Mundo Corporativo entrevista Othon de Almeida, da Deloitte, sobre o papel do CFO

 

 

“A ética tem tem que permear o executivo-profissional da área de finança. Por quê? Porque ele lida com o coração da organização, lida com os negócios da empresa, tem o poder de através da sua influência de acrescer o valor da empresa ou de destruir o valor de uma empresa”. O alerta é de Othon de Almeida, líder do programa de CFO da Deloitte, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo da CBN. Ao falar dos desafios dos diretores financeiros, Almeida também ajuda os gestores das pequenas e médias empresas a cuidares das contas do seu negócio.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram com este Mundo Corporativo Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Conte Sua História de São Paulo: a poesia da Terra da Garoa

 

Lúcia Edwiges Narbot Ermetice (Lu Narbot)
Ouvinte-internauta da Rádio CBN

 

 

A menina que eu fui
passeava às margens do Ipiranga
e imaginava o grito de D. Pedro I:
“Independência ou Morte!”

 

A menina que eu fui
brincava nas ruas sem asfalto e sem perigo,
e amava e se orgulhava de sua cidade,
a que mais crescia no mundo!

 

A menina que eu fui
ouvia a mãe falar dos antigos carnavais da Paulista,
desfile de carros enfeitados e gente chic,
o Corso, palavra reveladora das origens italianas.

 

Ah! A menina que eu fui!

 

O Ipiranga continua lá,
ecoando o grito de D. Pedro I,
mas as ruas em que eu brincava
hoje estão asfaltadas e perigosas.

 

No Carnaval da Paulista já não há mais Corso
e outros imigrantes somaram-se aos italianos
para fazer a cidade crescer.
E ela cresceu tanto, mas tanto, que virou um caos.

 

A menina que eu fui
e que hoje habita este corpo maduro
ainda assim ama e se orgulha
da cidade em que nasceu,
a sua Terra da Garoa!

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, aos sábados, logo após às 10h30, no programa CBN SP. A sonorização é do Cláudio Antonio e a interpretação de Mílton Jung

 

Conte Sua História de SP:encontrei minha namorada platônica

 

Por José Geraldo Barbosa Duarte Junior

 

 

Eu morava em Moema e estudava em Santo Amaro, na escola estadual Alberto Conte. Onde hoje está a Avenida Ibirapuera e a Vereador José Diniz havia uma linha de bonde. Era de bonde que seguia para a escola.

 

Tinha uns 14 anos e estava apaixonado pela colega de ginásio, mas não tinha coragem de revelar isso a ela. Era muito tímido. Ela virou minha namorada platônica. Morava no Brooklin e preferia o ônibus para ir a escola. Apenas algumas vezes, pegava o bonde.

 

Amigas em comum, que sabiam da minha paixão pela menina, resolveram agir como cupido. Quando a minha namorada platônica entrou no bonde, que naquele dia estava vazio, todas elas se afastaram de nós, deixando-nos sozinhos para conversar. Fiquei atônito.Não consegui nem cumprimentá-la. Sumiram todas as palavras da minha boca.

 

Talvez por não entender o que acontecia, a menina ficou na dela. Eu fiquei mudo até Santo Amaro. e minhas amigas ficaram desapontadas comigo.

 

O fato é que naqueles tempos nunca tive coragem de me aproximar dela e revelar minha paixão.

 

Os tempos passaram e essa coisa mal resolvida estava guardada em minha lembrança.

 

Hoje estou casado, com filhos e netos.

 

Não para viver um momento que nunca tive, mas como curiosidade, sei lá, queria encontrar aquela minha namorada platônica e saber como foi a vida dela.  Queria contar a ela a minha paixão.

 

E foi graças ao advento do Facebook que a encontrei.

 

Ela não se lembrava da minha existência, mas aquiesceu a amizade.

 

Foi quando, então, pude revelar aquela paixão juvenil. Mas não fique pensando outra coisa, não: hoje, somos apenas amigos e eu me senti liberto da paixão que me remoía.

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar aos sábados, no CBN SP, logo após às 10h30. O quadro é sonorizado por Claudio Antonio e tem narração de Mílton Jung.

Mundo Corporativo: Wilson Risolia, da Falconi Educação, ensina a fazer gestão na escola

 

 

“Condição sine qua non para você gerir bem qualquer coisa é diagnóstico, conheça o problema, atue sobre ele, controla para ver se aquilo que você programou tá dando resultado, mede – que depois você roda este ciclo de novo”. A sugestão é do consultor Wilson Risolia, líder da Falconi Educação, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo da CBN.

 

Risolia, ex-secretário estadual de Educação do Rio de Janeiro, fala de como um programa de gestão qualificado e competente pode melhorar o desempenho das escolas, dos professores e dos alunos. Na entrevista, ele também trata de mudanças no currículo escolar e outros desafios do setor.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboraram com o Mundo Corporativo: Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Conte Sua História de SP: no tempo em que não existia Minhocão no Bixiga

 

Por Walter Marques de Deus

 

 

Foi no ano de 1966 que nos mudamos para a Rua Maria José, na Bela Vista (mas pode chamar de Bixiga). Para quem não conheceu o Bixiga daquela época, não consegue imaginar como era legal viver ali. Não existia o Minhocão!  Existiam casas do século 19 bem no lugar do Minhocão…

 

Fomos morar num cortiço, onde éramos 13 famílias convivendo no mesmo quintal com as várias portas dos quartinhos alugados. Na maioria, eram ótimas pessoas.  A nossa rua era bastante estratificada, onde vizinhos se davam muito bem apesar das diferenças sociais. E acho que todo bairro era assim…

 

Casas com pessoas ricas e casas com pessoas pobres, que eram cortiços. A maioria não tinha garagem. Nem mesmo a dos ricos. Também, nem precisava.  Era só deixar o carro na rua, sem problemas.

 

Lembro bem dos ensaios da Vai Vai semanas antes do carnaval, onde os sambistas e foliões saíam pelas ruas, talvez para aquecer. Foram naqueles momentos,  nos meus cinco anos que comecei a conhecer o preconceito… É que os lojistas fechavam as portas para evitar contato com o pessoal da Vai Vai, na maioria negros.

 

Na nossa rua tinha uma feira, que existe até hoje!  A feira era um dia de festa pra mim! Por não existirem supermercados, as feiras eram mais agitadas, com todo tipo de pessoas. As relações eram bem mais próximas… De vez em quando vou comer pastéis nesta feira da Rua Maria José.

 

Em 1968, comecei estudar nas Escolas Agrupadas da Bela Vista, na rua Santo Amaro. Veja que o nome dado não fazia jus a uma escola com apenas três salas de aula. Mas eu adorava!  Jamais esqueci do nome da minha primeira professora, Dona. Gemma. Estudei ali, até a quarta série.

 

No Bixiga, existiam dois cinemas: o Rex e o Arlequim.  A primeira vez que fui num cinema, assisti a Peter Pan, no Cine Arlequim.  Quanta emoção!  É difícil explicar o que representava o ambiente de cinema para um garoto com mais ou menos sete anos de idade. Era algo realmente delirante!  Principalmente porque não tínhamos TV.

 

Mais tarde, graças a minha tia “Deusinha” que ficou nossa vizinha e comprou uma televisão, pudemos assistir aos jogos da Copa de 1970. Sim, pude ver a grande façanha da nossa seleção do sonhos.

 

Dias depois da conquista, senti o quanto era privilegiado em morar naquela rua pacata, uma simples travessa da Brigadeiro Luiz Antonio. Dali mesmo, pude ver a seleção do Tri em cima de um caminhão de bombeiros, descendo a Brigadeiro. Eu estava lá, do lado da requintada padaria Java! Que infelizmente não existe mais.

 

Conte Sua História de SP: o apito dos afiadores de faca

 

 

Por Wagner Nobrega Gimenez

 

Nasci no bairro do Brás, na Almirante Barroso, 838, em junho de 1954 – ano do IV Centenário de São Paulo. Essa casa não existe mais. Pertence a uma igreja evangélica. Naquela época se fazia partos em casa, como o meu. Dona Cândida, a parteira portuguesa, assistiu minha mãe, dona Luzia, em sete partos, um infelizmente de um natimorto, dois anos após o meu nascimento. Eu, filho temporão, o caçulinha,  brincava só com os moleques na rua: era jogo de bola, figurinha, cowboy, pega-pega, taco – brincadeirinhas que não acontecem mais.

 

Fiz o primário no Grupo Escolar Eduardo Prado, acho que ainda está lá; o ginásio no Colégio São João (que foi demolido; é sede de outra igreja evangélica). Cursei o Senai e me formei Técnico Têxtil em fiação, profissão e indústrias quase em extinção no Brasil.

 

Minhas recordações do centro de São Paulo, quando pequeno e jovem, incluem, entre outras, o Mappin, as Lojas Americanas – que bauru gostoso se fazia ali, será que ainda tem hoje? – a Pirani, na Av. Celso Garcia, onde no terraço havia um parquinho de diversões no qual eu brincava quando pequeno, levado pela Cida, minha irmã.

 

As recordações desses locais hoje inexistentes fazem às vezes eu me sentir como se tudo aquilo tivesse se passado em outro século, que de verdade foi, não é mesmo.

 

Se não vejamos:  tempo em que a TV era em branco e preto e existia o televizinho; que a vitrola, nos bailinhos aos sábados, tocava músicas gravadas em LPs; que existia namoro, noivado e casamento; que a minissaia e o biquíni eram novidades; que o Brasil tinha o melhor futebol do mundo, tinha o rei Pelé. Tempo em que passavam homens pelas ruas vendendo bijous e afiadores de facas e tesouras – ambos faziam barulhos para chamar a atenção dos moradores: os primeiros com uma matraca;os outros com um apito característico. Lembram desse som?

 

Poderia ficar recordando outras tantas cenas desta cidade, mas, não se engane, não sou saudosista. Emociono-me toda vez que recorda daqueles velhos tempos, mas sou muito feliz vivendo na São Paulo atual.

 

Para participar do Conte Sua História de São Pauo, envie seu texto para milton@cbn.com.br. O quadro vai ao ar aos sábados, logo após às 10h30, no CBN SP. A sonorização é do Cláudio Antonio.

Mundo Corporativo: Tathiane Deândhela identifica o que rouba o seu tempo

 

 

“Não confunda estar ocupado com ser produtivo, ser produtivo não é fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, mas fazer as coisas que estão voltadas ao seu objetivo de vida”. Esta é uma das recomendações da empresária Tathiane Deândhela, especialista em gestão do tempo, entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN.

 

Autora do livro “Faça o tempo trabalhar para você e alcance resultados extraordinários”, Deândhela ensina que o chefe da quadrilha que rouba o seu tempo é a interrupção:”ao mudar de uma para outra atividade, sete a 14 minutos são necessários para que a concentração total se restabeleça”.

 

Uma das sugestões para se fazer uma boa gestão do tempo é que logo cedo, ao acordar, você organize sua agenda e tarefas determinando o que é prioridade no seu dia. De acordo com a empresária e palestrante, é preciso saber selecionar suas atividades, pois escolhas erradas podem reduzir em até 50% sua produtividade.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br, sendo reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do quadro Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Conte Sua História de SP: o sanduíche de queijo e presunto da Americanas

 

Por Ismael de Oliveira

 

 

Morar em São Paulo era uma experiência bem diferente, lá pelos distantes anos 1970. Outra cidade, outro mundo. O velho CMTC era equipado com bancos laterais, um de cada lado, na frente, e atrás, próximos das portas, um de frente para o outro. Os passageiros não tardaram a colocar apelidos:banco dos réus, banco dos bobos, banco dos trouxas.

 

De acordo com a velocidade do ônibus era fatal a operação “limpa banco”: quando deixava a Avenida Rangel Pestana fazendo a curva para chegar ao Parque Dom Pedro, o tombo era quase uma certeza. Vi isso acontecer várias vezes, inclusive com meus irmãos e minha avó, era um desespero, até saber que ninguém havia se machucado.

 

Minha avó materna, Maria Francisca de Oliveira, nasceu em Pindamonhagaba, no Vale do Paraíba no ano de 1900. Veio para São Paulo quando casou-se com meu avô nos anos 30. Ele, Manoel Benedito de Oliveiram era segundo sargento do Exército e membro do Primeiro Grupamento Negro dessa Instituição. Desde o dia que meu avô morreu, em 50, até quando ela faleceu, em 2.000, só usou roupa preta, costume herdado de seus ancestrais portugueses.

 

A vida tinha seus rituais naqueles dias: todo mês a vó ia receber sua pensão no Banco do Brasil no início da avenida São João. Ônibus até o Parque Dom Pedro, subia pela Rangel Pestana, passando pela antiga Praça Clovis Bevilacqua, Praça da Sé, Rua Direita, Praça do Patriarca, Líbero Badaró, Praça do Correio e, enfim, a São João. Na volta, ela comprava sanduíches de queijo e presunto na única casa que havia na época das Lojas Americanas. Não havia no mundo gosto igual aquele, era o gosto do passeio, da companhia, do cuidado.

 

Tudo era um aprendizado. Havia uma cidade a ser descoberta: a igreja de São Francisco, o mosteiro de São Bento, a Ladeira Porto Geral, a Catedral da Sé, o Pátio do Colégio.

 

Meu pai sempre dizia: – se estiver no Centro e se perder, olhe pro alto e verá uma igreja, taí seu ponto de referecia.

 

Eu morava na Penha com minha mãe Margarida, meu pai Benedito, minha avó e tia Maria Rosa, que me levou para andar de metrô pela primeira vez. Ela trabalhava numa casa de família em Mirandópolis onde ficou por 30 anos.

 

Na Semana Santa, minha vó reunia todos pra fazer paçoca de amendoim, costume que veio com ela do Vale do Paraíba. Uns torravam o amendoim, outros tiravam a casca; depois misturava-se farinha, sal, açúcar … e pronto.

 

Nas conversas os adultos nos ensinavam a ser íntegros, a ter fé, a não ter medo, e assim era por todos os meses e anos que se sucederam.

 

Assim seguiu a vida e sempre que posso refaço aqueles caminhos no centro imaginando minha vó ao meu lado espantando-se como eu com o que fizeram e fizemos de nossa cidade – para o mal e para o bem.

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar logo após às 10h30, aos sábados, no CBN SP. Tem sonorização do Cláudio Antonio.

Conte Sua História de SP: nasci no apito do trem e fui morar no Jaçanã

 

Por Misael Soares Silva
Ouvinte da CBN

 

 

Nasci em 1944, no extremo sul da cidade de São Paulo, no bucólico distrito de Engenheiro Marcilac, quando fui saudado pelo apito estridente de uma Maria Fumaça.d

 

Por volta de meus quatro anos, fomos – eu e minha família – morar em Santo Amaro, bem ao lado do Condomínio da Chácara Flora que tinha 12 portões por onde se adentrava livremente em um mundo encantador, de onde resgato doces lembranças de minha infância.

 

Com um espírito movido por muita curiosidade, sempre quis saber como funcionavam meus brinquedos que, via de regra, acabavam quebrados; isso me fazia criar meus próprios brinquedos, como um trenzinho de latas de sardinha ou um jogo de botões feito com tampas de remédio.

 

Meus projetos se realizavam garimpando o que precisava nos lixos da própria “Chácra” (como a chamávamos) onde também encontrava brinquedos quebrados que muitas vezes eram recuperados.

 

Lá também funcionava o Instituto Metodista, que reunia as crianças da região para que as alunas aplicassem seus aprendizados em atividades lúdicas, como brincadeiras, teatros, corais entre outras.

 

O tempo se foi e, há poucos dias, passando por lá vi uma placa. Onde funcionou o Instituto estava escrito: VENDE-SE; que tristeza. Menos de um mês já havia outra: VENDIDO. A tristeza transformou-se em dor, pois senti que uma página da minha infância fora rasgada.

 

Hoje, moro no extremo norte da Pauliceia Desvairada, em Jaçanã, imortalizado por Adoniran Barbosa.

 

Lembro que em 1991, quando a Central Brasileira de Notícias nascia, comemorei minha bodas de prata; hoje, quando a CBN está se preparando para comemorar os seus 25 anos, também estou preparando-me para comemorar, coincidentemente no mesmo mês de outubro, meus 50 anos de casado.

 

De minha infância ainda me lembro de meu saudoso pai ensinando-me Meus Oito Anos, de Casimiro de Abreu, que agora canto baixinho:

 

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, aos sábados, logo após às 10h30, no programa CBN SP. A sonorização é do Cláudio Antonio. Você pode enviar seu texto para milton@cbn.com.br

Mundo Corporativo: Emerson Wesley Dias fala de carreira e liderança

 

 

A insegurança deve ser combatida com autoconhecimento e uma das formas de se trabalhar esta questão é encontrar alguém que lhe ofereça desafios na carreira e ao realizá-los entender melhor o seu comportamento. Essa é uma das muitas sugestões oferecidas pelo consultor de carreira e negócios Emerson Wesley Dias entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no Mundo Corportivo, da rádio CBN.

 

Dias escreveu o livro “O inédito viável na gestão de pessoas” no qual apresenta uma série de recursos e soluções que ajudam você a se desenvolver sua capacidade de liderança. Em um dos capítulos, o autor sugere:

 

“No mundo atual com diversidade aumentada e mudanças velozes, a delegação se torna imperativa. Não crie clones, crie líderes,gente que desenvolve gente. Ninguém precisa fazer do seu jeito, o resultado final é o mais interessante. Deixe que as pessoas criem seus métodos,garanta e cobre resultados”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, no site da CBN, às quartas-feiras, 11 horas da manhã. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participam do Mundo Corporativo Alessandra Dias, Douglas Matos e Débora Gonçalves