele, há uma turma bastante efetiva que se mobiliza, se organiza, lança propostas e dá a cara para bater. Gente que acredita no papel de cidadão. Me orgulho de vê-los atuando.

Falei que o jornal trouxe duas das ações do Adote em destaque. Sobre a segunda, o site que organiza e torna claras as informações sobre prestação de contas dos gabinetes dos vereadores de São Paulo, vou postar em seguida.

Foto-ouvinte: Bicicleta na fotofaixa

 

Bicicleta na motofaixa

Imagens de bicicleta foram pintadas nas áreas que serão usadas por motocicletas na rua Vergueiro, em São Paulo. A imagem é do ouvinte-internauta e cicloativista André Pasqualini que ficou na dúvida sobre a intenção da prefeitura. (publicado às 9h30)

CET responde:

A CET esclarece que a sinalização de bicicletas na motofaixa do corredor Vergueiro/Liberdade é irregular e presta um desserviço aos ciclistas, uma vez que os induz a correr riscos aos circular em uma faixa que não foi planejada para receber bicicletas, nem oferece a segurança necessária. Dessa forma, para garantir a segurança dos usuários da via e evitar possíveis acidentes, essa sinalização será retirada pela CET nesta noite. (publicado às 11h30)

Blogueiro esclarece:

A pintura de uma bicicleta na motofaixa da rua Vergueiro, que ainda não está funcionando, foi feita por cilcistas com o claro objetivo de provocar o debate sobre o uso deste veículo, em São Paulo. A mesma atitude foi adotada na avenida Paulista quando imagens apareceram sobre o asfalto na pista de rolamento do lado da faixa de ônibus. Na CET, o pedido de esclarecimento, causou estranheza. Pois não existe nenhum plano para privilegiar as bicicletas naquele trecho da cidade, também. Antes de verem a foto aqui no blog, funcionários da Companhia chegaram a dizer que poderia ser um mal-entendido e a imagem talvez fosse de uma moto. Evidentemente que não. Em seguida, identificaram que seria mais um protesto de ciclistas da capital e, então, anunciaram que iriam apagar o sinal, conforme nota publicada acima.

Em diferentes blogs e mesmo neste que você lê foram publicados comentários elogiando a “iniciativa da CET”, antes que se esclarecesse a situação, em uma demonstração de que incentivar o uso de bicicletas tem o apoio de parte da população. Chamou atenção, aliás, o fato de que a CET entende que as faixas de rolamento na cidade não são apropriadas para o uso de bicicletas, conforme mensagem. Sugiro que você leia alguns dos comentários abaixo que são esclarecedores em relação as bicicletas e o direito de ir e vir do cidadão. (publicado em 14:53)

Parecido não é igual

 


Por Abigail Costa

Queria ter a capacidade de colocar os gastos no papel.
Queria. Todos eles.
Fazer exatamente o que recomendam os economistas.

A primeira pergunta a ser feita é:
Precisa ou deseja?

Em seguida, se tiver dinheiro antes da compra, pesquise.
Se nao tiver dinheiro, espere o pagamento entrar, poupe e, depois, muito depois, compre.

Das vezes que fiz isso, (nem me lembro quando ou quantas) …
Só lembro que foi uma decepção total.

Marcou-me a cara de desapontamento do vendedor:
– Senhora, nao tem mais. Esse produto acabou, na semana passada.
Ai que ódio…

A minha cara deve ter sido pior.
– Como não? Eu trouxe o dinheiro pra pagar à vista!

Bem feito.

Claro que não foi isso que me impede de trabalhar em cima de uma planilha.
A equação é simples.
Sou imediatista.
Vi, desejei, pronto – levo pra casa.
Nesse “desejei” entenda-se impulso em muitos momentos.

Não devo ser única, caso contrário seria objeto de estudo.

Tenho a impressão que quando entro nas lojas, os sapatos sorriem pra mim.
Com a mesma carinha dos cachorros abandonados a espera da adoção.

Pego o sapato preto.
Se tivesse o poder da fala o vermelho diria:
– Mas eu vou ficar sem o meu irmão, me leva também!

Definitivamente, não sei decidir entre as cores e as marcas.
Enquanto escolho, experimento, vem aquela sensação gostosa de prazer.

Dá prá parcelar?
A pergunta é quase que automática pra levar os “irmãos coloridos” para o meu closet.

Passado o cartão, digitada a senha, uma outra sensação nem tão gostosa assim passa a tomar conta da cabeça.

Jesus ! Nem precisava, já tinha uns três parecidos.
Uma voz interior, coisa de amiga, me conforta.
– Mulher, parecido não é igual. Fica em paz e ponto.

Dois minutos depois já estou conformada.
E assim, de loja em loja, de semana em semana, de parcela em parcela.
É claro que desse jeito não tem ser humano com orçamento fechado.

Certa vez alguém disse:
– Só se gasta o que se tem.
A frase me pegou igual conselho de avó.

Tinha que acreditar, não é?

Abigail Costa é jornalista e escreve às quintas-feiras no Blog do Mílton Jung, enquanto aprecia os cartões de crédito na bolsa nova.

Avalanche Tricolor: Um esboço

 

Grêmio 3 x 0 Avaí
Brasileiro – Olímpico Monumental

Rochemback


Maylson começou a jogada lá de trás com rapidez, encontrou Roberson no meio do caminho que fez a bola alcançar Fernando já na entrada da área. Enquanto isto, Fábio Rochemback seguia por um caminho paralelo, longe da visão dos adversários, em alta velocidade e na direção do gol. Foi o pé dele que a bola encontrou na passada certa para fechar o placar, na primeira vitória neste Campeonato Brasileiro.

Posso estar sendo injusto com Jonas que não apenas marcou os dois primeiros gols da partida como teve muito talento e tranquilidade no segundo, ao preferir a descrição do gol de Rochemback. Convenhamos, nosso atacante tem sido presença constante nesta Avalanche pelos muitos feitos conquistados até aqui. Mais do que isso, porém, foi a jogada do terceiro gol que me chamou atenção.

A velocidade na troca de bola, a movimentação dos jogadores e a maneira como deixaram os marcadores para trás foram o esboço de um Grêmio que desde o início do ano tenta impor uma forma diferente de jogar. E bonita, também. Algumas vezes, no Gaúcho e na Copa do Brasil conseguiu superar os adversários desta maneira. Hoje, por alguns instantes fez este futebol fluir, apesar de um segundo tempo insosso, após ter praticamente definido o resultado no primeiro.

Se conseguir mesclar esta forma de jogar com a pegada que sempre fez parte da nossa história, podemos estar assistido ao início de uma bela jornada, neste Campeonato Brasileiro.

Pauta #cbnsp: Professor reprovado na sala de aula

 

O Governo de São Paulo voltou atrás e permitirá a presença na sala de aula de professores temporários que foram reprovados em exame realizado no ano passado. A dificuldade para preencher as vagas e atender toda a rede pública estadual levou a Secretaria de Educação a chamar estes professores. De acordo com o secretário Paulo Renato Souza estes somente serão convocados para substituir professores que precisaram de algum tipo de licença.

Ouça a entrevista do secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, ao CBN SP.

A Apeoesp, sindicato que reúne os professores do Estado, afirma que a decisão apenas ratifica o que a entidade já reclamara quando houve a decisão de impor o teste aos temporários. Maria Isabel Noronha, que dirige a Apeoesp, disse que faltam professores porque a função não é valorizada pelo Estado. Ela chama atenção, ainda, para a necessidade de se realizar concurso público que efetive estes profissionais, pois hoje São Paulo mantém cerca de 100 mil professores temporários, o que representa 40% do magistério estadual.

Acompanhe a entrevista da presidente da Apeoesp, Maria Isabel Noronha, no CBN SP

Outros destaques da pauta #cbnsp

Plano Diretor I – Vereadores terão 15 dias para discutir propostas de mudança no Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo, apresentada pelo relato vereador José Police Neto (PSDB). A reportagem é do Juliano Dip.

Plano Diretor II – O Movimento Defenda São Paulo diz que a Câmara Municipal faz Plano Diretor no escuro, pois não recebeu até agora os estudos que deveriam ter sido feitos pela prefeitura para avaliar a saturação que existe em algumas regiões e a infraestrutura disponível. Lucila Lacreta, arquiteta e urbanista, entende que alguns bairros que terão autorização para novas construções deveriam ser “congelados” para evitar um caos urbano. Ouça a entrevista de Lucila Lacreta do Defenda São Paulo.

Esquina do Esporte –
A seleção brasileira perde tempo ao viajar para Brasília antes de embarcar para a África do Sul. Deva Pascovicci e Marcelo Gomes falam também sobre as chances dos paulistas na rodada de hoje do Campeonato Brasileiro de futebol. Acompanhe o nosso bate-papo.

Época Sp na CBN – A noite de quarta-feira, na cidade de São Paulo, tem desde o hard rock do Forgotten Boys até o samba de Alcione. No comentário de hoje, uma dica de bom restaurante na cidade. Acompanhe.

Coleta seletiva está prejudicada em São Paulo

 

As cooperativas que atuam na reciclagem estão com capacidade esgotada e isto tem atrapalhado o já restrito programa de coleta seletiva na cidade de São Paulo. Prefeitura e empresas negam que o serviço esteja suspenso, mas há problemas no recolhimento em vários pontos da cidade. Há duas semanas, temos recebido e-mails de ouvintes-internautas questionando o serviço porta a porta contratado pela prefeitura de duas concessionárias, Loga e Ecourbis. O material estaria ficando acumulado, principalmente nos condomínios onde o volume é maior.

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) fala como se tudo isso fosse uma novidade para a administração municipal. Em entrevista a repórter Cátia Toffoletto, ele negou que haja falha no planejamento e disse que a prefeitura iria procurar saber se há algum problema no sistema de coleta, conforme noticiado na mídia. E, claro, jogou a responsabilidade para o Governo Federal. A cidade estaria aguardando autorização de Brasília para implantar centros de triangens em terrenos privados – o que não seria permitido por lei, segundo Kassab.

Acompanhe a entrevista do prefeito Gilberto Kassab

A Loga diz que pode estar havendo atraso na coleta, pois os caminhões precisam esperar para o transbordo do material reciclável nas cooperativas. Como o volume recolhido se mantém praticamente o mesmo nos últimos meses, a empresa culpa a falta de organização dessas cooperativas. O presidente da Loga, Luiz Gonzaga Alves Pereira, afirmou, ainda, que a prefeitura havia se comprometido a identificar cinco terrenos onde haveria autorização para a construção de novas centrais de triagem, mas que até agora isto não ocorreu.

Ouça o que disse o presidente da Loga, nop CBN São Paulo.

Nesse sábado, no CBN SP, havíamos conversado com a ONG Recicla Morumbi que promove a coleta seletiva em condomínios no bairro mas que tem encontrado dificuldade para recolher o material porque a prefeitura não autoriza a criação de uma cooperativa na favela de Paraisópolis.

Da maloca querida à favela temida

 

Por Carlos Magno Gibrail

Foto da Galeria de George Campos no Flickr

Saúde, educação e habitação, trinômio básico para o bem estar de qualquer população. A acrescentar apenas mais três necessidades urbanas contemporâneas: segurança, transporte e previdência social. Temas adequados ao momento nacional, véspera de eleições estaduais e federais.

As variações climáticas extremas ocorridas recentemente, tal qual no passado, quando antecederam e aceleraram rupturas, como a Revolução Francesa, ressaltaram o problema habitacional brasileiro com o alastramento das favelas, extensa e intensamente.

Em 1897, Prudente de Moraes decidiu exterminar Canudos e seu líder Antonio Conselheiro arrasando a “Cidadela” para mostrar ao mundo que o Brasil tinha reconquistado o território do “incompreensível e bárbaro inimigo” como descreveu Euclides da Cunha. A desinformação governamental existente ficou evidenciada na duração da batalha de junho a outubro daquele ano, travada contra a população instalada em morros, entre eles o Morro da Favela, batizado com o nome da planta que o cobria, favela.

De volta ao Rio, sem o soldo prometido, os combatentes se instalaram no Morro da Providência e levaram a alcunha de favela trazida de Canudos. Com a Lei Áurea de 1888, e as reformas urbanas de Pereira Passos em 1902, o Rio iniciou a era das favelas. Ex-combatentes, ex-escravos e ex-moradores do centro da cidade passaram a ser favelados.

De lá até cá, somos a 8ª economia do mundo, mas dos 200 milhões de brasileiros 50 milhões vivem em favelas. Do Rio a São Paulo, que viu no processo de industrialização e urbanização a partir de 1950 o início do problema das favelas, a questão é efetivamente considerada como algo negativo a ser resolvido, embora visto de diferentes ângulos. De origem e de tratamento.

Os que consideram os favelados migrantes se integrando ao meio urbano e criando lugar que possa lembrar o campo, sugerem que é preciso treiná-los e reurbanizar o espaço, fazendo com que gradativamente passem a se incorporar ao mercado de trabalho e à cidade.

Outros visualizam as favelas como local onde se obtém votos, e neste aspecto visitam-nas constantemente, fazendo promessas e interferindo na vida da comunidade, agindo com acentuada demagogia, colocando o interesse eleitoreiro em primeiro lugar.

Há quem veja as favelas apenas como território de marginais e defende a total destruição, tipo Canudos.

Alguns mais criativos e românticos se inspiraram e compuseram sucessos musicais. Dorival Caymmi: “Eu não tenho onde morar. É por isso que eu moro na areia. Eu nasci pequenininho como todo mundo nasceu. Todo mundo mora direito. Quem mora torto sou eu.” (ouça aqui)

Jota júnior e Oldemar Magalhães: “Favela amarela. Ironia da vida. Pintem a favela. Façam aquarela. Da miséria colorida.”

Adoniran Barbosa: “ …O dono mando derrubá.Peguemo tudo a nossas coisa.E fumo pro meio da rua…” (ouça aqui)

Os mais técnicos como o economista Sérgio Besserman, em recente entrevista a Veja, tendo em vista a tragédia carioca, sugere que em casos de risco de terrenos contaminados ou íngremes, inevitavelmente a remoção é a saída correta. Em casos como as grandes favelas, tipo a da Rocinha no Rio, onde há uma enorme população é prudente reurbanizar. Quando não há este empecilho defende categoricamente a remoção: “Em contradição com a opinião dominante, acho que há muitos casos em que a remoção se justifica. Encarando uma questão de fundo econômico que é central: as áreas favelizadas provocam uma acentuada degradação da paisagem da cidade, um ativo cujo valor é incalculável. Portanto quando uma análise de custo-benefício revelar que a realocação de uma favela trará retorno financeiro e social elevados, por que não cogitar sua remoção?”

Besserman ressalta, todavia a fundamental questão da autoridade do Estado e do ordenamento jurídico no âmbito das favelas: “É preciso fazer primeiro o básico do básico: o Estado deve recuperar o monopólio da força nos territórios hoje dominados pelos bandidos. As favelas são lugares em que milhões de pessoas vivem sob outras leis que não a do estado de direito democrático. Na prática elas não estão sob a órbita da Constituição Brasileira.”
Considerando que o Brasil estará sendo observado dentro em breve em função da Copa e das Olimpíadas, e ainda este ano em eleições, é imprescindível absorver a lição de Canudos. É preciso discernir no uso das armas adequadas. Os canhões para os bandidos, a técnica para a estratégia e honestidade acima de tudo para o país e para a nação.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas no Blog do Mílton Jung

Eles viajaram nas fotos

 

Leão Serva

Os caras sempre foram conhecidos pelo talento em outras áreas. Escrevem, inventam, medicam, consultam e ensinam. De repente tomam coragem e decidem se expor ao público através do olhar diferenciado que captaram com suas máquinas de fotografia. Manipulam as imagens sem pudor com o objetivo de torná-las ainda mais interessantes, oferecem além do que a própria lente seria capaz de enxergar. E, agora, tentam transformá-las em valores que dêem suporte ao Instituto Democracia e Sustentabilidade, recém-criado com a ideia de colocar a questão ambiental na agenda política brasileira.

Falo de Caio Tulio Costa, Leão Serva, Adolfo Lerner e Beto Ricardo que reuniram seus trabalhos fotográficos em mostra que está aberta, sempre após o meio-dia, no Espaço de Arte Trio, na rua Gomes de Carvalho, 1759, na Vila Olímpia. E que se encerrará no dia 1º de junho com a realização de um leilão em benefício à causa defendida pelo IDS.

Para ilustrar esta conversa, duas imagens que surgiram da polaroide do Leão, feitas a partir do mesmo ponto, para o mesmo lado, mas com intervenções que mudam seu significado.

Vereadores discutem se o seu bairro terá mais prédios

 

São Paulo de concreto 3

O bairro do Ipiranga virou cenário de discussão entre os vereadores José Police Neto (PSDB) e Chico Macena (PT), que participaram de entrevista sobre o substitutivo do Plano Diretor, no CBN São Paulo. O texto elaborado pelo líder do Governo na Câmara, após debates realizados na Comissão de Políticas Públicas do legislativo municipal, pretende incentivar a construção de imóveis em áreas importantes da cidade que, segundo alguns setores, estariam saturadas. Ou seja, não haveria mais espaço para prédios sejam comerciais sejam residenciais.

Macena foi quem citou o Ipiranga, na zona sul da capital, como exemplo de região que não teria estrutura para enfrentar mais uma fase de verticalização. Porém, há outros bairros que podem passar pela mesma situação em vista do texto que será votado até o fim do ano pela Câmara Municipal.

Police Neto respondeu que a proposta dele não tinha esta intenção. O tucano entende que a própria Câmara poderá definir melhor as regiões em que deve haver, por exemplo, incentivo para moradias de interesse social. Além disso, lembrou que há proposta bastante clara para ocupação no entorno das vias férreas.

Acompanhe o debate dos vereadores Police Neto e Chico Macena e participe das discussões na Câmara Municipal.

Veja mais destaques da pauta #cbnsp
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GPS com antiradar –
O uso de GPS com informações sobre radar na cidade de São Paulo é permitido por lei, segundo o advogado Ciro Vidal. O Código Brasileiro de Trânsito exige que a localização dos radares seja pública. Porém, ele ressalta que o uso de equipamentos capazes de burlar os radrares é proibido. Ouça o que diz Ciro Vidal sobre o tema.

Dia do Desafio – Os paulistanos estão convidados a realizarem, atividades físicas nesta quarta-feira quando se realiza em cidades do continente americano o Dia do Desafio. Para participar, basta realizar a ação que pode ser uma simples caminhada até a disputa de competições esportivas e registrar o feito pelo telefone 0800-11-82-20. Para entender os objetivos do evento acompanhe a entrevista da coordenadora do Sesc Luciane Perin.


Epoca SP na CBN –
John Pizzarelli no Bourbon Street é uma das atrações musicais desta terça-feira, em São Paulo. Ouça mais dicas com Luciano Marsiglia.

Esquina do Esporte –
A seleção brasileira perde tempo ao enfrentar equipes como o Zimbábue e a Tanzânia, mesmo que os jogos sejam vistos apenas como treinos um pouco mais fortes, antes da Copa do Mundo. A opinião é de Mário Marra e Marcelo Gomes que participaram do quadro esportivo do CBN SP.

Foto-ouvinte: Esquina do mundo

 

“Uma celebração de todos os paulistas, onde quer que tenham nascido”, escreveu Luis Fernando Gallo, nosso colaborador e ouvinte-internauta, sobe a 15a. Festa do Imigrante, que se realizou neste domingo, na Hospedaria do imigrante, no Brás. Além de compartilhar com a gente alguns momentos deste encontro que se repetirá domingo que vem (30.05), Luis Fernando sugere o passeio de Maria Fumaça.

O serviço da festa:

Local: Memorial do Imigrante – Rua Visconde de Parnaíba, 316 – Brás
Preço: R$ 5
Meia entrada: R$ 2,50 (é preciso apresentar a Carteira de Estudante)
Isentos: Maiores de 60 anos e crianças até 7 anos isento; professores (mediante comprovação)
A entrada pode ser paga com cartões de crédito ou débito, mas o consumo de alimentos deve ser pago com dinheiro
Mais informações: (11) 2692-1866 / 2692-2497 / 2692-1335