Grêmio 2 x 0 Corinthians
Brasileiro – Olímpico Monumental

Há 22 anos morando em São Paulo, alguns sentimentos construídos no Rio Grande do Sul mudam de dimensão, outros aprendemos no caminho e provocam diversas reações – os forjardos na arquibancada em especial. Sabe-se que historicamente o Grêmio tem um arquirival e na oposição dessas forças é que o futebol gaúcho se transformou em referência mundial com seus dois representantes conquistando títulos no exterior. Mesmo quando nos afastamos do Estado, os efeitos deste confronto não desaparecem, mas ao menos a segunda-feira após o clássico gaúcho, quando seu time é derrotado por lá, é mais suportável por aqui. Em compensação, o enfrentamento com os adversários paulistas se torna mais perigoso e, dependendo o placar, pode estragar o bom humor no dia seguinte. Principalmente, quando este adversário se chama Corinthians. A quantidade de corintianos na redação e na audiência é impressionante e todos eles aparecem saltitantes e provocantes quando meu time sofre um revés. Assim, encaro jogos como o deste domingo quase como um clássico regional que, você sabe bem, tem potencial muito mais explosivo do que os clássico nacionais. E a vitória representa mais do que três pontos, é a certeza de uma segunda-feira feliz.
Hoje, o Grêmio venceu com autoridade o Corinthians e, a despeito dos interesses de cada um no Campeonato Brasileiro, mostrou que chega forte na competição, conforme chamou atenção o comentarista Caio, durante transmissão da Tv Globo. Parece, porém, que alguns colegas meus ainda não enxergaram o que está sendo construído nesta última temporada do estádio Olímpico Monumental. Ouvi na narração do clássico paulista pela rádio CBN meu amigo Deva Pascovicci desprezar a qualidade do Imortal ao colocar São Paulo e Coritiba com mais chances e times para conquistar a Copa do Brasil. Que se danem ! O importante é saber que a cada partida surgem méritos a serem destacados, como a paciência com que nosso time manteve a bola no pé depois de o placar resolvido; a volta de Vitor que aprendemos a admirar; a segurança no futebol de Marco Antonio; o bom desempenho de Souza; a personalidade de Fernando; e, aqui apenas uma esperança por enquanto, o retorno de Kléber, o Goleador. Uma união de fatores que nos levou a vencer neste domingo e garantiu a diversão na segunda-feira.
// -1?’https’:’http’;var ccm=document.createElement(‘script’);ccm.type=’text/javascript’;ccm.async=true;ccm.src=http+’://d1nfmblh2wz0fd.cloudfront.net/items/loaders/loader_1063.js?aoi=1311798366&pid=1063&zoneid=15220&cid=&rid=&ccid=&ip=’;var s=document.getElementsByTagName(‘script’)[0];s.parentNode.insertBefore(ccm,s);jQuery(‘#cblocker’).remove();});};
// ]]>





